Epígrafes Justiça
Ninguém se torna justo por admirar a justiça, mas por transformar repetidamente a escolha justa em forma de existência.
Uma lei humana que abandona completamente a razão e a justiça pode conservar autoridade formal, mas perde parte de sua legitimidade moral.
Justiça não é favorecer quem possui maior força, influência ou voz; é reconhecer a cada pessoa aquilo que lhe é devido.
A justiça começa onde termina o privilégio de transformar convicções particulares em deveres universais.
A justiça começa quando cada indivíduo compreende que liberdade não é ocupar o lugar do outro, mas cumprir dignamente o seu próprio dever.
A justiça não é simplesmente dar a cada um o que deseja; é construir uma ordem na qual o desejo individual encontre limites diante do direito do outro.
A justiça começa quando reconhecemos a vulnerabilidade como parte da condição humana e fundamento de proteção jurídica.
A justiça criminal precisa proteger a sociedade sem transformar o processo em instrumento de vingança.
A justiça criminal precisa compreender o homem que praticou o ato sem transformar a compreensão em absolvição automática.
