Era
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
Mas o mais curioso naquela viela, não era a chuva que nunca cessava, nem os hábitos e costumes pouco convencionais, demasiadamente estranhos e inapropriados de seus habitantes. E sim um personagem, talvez o mais antigo daquele local, talvez o mais antigo de qualquer localidade entre a latitude, a longitude e a altitude. O fundador da Viela de Badacosh, um visionário misantropo com a idade de 320 primaveras.
A Viela de Badacosh
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
Lindo aquele lugar, quando não gostamos do que é bonito, mas me agradava. A garotada encharcada corria pelas poças, sapateando na lama, brincando de roléfas, atividade saudável para essa idade, consistia em segurar uma cinta com a fivela solta, perseguindo seu colega para enfim acertá-lo com o instrumento, berrando: roléfas. Não me pergunte o porquê, nunca soube.
Mas o mais curioso naquela viela, não era a chuva que nunca cessava, nem os hábitos e costumes pouco convencionais, demasiadamente estranhos e inapropriados de seus habitantes. E sim um personagem, talvez o mais antigo daquele local, talvez o mais antigo de qualquer localidade entre a latitude, a longitude e a altitude. O fundador da Viela de Badacosh, um visionário misantropo com a idade de 320 primaveras.
Como fora ensinado por seus antepassados, no longínquo Reino de Túrrilas de Árbara, era preciso resistir. O veneno da lança atravessada em seu tórax, descendia de uma planta maligna, de tempos antigos, seria incurável em qualquer outra região do mundo conhecido, mas naquele local sagrado, existia uma única planta capaz de salvá-lo.
Edegar era um filósofo, apesar de raramente falar algo, ele notava, notava as pessoas, as construções, os veículos, as sarjetas, o mato que nascia por entre o calçamento; notava o céu, conhecia tão bem as nuvens, as revoadas de pássaros próximas do rio que cortava a vila.
Como igualar se não descrimina ?
Quando era muchacho não adivinhava,
Que no orbe dos adultos a gente se adestrava.
A frase lúdica que ele repetia,
Não era música, não era poesia,
Mas a enfática que ele pretendia,
Era sua voz rouca quem transmitia.
Na maioria absoluta das vezes dispensava qualquer formalidade e etiqueta, era anti-etiquetas, fossem sociais ou em vestimentas informais, era informada, era formada e briguenta.
Seu relaxo era charme, a negligência consigo mesma, forjava sua singularidade. Empurrou o portão, saiu. Na rua, na realidade mundana, era o centro, o centro de convergência, centralizava a atração.
Mostraria àquele parquinho,
Quem era a menina das acrobacias,
Desceu as escadarias, ligeira;
Na mesa comida típica,
"Antes do Tempo"
Disseram que era cedo pra sonhar,
que o meu tempo viria — bem mais devagar.
Mas Deus já escrevia, com mãos invisíveis,
um roteiro de fé com marcas incríveis.
Por anos pensei que estava atrasado,
que o relógio da vida tinha me deixado.
Mas o céu não se guia por ponteiros terrenos,
Ele age no tempo que é puro e ameno.
Com dezenove, quase vinte, já sou
prova viva de onde Deus me levou:
um emprego nas mãos, e planos no chão,
um terreno firmado pela fé e visão.
Ergo tijolo com mais que cimento,
ergo promessas, erguidas no vento.
Projetos que gritam futuro e verdade,
sonhos que cruzam a eternidade.
Uma garota ao lado, presente e razão,
ela caminha comigo na mesma direção.
E ao centro de tudo, sem discussão,
está o Senhor, dono do meu coração.
Desejo servir, liderar, caminhar,
ver o Evangelho em cada lugar.
Não sou mais moldado por mundo nenhum,
sou inconformado, com propósito e rumo.
O menino que um dia pensou estar atrás
hoje entende o que o céu é capaz.
Pois quando Deus diz “Agora é o teu tempo”,
tudo que é d`Ele chega no momento certo.
Eu via o Grande Livro sobre a mesa, que era de um marrom forte, sobre o livro, haviam contornos e adornos dourados. Ele tinha a impressão de já ter visto aquilo antes, quem sabe, por ter nascido dos Céus, e, para lá, estava a retornar..." #GloryGOD
Eu costumava achar que meu coração era feito de aço.
Agora entendo a verdade: algumas dores não cicatrizam.
Nem sei explicar… mas quando você chega perto, meu mundo desacelera e tudo o que eu queria era te abraçar.
Neguei minhas virtudes e procurei por virtudes que não era minhas essencialmente, deixando esse valor e fugindo por medo da incerteza daquilo que meus olhos virem cegamente e meu coração foi apagado quase por completo pela escuridão.
Minha Mãe querida hoje e sempre !!!
Está noite sonhei com você e era tão real que despertei chamando seu nome e percebi que tudo isto não passava de um sonho ….
Sentei ao lado da cama e por alguns minutos meu coração se encheu de tristeza fazendo com que as lágrimas transbordarem pelos meus olhos por conta da saudade, parece que foi ontem que conversamos antes de vc ir embora para o céu, onde te falei “Mãe se cuida e fique com Deus” …
Mas, não há nenhuma novidade nisso, porque eu pensei em você ontem, anteontem e todos os dias desde que você se foi…
Sua lembrança continua viva dentro de mim e será eternizada pelo resto de minha vida em meu coração.
Para aqueles que ainda tem suas mãezinhas, que as respeitem, que as abracem e que as venerem muito e muito mais, com todas as suas forças …
Quem dobrou seu paraquedas hoje?
Charles Plumb era piloto de caça dos EUA e serviu na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.
Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?”
“Sim. Como sabe?”, perguntou Plumb.
“Era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?”
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
“Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje!!!”
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse “bom dia”? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro.”
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.
Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à plateia:
“Quem dobrou seu paraquedas hoje?”
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos paraquedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.
Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido. Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável ou fortalecedor. Quantas vezes motivamos nossos profissionais com palavras de incentivo ou reconhecimento? Nem tudo é dinheiro, nem tudo depende de aumento de salário, as vezes um reconhecimento do trabalho realizado e respeito pessoal são os fatores determinante para a satisfação e comprometimento do profissional.
Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu paraquedas e… agradeça-lhe.
Ainda que não tenha nada de importante a dizer, reconheça o “pequeno” esforço do profissional abaixo de você, reconheça os pequenos paraquedas que ele dobra para ti todos os dias. Assim as pessoas ao teu redor notarão esse gesto e te retribuirão preparando teu paraquedas com esse mesmo afeto.
Todos precisamos uns dos outros, inclusive, e principalmente, no âmbito profissional, por isso, mostra-lhes sua gratidão.
Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples.
Um telefonema
um sorriso
um agradecimento
um “Gosto do seu trabalho”
um parabéns, você conseguiu…
ou, simplesmente …
“você é 10!“
Estamos todos no mesmo barco, somos todos iguais, apenas ocupamos posições e temos responsabilidades diferentes…
lembre-se : você também já esteve na posição do seu funcionário, ninguém nasceu chefe e ninguém ficará nesta posição para sempre …. a “Terra gira e as cadeiras dançam“.
Respeito e reconhecimento são precisos!!!
QUEM DOBROU O SEU PARAQUEDAS HOJE?
