Era
Lembrou-se quando aquele velho esquecido
Não esquecido por ser da escória,
Era apenas mais um velho esquecido da memória,
Lhe deu uma idéia sem pé nem cabeça,
Mas pensando bem, quem sabe,
Por ser algo tão demente, aconteça.
Disse: mocinha, percebe que tudo a sua volta,
Quando você se solta,
Parece não existir do lado de fora,
Mas sim do lado de dentro?
Tal pergunta a fez calar, e pensar por um momento.
E se vivesse de tal forma, desvairada e intensa,
Inconsequente e divertida, que não pudesse saber,
Nem com reza braba ou macumba encardida,
Se vive um sonho ou realidade?
O que é mentira ou o que é verdade?
E ela, que não fugia da raia, e nem perdia uma briga,
Daquele dia em diante, tomou a loucura desse velho
Como seu trilho. Içou as velas e se lançou.
E respondia sempre, ah eu me arrumo,
Quando alguém lhe perguntasse:
Mas menina, qual o teu rumo?
E todo dia era assim, As flores pareciam lhe dar bom dia,
E o seu gato, por todos os deuses do céu e do inferno, lhe Sorria.
Estava perdida. E era tão bom não se encontrar.
Não se achar. E era como ser um daqueles dentes-de-leão
Soprados pelo vento, só voando.
Foda-se o depois.
E se o depois estiver acompanhado do passado,
Foda -se os dois.
Agora ela é a garota do momento,
Sendo conduzida pelo vento.
Nao sabia mais ao certo o que era sonho.
Nao sabia mais se o mundo real era quando da cama caia,
E os olhos abria, ou se quando se deitava,
E os olhos cerrava. Mas sorria. Só sorria.
Sabe quando o amor chegou? Sei lá o que me deu...um medo , talvez, uma sensação de que não era pra mim...e eu fugi...fugi pra que o amor não arrebatasse de vez meu coração...Fugi pra que ele não me maltratasse como foi da última vez...Fugi pra me salvar de sofrer de novo!
...e quando o amor chegou eu me senti completa...era uma peça que faltava...era uma parte de mim perdida por ai, que finalmente se encaixou...no coração!
...e tem dia que eu queria mesmo era um amor no coração, desses que nos rouba suspiros ao longo do dia e nos dá a sensação de que nunca fomos tão felizes... eu queria mesmo era um amor que me roubasse o coração e essa solidão que insiste em fazer parte da minha história!
Ontem entrei na contra mão e nem puxei o freio...mas era tão bonito o moreno!
E sei lá o que me dá quando algo atiça o meu olhar... eu me desmancho toda e me entrego no primeiro beijo que molhar a minha boca!
A Música
Me lembro do tempo
Em que te ouvi cantar
Eu não queria perder nada
Cada nota era uma maneira de te notar
Você regia a orquestra do vento
O assovio acompanhava os movimentos de seus lábios
Há muito tempo eu tive saudades desse tempo
Aquela canção me atingia como raio
E aquele jardim se tornou o palco
Para a plateia de flores
Balançando a cada contato dos dedos nas cordas
Dançando junto do céu estrelado
Eu nunca mais irei fugir
Desse lugar que me faz sonhar
Até você se decidir
Qual música irá cantar pra mim
Não tinha nada a perder, pois embora fosse muito cedo, sentia que era desesperadamente tarde também.
“AINDA ME LEMBRO QUANDO EU ERA CRIANÇA, MAS DIFÍCIL MESMO SERÁ ESQUECER-ME DA MINHA FASE ADULTA. QUANDO EU ERA CRIANÇA EU BRINCAVA MUITO COM OS OUTROS, E HOJE COMO ADULTO MUITOS OUTROS BRINCAM COMIGO...SÓ QUE HOJE NÃO SOU MAIS INOCENTE, APESAR DE ALGUMAS VEZES SER CRIANÇA”
POR: SIDNEY PEREIRA DA SILVA.
pensei que a vida fosse uma bolacha bem grande...so que nao tinha me apercebido que aquela era a ultima da minha vida............
Alguma coisa tava errado .tava muito bom pra ser verdade .ja era de se espera se tratando de mim tudo e errado ate quando ta bom ta errado
Então, o céu se abre, e sorri. Com meu riso torto, sorrio de volta, e o que era cinza, colorido se faz...
OLHA O PROBLEMA DE DAVI NÃO ERA COM SAUL NEM COM O POVO QUE ESTAVA COMEDO, MAS COM GOLIAS,POIS QUEM SE LEVANTA CONTRA ESCOLHIDO AFRONTA DEUS,PENSE NISSO
Na viagem, nada de mais acontecia,apenas o nevoeiro que era intenso, não se via além de 10m à frente.
Mas algo era bonito naquilo tudo,olhando pros lados o que se via não se explicava, não se sabia mais onde terminava a terra e onde começava o céu.
As vezes parava de chover, o bastante para as estrelas aparecerem, era muito bonito. Era como quando o sol vai dormir no horizonte, tinha mais de 1 milhão de faíscas na água, como no lago da montanha, era tão claro, que parecia ter dois céus, um em cima do outro.
E aí no deserto, quando o sol nasce, eu não sabia onde acabava o céu e começava a terra...
Foi-se o tempo em que o início da Santa Missa era feito pelo Padre e não pelos cantores; foi-se o tempo em que o ato penitencial levava a uma contrição autêntica; foi-se o tempo em que o glória era um louvor ao Pai e ao Cordeiro e não um “hino trinitário”; foi-se o tempo em que o salmo era responsorial e não de “meditação”; foi-se o tempo em que a homilia era o momento de catequese; foi-se o tempo em que o canto do Sanctus proclamava, já antecipadamente, a vinda escatológica Do que vem em nome do Senhor; foi-se o tempo em que, após a consagração, era o momento de olhar o Senhor e adorá-lo e não cantar ou bater palmas, e que apenas ‘quem falava eram os sinos’; foi-se o tempo em que a comunhão era de joelhos e na boca; foi-se o tempo em que se guardava silêncio, mesmo que breve, após a comunhão… enfim, foi-se o tempo de tantas coisas… e estas “tantas coisas” geraram Santos, verdadeiros homens de fé e uma fé madura, não infantilizada, à estatura de NSJC.
