Epígrafe Maternidade

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Para uma mãe não existe um filho(a) ⁠preferido(a), e sim momentos evolutivos diferentes para ambos. E esses momentos conduzem todos a novos ciclos, tanto distanciam como aproximam uns dos outros.

Inserida por Psiclaudiamarilia

Ser mãe a qualquer preço em um mundo com tantas crianças famintas e abandonadas, não é amor e sim um tipo de egoismo, uma brincadeira de imortalidade cega e um alienado exclusivismo.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Pela Sabedoria do Tempo aprende se que as mesmas coisas e os mesmos acontecimentos, passam a ter novos sentidos na vida da gente com o passar dos anos. Assim dizendo, hoje tive uma alegria enorme quando me deparei com um fio de cabelo retorcido e branquinho, preso a tampa da garrafa térmica de cafe durante o lanche da tarde, com minha filha-mãe de noventa e quatro anos. Desconheço forma de carinho maternal maior. Saber que ela ainda cuida de mim.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Existe desde sempre uma só Lei da Vida, de forma imutável. Antes de pensar em gerar uma criança, cada qual deveria criar uma planta. Caso a planta, se atrofiasse, abatesse, debilitasse, definhasse, deprimisse, seria muito bom que cada qual seguisse sozinho e amassem os filhos do mundo.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Agora sinto saudade. Mesmo em silencio a coabitação com minha mãe Edyala, nesta dimensão me dava abrigo. Hoje a percebo na eternidade, entre as estrelinha do céu e aguardando a noite feliz, de nosso reencontro.

Inserida por ricardovbarradas

⁠As boas historias, de afeto e de carinho independente da religião e da cultura de quem nos conta, se repetem. Isto justifica se por amor e humanidade.

Inserida por ricardovbarradas

⁠A Geometria e a Harmonia acolhem minhas diárias preocupações.
A vida é minha mãe e as horas minhas constantes orações.

Inserida por ricardovbarradas

⁠A luta de uma mãe por seus filhos é tão legitima e feroz como a luz do sol, que ilumina e queima nos revelando a vida selvagem e pura a cada novo alvorecer.

Inserida por ricardovbarradas

“Mãe tem o ventre que não cicatriza e o coração que não despeja, para que o filho sempre seja seu inquilino.“

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Além de mãe eu sou mulher!

Inserida por JoMeloEscritora

Conta Comigo

Eu sou o sol, tu és a lua.
Se és as palavras então eu sou a melodia.
Se és o coração então eu sou a batida.
E, de alguma forma, completamo-nos.

Ás vezes o meu mundo está triste e a chuva caí.
Mas onde tu estiveres, o sol aparece!

Quando estás longe, sinto-me que estás por perto.
Serás sempre quem eu mais amo.
Estás no meu coração, na minha mente, estás por abaixo da minha pele.
Em qualquer lugar, a qualquer altura que precises, conta comigo!

Não preciso de dizer nem uma palavra.
Pois tu já sabes quando estou feliz ou magoado.
Porquê que me fazes sentir melhor só com um olhar?
Serás sempre quem eu mais amo.

Conta Comigo!

Inserida por Poetadovazio

Entre a opção de ter ou não ter filhos, eu optei por não tê-los mais, justamente para não entregá-los aos cuidados de estranhos. E, creio eu, isso também é dom materno.

Inserida por reconceituando

⁠Filhos concebidos sem amor; o famoso "golpe da barriga".

Inserida por reconceituando

⁠Crecei e multiplicai-vos — Crecei em espírito, multiplicai-vos em amor, servindo uns aos outros e cuidando da criação. Inspirado em Gênesis 1:28.

Inserida por reconceituando

⁠Uma mãe é a personificação do amor incondicional, a força que nos guia e o refúgio que nos acolhe. Seu abraço é o conforto que nos acalma e sua sabedoria é a luz que ilumina nosso caminho. Uma mãe é a prova viva de que o amor pode ser infinito e eterno.

Inserida por lirioreluzente

É você que ilumina minha vida e aquece o meu coração. Com todo respeito ao brilho do sol, que deixa os dias mais lindos, convenhamos; você, filha, é minha luz preferida.

Inserida por Semeandoamor

⁠O Peso Invisível

✍ Por Diane Leite

Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…

Mas ninguém diz a verdade.

Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.

O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.

Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."

Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.

E a mãe?

A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.

E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.

A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.

Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.

Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.

Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.

Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.

Mas ninguém ensina como.

E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.

Mas há um peso invisível sobre seus ombros.

O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.

Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.

E não pedirá mais desculpas por isso.

Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠Uma mulher, depois de ter um filho, renuncia a muitas coisas às quais um homem não renuncia.

Orna Donath
Mães arrependidas: uma outra visão da maternidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.
...Mais
Inserida por audreybueno

⁠A melhor coisa que se pode fazer por um filho é se manter saudável.

Inserida por JaneSilvva

⁠Um olhar de uma mãe cansada mais imensamente feliz. Na época eu vivia exausta, os horários delas de sono eram diferentes. As vezes quando eu fazia uma dormir a outra acordava. Como era cansativo, e ainda é. Na realidade a maternidade é totalmente cansativa e desgastante e eu não vou romantizar isso nunca.. foi nesse período em que me afundei ainda mais na depressão pois eu não aguentava mais de tanta exaustão.. mas eu sempre quis dar o meu melhor, pelo menos eu tentava. E na busca de ser a mãe perfeita eu fui me perdendo, me perdendo de mim mesma.. logo já não era mais eu, eu já estava no piloto automático. Uma bomba relógio ambulante que qualquer movimento poderia explodir. Eu sofri muito nesse período delas pequenininhas.. eu achava que não ia dar conta, realmente eu não dei, não como eu achava que deveria. Mas quer saber? Eu tentei .. e vou continuar tentando a dar pra elas o melhor de mim, as vezes eu vou conseguir, outras eu vou falhar.. mas isso é ser mãe, isso é maternidade. Não acredite em maternidade de conto de fadas, é só ilusão. Eu fiz de Deus minha fonte de forças e segui tentando.. Acredite que você pode e vai vencer cada fase, sozinha ou acompanhada, você vai dar o seu melhor, quem sabe até o seu pior, desde que você, dê você, você de verdade, e sem máscaras..E sabe, vai ter vezes que o seu melhor vai ser digno de Oscar, mas infelizmente ninguém vai ver, ninguém vai te aplaudir.. Mas continue.. Não perca seu tempo tentando ser a melhor mãe, use esse tempo aproveitando o que você tem, do jeito que tem, onde está, com quem está, improvisando, criando, dizendo sim, dizendo não. Vivendo de verdade. O tempo passa rápido demais e logo, todo cansaço, noites mal dormidas, vontade de sumir, de fazer devolução (kkkk) , vão passar, e só restarão as lembranças.. A saudade, a vontade que o tempo volte. Mas não vai.. então aproveita hoje , tá? Jajá passa.
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Inserida por JoseanneKarla