Epígrafe para Estudos

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O MAGO NÃO APRESENTA SEUS ESTUDOS COMO MECANISMO DE DEPENDÊNCIA. AO CONTRÁRIO, SUA PRÓPRIA DEFINIÇÃO REJEITA DEPENDÊNCIA ESPIRITUAL.

REVISTA ESPÍRITA
— Jornal de Estudos Psicológicos, MAIO DE 1859.
Marcelo Caetano Monteiro.
“MÚSICA DE ALÉM-TÚMULO.
EVOCAÇÃO DE:
— Mozart; Chopin”.

MOZART.
1. ─ Sabeis, sem dúvida, o motivo por que vos chamamos.
─ Vosso chamado me é agradável.
2. ─ Reconheceis como ditado por vós o trecho que acabamos de ouvir?
─ Sim. Muito bem. Eu o reconheço perfeitamente. O médium que me serviu de intérprete é um amigo que não me traiu.
3. ─ Qual dos dois trechos preferis?
─ O segundo, sem termo de comparação.
4. ─ Por quê?
─ A doçura e o encanto são nele mais vivos e mais ternos.
5. ─ A música do mundo que habitais pode comparar-se à nossa?
─ Teríeis dificuldades de compreender. Temos sentidos que ainda não possuís.
6. ─ Disseram-nos que no vosso mundo há uma harmonia natural, universal, que não conhecemos aqui em baixo.
─ É verdade. Aí na Terra fazeis a música; aqui, toda a Natureza emite sons melodiosos.
7. ─ Poderíeis tocar piano?
─ Sem dúvida que sim. Mas não o quero. Seria inútil.
8. ─ Seria, entretanto, poderoso motivo de convicção.
─ Não estais convencidos?
9. ─ Que pensais da recente publicação de vossas cartas?
─ Avivaram muito a minha lembrança.
10. ─ Vossa lembrança está na memória de todos. Poderíeis precisar o efeito que essas cartas produziram na opinião pública?
─ Sim. Elas me fizeram mais amado e as criaturas se apegaram muito mais a mim, como homem, do que antes.
11. ─ Desejamos interrogar Chopin. Será possível?
─ Sim. Ele é mais triste e mais sombrio do que eu.
CHOPIN.
12. (Após a evocação.) ─ Poderíeis dizer-nos em que situação estais como Espírito?
─ Ainda errante.
13. ─ Lamentais a vida terrena?
─ Eu não sou infeliz.
14. ─ Sois mais feliz do que antes?
─ Sim, um pouco.
15. ─ Dizeis um pouco, o que quer dizer que não há grande diferença. Que é o que vos falta para o serdes mais?
─ Eu digo um pouco em relação àquilo que eu poderia ter sido, porque com a minha inteligência eu poderia ter avançado mais do que avancei.
16. ─ Esperais alcançar um dia a felicidade que vos falta atualmente?
─ Certamente que ela virá, mas serão necessárias novas provas.
17. ─ Mozart disse que sois sombrio e triste. Por que isto?
─ Mozart disse a verdade. Entristeço-me porque não cumpri a contento um compromisso assumido e não tenho coragem de recomeçar.
18. ─ Como considerais as vossas obras musicais?
─ Eu as prezo muito. Mas entre nós fazemo-las melhores, sobretudo as executamos melhor. Dispomos de mais recursos.
19. ─ Quem são, pois, os vossos executantes?
─ Temos às nossas ordens legiões de executantes, que tocam as nossas composições com mil vezes mais arte do que qualquer um dos vossos. São músicos completos. O instrumento de que se servem é a própria garganta, por assim dizer, e são auxiliados por instrumentos semelhantes a órgãos, de uma precisão e de uma sonoridade que acredito não possais compreender.
20. ─ Sois de fato errante?
─ Sim. Isto é, não pertenço a nenhum planeta exclusivamente.
21. ─ E os vossos executantes? São, também, errantes?
─ Errantes como eu.
22. (A Mozart) Teríeis a bondade de explicar o que acaba de dizer Chopin? Não compreendemos essa execução por Espíritos errantes.
─ Compreendo o vosso espanto. Entretanto, já vos dissemos que há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos que eles podem habitar temporariamente, espécies de bivaques, de campos de repouso para esses Espíritos fatigados por uma longa erraticidade, estado que é sempre um pouco penoso.
23. (A Chopin) Reconheceis aqui um de vossos alunos?
─ Sim. Parece.
24. ─ Teríeis a bondade de assistir à execução de um trecho de vossa composição?
─ Isto me daria muito prazer, sobretudo quando executado por uma pessoa que guardou de mim uma grata recordação. Que ela receba os meus agradecimentos.
25. ─ Quereis dar a vossa opinião sobre a música de Mozart?
─ Gosto muito. Considero Mozart meu mestre.
26. ─ Partilhais de sua opinião sobre a música de hoje?
─ Mozart disse que a música era melhor compreendida em seu tempo do que hoje. Isto é verdade. Objetarei, entretanto, que ainda existem verdadeiros artistas.
Fonte primária.
ALLAN KARDEC. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos, maio de 1859. “Música de além-túmulo — Mozart; Chopin”. O índice da edição de maio de 1859 registra separadamente as duas evocações, “Mozart” e “Chopin”.
Esse documento é particularmente importante para o nosso estudo porque Kardec faz uma ponte direta entre a situação de Chopin como Espírito errante e a existência dos “mundos particularmente destinados aos seres errantes”, assunto que ele desenvolve imediatamente depois em “Mundos intermediários ou transitórios”.

- Sociedade De Estudos Espíritas realizou, em 1º de novembro de 1869.
A FESTA DOS MORTOS NÃO É NOS CEMITÉRIOS
A COMUNHÃO DE PENSAMENTOS ENTRE OS VIVOS E OS DESENCARNADOS.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A comemoração dos mortos, quando compreendida à luz do Espiritismo, deixa de ser uma simples visita ao lugar onde repousam os despojos físicos e assume uma dimensão muito mais profunda. O cemitério guarda o corpo. A lembrança, porém, procura o Espírito.
Foi precisamente nesse sentido que a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas realizou, em 1º de novembro de 1869, sua sessão anual dedicada à memória dos mortos. Na ocasião, além das manifestações mediúnicas, prestou-se uma homenagem especial a Allan Kardec, reconhecendo o homem que dedicara sua existência à organização metódica e à divulgação da Doutrina Espírita.
O episódio merece atenção não apenas como registro histórico, mas sobretudo porque permite compreender uma questão essencial do pensamento espírita: qual deve ser a verdadeira relação entre os vivos e aqueles que já deixaram o corpo?

A MORTE NÃO É O FIM DO SER.
Para Kardec, a morte não significa o desaparecimento da individualidade. O corpo material retorna aos elementos que o constituíram, enquanto o Espírito prossegue sua existência.
Essa distinção é fundamental. O túmulo pertence ao corpo. A pessoa que amamos não está encerrada ali.
O Espiritismo desloca, portanto, o centro da lembrança. Em vez de transformar a morte numa contemplação exclusiva da matéria que se desfaz, conduz o pensamento para o ser espiritual que continua sua caminhada.
É nesse horizonte que a comunicação atribuída a Moki, publicada na Revista Espírita de dezembro de 1869, afirma que a verdadeira vida não está nos restos mortais, mas no Espírito que prossegue sua existência. O texto critica a visita puramente convencional ao cemitério quando ela se reduz ao hábito exterior e não é acompanhada de sincero recolhimento.
Não se trata de desprezar os túmulos.
Trata-se de não confundi-los com aqueles que amamos.

A RELIGIÃO DA LEMBRANÇA.
Uma das imagens mais fortes do texto é a oposição entre a multidão que visita os cemitérios e a verdadeira comunhão de pensamento.
Pode haver muitas pessoas diante de uma sepultura e, ainda assim, existir pouca lembrança verdadeira.
Pode haver flores, silêncio momentâneo e gestos tradicionais, mas faltar aquilo que, para o Espiritismo, possui maior significado: o pensamento sincero dirigido ao Espírito.
A lembrança espírita não necessita de espetáculo.
Ela pode nascer no silêncio de uma prece.
Pode surgir durante uma recordação.
Pode manifestar-se numa lágrima.
Pode aparecer quando alguém, diante da ausência, decide continuar praticando o bem em homenagem àquele que partiu.
É uma compreensão particularmente coerente com o discurso pronunciado por Allan Kardec em 1868. Naquela ocasião, ele explicou que a reunião dos espíritas para comemorar os mortos encontra sua razão na comunhão de pensamentos e sentimentos, capaz de fortalecer fraternidade, solidariedade, indulgência e benevolência.
A lembrança, portanto, não é simples exercício da memória.
É vínculo moral.

A COMUNHÃO DE PENSAMENTOS.
A expressão utilizada por Jean Reynaud na comunicação publicada em 1869 merece especial atenção.
"Comunhão de pensamentos."
Não se trata de uma fórmula ritual.
Não depende de objetos.
Não exige uma cerimônia exterior.
É uma convergência interior de sentimentos e propósitos.
Quando várias pessoas se reúnem sinceramente para recordar um Espírito, orar por ele e desejar-lhe paz e progresso, a reunião adquire significado espiritual precisamente pelo pensamento que a sustenta.
Essa concepção está em plena consonância com Kardec.
Em seu discurso de 1868, o Codificador esclareceu que o vínculo espírita é essencialmente moral e espiritual, fundamentado na caridade para com todos, compreendendo tanto os vivos quanto os mortos.
E aqui encontramos uma consequência extraordinariamente importante.
Para o Espiritismo, o morto continua pertencendo à humanidade.
A morte modificou sua condição de existência, mas não destruiu sua individualidade.
Por isso, a fraternidade não termina diante de uma sepultura.

ALLAN KARDEC E A OBRA QUE PERMANECE.
A homenagem prestada a Allan Kardec em 1869 possui também um significado que ultrapassa a mera reverência histórica.
A Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas reconhecia naquele momento o trabalho daquele que organizara metodicamente os princípios recebidos dos Espíritos e os apresentara de maneira racional, filosófica e moral.
O próprio Kardec jamais reivindicou para si a autoria absoluta da Doutrina. Sua tarefa foi a de investigador, organizador, observador e codificador.
É justamente essa característica que torna sua obra tão importante para aqueles que desejam preservar o caráter racional do Espiritismo.
O Codificador não pediu uma fé cega em sua palavra.
Ao contrário, construiu um método de observação, comparação, análise e controle.
Em "O Que É o Espiritismo", apresentou o Espiritismo como uma doutrina que investiga os fenômenos espirituais e procura compreendê-los racionalmente, afastando-os tanto da credulidade quanto da negação sistemática.
Por isso, honrar Kardec não significa transformar seu nome em objeto de culto.
Significa estudar sua obra.
Compreender seu método.
Preservar a fidelidade aos princípios.
E, principalmente, aplicar na própria existência aquilo que a Doutrina ensina.

LEMBRAR OS MORTOS É TAMBÉM VIVER MELHOR.
(Ver 488 - L.E.)
Existe uma consequência moral ainda mais profunda.
Quando compreendemos que a existência corporal é transitória, a relação com os mortos modifica também nossa relação com os vivos.
A morte nos ensina a relativizar aquilo que julgávamos absoluto.
As disputas diminuem de importância.
O orgulho revela sua inutilidade.
As mágoas tornam-se pesadas demais para serem carregadas indefinidamente.
E a pergunta fundamental deixa de ser "quanto tempo ainda temos?" para assumir uma forma mais elevada:
"O que estamos fazendo com o tempo que recebemos?"
Essa é uma das grandes forças morais da compreensão espírita da morte.
Ela não convida à tristeza permanente.
Convida à responsabilidade.
Aquele que partiu não precisa apenas de lágrimas.
Precisa, quando necessário, de nossas preces, de nosso carinho e de nossos bons pensamentos.
E nós, que permanecemos temporariamente na experiência corporal, precisamos transformar a saudade em aperfeiçoamento.

O CEMITÉRIO E A VIDA REAL.
O texto de Moki apresenta uma crítica vigorosa à visita automática ao cemitério. A questão não está no local, mas na disposição íntima daquele que o visita.
O cemitério pode ser lugar de profunda reflexão.
Pode ser lugar de respeito.
Pode ser lugar de prece.
Mas não é a morada definitiva dos mortos.
O corpo repousa ali.
O Espírito prossegue.
Essa distinção, aparentemente simples, modifica toda a compreensão da morte.
O túmulo deixa de ser a imagem do fim e passa a ser a lembrança de uma passagem.
A lápide não encerra uma história.
Ela apenas registra a passagem de uma existência corporal.
A verdadeira continuidade encontra-se no Espírito.

"SEDE ESPÍRITAS TANTO POR VOSSOS ATOS, QUANTO POR VOSSAS PALAVRAS."
A frase atribuída a Jean Reynaud no final da comunicação resume admiravelmente o sentido moral de toda a mensagem.
Ser espírita não consiste apenas em afirmar a sobrevivência da alma.
Não basta falar sobre reencarnação.
Não basta conhecer Kardec.
Não basta frequentar reuniões.
A Doutrina somente alcança sua finalidade quando modifica o indivíduo.
Se acreditamos na vida espiritual, devemos viver de maneira coerente com essa crença.
Se acreditamos na fraternidade, precisamos praticá-la.
Se acreditamos na sobrevivência da alma, devemos abandonar o materialismo moral que transforma a existência terrestre em finalidade absoluta.
Se acreditamos na comunicação entre os dois planos da vida, devemos compreender que o vínculo mais legítimo com os desencarnados não é a curiosidade, mas a caridade.
E se verdadeiramente admiramos Allan Kardec, talvez a melhor homenagem que possamos prestar ao seu trabalho não seja repetir seu nome, mas estudar aquilo que ele estudou e praticar aquilo que sua obra moral nos ensina.

CONCLUSÃO.
A morte, contemplada pelo Espiritismo, perde o aspecto de ruptura absoluta.
O corpo termina sua função.
A individualidade continua.
A saudade permanece, mas pode transformar-se em esperança.
A lembrança permanece, mas pode converter-se em prece.
A ausência permanece aos sentidos, mas não significa necessariamente separação definitiva.
Eis por que a verdadeira "festa dos mortos" não precisa estar confinada aos cemitérios.
Ela pode existir onde houver uma consciência que recorda com amor, uma inteligência que compreende a continuidade da vida e um coração que transforma a saudade em bem.
Kardec ensinou que a comunhão de pensamentos é capaz de aproximar moralmente aqueles que compartilham os mesmos sentimentos.
Assim, diante de uma sepultura, o espírita não precisa perguntar apenas:
"Para onde foi aquele que amo?"
Pode também perguntar:
"Que posso fazer de melhor nesta existência, para que o meu amor por ele não permaneça somente na saudade?"
Talvez aí esteja uma das mais belas lições da Doutrina.
Os mortos não precisam de uma lembrança vazia.
Precisam de amor.
E o amor, quando verdadeiramente compreendido, não se limita a chorar quem partiu.
Ele procura tornar melhor quem ficou.
FONTES.
Allan Kardec. "Revista Espírita", dezembro de 1868. "Sessão anual comemorativa dos mortos. O Espiritismo é uma religião?"
Allan Kardec. "Revista Espírita", dezembro de 1869. "Sessão anual comemorativa dos mortos. Comemoração especial do Sr. Allan Kardec. A festa dos mortos não é nos cemitérios, por Moki. Comunhão de pensamentos, por Jean Reynaud."
Allan Kardec. "O Que É o Espiritismo", capítulo I. "Pequena conferência espírita."
Allan Kardec. "O Livro dos Espíritos", especialmente as questões relativas à alma, à vida futura, à separação da alma e do corpo e às relações entre encarnados e desencarnados.
Allan Kardec. "O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulos XXVII e XXVIII, sobre a ação da prece e as preces pelos mortos e pelos Espíritos sofredores.
Revista Espírita de dezembro de 1869. Texto integral.
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" A mente que se devota à luz dos estudos, conquista claridade e transmite sempre por efeito mais luz. "

75 ANOS DO GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS FREDERICO FIGNER
UM MARCO DE LUZ — A LUZ PERENE DE NOSSO SENHOR
Há datas que simplesmente passam pelo calendário. Outras atravessam gerações.
75 anos de existência do Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner representam mais do que uma comemoração: constituem um capítulo de continuidade, trabalho e compromisso com o estudo do Espiritismo.
Setenta e cinco anos significam mãos que se sucederam, vozes que ensinaram, consciências que aprenderam, famílias que chegaram, trabalhadores que partiram e outros que permaneceram na vanguarda do serviço.
Ao longo dessa caminhada, muitos contribuíram para que esta fonte não se extinguisse.
E hoje, ao contemplarmos aqueles que atualmente sustentam suas atividades, é justo reconhecer-lhes o esforço, a dedicação e, sobretudo, a responsabilidade de receber uma herança que não lhes pertence individualmente: ela foi construída por muitas mãos e deve continuar servindo a muitos corações.
A imagem da fonte de Jacó nos oferece uma profunda inspiração: a água que dessedenta não existe para ser propriedade de alguém. Ela é oferecida a quem dela necessita.
Assim também é o conhecimento espírita.
E podemos recordar igualmente as redes de Pedro: redes lançadas ao mar para recolher peixes, numa tarefa que exige trabalho, perseverança e discernimento.
Que sejam, portanto, águas benfazejas e redes cuidadosas, capazes de oferecer alimento espiritual sem aprisionar consciências, esclarecendo sem impor, acolhendo sem infantilizar e estudando sem transformar a Doutrina em simples repetição de fórmulas.
Neste aniversário, recordemos também aqueles que trabalharam e ainda trabalham na vanguarda nos dois planos da vida.
Cada qual com suas características, seus limites, suas possibilidades e sua responsabilidade diante da tarefa.
Os que já retornaram à pátria espiritual não deixaram de fazer parte da história. E os que permanecem encarnados recebem agora a responsabilidade de continuar aquilo que outros começaram.
Há uma continuidade invisível no trabalho digno.
Mas essa continuidade somente conserva sua legitimidade quando permanece vinculada aos fundamentos que lhe deram origem.
Por isso, Kardec não pode ser apenas uma referência histórica numa celebração de 75 anos.
Seu trabalho representa uma base de estudo, método, exame racional e compromisso com a coerência doutrinária.
Os fundamentos precisam estar profundamente encrustados na bandeira que se levanta, não como ornamentação, mas como critério de zelo.
Porque uma fonte precisa conservar a qualidade de suas águas.
E uma rede precisa saber o que está recolhendo.
Não basta lançar redes; é necessário conhecer o mar.
Não basta oferecer água; é necessário cuidar da fonte.
Não basta falar em Espiritismo; é necessário estudá-lo, compreendê-lo e vivenciá-lo com responsabilidade.
Felizes aqueles que compreendem isso com humildade.
A vanguarda não significa esquecimento.
Vanguarda não é romper com as bases para parecer moderna.
Vanguarda é avançar sem perder a consciência daquilo que se recebeu.
É olhar para o futuro com os pés firmados no conhecimento adquirido.
É respeitar os que vieram antes sem transformar o passado em imobilidade.
É reconhecer os trabalhadores de ontem, valorizar os de hoje e preparar os de amanhã.
Os grandes construtores da Doutrina não pedem veneração; pedem compreensão.
E aquilo que receberam os primeiros trabalhadores do Espiritismo, aquilo que Kardec examinou, organizou e registrou, não deveria ser tratado como um peso sobre os ombros das novas gerações, mas como instrumento para que elas caminhem com maior lucidez.
75 anos são uma história.
Mas também são uma responsabilidade.
Que o Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner continue sendo fonte de estudo, espaço de fraternidade e campo de trabalho; que suas águas sejam límpidas para os que chegam e suas redes sejam lançadas com discernimento sobre o vasto mar da experiência humana.
Que os encarnados prossigam com humildade.
Que os desencarnados amigos continuem colaborando segundo suas possibilidades.
E que todos, em seus respectivos planos, compreendam que a verdadeira homenagem aos que edificaram esta história não está apenas em recordá-los, mas em zelar pela qualidade daquilo que nos confiaram.
Sob a luz perene de Nosso Senhor Jesus Cristo, que inspira o amor e a transformação moral, e sob a clareza dos fundamentos estabelecidos por Allan Kardec, que estes 75 anos não sejam apenas uma retrospectiva.
Sejam um compromisso renovado com o futuro.
Que a fonte continue aberta.
Que as redes continuem lançadas.
Que os peixes encontrados sejam beneficiados.
E que, depois de nós, outros possam dizer:
“Aqui houve homens e mulheres que compreenderam que servir ao Espiritismo é também cuidar, com humildade, da Doutrina que receberam.”
75 ANOS DE HISTÓRIA.
75 ANOS DE ESTUDO.
75 ANOS DE TRABALHO.
75 ANOS DE LUZ.
GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS FREDERICO FIGNER
#75Anos #FredericoFigner #Espiritismo #AllanKardec #JesusCristo

Me mantenho firme nos estudos, é isso que me faz voar. Entre uma memória e outra, entre aprendizado e técnica, sigo construindo meu futuro com a inteligência e a sabedoria que ninguém pode me roubar. Conhecimento é o único bem que pode ser compartilhado com quem realmente quer caminhar ao nosso lado. ✨🎓"

Estudos mostram que Amigos são cruciais para a
saúde mental, proporcionando apoio emocional e promovendo uma sensação de pertencimento. Além disso, interações sociais de qualidade podem reduzirníveis de estressee prevenir a depressão. www.uai.com.br

0160 ”Meus estudos revelam: Motivo forte para separação de casais é a Rotina! E há casais que ainda não perceberam... Justamente por causa da Rotina!

1495 📜 "Meus estudos regulares sempre foram em Escolas Públicas. Do Primário à Universidade, sempre em Estabelecimentos Públicos. Sou daquele tempo! "

3423 📜 DIREITINHOS, Por que alguém com 'apenas' 9 dedos, sem Grandes Estudos, derrotou e mandou para o Ostracismo um Tal ditoMito... Com 10 dedos? Caramba! Por que vocês🫵'Permitiram'? Hein?

"Segundo estudos feitos por mim mesma. Eu preciso me distanciar de pessoas tóxicas para não denegrir minha imagem sensata."


─By Coelhinha

De acordo com alguns estudos a memória do ser humano pode ser dividida em :
Memória Visual
Memória Auditiva
Memória Mecânica
Memória Táctil
Memória Olfativa
Memória Degustativa
e cada pessoa tem uma maior desenvoltura em uma das áreas..
E Pensando no ditado "A vida é uma escola"
Cheguei a uma conclusão, pode ser que não esteja certa, mas penso eu que esteja...
Assim:

Memória Visual : A pessoa vê a barba do vizinho arder, punha a dela de molho.
Memória Auditiva: Basta contar lhe um caso dar lhe um conselho.
Memória Mecânica: Essa é pior pode falar, desenhar, contar histórias,dar exemplos dar conselhos geralmente diz que voce é chata, intrometida, diz que só quer ver sofrer, só dá sermão, se sente a voz da experiência é autossuficiente etc. Só aprende na prática, depois de muito sofrer!! Mas ao menos APRENDE né?rsrs

Inserida por RitaAlaide1996

Um dos estudos mais interessantes trazidos pelas correntes pedagógicas tange à compreensão da aprendizagem e do ensino como processos que, antes de tudo, envolvem a interação de sujeitos e as relações entre o sujeito e a realidade.

Inserida por ninhozargolin

Para vivermos o novo precisamos estar preparados,recebemos muitos não na vida , estudos científicosapontam que até os 8 anos de idade recebemos em média mais de 100 mil não.

Inserida por luizaespirito

O nosso conhecimento é limitado por estudos já a nossa imaginação não tem limites.

Inserida por AlvaroSamuel

Grande Sábio, desculpe interromper seus estudos mas é uma questão urgente. –Diz homem visivelmente transtornado que entra na Biblioteca.
–Pois não jovem, o que é tão urgente? –Questiona o Sábio.
–Minha profissão é recolher o lixo da cidade, eu tenho vergonha de ter um trabalho tão pouco valorizado. O senhor poderia me ensinar outro ofício. Algo que seja realmente importante?
–Sim, eu posso! Mas primeiro você terá que me fazer um favor! – Responde o sábio fechando o livro que estava lendo.
– Claro, o que o senhor me pedir!
– Pois bem, vá até o mercado da cidade e venda esse meu anel. Mas é imprescindível que você consiga o máximo por ele. Se te oferecerem menos de 1 moeda de ouro, recuse de imediato. Vou usar o dinheiro para pagar uma dívida que tenho. – O sábio entrega um anel pequeno que carregava em seu dedo mínimo.
– Sim senhor! Vou agora mesmo! –Nem terminou de falar o homem e já foi saindo com o anel.
Chegando no mercado o homem começou a oferecer o anel. Muitos paravam para ver, porém quando ouviam o preço, saiam rindo de deboche. Diziam que era muito para se pagar por um anel. Alguns até ofereceram moedas de prata para ajudar o homem. Como ele havia recebido instruções de só vender se conseguisse uma moeda de ouro pelo menos, voltou triste para falar com o sábio.
–Grande sábio, me desculpe! Não consegui vender seu anel. O máximo que me ofereceram nele foram 3 moedas de prata. Então eu o trouxe de volta, me perdoe!
–O sábio coçou a cabeça intrigado e disse ao homem:
–Estranho, poderia jurar que o anel valeria um pouco mais! Façamos o seguinte: Leve-o até o Joalheiro e peça para avaliar. Mas de modo algum venda o anel. Apenas avalie!
–O homem foi até o joalheiro e entregou o anel. Após examinar o anel com uma lupa e pesá-lo o Joalheiro disse:
–Diga ao seu amigo que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
–58 MOEDAS DE OURO! –Exclamou o homem.
–Sim! –Replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
–O homem correu emocionado à biblioteca para contar o que ocorreu.
–Sente-se! –Disse o sábio após ouvir tudo o que o homem havia lhe contado.
–Você é como esse anel! Porém só terá valor se avaliado pelas pessoas certas!
–Continuando o sábio pergunta:
–Sua Profissão é pouco valorizada por quem? Seus filhos ou sua esposa que recebem dela o sustento? Pelos amigos que frequentam sua casa e desfrutam da hospitalidade e confortos gerados por seu trabalho?
–Não senhor, para eles eu faço um trabalho muito importante!
–O sábio guarda o anel e diz:
–Vou lhe ensinar a profissão que desejar, mas não diga que a sua não é importante. Todos temos nosso papel na sociedade! –Então conclui:
–Que ofício gostaria de aprender?
–O Homem já saindo da sala responde:
–Já faço o que gosto! Obrigado por tudo!

Inserida por emaildosamuka

A catarse é essencial na vida teatral. O ator em seus estudos e práticas teatrais, tem que se envolver e mergulhar na catarse, para permitir-se a liberdade.

Inserida por MayconThienga

Caráter é beleza. Ter caráter é ser belo. Que adianta ter boa aparência, estudos, conhecimento, técnica, dinheiro, saúde se quando os atritos surgem e a vida pede ação e solução a pessoa segue a mesma cartilha dos moralismos, idéias prontas, ego, diz-que-me-diz. O mundo anda sofrendo de uma doença terrível que se chama hipocrisia e falta de completude de caráter.

Inserida por mncvasconcelos

O futuro de cada um é definido pelos estudos.

Inserida por cassiofelipe

Que Deus abençoe a sua vida: Abençoe a vida Espiritual, Sentimental, Saúde, Trabalho e Estudos. Amém.
Estarei sempre torcendo por seu sucesso e por Sua Felicidade, adoro Você!

Inserida por gersonalan