Era

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Na Judeia, na época de Cristo, o “sobrenome” não era como hoje.

Geralmente, indicava de quem a pessoa era filho ou onde vivia.

Jesus era “Yeshua bar Yoseph” (Jesus, filho de José), “Yeshua Natzara” (Jesus de Nazaré).

Algo curioso é que Barrabás vem de “Bar Abba”... ou “filho do pai”, e alguns historiadores dizem que ele era “xará” de Jesus (“Yeshua bar Abba”).

A Divindade está até mesmo nos detalhes... o povo escolheu libertar uma pessoa que, literalmente, se chamava “jesus, filho de um homem”, para condenar “Jesus, filho de Deus”.

Os 7 pecados capitais da era moderna


1º Soberba: (Instagram)
2º Avareza (LinkedIn)
3º Luxúria (Tinder/Apps de Relacionamento)
4º Inveja: (Facebook)
5º Gula (Uber Eats/iFood)
6º Ira (X/Twitter)
7º Preguiça (Netflix/Streaming)

Às vezes a gente só queria que voltasse a ser como era antes. Mas também pensamos por que mudou?

Quando te conheci,
eu disse que nada era por acaso.
Que as quedas me ensinavam o voo,
que os fins eram portas disfarçadas,
e que talvez Deus estivesse me treinando
para suportar o mundo ou para encontrar você.


​Você, tão certo da sua dor antiga,
me disse que cada amor que termina
leva um pedaço da pureza embora.
Que nunca mais se ama
como no primeiro amor.


​Mas olha nós dois aqui.


​Se a pureza tivesse morrido,
não estaríamos reaprendendo
a rir de mãos dadas.
Se o amor tivesse ficado menor,
não caberia tanto cuidado
nos seus abraços.


​Talvez o primeiro amor
seja inocente.
Mas o nosso é consciente.


​Ele conhece o medo,
mas escolhe ficar.
Reconhece a dor,
mas prefere construir.


​O primeiro amor é primavera.
O nosso é raiz:
não nasce por impulso,
cresce por escolha.


​Se perdemos alguma pureza,
ganhamos profundidade.
Se a vida nos quebrou,
foi apenas para nos lapidar.


​E hoje eu entendo:
não amamos menos depois das quedas,
amamos com mais verdade.


​Porque o destino pode até não explicar tudo,
mas ele certamente sorriu
quando dois corações que já sabiam do fim
decidiram acreditar de novo.

Eu era prisioneiro até que desisti de escapar do que fazia meu coração bater. Hoje, beijo correntes, sonho com correntes, vivo de correntes e vejo que as grades eram o céu. Posso chamar onde vivo de casa, e em meu amor por minhas correntes, luto para impedir que menos pessoas destruam as suas.

LUA


Ela apareceu novamente, trazendo consigo turbilhões de emoções em feixes de luz. Era quase impossível tirar o olhar, como se em meio a tanta escuridão pudesse resplandecer a solução para todo mal que o assolava. Que pena, por um breve momento, afinal logo mais ela sumiria em um horizonte distante, camuflada em sua sutil beleza e ainda levando sentimentos que outrora retornaria, balançando sempre as estruturas deste que fica e espera seu retorno, mesmo que por vezes demorado ou mesmo indiferente.

Somente os poetas sabiam que o lado oculto da lua era colorido.

A vida tem confusôes,
Junto com ilusões.
Mas o porque disto?
O mundo era para ter isso?

Ou só foi a nossa raça,
Fingindo achar graça.
Em um mundo cheio de traças
Acabando, sem almas.

O Alento da Ausência


Outrora, eu era vigília e fresta,
ansiando o teu olhar como quem acende a luz
no cais de uma espera deserta,
suplicando ao horizonte que te trouxesse de volta.


Hoje, as sombras me bastam.
Prefiro o abismo desse silêncio inteiro
à tua presença fragmentada, que não habita apenas visita.
Pois o que oscila entre o vir e o partir
não oferece abrigo; apenas turva o cristal da memória.


Ver-te agora, ainda que sob o véu da distância,
não é bálsamo, mas interrogação.
Cansou-me o fardo dos intervalos,
os sinais que desbotam antes de se tornarem rastro,
esses quase-encontros que são, em verdade, desertos.


Se o teu destino é o não-estar,
que a tua ausência seja, enfim, absoluta e limpa.
Sem o eco de passos breves,
sem o toque fantasma que tateia mas não sustenta.


Há uma quietude austera em renunciar à espera.
Descubro, no vagar dos dias, a lição mais difícil:
que o esquecimento, por vezes,
é a forma mais profunda de zelar por si.

O novo mundo era e ainda é um sonho do velho mundo. Com o que sonhamos hoje para um futuro novo muito próximo? 🕊

Noturno.


Em meio a escuridão,
Era capaz de enxergar.
Pois a sua visão, vinha da alma.
Era era apenas
uma questão de
Sentir.

Ausências..


Foram nas ausências
que nos esquecemos.
A cada calar, era um passo
De volta, estou dobrando
A esquina.

Lhe peço desculpas,
andava tão distraído a
ponto de não perceber que era amor..
Que era borboleta,
Que era flor.

Será que era?


Imaginando ser amor,
Baseado na proximidade,
No carinho, no cuidado
Com as palavras.
Caminhei na direção dele (amor),
Chegando lá, me vi só.
Éramos apenas eu e as
Minhas projeções baseadas
Em minhas crenças.
Mas, sempre desejei lá te encontrar.
Eu, você e o amor.

Deserta




Era madrugada, não tão tarde, o galo já anunciava o clarão de um novo dia...
Era na verdade já alta a alvorada, falando
sozinha, como é o meu costume, amando
o deserto que havia na estrada deserta.
Eu empolgada, fugi desbravando lugares,
a minha alma inquieta, querendo chegar
sem saber aonde, antes de mim. Enquanto
ela se agoniava, eu sorria dizendo - Calma
que hoje você não vai me trazer nostalgia.

Flor..


E o botão já era Flor.

O gênio era uma espécie de destino, e o destino muitas vezes era o inimigo da vida burguesa
O último Samurai
*

Quando aquela menina no colo do pai olhou para mim e sorriu, era Deus que estava sorrindo.

O que alguns consideraram um erro, para mim era uma visão. Por isso, não critiques as decisões que outra pessoa toma para a própria vida: os sonhos são individuais, assim como o livre‑arbítrio. Sê a tua própria fonte de inspiração e dos teus próprios sonhos. As pessoas geralmente enxergam apenas os resultados, mas não as lutas constantes que enfrentamos para chegar até eles.

Ele andava comigo, difícil era deixá-lo para trás.