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Era

Cerca de 25322 frases e pensamentos: Era

Jeremias era extremamente solitário, e Paulo teve às vezes de encarar as maiores provações sozinho, mas Jesus Cristo estava com eles e era suficiente para eles. Você diz: “Mas eu não sou Jeremias ou Paulo”. Certo, e enquanto continuar pensando dessa forma você nunca será qualquer coisa parecida com eles. Você não é Jeremias ou Paulo, mas confia no mesmo Jesus Cristo, que é o mesmo ontem, hoje e sempre, e assim não existe nenhuma diferença. Logo, jamais devemos sacrificar a suficiência de Cristo para preservar a importância da comunhão na igreja. E se você não pode passar o dia sem depender de outro homem para sustentá-lo, ao menos não infecte os outros com a sua incredulidade e fraqueza. Assim também, pregadores que negam a suficiência de Cristo para o indivíduo a fim de preservar a importância da comunidade deveriam ser repelidos. A igreja é de fato plano de Deus, mas não para o propósito de sobrevivência espiritual do indivíduo. Jesus Cristo é suficiente - mais que suficiente - para cada pessoa à parte da comunidade. Isso é inegociável.

Inserida por Poliana16

Um dia a gente descobre que no mundo tudo passa e o que era deixa de existir!

Inserida por JorgeRocha

Com os pés descalços, caminhei naquela chuva cerca de uns dez minutos, mas era como se eu tivesse caminhando por horas.
Em meus pensamentos, cheiros, momentos, sorrisos se misturavam, mas, em meio a tudo que pensei, algo se destacou: Voce, Eu - Nós -.
E de repente, me peguei chorando.
Não, mas não era um choro de tristeza, eu também costumo chorar de alegria por mais estranho que isto soe pra voce.
É que me veio assim, um sentimento de gratidão.
Por tudo. Por voce. Por nós dois.
Naquele momento, ainda sorrindo enquanto as lágrimas escorriam se misturando a chuva, me senti uma boba.
Chorar por gratidão...
Foi aí que percebi, que não preciso estar entre conflitos internos para ser emotiva.
Porque eu já nasci com a sensibilidade aflorada e o amor correndo nas veias.

Inserida por paulinhaleite

Era uma noite como outra qualquer.
Aquele friozinho gostoso que tu bem conheces, entrando pelas frestas da janela, e após um dia longo de trabalho sentei em frente a essa telinha brilhosa – pela qual te conheci – como sempre fazia.
Passeando por este mundo, deparei-me com uma fotografia que me chamou atenção.
Sim, uma menina doce, terna, linda, com uns olhos amendoados brilhantes, um sorriso largo hipnotizante, parecia me convidar para conhece-la.
Atrevi-me! Deixei um comentário em uma foto tua, a foto pela qual me apaixonei.
E por ironia do destino, respondestes da maneira mais doce e delicada que alguém já se referiu a mim.
E foi aí, nesse momento, que entreguei-me a ti.
Joguei-me de olhos fechados e parei meu mundo por você!
A distancia não foi meu limite, meu coração não se intimidou por um oceano.
E eu atravessei em tua busca.
E desde então, vivo dias de intensa alegria ao teu lado.
Eu, que nunca vivi o amor antes, que não acreditava em contos de fadas, vesti-me de príncipe encantado pra ti e fui a tua procura em meu cavalo alado.
Te raptei pra mim.
Dei-te meu reino – nada de imenso, absurdo, castelos ou palácios – sei que pra ti uma pequena casa contornada com flores já basta. Faz-te feliz.
Entreguei-te meu amor e tu entregaste-me a felicidade inteira.
Aceitas então, viver de amor, e por amor, a cada novo dia que amanhecer?
Prometo enfeitar teu cabelo todas as manhas com uma tiara de flores, e te oferecer um bouquet de Maria-sem-vergonha.
Prometo também passear contigo por entre girassóis sorridentes em um fim de tarde para vermos juntos o por-do-sol.
E ali, sentados na colina, dizer-te que és a mulher da minha vida e te encher de beijos.
Prometo te fazer sorrir todos os dias, e quando o mundo for ingrato contigo, te envolver nos meus braços e te colocar pra dormir.
Meu amor, eu já entreguei a ti, mas prometo todos os dias te conquistar como se fosse a primeira vez, só pra ver teus olhos brilharem.
Prometo ser sempre teu amor.
Sou teu amor. És minha amora.

Inserida por paulinhaleite

Não sei se o amor que Jobim cantava era grave ou agudo demais,
só sei que era uma nota que poucos compositores nos dias de hoje conseguem alcançar.
Ah!Que saudade do Tom do Jobim...

Inserida por PriscillaCavalcante

Aquele convívio que antes era rotineiro, hoje se acaba, mas o sentimento que com o tempo se veio, se tornou marca que nunca sairá da memoria.

Inserida por CaioRubinato

Desimplificar o que já era simples, pois o simples já é muito complexo.

Inserida por AndreAnacoreta

Quando te conheci, foi como se estivesse vivendo um conto de fadas, tudo era mágico pra mim, ria à toa e tudo era motivo de alegria pra mim.
Estava tão apaixonada por ti que não cabia em mim de tamanha felicidade, minha vontade era gritar aos quatro cantos do universo que havia encontrado o meu amor, em mim crescia uma força súbita e só aumentava mais e mais, os dias foram se passando e meu amor por ti aumentando, toda vez que te encontrava era como se estivesse vivendo um conto de fadas, o momento era sublime, seu beijos eram intensos e apaixonante.
Hoje vejo e afirmo que todo paraíso tem seu céu, mais abaixo do céu também existe um inferno.
Você foi tudo: Paraíso, inferno e céu!
Te amei muito e com a força desse mesmo amor irei te arrancar do meu coração! Meu coração não é platéia pra ficar na arquibancada esperando, nem palhaço pra ficar vendo alguém brincar e rir dele, sou como um cometa raro, sou como a estrela radiante! Minha parte cometa vai tirar você do meu coração numa velocidade impressionante!

Inserida por Arenilda2012

Ela disse que me ama, ela disse que me queria, ela disse que eu era tudo na vida ela, em fim, era apenas mentiras, mentiras de um falso amor.

Inserida por thisales

Naquela época eu não era um simples HOMEM, eu me fechava apos ter uma decepção no amor, sofri, me tranquei, até que ela entrou na minha VIDA e mudou tudo, um simples pedido se tornou um amor verdadeiro, ela foi me conquistando cada vez mais, e cada dia que passava eu me apaixonava cada vez mais por ela, agora eu não consigo mais esquece-la, simplesmente... ela é o amor da minha vida.

Inserida por thisales

Estive longe, com outra imagem, era tudo mentira mais o que eu falava era verdade. Existe um "luto" aqui dentro, um lugar escuro com magoas que dói e me corrói. Porque eu fiz aquilo, menti pra você ? Dói muito em saber que a qualquer momento você pode me dar um "tchau" e não voltar mais. Eu posso parecer bobo, fresco, um pouco grudento, mais eu só quero cuidar de quem eu amo, e quando eu falo em cuidar é pra valer.

Inserida por GregoryM

Era um desastre no amor e no ódio, um desastre na vida, um desastre na morte. Ela era uma fatalidade, não um garota fatal. Ela sempre agradecia, mas não era agradável, nunca foi. Era um sinônimo, mas nunca algo exato, tinha suas manias que ninguém nunca entendia, tinha uns sorrisos largados por aí, memorias guardadas numa caixa, que nem ela mesma tinha a chave. Aos 13 anos ganhou um presente chamado decepção, aos 16 tornou-se o presente. Com 21 anos, era um desastre, era um sinônimo de viver, tinha suas fatalidades, infelicidades, não era agradável, nunca foi…. Mas, se existia? Claro, e quem não gostava de com 21 anos brincar de existir?

Inserida por lovelythingsoflove

Quando eu era criança, e via aqueles casais felizes, transparecendo felicidade, eu só queria logo crescer pra vivenciar aquilo. Mas hoje em dia, eu só queria voltar no tempo, e ser aquela criança ingênua, que brincava de boneca ao som de músicas de ninar, e a coisa mais importante era o colinho da mamãe. Aquela criança que não sabia o significado da palavra amor, e nem a dor que ela pode trazer.

Inserida por sahdiniz

Voltar no tempo...impossível?
Quando percebemos que tudo que foi feito e vivido não era aquilo que o coração queria e sim a razão, perdemos tempo e nos aprisionamos num caminho sem volta e nos machucamos com isso.
As pessoas deveriam ter a oportunidade de uma segunda chance, de viver novamente e não cometer os mesmos erros, deixar de fazer escolhas ruins... que maravilha seria um criminoso se arrepender e voltar para consertar o que daria errado; alguém que escolheu viver um amor e descobriu que não era amor voltar e dar uma chance a si próprio; aquela mãe ou pai que descuidou do filho e este acabou morrendo voltarem e resgatarem a felicidade e não perdê-la jamais... o tempo muitas vezes cura, mas na maioria das vezes machuca mais e a dor é inconsolável.

Inserida por Jumabru

Era uma vez

O vento soprava
janelas demolidas,
regendo uma orquestra.

Na gaveta, dormindo
sob cartas e poemas
o revólver aguarda.

Ela,
perdida em si mesma,
como se perde a
areia na areia,
se recolhia ao Tempo
... e era uma vez.

Inserida por Rose05

"E minha maior vontade, era de atravessar essa cidade, acabar com essa saudade, te pegar cedo e te deixar tarde. Um filminho, uma coca, uma torta, encosta a porta? Estou morrendo aos poucos."

Inserida por JosianeNunes

Preciso voltar a ser como era antes, não necessariamente retornar ao passado, mas resgatar alguns valores que se perderam com o tempo.

Inserida por prisciz

MEMÓRIAS DE UM NATAL PASSADO

Quando era criança, na noite de Natal, eu e o meu irmão partia-mos nozes e avelãs no chão de cimento da cozinha, à luz do candeeiro, enquanto a minha mãe se ocupava das coisas que as mães fazem.
Depois, quando o meu pai chegava, jantava-mos como sempre e seguia-se, propriamente, a cerimónia de Natal. Naquela noite o meu pai trazia um bolo-rei e uma garrafa de vinho do Porto.
Sentados à mesa, abria-se a garrafa de vinho do porto e partia-se o bolo em fatias. O meu irmão e eu disputava-mos o brinde do bolo-rei comendo o mais rápido possível na expectativa de nos calhar em sorte não a fava, mas sim o almejado brinde!
Eu não gostava daquele bolo, mas naquele tempo a gente “não sabia o que era gostar”, como dizia a minha mãe quando nos punha o prato á frente. Assim acostumada, engolia rapidamente as fatias para não sentir o sabor e ser a primeira a encontrar o brinde.
O meu pai, deleitava-se com o copito de vinho do Porto e observava calado as nossas criancices.
Depois, vencedor e derrotado continuavam felizes, na expectativa da verdadeira magia do Natal. Púnhamos o nosso sapato na chaminé, (eu punha a bota de borracha, que era maior), para que, á meia-noite o menino Jesus pusesse a prenda.
Íamos para a cama excitados, mas queríamos dormir para o tempo passar depressa e ser logo de manhã. Mal o sol nascia, corria-mos direitos ao sapatinho para ver o que o menino Jesus tinha la deixado.
Lembro-me de chegar junto á chaminé e encontrar o maior chocolate que alguma vez tivera visto ou ousara imaginar existir. O meu irmão, quatro anos mais velho, explicou-me que era de Espanha, que era uma terra muito longe onde havia dessas coisas que não havia cá.
O mano é que sabia tudo e, por isso, satisfeita com a resposta e ainda mais com o presente, levei o dia todo para conseguir comê-lo a saborear cada pedacinho devagar!
Depois, não me lembro quando, o meu irmão contou-me que não era o menino Jesus que punha a prenda no sapatinho, mas sim o nosso pai. Eu não acreditei e fui perguntar-lhe.
O meu pai, que gostava ainda mais daquilo do que nos, respondeu de imediato que não, que era mentira do meu irmão, que ele sabia lá, pois se estava a dormir…
Com a pulga atras da orelha, no Natal seguinte decidi ficar de vigília, para ver se apanhava o meu pai em flagrante, ou via o Menino. Mas os olhos pesavam e, contra minha vontade e sem dar por isso, adormecia sempre e nunca chegava a apurar a verdade.
Na idade dos porquês, havia outro mistério á volta da prenda de natal. É que eu ouvia dizer aos miúdos la da rua, que eram todos os que eu conhecia no mundo, que lhes mandavam escrever uma carta ao menino Jesus a pedir o que queriam receber. Maravilhada com tal perspetiva, apressei-me a aprender a ler e a escrever com a D. Adelina, que era uma senhora que tomava conta da gente quando a nossa mãe tinha que ir trabalhar e que tinha a 4ª classe, por isso era muito respeitada sobre os assuntos da escrita e das contas.
Antes de entrar para a escola primária já sabia ler e escrever mas isso não era suficiente.
Faltava ainda arranjar maneira de fazer chegar a carta ao seu destino. Para mim, aquilo não resultou: da lista de brinquedos que eu conhecia, não estava nenhum no meu sapato.
Questionada, a minha mãe, que tinha ficado encarregue de dar a carta ao Sr. Carteiro, disse-me que o menino Jesus só dava prendas boas aos meninos que se portavam bem. Mas eu já era uma menina crescida, já tinha entrado para a escola primária (em 1974) e sabia que os que recebiam brinquedos eram diferentes de mim noutras coisas também.
E foi então que, depois de ler a carta dos Direitos da Criança que estava afixada na porta da sala de aula, soube de tudo. Senti-me triste, zangada e confusa: Porque é que escreviam coisas certas e as deixavam ser erradas? Eles eram grandes, podiam fazer tudo! Se estava escrito ali na porta da escola era porque era verdade e importante, igual para todas as crianças como dizia na Carta. Que tínhamos direito a um pai e uma mãe lembro-me. A partir dali todas as coisas que a que a criança tinha direito, eu não tinha, e isso eram por culpa de alguém. Experimentei pela primeira vez um sentimento que hoje sei chamar-se injustiça.
Tranquilizei-me com o pensamento de que um dia viria alguém importante e faria com que tudo aquilo se cumprisse. E eu aí esperar. Era criança, tinha muito tempo: nascera a minha consciência cívica.
Compreendi que os adultos diziam as coisas que deviam ser, mas não eram como eles diziam. Nesta compreensão confusa do mundo escrevi nesse primeiro ano na escola a minha carta ao menino Jesus e deixei-a eu mesma no sapatinho. Era um bilhete maior que o sapato e dizia assim:

“Menino Jesus
Obrigada pela prenda.
Vou pensar em ti todas as noites mesmo depois do natal passar e espero por ti no natal que vem. Gosto muito de ti.
Adeus.”
E rezei a Deus que, houvesse ou não menino Jesus para por a prenda no sapatinho, me trouxesse todas as noites o meu pai para casa.




Nisa


Setúbal, 29 de Novembro de 2012

Inserida por isacesario

Caminhei,
pensando que estava plantando e colhendo amizades,
Avistei,
O caminho não era certo pra mim trilhar,
Desisti mais Deus
Iluminou meus passos,
Vou chegar,

Não vou mais olhar pra trás
Pensar que pode mudar não dá,
Não vou mais negar,
Deixei De escultar quem me amava pra escultar meu pobre e humilde pensamento.

Nessa estrada vou a caminhar,
Tenho certeza que minha paz eu encontrei,
E ao seu lado tenho forças pra lutar,
Por um futuro que ninguém há de abalar.

Não vou mais me iludir, com coisas que me levam a cair.
Meu Amor, é só eu você e Deus.
Irei te ajudar , Sei que com você posso contar.
Vou deixar que Deus nos guie nesse caminhar.

Inserida por GUSTAVOPROMIS

Por mais que os discípulos amassem jesus e o quisessem por perto,era tempo daquela aliança deixar de existir naqueles moldes (jo.16:4-7)

Inserida por Sandradeoliveira