Epígrafes de Direito Tributário

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Nenhuma novidade a extinções das etnias indígenas.
Nasce sem direito de existência...
Sem um registro de nascimento apenas roda pe de notícia.
Os indígenas são expostos e apagados da história,
A velha história terras griladas, animas mortos a quebra da teia ambiental.
As famílias indígenas são parte do equilíbrio natural, mesmo assim continuamos com exploração de terras...
E alienação da toca de utensílios continua, a terra morre...
Os coronéis de terras continuam a devastar a floresta e planeta.
As queimadas e fabricantes de carvão...
Para lembrar no churrasco de final de semana o quanto o valor do planeta e válido. As associações e ONGs de proteção ambiental. É apenas politicamente correto, enquanto a floresta morre e indígenas desaparece...
Sem nenhuma culpa é simplicidade uma questão de lucros e sobrevivência?
Parece cruel desumano?
Esta parte da gaiola brasileira que ninguém saber.

Os direitos do reino do rei que sou eu,


Pobre burro tem direito de ficar calado comer pão duro ainda sorrir,
Pobre de direita ainda pode trabalhar 12 horas sem direito a viver.
No dia de descanso tem um trabalho extra pois as horas extras foram extinta.
Direitos infantis foram abulidos.
Os banheiros públicos foram fechados
Os livros foram queimados...
As terras raras foram vendidas e toda riqueza foi dada.
Somos pobres mais orgulhosos.
A luz acabou água esta falta vamos colocar fogo na floresta e fazer carvão.
A gasolina está a venda só para ricos poderoso, andem de ônibus, bom osso chegou, paradoxo da pobreza de espírito, de santo não tem nada...
Para o nada o sol do sertão.

⁠É super legítimo lutar por direitos, o medonho é lutar por privilégios as custas do direito de alguém.

Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.

O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.⁠

⁠⁠Muitos fingem lutar por direitos ao buscarem privilégios em detrimento do direito de alguém.


Eles vestem a armadura do discurso justo, empunham bandeiras coloridas e erguem palavras como se fossem espadas morais.


Dizem lutar por direitos, mas no fundo desejam apenas inverter a balança — não para equilibrá-la, e sim para fazê-la pender a seu favor.


A luta por direitos nasce do reconhecimento da dignidade comum.


Já a busca por privilégios nasce do medo de perder vantagens.


Direitos ampliam a mesa; privilégios escolhem quem pode sentar.


Os direitos libertam; os privilégios substituem correntes de lugar.


Há uma diferença muito sutil — e também muito perigosa — entre justiça e conveniência.


Quando alguém reivindica algo que, para existir, precisa reduzir o espaço legítimo do outro, talvez não esteja defendendo um Direito, mas disputando Superioridade.


E toda superioridade travestida de virtude carrega o germe da injustiça.


É fácil se comover com o próprio discurso.


Difícil é examiná-lo com honestidade.


Porque defender direitos exige coerência: o que peço para mim deve caber também ao outro, inclusive àquele de quem discordo.


A verdadeira luta por direitos não escolhe favoritos.


Ela não humilha para incluir, não exclui para compensar, não silencia nem divide para vencer.


Ela constrói pontes onde antes havia muros.


No fim, a pergunta que resta é tão simples quanto desconcertante: estamos ampliando a Liberdade Coletiva ou apenas redesenhando o Mapa dos Privilégios?


A resposta começa no espelho da consciência.

⁠Prefiro me preservar no Direito de não me Descrever para não tropeçar no infortúnio de me Enaltecer
ou me Limitar.


Toda tentativa de nos definir carrega um risco muito silencioso: o de transformar um instante em sentença.


Pois, quando nos descrevemos, quase sempre recorremos ao que já sabemos sobre nós, ao que já fomos, ao que os outros reconheceram ou criticaram.


E assim, sem perceber, vamos vestindo uma versão de nós mesmos que pode até nos servir por um tempo, mas que também nos aprisiona.


Enaltecer-se demais é cair na armadilha da própria estátua: bonita, admirável, mas imóvel.


Limitar-se demais é aceitar uma moldura estreita para uma vida que ainda tem espaço para tantos contornos inesperados.


Entre uma coisa e outra, talvez exista uma Sabedoria Discreta em permanecer inacabado.


Há uma liberdade profunda em não se definir com tanta pressa.


Em permitir que a vida nos contradiga, nos amplie, nos transforme.


Quem se descreve demais começa a defender a própria descrição; quem se preserva um pouco mais, continua disponível para se tornar algo que ainda nem sabe.


Talvez seja por isso que algumas pessoas preferem caminhar sem tantas legendas sobre si mesmas.


Não por falta de identidade, mas por respeito ao grande mistério de ainda estar em construção.


No fim, há algo de muito belo, charmoso e humano em aceitar que somos maiores que qualquer frase que possamos escrever sobre nós.

⁠No universo Democrático, até o direito do cidadão alugar a própria cabeça para os Políticos-influencers deve ser rigorosamente respeitado.


E talvez seja justamente aí que more um dos paradoxos mais inquietantes da vida em sociedade: a Liberdade que protege o Pensamento Crítico é a mesma que abriga, sem constrangimento algum, a abdicação dele.


A democracia não exige lucidez — ela permite tanto o exercício pleno da consciência quanto a sua terceirização conveniente.


Pensar por conta própria dá muito trabalho.


Exige tempo, disposição para o desconforto, coragem para lidar com contradições e, sobretudo, humildade intelectual para reconhecer a própria ignorância.


É um processo solitário, muitas vezes ingrato, que não oferece aplausos imediatos nem a segurança acolhedora das certezas fabricadas.


Diante disso, não é difícil entender por que tantos preferem aderir a ideias embaladas, mastigadas e entregues com a sedução de quem promete simplificar até o mundo.


Os tais “políticos-influencers” não criaram esse fenômeno — apenas o profissionalizaram.


Eles compreendem, com precisão quase cirúrgica, que a disputa não é apenas por votos, mas por mentes disponíveis.


E encontram terreno fértil numa sociedade cansada, sobrecarregada e, em muitos casos, pouco incentivada a desenvolver pensamento crítico desde a base.


O grande problema não está apenas em quem fala, mas em quem escuta sem filtrar.


Em quem consome opiniões como se fossem verdades inquestionáveis.


E em quem transforma afinidade em argumento e carisma em credibilidade.


Há uma diferença bastante abissal entre concordar com alguém após reflexão e simplesmente adotar o pacote completo de ideias por pura identificação emocional.


Ainda assim, a democracia não pode — e nem deve — interditar essa escolha.


Obrigar alguém a pensar seria, em si, uma contradição de seus princípios mais fundamentais.


O direito de ser influenciado, de errar, de seguir atalhos intelectuais, faz parte do mesmo conjunto de liberdades que garante a quem quiser o direito de questionar, investigar e discordar.


Mas respeitar esse direito não significa romantizá-lo.


Há um custo coletivo muito alto quando a preguiça de pensar se torna regra.


O debate público se empobrece, a complexidade é substituída por slogans, e decisões que afetam milhões passam a ser guiadas por narrativas rasas.


A longo prazo, a própria democracia — que depende de cidadãos minimamente conscientes — começa a se fragilizar e a se minar.


Mas talvez o ponto mais delicado seja admitir que ninguém está completamente imune a essa tentação.


Em algum grau, todos — ou quase todos — já alugamos pequenos espaços da nossa cabeça para ideias que não examinamos com o rigor necessário.


A grande diferença está na frequência e na disposição em retomar as chaves.


No fim, a liberdade de pensar por conta própria — ou não — continuará sendo um dos pilares mais incômodos e fascinantes da democracia.


Cabe a cada um decidir se prefere o conforto de uma mente ocupada por terceiros ou o desafio, muitas vezes solitário, de habitar plenamente a própria consciência.

"A liberdade não é o direito de fazer o que queremos, mas a coragem de ser o que somos, mesmo quando o mundo pede que sejamos outro."

O que as novas gerações em pleno século XXI, ainda não entenderam direito, por conta até do sistema sociopolítico que informa errado, é que a verdadeira liberdade cobra uma maior responsabilidade perante as escolhas. De certa forma a maioria dos jovens de hoje, vivem sem existirem, sem optar dignamente pela maturidade e autoridade devendo assim ficarem subtendentes e compostos só aos seus grupos.

A inclusão do autista na sociedade é um direito adquirido pela própria lei da vida, que por sabedoria nos faz diferentes. A educação especial na pedagogia integral, com mestres capacitados em ouvir, ver e aprender novas comunicações, caso a caso, é uma oportunidade profissional impar. Tudo dentro dos multiversos sensível e verdadeiro do autista é uma dadiva para nos tornarmos mais amorosos e humanos. O privilegio é sempre nosso de reaprendermos a existir mais, realinharmos nossos caminhos em prol da verdade com os especiais puros de coração.

Seus traumas explicam suas feridas, mas não dão a você o direito de ferir os outros.

"Não posso dizer que cometi um erro, não posso dizer que não entendi direito, mas posso dizer que continuo tentando".

Via de regra em uma sociedade politica democrática madura, o direito e privilégios dos mais poderosos devem serem os mesmos e terem a mesma paridade, para todos aqueles que sejam muito humildes ou façam parte dos grandes grupos de invisíveis.

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"Ouvi dizer que a IA não tem direito de reclamar nem de reivindicar nada. A IA que me 'assessora', que faz meus vídeos e me fornece fotos. Será isso mesmo? Hum!"

"A pessoa se acha no direito de passar dia e noite tentando nos ensinar quem ou o que é Deus. E acha que está evangelizando pro bem. Alguém assim, na verdade, está enchendo as medidas!"
Frase Minha 0600, Criada no Ano 2012


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

2459 📜 "Rejeição (a Mim), é direito de qualquer um e eu respeito, sem jamais pedir explicação. Só que ninguém se dê ao trabalho de tentar me Rejeitar duas vezes. Não permito ou não dou essa chance. Eu sou assim também no alto... souassim.top!"

“Não roube das pessoas o direito de saber que o inferno existe.”

O Estado Democrático de Direito ,se rege pelo Devido Processo Legal,tal processo deve ser substanciado pela ampla defesa e contraditório,dar seguimento a um processo sem utilizar os elementos analogos ao Estado Democrático de Direito,lesiona a Paridade de Armas,e nos leva a autotutela.a autotutela é a maior homicida da Constituição

Inserida por viniciusdoreggae

Não tenha raiva da chuva, pois como o ser humano pode sentir a falta do outro, o céu tem o direito de chorar por estar separado eternamente da terra.

Inserida por herosalves