Era

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Adão foi o único Homem que comeu a Mulher dele sozinho, por isso ele era feliz de verdade em todas as áreas de sua vida.


______Sim__⁠
🖤💙

(O Sonho Acabou)
Jade Lima


Ao te conhecer pensei que era pra valer
Mas foi somente um sonho bom
Que a gente não quer acordar
Era tudo tão perfeito
quando eu estava com você


A chuva, o sol, o vento, o mar
E a natureza a abençoar


Mas de repente, o sonho acabou
Você se foi e eu fiquei sozinha aqui
No nosso mundo, sem chuva e sem sol


Só me restou meu pranto que não para de cair


Aquele brilho que havia dentro do meu olhar
Se apagou quando você se foi
E o que me resta agora é recordar


Era tudo tão perfeito quando eu estava com você
A chuva, o sol, o vento, o mar
E a natureza a abençoar


Mas de repente, o sonho acabou
Você se foi e eu fiquei sozinha aqui
No nosso mundo, sem chuva e sem sol


Só me restou meu pranto que não para de cair


Mas de repente, o sonho acabou
Você se foi e eu fiquei sozinha aqui
No nosso mundo, sem chuva e sem sol


Só me restou meu pranto que não para de cair


Mas de repente, o sonho acabou
Você se foi e eu...


By-Marcélio




No futuro, Help dos Beatles
será considerada a música
mais emblemática
da nossa era

Não use a pandemia como desculpa para ser mau, você já era mau antes da pandemia.

Você me faz tão feliz que apaga, sem esforço, todas as lembranças de como era a vida antes de você. Como se meu coração só tivesse aprendido o verdadeiro significado de existir depois da sua chegada.

Um causo financeiro 💸


Ela tinha apenas 13 aninhos e precisava pagar uma conta na escola, eram algumas rifas da festa junina. 😳


Comentou com uma pessoa a respeito e a mesma disse que poderia emprestar o dinheiro, mas a conta não foi paga no período determinado. 😬


O tempo foi passando e aquela dívida nunca foi esquecida pela devedora. 🫣


Mais de 30 anos depois ela fez alguns cálculos, comparou o valor da época ao salário mínimo atual e chegou ao total de 50,00. ✅


Mandou entregar o dinheiro para a pessoa e somente depois explicou: "Esse dinheiro é o pagamento daquele empréstimo que fiz trinta anos atrás." 😌


"Como assim? Eu não lembro!" - A pessoa respondeu. 🤔


"Mas eu nunca esqueci." - A pagadora respondeu. 🤫


A duas riram muito depois. 😆


Obs.: Aquela menina de 13 anos era eu, e depois daquele dia dormi mais tranquila. (Kkkkkkkk)


Conclusão: Nunca é tarde para pagar uma conta. 🤣


Quem é a pessoa que recebeu o dinheiro? Ela existe?
Simmmm.


27/05/26

Já acreditei que para crescer em uma grande organização, o segredo era estar apenas "perto dos grandes" e focar em projetos monumentais.
Esperava um crescimento quase metabólico, natural pela exposição ao topo.
Mas o amadurecimento traz uma lição valiosa: o que te alavanca não são apenas as cadeiras de diretoria, mas a conquista dos seus pares.
São eles que estarão ao seu lado hoje e, possivelmente, serão liderados por você amanhã.
Se não houver foco em quem caminha contigo agora, o caminho do crescimento se afunila. Aprendi que:
Pequenos projetos viram gigantes quando têm a digital e o apoio de todo o time.
Convencer o alto escalão começa pela capacidade de convencer quem senta na mesa ao lado.
Gestão de conflitos deve ser sua maior referência.
Nada impulsiona mais uma carreira do que uma reconstrução feita sob uma perspectiva de proximidade e respeito mútuo.
Quer subir? Comece olhando para o lado.
Por: Dênisson Hélder

Mais dia, menos dia
Numa hora escrever prosa
era tudo que eu queria
de maneira religiosa
comparar-te à cor da rosa
pois por rosas você ria
eu tive essa garantia
noutra hora escrever versos
conversar sobre o universo
olhando pro céu você escolheria
qual estrela eu te daria
e então poderia escolher
você quer que eu vá buscar
ou nós vamos morar lá?
de tanto que pode escolher
escolheu ficar distante
se pedisse um diamante
escondido na mais alta montanha
minha vontade era tamanha
até lá eu te carregaria
montada num elefante
a vida seguiu adiante
e eu estou só na noite fria
olhando pro céu e pensando
na estrela que te daria
meu Deus, quando imaginaria
que ainda penso em você
hoje em dia
enquanto escrevo poesia.

O que me faria feliz
Era apenas e tão somente
Ver este mundo e toda gente
Ter tudo que sempre quis
Mas que soubesse desejar
Gente que soubesse onde quer ir
E aonde quer chegar
Se os anjos dissessem amém
A gente seria feliz...e além
Estantes cheias de livros
Surrados de tanto ser lidos
Meninas em brancos vestidos
Cotovelos fora da mesa
Rapazes sem chapéus,
na hora de comer
Camas limpas pra todos dormir
Ruas com árvores
Árvores com frutas
Frutas com sabor
Um pouco mais de amor no mundo
Um mundo de gente elegante
Educada e honesta
Um padre que razasse a missa
E nos desse parabéns
Por saber viver e dividir
Que a gente pudesse sorrir
E nossos vizinhos também
Um mundo onde ninguém mais
Precisasse mentir
Pra mais tarde descobrir
Que a felicidade de verdade
É uma vida isenta de ira
Que todo mundo compreendesse
Que tudo que não passa por isso
É felicidade de mentira

Era somente o silêncio
De um tempo que se foi
Era noite
Todo mundo queria
E um dia eu também quis
Amanhecer distante dali
Porque pensei
Que poderia voltar lá
A qualquer instante
Percebia em meus ouvidos
O ruido mágico e único
Na paz do silêncio
Que de longe vem
Naquele mágico momento
Que o silêncio a tudo diz
E tudo faz sentido
Era o encanto do não saber
Que a brisa a soprar lá fora
Depois de ir embora, não volta
Era um pensar inocente
Que tudo aquilo nos pertencia
Era da gente
O silêncio em silêncio ficou
Pediu ao tempo que dissesse
Que a vida ao redor
Tem vontade própria
E nos convida a viver
Mas o viver da vida
Obedece
À sua própria vontade
E não a nossa.

Edson Ricardo Paiva.

Era um som que vinha do cristal
Era como que uma espera
Fina fera que espantava o mal
Era como um vento leve
Que te leva a ver o mundo
Lá do alto da colina
Mas depois quebrou-se
Acabou-se o vidro do cristal
Coisa que se quebra à toa
Quando cai
Um barulho de algo bom que voa
Sempre vai...sempre termina
Pra mais tarde olhar-se ao longe
E de longe até parece boa
Mas aquele mesmo som de antes
Durante o tempo que soava bom
Não soa mais
E jamais de novo há de soar igual.

Edson Ricardo Paiva.

​O Mendigo de Afeto


Era o mestre do pranto, o servo do medo,
Guardando no peito um triste segredo.
Expulso de casa, jogado ao relento,
Vivia o calvário de cada momento.
Ela gritava com voz de trovão,
Fazendo do homem o pó do seu chão.
​Batia na porta de um velho parente,
Com o corpo cansado e o olhar de doente.
Pedia um canto, um prato, um favor,
Curando a ferida de um falso amor.
Mas ela chamava, querendo humilhar,
E ele, cativo, aceitava voltar.
​Porém, o destino teceu nova trama,
Longe das cinzas daquela chama.
Um dia o silêncio foi sua resposta,
Ele virou de uma vez as costas.
Não houve conversa, nem houve partida,
Apenas o passo pra uma nova vida.
​Agora o cenário mudou de lugar,
Não há mais ninguém para ela mandar.
O teto que sobra é o teto que isola,
A sua soberba agora é esmola.
Caiu em depressão, no fundo do poço,
Sentindo no peito um amargo nó na garganta, um esforço.
​Perdeu quem servia, perdeu quem amava,
Aquele que ela sempre esmagava.
Ele está livre, em paz, no caminho,
Ela está presa no próprio espinho.
O tempo ensinou, com o seu rigor,
Que quem planta o ódio não colhe o amor.

Foi tempos que era só
bordão que tudo mudou,
Não se encontra mais Tatu,
ninguém faz mais Aaru,
Por enquanto ainda há
alguma memória para quem
tiver vontade de procurar,
E se um Tatu te encontrar,
melhor deixar ele caminhar
_porque não nos falta Beiju.


Não se esqueça de recordar
que a Terra precisa sobreviver
para a gente se sustentar...

Ele era uma figura misteriosa,
um mulato de beleza única,
com um corpo musculoso,
olhos verdes andando,
fala aveludada e respeitoso.


Com o seu cavalo bem cuidado,
ele um autêntico peão brasileiro,
o nome dele era Dario,
que mantinha o orgulho elevado
do ofício desempenhado,
e rezava com fervor inigualável
o Santo Rosário em dedicação
à Nossa Senhora de Aparecida.


Eu ainda bem menina dava
um trabalho danado
junto com as crianças da vizinhança,
a nossa infância era além
muito do pé no barro,
mas os cabelos também por nossa
própria obra era alcançado.


E assim pela estrada a gente fugia,
ele sempre muito paciente
depois de tudo o quê fazia,
e se fosse preciso párava tudo,
para acompanhar as Mães
em busca intrépida de cada
um por toda a estrada vazia.


Não tem como eu me
esquecer destas inúmeras
vezes quando na porta
de casa ele um por um trazia,
ou quando ele passava
sem montado com o seu Baio
e me via pela estrada,
e prontamente dizia:

- Já para casa, menina!


...


Nota da Poetisa sobre a palavra "mulato":


​"O termo 'mulato' utilizado para descrever Dario neste poema é uma escolha deliberada e histórica, fiel à linguagem da época e da região das minhas memórias de infância. Naquele contexto, a palavra era o descritivo de sua ascendência mista e da sua beleza singular. Longe de qualquer intenção de depreciação, a figura de Dario é celebrada aqui em toda a sua dignidade e força. O uso é uma homenagem à sua pessoa, e não uma adesão ao peso pejorativo e racista que o termo carrega historicamente."

Ela era lavadeira, cantadora
e fazia do coração grande
um altar como devota
zelosa de Nossa Senhora;
A criançada gostava
de ajudar a pendurar
as roupas só para ouvir
a saudosa Idalina cantar.


Ela era nordestina e irmã
presente das vizinhas,
que oferecia sempre
o melhor para alegrar,
Coragem naquela mulher
tinha para esbanjar.


Nunca esqueci do dia
que ela pediu ao marido
colher côcos para uma
surpresa nos preparar,
Os anos se passaram,
e nada da memória
conseguiram apagar.


De um dia para o outro
quando voltamos como
de costume para ouvir
ela cantar enquanto
as roupas ela lavava,
A gente também cantava
se importar com nada.


Era somente a gente
naquele distante lugar,
não havia ninguém
para da algazarra reclamar
e o tempo passava
por nós sempre devagar.


Assim que terminou
de lavar as roupas
que não eram poucas,
Nos chamou até a sala,
vimos a mesa arrumada
com uma bela toalha
e guardanapos rendados,
Como a realeza viesse
ali conosco se sentar.


Ela pediu para esperar,
fez a criançada rezar,
E foi assim que não fui
somente eu que provei
o mais autêntico Manjar,
que deixou essa memória
bonita para compartilhar.

Quando a Lua de Sangue
cruzasse o Sarv já era
a promessa da última
guerra da Humanidade,
O final desta guerra
nem eu nem ninguém sabe,
Matar um povo desarmado
é coisa de gente covarde.


Não posso fingir que nada
está acontecendo ---
Daqui a pouco será espalhada,
e levará muito tempo:
Não diga que não foi avisada.


Quero que entenda que
toda guerra é anunciada,
Ela chega quebrando tudo
dentro como prelúdio
da aberrante entrada,
Não quero jamais que abra
refúgio para a ideia de guerra
fazer a tua essência capturada.

Nas esquinas das ruas
e das nossas memórias,
fazia sol o chuva,
O sorriso era gratuito
até quando íamos buscar
o prêmio escrito no palito.


Sempre debaixo do guarda-sol
para carrinho de picolé,
vendendo sorvetes ou balas,
Era ponto de orientação
para voltar para casa:
tudo muda, o tempo passa...


Vendo gerações crescer
ou até mesmo se casar,
Nunca mais vi nenhum
por onde tive de passar,
O sorveteiro virou história
para muita gente lembrar.

Estás a ver aquilo que você me falou que era mentira agora vejo que é verdade em ti.

Amar você foi como andar com o infinito,
Sem começo exato, nem fim definido.
Cada passo era leve, flutuava no ar,
Como quem ama sem medo de se entregar.
Foi perder o rumo, mas encontrar sentido,
Ver no teu olhar um céu nunca visto.
Foi silêncio que falava mais que som,
Foi tudo e nada, intenso e bom.

E mesmo que o tempo queira apagar,
Esse amor não dá pra calcular.
Porque amar você…
Foi como andar com o infinito.

*– Binilson Quissama*

"Quando você diminui certas pessoas na sua vida, percebe que não era dependente — só estava preso a hábitos."