Era
O Rei Jesus tem seus pintores a seu serviço.
Todo bom e renomado Rei na antiguidade e na era moderna tem seus artistas particulares ou pelo menos um.
O nosso Rei dos Reis, não poderia ficar de fora ou para trás, porque ele é.
Sobre sua tutela e também a seu serviço tem esplêndidos artistas que pintam os céus que vemos e olhamos todos os dias .
Nas nuvens e nos céus das manhãs e final da tarde, assim como em auroras boreal eles conseguem expor seus talentos artísticos, pois ele é Deus e os Céus são seus domínios, e a magnitude da vida está em suas mãos.
A arte, a música, a dança e qualquer outra forma de manifestação artística está sobre seu domiie poder.
Pois o Nosso Jesus é Deus e ele é o que colocou e deixou colocar debaixo dos seus pés todo tipo de poderes.
E ele tem muitos artistas ao seu respeito, mais poucos são eu particulares.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Ele o Rei era como um de nós.
Ninguém o reputava como o grande em sua caminhada aqui na terra...
Ele era como um simples cidadão, ele era humilde, filho do homem...
Ele também sentia as dores humanas que sentimos, eu ainda não vi um Deus assim, tão pequeno e grande...
Eu ainda não vi um Deus assim, tão perto e tão longe em quesito amor...
Porque ele ama de um modo que ninguém ainda chegou a amar...
Mais ele era humilde m dizer que faríamos coisas maiores....
Ele era humilde ele era um de nós...
Ele é e sempre será nosso Rei, nosso Mestre e nosso maior exemplo de humanidade significativa, já vista pelos homens, ele era simples e também divino, a ponto de nos trazer o amor...
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Um menino que era mais velho e que me enfiava a porrada todo dia na 2º série do colégio acabou de me atender no Burguer King de Botafogo. Deus é justo
lembro agora quando era criança e colocava os braços dentro da camisa e dizia às pessoas que os tinha perdido. Lembro quando dormia no quarto da minha irmã e achava que todos os animais de pelúcia dela me olhavam; dormia com todos para nenhum ficar ofendido. Acordava cedo final de semana só para forrar o chão com uma coberta e ficar com os brinquedos do lado vendo desenhos. Sobre o amor, lembro que ele era mágico e me bastava completamente quando olhava a menina que eu gostava no colégio, e me escondia quando ela olhava de volta no recreio. Lembro na escolinha de futebol quando me joguei no chão e simulei uma câimbra pra ver como era a sensação de ter uma partida inteira de futebol parada por minha causa. Lembro quando tinha festa lá em casa, eu esperava atrás das portas para assustar as pessoas, mas saia sempre porque elas demoravam a passar e me dava vontade de fazer xixi. Comecei então a assoprar dentro de sacolas plásticas e estourar no ouvido do meu pai pelas costas para os outros rirem. Sobre o meu pai, lembro também que cansei de fingir que estava dormindo no sofá só para ver ele me carregar no colo para cama e ainda pedir silêncio para os outros no caminho para eu não acordar. Quando viajava com meus pais de Friburgo para o Rio durante a noite, olhava pelo céu da janela do carro e achava que a lua estava seguindo o carro e, quando chovia, olhava aquelas gotinhas de água escorrendo na janela como se fosse uma corrida entre elas. Parece que foi ontem
A cor do giz no quadro não importava mais. Naquela selva amarga - onde a loucura era somada aos aprendizados da dor - restou viver da saudade, se lembrar da vontade, e refletir sobre o amor. ✨
No vilarejo das intenções havia um trunfo guardado na manga: o inesperado; ele era incontrolável. Era quem ditava - no final das contas - o martelo da vida. Pra quem está apto a perceber, ele sempre se manifesta certificando todas as experiências místicas, religiosas e mágicas que acontecem em nossa vida com o tempo, e todo o tempo ✨
Era um daqueles sentimentos mais fortes, que carregava ao longo de algumas existências. Por isso escutou novamente músicas marcantes e leu textos que haviam dado novo sentido à suas razões. Prestou atenção em detalhes que marcaram sua vida, como o barulho do ventilador, o brindar dos copos, o cheiro da chuva. Percebeu então que naquela selva amarga - onde a loucura era negada por aqueles que esqueciam os aprendizados da dor - restou viver da saudade, se lembrar da vontade, e refletir sobre o amor.
Mas a janela também se abria no sopro quente da noite abafada, quando o escuro era levemente banhado a energia estrelar, e sons de cigarra e ao cheiro de dama-da-noite... Ali, na proa da sua embarcação, ancorava toda noite ao abrir as janelas do quarto em que estava.
E era naquele último momento, quando passara o dia e terminava a noite, que o seu personagem estava inserido dentro daquela curta e doce trilha sonora, quando sonhos vibravam e a alma se fazia falar.
Ali, muitas coisas do mundo só poderiam ser vistas quando despertadas pelo próprio homem. E esta era uma tarefa feita somente através do som ou do toque da simplicidade. Somente assim, a riqueza continuaria perceptível para todos.
Demorei pra descubrir, mais agora que sei tenho que confessar, era segredos meu, mais não dá mais pra esconder, descubri que tou amando você, é simplesmente um desejo descontrolado, parece que a minha felicidade depende da sua, já não sei como fazer, mais este meu segredo você tem que saber, sonho em ter você aqui, pensei ser apenas fantasia, mais tive a certeza que é rel este meu querer, vou aqui desfolhamdo meus segredos, não sei por onde começar, se é pelo teu olhar, ou simplesmente por querer tanto te amar, vou aqui revelando meus segredos apenas por amar demais você, escrito por Armando Nascimento
Deixei de ser quem eu era, hoge vivo como o clarão da lua, lua que solitária vive na imensidão do nada, tornei frio como a noite, noites que inibi os amores entre os falsos amores, e dos restos que sobrou tranfornei em poesia que enuncia os desfecho da falsidades que cercaram, era eu o sorriso que contagiava, hoge sou a tristeza que depreda a propria alegria, me tornei como o amor sem coração, apenas as lágrima me restou desse meu mundo cão, deixei de ser quem eu era, pra me torna o erro que me tornei, assim me tornei como tempo que carrega a vida fria e sofrida, e o infinito que se torna incorreto, tornado assim o correto do fim, escrito por Armando Nascimento
(...) Que era melhor ter sem amar do que amar sem ter. Que era melhor sofrer por ter perdido do que por medo de perder. Que era melhor não ter de jeito nenhum do que ter pela metade. Que melhor mesmo era nunca precisar, porque ela odiava sentir falta. E porque a saudade sempre machuca...
Antes
o amor era só uma coincidência no meio da estrada
Mas um dia ela acabou tropeçando no acaso
e caiu toda sem jeito nos braços de alguém
Agora
ela precisa convencer esse alguém a cuidar bem dela
Porque ela está gravemente ferida de amor.
Sente como se a presença dela tivesse mudado o seu sorriso. Mas, na verdade, antes dela nem era bem um sorriso.
Sente como se seus sonhos fossem apenas momentos bons que passam logo. Mas, na verdade, ele sonha que ela é pra sempre.
Sente como se o abraço dela fosse o melhor lugar do mundo. E, na verdade, o abraço dela é o seu próprio mundo.
Sente como se um beijo dela lhe curasse tudo. E, na verdade, cura. Porque o que ele sente é amor.
Hoje dei por mim a contemplar a grandiosidade do sol, do céu, do mar, e como eu era pequenina neste cenário! Aí no silêncio, uma resposta surgiu do meu interior; repara como só uma alma grande, com a tua sensibilidade, consegue olhar o mundo, e sentir essa paz e essa felicidade. E eu sorri e agradeci.
Uma pequena estrela despertava
Brilhava diferente, no seu tom.
Era encantadora e iluminava o céu
com um sorriso divino.
