Era
Na década de 50, quando ainda eu era criança, quando eu saía na rua com meu pai que era deficiente auditivo me deixava muito triste ao ver os outros chamá-lo de SURDINHO, ele tinha um nome, chamava-se ANTONIO!
Em algum momento da consciência, o ser humano percebe que muitas das verdades que o sustentavam eram apenas estruturas herdadas— e é nesse instante que surge uma espécie de vertigem interior: a compreensão de que, se aquelas bases não eram tão sólidas quanto pareciam, então a responsabilidade de reconstruir o próprio sentido da existência talvez sempre tenha sido sua.
Era uma vez
Um lindo lugar
Na arte e na escrita
Buscar ensinar
Seu nome é escola
Com carinho vem motivar
Educando com amor
Para cidadãos formar
Na escola eu exploro
O meu aprender
Incluo empatia
Na construção do meu ser
Com meus amiguinhos
Eu busco brincar
Respeito as diferenças
Para a paz reinar
Criança pequenina
Com bracinhos no ar
A leitura diária
Quer abraçar
Professora querida
És minha estrada do saber
Com paciência explica
O meu direito e meu dever
Já amei um amor que eu jurava ser para sempre. Já chorei por um amor que achava que era o fim do mundo. Mas hoje, encontrei o mais essencial de todos: o amor-próprio. Aquele que nasce quando nos descobrimos, nos permitimos ser... e esperamos, com calma, o grande amor que virá.
Vivemos em uma era de extraordinária capacidade técnica. A humanidade aprendeu a manipular a matéria com precisão, a transmitir informações instantaneamente e a conectar continentes inteiros por meio de redes invisíveis de comunicação. Nunca foi tão fácil falar. Nunca foi tão rápido opinar.
Contudo, esse cenário de progresso material revela um contraste que merece reflexão. Enquanto os instrumentos de comunicação se multiplicam, a qualidade da compreensão humana parece, em muitos casos, diminuir. A facilidade de expressar pensamentos não tem sido necessariamente acompanhada pela disposição de compreender o pensamento alheio.
A civilização humana sempre foi construída sobre um equilíbrio delicado. Divergências de opinião, disputas de interesse e conflitos de ideias sempre existiram. O que permitiu à sociedade continuar avançando foi a presença de um princípio simples, porém essencial: a capacidade de reconhecer no outro um semelhante.
Esse reconhecimento é o que chamamos de empatia.
Empatia não significa concordar com tudo. Também não significa abandonar convicções ou abrir mão da própria razão. Significa algo mais fundamental: admitir que cada pessoa carrega uma história, uma experiência e um conjunto de circunstâncias que moldam sua forma de ver o mundo.
Quando esse princípio se enfraquece, o debate deixa de ser um exercício de compreensão e passa a ser apenas uma disputa de vozes. Julga-se rapidamente, escuta-se pouco e compreende-se ainda menos.
Uma sociedade que perde a capacidade de escutar corre o risco de perder também a capacidade de conviver.
Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja apenas desenvolver novas tecnologias ou produzir mais conhecimento. O verdadeiro desafio pode estar em preservar algo muito mais básico e, ao mesmo tempo, mais difícil: a disposição de tratar o outro com dignidade, mesmo quando discordamos dele.
Porque no momento em que a empatia desaparece, a própria ideia de humanidade começa a se enfraquecer.
E nenhuma civilização se sustenta por muito tempo quando esquece aquilo que a torna, de fato, humana.
Frustrei-me demais ao procurar apenas de mim no outro. Não enxerquei a ele. Não enxerguei que era outro. Não enxerguei que a verdadeira beleza da relação é apreciar suas diferenças mais profundas e acolhê-las por inteiro.
Ainda ontem, menino, eu era porreta. Arremessava pedra no infinito, certo de que acertaria o impossível. Me encantava por qualquer menina que cruzasse meu olhar.Tocava campainha e voava, sem jamais olhar para trás.Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,chorava o desprezo do dia,perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.Hoje, me cobro por não ser e por não poder mais ser “aquele menino” que outro fui!
Meu pai cantava essa música quando eu era criança. Me sentia tão amada e orgulhosa de ouvir ele cantando para mim:
"Quero uma mulher
Que saiba lavar e cozinhar
Que de manhã cedo
Me acorde na hora de trabalhar
Só existe uma
E sem ela eu não vivo em paz
Emília, Emília, Emília
Não posso mais
Ninguém sabe igual a ela
Preparar o meu café
Não desfazendo das outras
Emília é mulher
Papai do Céu é quem sabe
A falta que ela me faz
Emília, Emília, Emília
Não posso mais." (canção de Vassourinha)
Estamos vivendo a era da alienação política, onde a grande mídia se submete a um sistema corrupto que atua incessantemente para aprisionar os analfabetos funcionais que ela própria formou, mantendo corruptos no poder e conduzindo a nação ao caos.
"Era a última noite daquele carnaval,
nosso encontro foi especial.
Meu Pierrô tomou - me pela mão,
dançamos a noite inteira, acima de nós
um chão de estrelas.
Eu sua Colombina,
o admirava pela desenvoltura.
Encantada estava,
diante de tamanha formosura.
Com ternura me abraçou,
com doçura me beijou...
Desde aquela noite mágica,
juntos estamos.
A idade avançou,
o amor somente aumentou...
Multiplicou!
Para sempre serei sua Colombina,
e ele sempre será o meu amado Pierrô.
A cada dia vivenciamos,o
Nosso Eterno Carnaval de Amor... "
Eu sempre acreditei que o amor era uma espécie de salvação, que, ao encontrá-lo, tudo faria sentido e as peças do quebra-cabeça da vida se encaixariam. Acreditei nisso com a pureza de quem ainda não havia sentido as dores que o amor também pode trazer. Minha avó, com sua sabedoria de anos, me dizia que ninguém é feliz depois de ter amado uma vez. Eu discordava, achava que o amor era algo eterno e puro, que jamais poderia ser fonte de infelicidade.
Mas hoje, com o coração mais marcado pelas experiências, começo a entender o que ela queria dizer. O amor, por mais bonito que seja, também é transformador — e nem sempre para o lado que esperamos. Ele nos faz crescer, sim, mas às vezes esse crescimento vem com dor, com perdas, com despedidas. E, depois de amar, nunca mais somos os mesmos. Não é que a felicidade se torne impossível, mas ela muda de forma. Ela deixa de ser aquela felicidade leve e despreocupada para se tornar algo mais maduro, talvez mais pesado, mas também mais profundo.
O amor me ensinou que sentir intensamente é também se expor à vulnerabilidade, às fraturas que podem nos fazer duvidar de quem somos e do que acreditamos. E, mesmo assim, eu continuo acreditando no amor. Não de forma ingênua como antes, mas com uma aceitação de que ele faz parte de quem somos, tanto nas alegrias quanto nas dores.
Minha avó tinha razão em parte — talvez depois de amar, nunca mais voltemos a ser os mesmos. Mas o que ela não disse, e que eu só descobri vivendo, é que essa transformação não precisa ser o fim da felicidade. Ela pode ser o começo de uma nova compreensão sobre o que é viver, sobre o que é sentir, e sobre o que significa amar com todas as suas cores — as claras e as sombrias.
Autora: Nayra Sousa
"Sonhei com uma maquete que o fundo inteiro era azul, como se representasse a água! Em cima dela havia 4 símbolos, 1 símbolo que era um gênio, em seguida após ele, um símbolo que era a IA, na parte de baixo um par de chinelos, eles eram azuis, dentro era colorido como arco-íris, depois desse par de chinelos havia um monte, no sonho ele era o monte Roraima, porém ele era todo branco, como se tivesse gelo nele."
Agosto de 2024
Eu desconheço quem um dia conheci, não sei mais se vi ali, se era ou não era.
O tempo faz mudanças, e me mudou também.
Aprendi tanto nesses últimos anos, eu me libertei das correntes, que me prendiam ao passado, que tanto me fez derramar lágrimas de dor, eu achava que era de amor...
O amor dói tanto assim?
10:40 domingo 22 de junho de 2025
Sonhei hoje á noite com um cortejo, era de pessoas muito ricas, carros luxuosos algo assim, eu tentava identificar quem passava, mas eu não sabia quem era, só sei que alguém muito importante.
Eu e meu marido, estávamos dentro de um cemitério assistindo esse cortejo passar lá fora e eu me virava para ele, enquanto o abraçava, chorava e dizia "e quando for a gente amor?" Nós dois nos abraçamos e choramos, eu acordei
No dia 24 de junho do ano passado, eu tive um sonho, estava eu no banco de espera de um hospital, ao meu lado esquerdo estava uma mulher estranha sentada, eu não a conhecia. Eu perguntava para ela sobre a prima do meu marido que estava de frente para nós, me olhando fixamente, com o lado direito do rosto todo vermelho de uma mancha que parecia câncer. Ela me encarava bem séria.( Ela já é falecida há algum tempo, antes mesmo desse sonho) Ao meu lado direito eu virei o rosto e vi meu irmão mais velho, me olhando com uma cara de muita tristeza, enquanto a pergunta era o seguinte "É verdade que fulana está internada e só tem mais um ano de vida?" A mulher estranha ao meu lado respondeu"sim". Então, eu acordei.
16 de setembro - segunda de 2024
Era meia noite e eu acordei após um sonho intenso e muito sinistro, eu estava como se tivesse em uma igreja universal, um lugar muito grande, com muitos corredores e um carinha começou a atacar e matar todo mundo, saiu correndo atrás de mim, enquanto eu passava por portas gigantes e tentava me esconder, entrei em uma sala e ele acabou me encontrando, me pegou pelo pescoço e começou a me atacar, eu chorava e pedia pra ele não me matar, eu por de jeito consegui fugir enquanto eu fugia, consegui visualizar duas criaturas que eram bem estranhas e pareciam duas mulheres, era como se elas tivessem permitido que ele me soltasse, mas elas me encaravam e não pareciam ser desse mundo, eu apertei as mãos da primeira e era grande e cadavérica, eu estava apavorada!
A segunda, eu também apertei as mãos e era como se tivesse apertando uma coisa mole e gosmenta, abracei para agradecer e o corpo que eu visualizava não condizia com o que eu estava abraçando, eu senti um pavor tão grande ao abraçar, porque parece que eu abraçava e a criatura amassava, olhei para o rosto da segunda, ela tinha 3 olhos, um ao lado do outro e eu estava realmente apavorada.
Eu percebi que eram demônios, que haviam tomado forma humana, e eu não sei como fui parar naquele lugar, só sei que após elas, havia uma porteira de fazenda, eu consegui abri e lá havia vários gatinhos, eu consegui ainda brincar com um filhote branquinho, antes de sair daquele lugar, no começo parecia ser uma grande igreja universal, mas depois era como se fosse outro lugar, em um lugar bem remoto. Quando eu estava fugindo, o Gatito também estava lá, eu não quis deixar ele lá, eu o chamei e ele me seguiu, a gente saiu correndo rapidamente e então eu acordei.
16 de setembro - segunda de 2024
Era umas 4 horas da manhã!
Eu sonhei que estava na igreja universal com meu marido, mas também a gente ainda não havia casado, estávamos apenas namorando, ele conheceu uma mulher lá, nós estávamos morando juntos há um bom tempo e ele começou a perder o interesse em mim, nesse sonho eu sentia uma enorme angústia e perguntava se ele ainda gostava de mim, ele sempre ficava calado. Ele já estava com ela, eu ficava muito triste e dizia que não iria mais morar no Brasil, que iria aprender inglês e ir embora daqui, mas nisso a sensação era de vulnerabilidade total e de incapacidade, porque no sonho eu estava doente e ele havia me trocado, por causa disso.
Porque não estávamos mais tendo momentos nossos á dóis e ele conseguiu outra mulher para suprir as necessidades de homem dele. Ela tinha o cabelo Chanel loiro e era bem mais bonita e mais jovem que eu. Eu me sentia muito triste e no sonho eu pensava em me suicidar, já que fui abandonada pela única pessoa que ainda se importava comigo, eu não tinha mais ninguém e ainda estava doente. Eu sei que acordei e me senti muito impactada com essa questão...
