Era
fui errando e insistindo no erro... pedi perdão quando era você quem devia pedir,
tu nunca pedisses, ainda assim em meu coração te perdoei, e ainda pedi perdão...
minha falha, meu erro
como pois te arrependerias se não reconhecestes teus erros?
iludido me convencia que a partir dali seria diferente...
claro que nunca foi, te acostumei a me ferir e pensar que eu era o culpado..
Era vc que afagava meus cabelos ..me dava um boa noite princesa.. era vc que sempre implicava quando eu comia lanche ou tomava refrigerante.. era vc que Sorria pra mim todos os dias no café da manhã .. dizia baixinho bom dia minha flor do dia ..era vc e hoje não é mais..
Lembre-se de onde você veio, o que você era, o que você tinha, e o que Deus preparou para você. Não seja soberbo pensando que seu dinheiro e seu ilusório “poder” pode tudo.
Ame mais o próximo, porquanto na escola da vida tudo pode acontecer.
E então, nunca diz o que deve ser feito e o que deve ser deixado; por isso, se antes a dúvida era pequena, depois se torna grande e, assim, nós nunca nos decidimos.
Eu era feliz e não sabia...
Corrigindo eu era infeliz e sabia disso ... vivi por tanto tempo uma mentira ..sofri por tanto tempo me afogando em martírio... hoje sou livre disso ...sai do aprisionamento da gaiola ... hoje voei pela primeira vez ..hoje eu digo com clareza ...hoje eu digo pra mim mesma...hoje sim eu fui realmente feliz ...quem te ama , não te prende.. tr quer livre .. te quer bem...
[OS JORNAIS DO PONTO DE VISTA DOS HISTORIADORES - 2]
O fato de que os jornais, na era industrial contemporânea, dirigem-se a um universo amplo e diversificado de leitores também os distingue de outras fontes que podem ser constituídas pelos historiadores. Em uma carta privada, por exemplo, temos um único autor que se dirige a um único leitor. E em um diário temos um autor que se dirige a si mesmo. Mas nos jornais temos um certo número de autores que se dirigem a muitos e muitos leitores. Mesmo que haja em cada grande jornal uma bem definida linha editorial que busca constituir uma identidade e congregar autores parecidos em alguns aspectos, não é possível desprezar o fato de que, por trás de cada jornal, existe uma pequena diversidade de homens e mulheres que lhe dão vida - tanto do ponto de vista de produtores de conteúdos e discursos, como do ponto de vista de receptores e consumidores destes mesmos conteúdos.
Este aspecto, que ajuda a definir o jornal como uma ‘produção multi-autoral’ – ainda que nem todos os autores dos textos jornalísticos sejam nomeados – faz dos jornais modernos um tipo de fontes nas quais a regra é a alternância de muitas vozes e diferentes agentes discursivos. Assim, um determinado jornal pode responder por um único nome – O Jornal do Brasil, The Times ou Le Monde – e em torno deste nome pode-se apresentar uma certa identidade e estilo dominante, ou predominar uma tendência menos ou mais bem definida de posicionamentos políticos; mas cada nova edição deste jornal abriga de fato uma diversidade considerável de autores, ocultos ou não. Lidar com uma fonte multi-autoral, como no caso dos jornais diários, é diferente de lidar com uma fonte mono-autoral, como a correspondência, a obra literária ou o relatório administrativo
[extraído de 'Fontes Históricas - introdução aos seus usos historiográficos'. Petrópolis: Editora Vozes, 2019, p.184].
No quarto onde o amor e a entrega era intensamente verdadeira, de corpo inteiro até o mais íntimo da alma.
Descobrir o que era paixão quando te conheci.
Você mudou minha vida
Veio como um furacão me tomando toda.
Você mudou a minha caminhada fez com que andasse em novos caminhos.
Você me faz rir com a mesma proporção que me faz chorar.
Todos os dias me preparo para seguir sem essa paixão louca.
Sei que iremos dizer adeus foi bom enquanto durou.
Não era esperado que você fosse partisse dessa realidade retornando apenas pelos meus sonhos, pelas lembranças e ficando na eterna saudade...
Aiaiaiai quebrou a cara outra vez? Não saiu tudinho como planejado? O que era pra ser tudo certinho acabou dando errado? Estava na passarela... toda bel@... quebrou o salto, tropeçou, resvalou, no chão se estrebuchou? Papéis ao vento... que tormento.... e olha que você se esforçou, tudo organizou - começo, meio e fim - pois você sabe que tem de ser assim.
Palavras ensaiadas... mesa arrumada... tudo tão perfeito... pra dar em nada.
Aquele sujeito - mal amado, diga-se de passagem - sempre pra baixo a lhe botar, seus defeitos a escancarar, sua vida a atrapalhar... tirando sarro... mostrando-se superior... todo convencido de que é o melhor, de que é perfeito - mal sabe o babaca que é o sujeito (mas você não precisa dizer isso pra ele não, por favor... lembre-se 'gentileza gera gentileza'... quem sabe o elemento aprenda e se arrependa!?).
Eita vida descontrolada... olha pra mim, pisca e olho e dá uma tremenda gargalhada...
Sucesso... aplausos... assobios... bis, e bis, e bis... era tudo o que você queria... não conseguiu por um triz... um trizinho ou um trizão... que decepção!!
Agora é chorar com o mais amargo amargor... se afundar e se afogar na própria dor. Ou morrer de vergonha, enfiar a cara numa fronha... eu sei que é no travesseiro... só quis rimar ;)
Que sofrimento que nada! Aproveite e aprenda com a vida... ela gargalhou... você acompanhou!
Ria, ria muito - não dos outros, por favor. Sorria! A energia de um sorriso pode por riso no mais duro coração... mas não um sorriso ardiloso... sim um sorriso que saia do fundo de seu coração.
Ria de si mesmo... não se leve tão a sério... não leve a vida tão a sério, brother. Ela gosta de brincar? Que tal acompanhar?
Uma coisa eu garanto: mais feliz é você mesmo quem vai ficar...
Foi na primeira vez, que eu senti que era amor, que eu simplesmente mudei :
- Saltei de mim pra você !
Minha casa.
Já era meia noite. Tranquei todas as portas e janelas, fechei a cortina, apaguei as luzes e me escondi nas cobertas.
Senti o vento soprar, vi as luzes acesas e mesmo sem entender, aceitei. Estava tudo fechado, estava tudo em silêncio, o silêncio foi o motivo disso.
Eu estava em casa. Em qual casa? Na casa de sempre. Na minha casa. Na casa dentro de mim.
Tempo de Primavera
Hoje, amanheceu diferente
Tudo era diferente, mesmo!
A brisa tocava em meu rosto
Uma suavidade inexplicável
O vento assoprava mais forte
Imponente
As folhas das árvores frondosas
Estilhaçavam e se espalhavam
No firmamento belo e encantador
No Alto do calmo Iracema
Mais parecia a pasárgada dos meus sonhos pueris
E logo percebi que algo tocava, exuberante e transcendente
Minha visão e espírito de poeta
Afinal...
Algo me despertou que é tempo de
Primavera.
Ela era um mar de possibilidades... um oceano de emoções .. mas o amor da vida dela era um náufrago...
