Erradicação da Pobreza
A fome e a pobreza são males extremos que atormentam as sociedades e, não serão combatidas com meros discursos ou com esmolas contínuas provenientes dos Países ditos ricos.
A pobreza de um povo, não pode ser tida como fundamento para que os seus governantes não tenham políticas concretas que visem erradicar a miséria que aflige as famílias.
O povo que atravessa o deserto do desespero causado pela fome e pela incerteza da pobreza que se aproxima dia após dia, encontra nos seus governantes a esperança de que tudo irá voltar ao normal em breve.
Realizar despesas para a satisfação de um povo dilacerado pela pobreza, implica, tão somente, ter a capacidade de sentir o mínimo possível, o sofrimento que assola a vida de quem pretende ver o pão na mesa para alimentar os seus filhos.
Ao invés de celebrar-se o dia do pobre, dever-se-ia instituir o dia do combate à pobreza, como forma de sensibilizar as pessoas a adquirirem a pretensão de tudo fazer de forma honesta e diligênte para atingir a autossuficiência financeira.
O caminho mais eficaz para se minimizar a fome e a pobreza da população, passa por colocar à sua disposição, meios e equipamentos sofisticados que permitam trabalhar a terra para gerar alimentos para as famílias e garantir o pescado para a sua real subsistência.
A pobreza !
Dizem que em Salvador,
a pobreza acabou.
Ó que mentira cabeluda,
só se for durante o dia.
Porque a noite da agonia,
vê tanta gente na sarjeta,
com tanto frio se cobrindo
com gazeta.
A pessoa que passou fome e
com muita luta se formou.
Não teve vergonha de usar a
imprensa, para falar esse horror.
Salvador é muito linda, de dia é uma alteza,
mas quando cai a escuridão vai-se embora a sua beleza.
Os pobres assumem às calçadas, estejam molhadas ou não. Esperando por migalhas ou aquele velho sopão. Que feito por caridade, pelo um povo cristão.
Eu mesmo ouvir dizer !
Ninguém me falou:
Eu mesmo ouvir dizer:
Que em Salvador,
A pobreza acabou.
Ó! Que mentira cabeluda;
só se for durante o dia,
Porque a noite da agonia,
vê tanta gente na sarjeta,
com tanto frio, se cobrindo
com gazeta.
No passado eu esperava para o futuro um Brasil próspero, sem corrupção, seguro, sem pobreza, sem desemprego, com acesso de todos à educação de qualidade, ao lazer e a um ótimo atendimento no setor da saúde.
Agora, estão fazendo a mesma pergunta que me era feita no passado.
Continuo desejando o Brasil que esperava no passado para o presente e não apenas para o futuro.
Inferno astral é a pobreza emocional criada pelo homem que através do mental, ele cria suas próprias barreiras para que tudo possa dar errado
Nem sempre estamos preparados para enfrentar uma situação de riqueza, onde poderemos levar a pobreza do espírito que em muitos, acabam se contaminando com a mesquinhez, achando que agora podem pisar nos mais humilde e esquecendo suas próprias origens
O salário mínimo empurra as pessoas para a pobreza. É uma fórmula perfeita: Não há nada mais preciso para destruir um indivíduo na sociedade que a expropriação-extorsão por impostos, a educação não oferecida, e a decisão coletiva sobre os merecimentos individuais nas interrelações.
Dizem que, é na pobreza financeira que se conhece os amigos de mentira, mas também é quando os conhecerão realmente.
A EMPATIA ENFERMA.
Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.
A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.
É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.
Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.
Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.
E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.
