Epígrafes sobre Cidade
A minha cidade parece uma gaiola, me sufoca, oprimi e impede todo e qualquer tipo de crescimento, quero me libertar! verdadeiramente ser livre, respirar novos ares, novos climas, novos sabores, liberar as asas que a tento já foram criadas. Preciso sair da gaiola, liberar o grito, voar,
transcender. E isso não vai ser amanhã. Vai ser agora.
meu amor!
meu amor que estas na cidade,satificado seja as noças vidas, venha a mi seu amor,de chapa ou de aviao.
o meu desejo de cada dia,de estar contigo para sempre.
perdoe-me por nao te ligar assim como eu te porduo por nao voltares logo.
nao me deixe ficar sosinho e livra-me da solidao.
amo-te.
Mas uma vez eu passei.
Como em outras historias, eu passei.
Como em outras ruas, avenidas e cidades, eu passei.
Deixando um pouco de mim, sendo util, mas so passei.
Espero na proxima esquina que dobre, no proxima estação, na proxima parada, no proximo porto encontre um lugar que me queira, que eu me encontre e diga: Dessa vez...
Eu fiquei
Me aprontei para acolher a Primavera
deambulei pela cidade
flanei pelo campo, pelo bosque e pela praia
e no aguardo de respirar o nascer das flores
inalei o despertar de uma dor amainada
foi então que tirei a poeira do olhar
abri a janela da alma
e querendo abraçar a vida
cruzei os braços e me apertei num abraço...
Um a um tomam a cidade... Os pêlos do corpo levantam e os pés pisoteiam calçadas e ruas... Os gritos da revolução ecoam novamente... Lágrimas escorrem... Estamos dispostos a tudo mais uma vez... Saímos em uma diáspora de paz para tomar de volta tudo que nos roubaram... Viva o ativismo! Viva a revolução!
A linda lua está no céu
Clareando a noite da cidade
E você me matando de saudade
Necessito da sua bondade
Não me entristeçais com tanta maldade
Estando distante da nossa afinidade
Volte logo, para cultivarmos a bela cumplicidade
Pois sem você eu sou metade
Da intensa felicidade
Que é amar de verdade!
Ingratidão
Oh meu Deus me perdoe
A minha ingratidão
Nasci em cidade grande
Mas amo o meu sertão.
Não desejo tocar os prédios
Apenas tocar o chão
Descalço na terra correr
E na rede adormecer
Perdoe minha ingratidão
Mas não me vejo em cidade grande
Mas livre no meu sertão.
Alexandre C.
Poeta de Libra
era uma vez um menino qualquer em 1780 um gigante estava destruindo a cidade até que num dia esse gigante estava destruindo a cidade mais ainda e esse menino já estava cansado e ele começou a ataca um monte de pedra e ele derrotou o menino derrotou o
gigante com uma pedra e ele viveu feliz para sempre fim
Eu também sinto prazer
Eu gosto de música
Seja ela qual for,
Da roça,
Da cidade,
Moderna ou de cor.
Preciso sentir essa “vibe”
Pois sou feito de som:
Choro ao nascer,
Risos de alegria e emoção.
Gemidos, ronco ou até um “Pum”
Não sei o que pensam
Da música que ouço
Quero mais é curtir
Esse som bem gostoso.
Trecho do conto: Belo Rio, uma cidade não tão maravilhosa assim! “ Um aparte mal cheiroso, mas digno de comentário, em Vera Cruz, disenterias e solturas enquadram-se no mesmo grupo de detritos, porém os primeiros escapam pelos fundilhos e os se-gundos por meio de habeas corpus do supremo!
Do alto do Iracema, na cidade do amor fraterno, um grito de liberdade, uma manifestação em prol da Justiça, na calmaria noturna, uma ária que aguça a sensibilidade do poeta, sentimento que se espalha na solidão, pensamento na musa bonita que aporta triunfante, e assim, mais um dia chega ao fim, despertando a fúria do poeta lírico.
Hoje a cidade de São Paulo está fria e molhada.
Há muita gente nas ruas.
Gente que não tem nada.
Há prédios inteiros desocupados.
Há gente usando máscara.
Há povos desesperados.
Enquanto isso, na ciranda, há um grande reboliço...
Estão todos se perguntando: O que Felipe Neto diria disso?!
EU SEI, MAS NÃO DEVIA
Com o tempo, você se acostuma com a desorganização do trânsito da cidade e aprenderá a esperar. Não a sua vez de atravessar as vias públicas. Mas a esperar o espaço de tempo que sobra entre os diferentes tipos de veículos que se entrecruzam, surgindo das mais diversas direções.
Àquela quina -
Àquela quina da cidade
onde a mágoa se alevanta
moro eu, mora a saudade
e também Florbela Espanca.
É o nome da Praceta
ali de fronte à minha casa
que um dia foi eleita
pelo nome que hoje abraça.
E porque escuto a condenada
que tanto fala na Praceta?!
Tantos versos pela estrada.
Uma voz que não se deita.
Eu viajei, não pra outra cidade, estado, país ou continente, viajei parada, de olhos abertos, não poderia ao menos piscar, não poderia perder um segundo se quer de ver você sorrindo, é tudo que eu vejo, seu sorriso, seus olhos fechando, mais o aroma do seu perfume, o conjunto perfeito pra ser feliz, você.. é tudo que eu quero.
Marabá e Carajás, terra e cidade
Que se unem pelo destino e pela vontade
Que se complementam pela diversidade e pela igualdade
Que se fortalecem pela união e pela identidade
Marabá, cidade de sabores
Que se prova com a castanha e o pequi
Que se tempera com o tucupi e o jambu
Que se saboreia com o tacacá e o açaí
São Luís, cidade encantada,
Fundada pelos franceses, tão amada.
Com seus casarões em cores vibrantes,
E suas ruas que contam histórias fascinantes.
Cultura rica, de bumba meu boi e tambor de crioula,
Cidade de encantos, onde a lua orgulhosamente flutua.
O reggae toca, o coração balança,
Em São Luís, a esperança nunca se cansa.
São Luís, oh, São Luís, cidade de paixão,
Em cada rua, em cada canção,
Vejo a promessa de um novo amanhecer,
E sei que, um dia, irei te reaver.
Oh, São Luís, pérola do Maranhão,
Tua beleza é como uma canção.
Teus casarões, tua cultura, teu povo,
Em meu coração, teu amor renovo.
Foi um começo de tarde chuvoso
A cidade ficou debaixo de água.
A turma toda não sabia se sambava, ou saia correndo pra casa.
Foi uma mistura de muita alegria, um pouco de preocupação e tristeza.
Mas a garota bonita sambou a tarde inteira.
Mas a garota bonita passou muita alegria.
Foi um começo de tarde chuvoso.
*Água sobre a cidade*
Num tempo, São Paulo seca.
Agora, encharcada...
Como se as águas conscientes,
Morando nas profundezas da terra,
Entendessem o seu lugar
para retornarem sempre:
Ora amigas.
Ora bravias.
Matando a sede,
Enchendo casas,
... Ruas
... e as próprias almas!
junho/04
