Era
Vikings
Era uma manhã fria e nebulosa na aldeia viking das Neves. O sol ainda estava escondido por trás das montanhas, mas Viking Branco, um guerreiro corajoso e destemido, estava pronto para mais um dia de aventuras. Ele era conhecido por sua força e coragem, bem como por sua armadura reluzente e espada afiada.
Por outro lado, Viking Soneca era o oposto de Viking Branco. Ele era um viking tranquilo, que preferia a calma da aldeia à melhoria das batalhas. Soneca era baixo, com cabelos escuros e olhos negros, mas o que mais o distinguia era sua habilidade de adormecer em qualquer lugar e a qualquer momento. Os outros vikings costumavam brincar que ele podia cochilar até mesmo em pleno campo de batalha.
Naquele dia, uma aldeia estava sob ameaça de invasão por um bando de guerreiros inimigos. Viking Branco estava ansioso por uma batalha e, com sua espada em punho, liderou a defesa da aldeia com coragem. Ele ergueu sua espada, defendendo sua terra natal com ferocidade e determinação. No entanto, os inimigos eram numerosos e a batalha estava ficando cada vez mais intensa.
Viking Soneca, por outro lado, estava tendo dificuldade em manter os olhos abertos. Ele se sentou em uma rocha, bocejando, enquanto a batalha rugia ao seu redor. Mas de repente, ele teve uma ideia. Com uma expressão sonora, ele pegou um tambor e começou a tocar um ritmo hipnotizante.
O som do tambor ecoou pela aldeia e, surpreendentemente, teve um efeito mágico. Os inimigos, confusos e atordoados pelo som, começaram a desacelerar e, eventualmente, caíram no sono profundo. A magia do tambor de Viking Soneca havia salvado o dia.
Viking Branco, visto com a astúcia do seu amigo, olhou para ele com admiração. Juntos, eles defenderam a aldeia de uma maneira que ninguém poderia ter imaginado. A aldeia inteira comemorou a vitória, e Viking Branco finalmente reconheceu o valor de Viking Soneca, não apenas como um guerreiro corajoso, mas como um viking inteligente e criativo.
A partir desse dia, Viking Branco e Viking Soneca se tornaram uma equipe imbatível. Viking Branco protegia a aldeia com sua coragem e força, enquanto Viking Soneca, com seu tambor mágico, estava sempre pronto para salvar o dia de uma forma inesperada. Juntos, eles provaram que a força e a inteligência podem trabalhar em perfeita harmonia, e que a amizade é o maior tesouro de todos.
E assim, os vikings das neves viveram em paz e prosperidade, graças à coragem de Viking Branco e à astúcia de Viking Soneca, provando que heróis vêm em todas as formas e tamanhos.
Há tempos que eu pretendia fazer o meu diário. Mas eu pensava que não tinha valor e achei que era perder tempo.
Foi em um café que descobri que sua amizade não era verdadeira.
O café também ajudou a me libertar, ver que amizade abusiva existe.
Nós ainda somos amigos?
Era você quem deveria fazer essa pergunta, mas olha só! Não foi eu que despedaçou meu coração, foi você. Mas admito que foi eu quem se afastou de você, na real, parei de mandar mensagem. Acabou total com nosso contato pois você não mandou a maldita mensagem
"Nós ainda somos amigos?"
Teve dias que já estive bem e fui o melhor de todos, em outros dias eu era produtivo e era o mais rápido, por várias vezes passei por evolução e a partir desses dias fui a referência no que fazia, mas nuca cheguei no meu limite e em poucos dias fui visto como excelência o que faz, contudo, hoje sou um mistura disso tudo e me tornei constante no que me comprometo a fazer, um pouco de tudo reunido de forma equilibrada para servir a quem for necessário, rápido quando necessário, mas produtivo como sempre foi! Na vida tudo será assim, tem tempo que devemos usar a nossa experiencia de vida para saber acelerar, produzir o suficiente e viver em todos os momentos as melhores coisas que a vida tenha a oferecer desde que sejam coisas que nos levem a Deus
eu te amei, amei msm de vdd
mas vc era um completo covarde
eu n vou amar nunca mais seu sorriso
ódio e o q me traz
vc me fez desabar à noite chorando
mas com vc nas nuvens estou voando
eu conheci várias pessoas no mundo,
mas eu te amo profundo
Quando ela era criança buscava o paraíso, quando se tornou adulta notou que o paraíso sempre esteve ao seu redor.
Prometemos nos amar pra sempre
Sem saber se era amor ou paixão
Mas era coisa de adolescente
Era tudo uma triste ilusão.
Você sumiu, eu imaginei que você era diferente, minha imaginação me sabotou e eu entristeci.
Nas madrugadas eu escrevo, e tento mentalmente mesmo com a distância e seu sumiço conectar-me com mensagens e conversas antigas.
A coração me explique a razão, a clareza sempre foi meu dom e hoje só quero está com meus dois pés no chão.
Nós tínhamos ordens de destruir assim que fosse visto, você está na lista dos mais procurados, era chamado o homem que copiou mais de 1000 jutsus, Kakashi, o ninja que copia.
Eu fracassei em proteger tudo que era importante para mim.
E durante toda minha vida, não consegui fazer as coisas que devia fazer.
Eu não passo de um homem sem valor."l
No início pensei que fosse paixão, mas depois eu descobri quê, era amor...
É amor...
Quando você sorrir me faz feliz e quando você chora eu sinto a sua dor!
(...) uma parte de tudo o que ganhei era minha para manter.
Na era da superficialidade, o zelo e o compromisso são tão raros que nos forçam a revisar incessantemente o serviço dos outros, sob pena de sermos vítimas da negligência alheia.
em mais de 20 mil sessões de psicoterapia e consultas psiquiátricas que todos os meus pacientes eram tão complexos como os mais culto e racional dos seres humanos. Estudar dinâmica, a construção e a movimentação dos pensamentos me deixou plenamente convicto de que cada paciente que tratei, por mais fragmentada que estivesse sua personalidade, tinha a mesma dignidade que eu.
Ah, o século 21! O glorioso momento da nossa era onde ser "tolerante" significa fazer uma maratona de piadas sobre o cristianismo, e o verdadeiro prêmio é o status de "anti-cristão profissional". É quase como se o Cristianismo, com seus bilhões de adeptos ao redor do mundo, fosse a única religião com a qual é seguro brincar sem se preocupar com as consequências.
Vejam só a Madonna, nossa paladina da liberdade artística, que, em uma demonstração de respeito pelos princípios do Brasil – aquele país acolhedor com uma bela mistura de católicos e evangélicos – decidiu que a melhor forma de honrar a diversidade era pisotear os valores cristãos. Como? Ah, só zombando de todos os cristãos com sua performance, claro. Porque, obviamente, quando se trata de ser inovador e provocador, nada diz "sou ousada" como ignorar a pluralidade religiosa do Brasil em favor de uma boa dose de controvérsia.
E aí, no cenário global das Olimpíadas, onde se preza a neutralidade laica e o "respeito por todas as crenças", tivemos a brilhante ideia de reinterpretar a Última Ceia com um toque especial – os apóstolos em trajes de drag queens. Porque, quando se fala em respeito pela diversidade, nada diz mais "inclusivo" do que tratar figuras sagradas como uma piada de salão. É como se o objetivo fosse mostrar que a irreverência tem que ter um preço, e que preço! Que se dane o respeito; o importante é garantir que ninguém saia sem uma bela dose de humor “subversivo”.
É quase como se a regra não escrita do nosso tempo fosse a de que para se destacar, é preciso subverter e menosprezar aquilo que é sagrado para milhões de pessoas. A ironia, claro, é que ser “progressista” agora parece significar pegar as crenças de uma das maiores religiões do mundo e transformá-las em um espetáculo de entretenimento barato. Nada como uma boa dose de sarcasmo e desrespeito para mostrar que a verdadeira coragem é desrespeitar tradições e crenças que já enfrentaram séculos de resistência e fé.
No fim das contas, vivemos numa era onde a única constante parece ser o desejo de chocar e provocar, e que o verdadeiro preço do "respeito" é, ironicamente, uma boa dose de escárnio. E se você acha que isso é um exagero, lembre-se: estamos apenas começando. O espetáculo do século 21 é apenas uma questão de tempo até que a próxima provocação venha para garantir que, para se ser visto como "progressista", a única regra é não deixar pedra sobre pedra, especialmente se essa pedra é uma pedra de fé.
Nova economia chegou para mostrar que não se vende mais produtos e serviços, estamos na era da experiência.
