Era

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⁠Percebi que era chama,
quando ao te tocar,
uma centelha surgiu!
Percebi que era saudade,
quando o coração
estremeceu todinho!

Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.

⁠A peça
mais ignorada da
era moderna:
a Liberdade de Pensar Por Conta Própria.


Na vitrine da era moderna, a peça mais ignorada não é rara nem cara: é a liberdade de pensar por conta própria.


Ela não falta — é caprichosamente deixada de lado.


Troca-se o esforço do pensamento pelo conforto da opinião pronta, o risco da reflexão pelo abrigo das certezas emprestadas.


Pensar dói, cansa e nos expõe.


Concordar, não.


Vivemos tempos em que repetir é mais seguro do que questionar, e discordar já até virou afronta.


A liberdade de pensar exige silêncio, tempo e coragem — três luxos considerados improdutivos numa época que recompensa barulho, velocidade e alinhamento.


Quem pensa por conta própria, normalmente desagrada.


Não serve bem a rótulos, não marcha em fila, não ecoa slogans.


Por isso, essa liberdade é tão evitada: ela nos cobra muita responsabilidade.


Obriga-nos a sustentar ideias sem muletas, a errar sem terceirizar culpas e a rever posições sem chamar isso de fraqueza.


Talvez o maior sinal de maturidade não seja ter opinião sobre tudo, mas saber quando ela realmente nasceu de dentro — e não do medo de não pertencermos à manada.


Na era dos excessos de informações e das verdades fabricadas, pensar por conta própria virou um ato de resistência extremamente silenciosa.


E, ironicamente, um dos poucos espaços onde ainda é possível ser realmente livre.

⁠Fui jogado em um canteiro qualquer,não perceberam que eu era semente,brotei e floresci.

⁠As coisas mudam na velocidade de uma flecha,
você fecha os olhos,
e o que era,
deixou de ser.

Não tinha asas, mas era anjo, só podia ser. Cambaleava meio estrambelhado de uma ponta do meu coração a outra e iluminava minh'alma. Quando ele me tocava eu disparava luz própria. Era como ter constantemente alguém a me dizer o quanto eu significava. O quanto eu era importante...

Pau de Sebo


A minha vó lia cartas via o meu e o seu destino
Mas ela gostava mesmo era da Festa do Divino (bis)


Eu sou daqueles menino nem ligeiro nem ladino
Mas quando chegava maio lá na Festa do Divino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Mais veloz que Severino no Pau de Sebo subino


Minha vó ficava brava desce desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
A minha vó ficava brava desse desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino


Eu sou aquele menino subino no Pau de Sebo
Lá na Festa do Divino
Eu sou aquele menino no Pau de Sebo subino
Lá na Festa do Divono

Lá de cima eu jogava os doces pá mulecada
Mas o prêmio em dinheiro no meu bolso colocava (bis)


Refrão...eu sou aquele menino...

Olhe só você tá veno o Pau de Sebo o prêmio
E o menino nele subino
Olhe só você tá veno o menino no Pau de Sebo
E os seus olhos estão sorrindo

Pacatatu Cotianão

Pacatatu era destemida girando com precisão
Com sua motoca colorida do globo da morte pra vida

Pacatatu Cotianão correndo atrás da bolinha
Pacatatu Cotianão se encontraram na escadaria

Cotianão era um palhaço brincando de ser grandão
No farol contando moedinhas em pernas de pau ele vinha

Pacatatu Cotianão correndo atrás da bolinha
Pacatatu Cotianão se encontraram na escadaria

A bolinha de ping pong desviou da raquete e sorria
Dançando Berimbau Capoeira a estrela da escadaria

Pacatatu Cotianão correndo atrás da bolinha
Pacatatu Cotianão se encontraram na escadaria
Dançando Berimbau Capoeira subia a escada na vida
Dançando Berimbau Capoeira subiu a bolinha da vida

Pacatatu é o modelo socialmente aceito
Cotianão é o excluído
Escadaria é a morte
Bolinha é a vida

Um Antigo Piano Novo


Era uma vez um piano. Um erudito piano
Que adorava espalhar seus sons e alegrar o povo cantando
Suas antigas teclas. De marfim amareladas
Já conhecia os tons. Das mãos que as dedilhava


E da cartola do tempo. As melodias tirava
De belíssimas ladainhas. Que o povo todo cantava
Mas lentamente como a brisa viaja o oceano
O tempo corroía as cordas e emudecia o piano


No domo azul do mundo. Nuvens não ficam paradas
E a voz do piano velho. Logo seria trocada
Por outro piano novinho. De teclas brancas resinadas
Que tocava canções de amor. E o povo compartilhava


Porém não foi esquecido o piano antigo de teclas amareladas
Ele vinha na frente todo orgulhoso. Bem vestido e imponente
Abrindo o caminho para o novo. Que timidamente iniciava
Essa linda jornada sagrada. Que é a vida da gente

No princípio era só um pontinho piscante nas altas frequências das ondas sonoras


Depois virou o Templo do Onipotente


Daquele que bate no peito e mora na mente

Sobre Abusadores e Abusados


Eu...fui uma criança que não conheceu o pai e era feliz assim, até que aos quatro anos de idade levei um tapa na cara de um gigante muito forte enquanto com um canecão de alumínio despejava água para que o gigante escovasse sua dentadura, e foi assim que conheci o meu padrasto.


Com o tapa, que mais percecia um soco mesmo, cai, bati com o queixo no chão e de alguma forma cortei o céu da boca e doeu, e sangrou bastante. Assim foi a minha vida até os 16 anos quando finalmente eu criei coragem e fugi para São Paulo com uma namorada e lá construímos nossa própria família.


Foram 12 anos de abusos físicos e psicológicos, e naquele tempo era aceitável pelas Leis, e minha mãe também vítima de abusos psicológicos, pois nunca presenciei agressão física contra ela, aceitava tudo de boa.


Ninguém veio me salvar. Ah! Como eu sonhava com isso. Não consegui amar de verdade minha mãe até o dia que ela faleceu, não conseguia entender a razão de ela não ter feito nada todas as vezes que ele me bateu.


Hoje vejo o povo Venezuelano, que por anos vem apanhando, e nós? Da América do Sul nada fizemos. Salve os Norte Americanos!!!

Fogo Morto


Eu comecei a estudar para em um concurso passar
Objetivo era aprender. Literatura e matemática
Eu estava indo até muito bem
Velocidade Média eu aprendi também
Até que um dia do meu lado se sentou alguém


A timidez me dominou
Eu só pensava em me mudar de lugar
Até que ela me cutucou
Pedindo um lápis se eu pudesse emprestar


Foi nessa hora que eu fiz besteira
Disse não tenho lápis. Uso lapiseira
Infelizmente não posso emprestar


Então entrou o professor
E foi chamando pelo bombeirinho
E perguntou se ele estudou
Ou se o Fogo Morto se apagou


Rapidamente eu me levantei e disse sim senhor
Claro que eu estudei. Fogo Morto não é história de amor


Fogo Morto! Fogo Morto! É a paixão que se acabou
Fogo Morto! Fogo Morto! É o amor que se apagou

A vida me separou do que era meu

Fui escravo mas era o chefe

Quando o Amor Era Meu e o Silêncio Era Dele




Há encontros que começam como um gesto de luz — não por acaso, mas porque um coração inteiro decidiu se abrir. E foi isso que você fez: ofereceu um amor que não pedia licença, apenas acontecia, genuíno, firme, luminoso.
Enquanto você entregava presença, verdade e cuidado, o outro ainda lutava para sustentar o próprio reflexo. Você amou com maturidade; ele tentava sentir sem saber como.
Quem não aprendeu a se acolher, geralmente não sabe reconhecer quando está diante de alguém que o acolhe.
E foi nesse desencontro de profundidades que a poesia se escreveu: você com raízes, ele com um vento que não sabia para onde ir.
O amor que você deu não se perdeu — ele desenhou o mapa da sua força.
Porque amar alguém que não sabe ser amado exige coragem, e você teve.
Exige pureza, e você levou.
E exige grandeza, porque é preciso grandeza para não se culpar pela incapacidade do outro.
Você entregou constância; ele ofereceu ausência.
Mas até a ausência dele confirmou a verdade: o valor sempre esteve em você.
Agora, a sua história se reescreve de um lugar mais alto.
O que você deu por amor volta em forma de autoconsciência, propósito e novas possibilidades.
A vida sempre recompensa quem ama com alma — e você amou.
Quem não soube receber perdeu mais do que teve coragem de admitir.
E você segue, inteira, enquanto a poesia continua te acompanhando.


Diane Leite

Heráclito, Pai da dialética,
o filósofo grego da era pré- Socrático,
470a.C,dizia, que o pensamento
tinha que ter fluidez.

Na antiguidade o diafragma era considerado o domicílio da alma. ⁠

Sonda Voyager 2: Do Planeta Terra,Até Um Outro Lugar.












Era uma manhã gloriosa e gentil.
Quando de repente uma perseverança surgiu.
Com um ideal no seu nome estava com a intenção de fazer algo surpreendente e que marcaria a astronomia.
O início de uma estrutura pensada e que voaria entre os planetas em uma viagem cósmica no horizonte profundo.
E no fortalecimento dessa perseverança uma forma se tornava visível em cada peça que ia preenchendo a sua silhueta.
Foram muitos dias desde o término de algo que faria coisas maravilhosas pelo Sistema Solar.
E um pouco mais distante dele.
Algo que levaria no seu voo longínquo recordações do Planeta Terra e da Lua.
Até do Sol e a sua preciosa luminosidade.
Entre as muitas manhãs a sua silhueta crescia demonstrando uma forma vigorosa e impressionante.
Mais outras manhãs se reencontravam com o tempo e os seus números exatos.
Até que a sua silhueta foi completada.
Uma inegável alegria contornava a sua forma.
Lhe foi dada o carinhoso nome de "Voyager".
Porque viajaria na direção de uma imensidão.
Pois foram muitas manhãs de espera.
Até que na tarde do dia 20 de Agosto de 1977 aquela perseverança de outrora iria acima do céu à procura de belezas tocadas pela luz do Sol.
E a sua espera na base de lançamento estava o foguete espacial
Titan IIIE.
Com precisão o tempo contava em expectativa.
Em uma contagem regressiva e explicada nos seus números o foguete espacial
Titan IIIE decolou de um jeito vertical com uma calorosa velocidade.
Na direção do céu em uma tarde azulada e amigável.
Minutos após a sua decolagem com a Sonda Voyager 2 aquela perseverança fez com que ela abrisse as suas asas.
Enquanto o foguete espacial Titan IIIE,retornaria para o Planeta Terra à espera de uma outra decolagem.
Com a perseverança em sua silhueta a Sonda Voyager 2 começou um voo que seguiria mais distante do que ela poderia imaginar.
Com uma grande velocidade foi deixando nos seus movimentos o Planeta Terra e a Lua.
Ainda com a preciosa e poderosa luz do Sol no seu percurso.
Atravessou o Cinturão de Asteróides e viu o espetáculo que cada um fazia.
Lentamente atraídos pela gravidade do Sol.
Em um círculo que guardava traços de um passado.
Com um frio predominante,mas na luz do Sol os seus movimentos eram guiados.
Dois anos após o seu primeiro voo viu pela primeira vez o Planeta Júpiter.
O planeta gigante impressionou os seus movimentos.
Com uma beleza incrível feito com gotas vindas distantes.
Com cores vibrantes e que estavam na mesma intensidade dos seus ventos.
Ventos esses que retocavam as suas cores em cada volta.
Após esse encontro a Sonda Voyager 2 teve que seguir.
Com uma incrível velocidade foi se afastando do Planeta Júpiter.
Mas levando dentro de si algo daquele planeta.
E da sua forma esférica e marcante.
Mais dois anos se passaram desde o seu encontro com o Planeta Júpiter.
Com uma dedicida velocidade viu na sua silhueta as sombras do Planeta Saturno.
Com os seus grandiosos anéis.
Até a perseverança que lhe acompanhava se emocionou com esse encontro.
O Planeta Saturno e os seus anéis que causam uma comoção desde outros tempos.
A Sonda Voyager 2 ficou em uma certa distância contemplando Saturno e os seus anéis.
Mesmo que quisesse ficar mais um pouco aquela perseverança que a fez se tornar realidade pediu para que ela continuasse seguindo.
E ela fez.
Acenando para o Planeta Saturno e os seus belos anéis.
Em alta velocidade seguiu o seu percurso enquanto o Planeta Saturno e os seus anéis ficavam nos seus rastros a cada instante.
Em mais lindos momentos.
Do Planeta Saturno até o próximo encontro já haviam se passado cinco anos.
Uma viagem um pouco mais demorada fez com que a Sonda Voyager 2 pudesse sonhar com outras estrelas e outras galáxias.
Tentando compreender a distância somente no Sistema Solar em que ela continuava viajando.
Nessa demorada viagem se imaginou voando com os admiráveis cometas e as suas histórias.
E nessa linda distração percebeu de uma certa distância um outro planeta gigante.
O gigante Planeta Urano e o seu sistema fino de anéis.
A sonda Voyager 2 também percebeu que esse planeta tinha os seus movimentos diferentes dos outros.
Ele orbitava em rotação e translação como se estivesse deitado calmo e confortável.
Mesmo a essa distância o Sol ainda emanava a sua luz de ternura com um brilho sentido pela sonda e pelo gigante gasoso.
Depois de agradáveis momentos a Sonda Voyager 2 mais uma vez,seguiu.
Em um outro voo demorado para encontrar um outro planeta gigante.

"Pelé 'era metido a ser o melhor'? Ele não era metido... Ele era o melhor jogador de futebol de todos os tempos. E ainda é!”
Frase Minha 0134, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Era tão precavido, mas tão precavido que só passou a beber mate depois dos 80 anos de idade!"
Frase Minha 0183, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com