Epígrafe Artes
Desastres e artes
Plantei um bosque de coisas boas
quis regar
de lágrimas
então tudo virou pó tudo virou pó
Decidi construir uma casa de marfin
quis pôr portas de papel
mas a chuva molhou
então tudo inundou
tudo inundou
quis fazer uma roupa
a mais bonita que já vi
então usei os fios da aurora
mas então tudo pegou fogo
tudo virou cinza
Parei então para pensar
onde tinha errado
Achei a resposta e comecei a rir de mim
fiz tudo por fazer
querendo fazer o melhor
mas, não pensei antes
e tudo virou pó
tudo inundou e o fogo tornou cinza a roupa que eu fiz
a roupa de tantas cores
virou cinza
cinzas
pegou fogo no marfin
a água inundou o tecido cinza
e então virou pó todas as idéias que eu tive
PArei de construir
mas, as cores daquela roupa ainda estão em minhas mãos
mas, água lavou e levou junto a si
agora vejo um imenso rio multicor!
Beijo Roubado
Beijo roubado na beira do lago,
Bendito ladrão com artes de mago.
Deixo me parada sem jeito ,sem reação,
Um beijo apaixonado que arrebatou meu coração.
Olhar perdido ,face avermelhada.
mão trêmulas ,correr ou não.
decidi então me entregar a essa paixão,
sentimento esse que domina meu coração.
Beijo roubado na beira do lago
Bendito ladrão com artes de mago
Beijou -me ,amou-me encheu meu coração
E hoje vivo essa paixão,um amor ,um arrebato
um sentimento consumado a beira de um lago.
Só o Mestre das artes para fazer o céu azul,suspender um Sol amarelo e Nuvens branquinhas que ao virar do avesso se transforma em noite estrelada.
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A artes visual é a harmonia de nossa olhar crítico, mas não é beleza de nossa dia a dia.
Manoel Araújo
A passagem prematura do artista visual TUNGA foi uma grande perda para as artes no Brasil em uma história cultural contemporânea que ainda vai ser escrita e avaliada.
A linha do horizonte só pode ser contemplada de longe ou no traço das belas artes e das artes belas, naquilo que o caminho pode nos proporcionar para aliviar o cansaço.
A tradicional e muito antiga joalheria usava e empregava nas plataformas e interfaces das artes plásticas joalheira para confecção de suas obras, materiais metálicos tradicionais, tais como: o bronze, a prata, o ouro e a platina em combinações proporcionais para efeito de liga, densidade e cor a alpaca, o cobre e o paládio. No entanto hoje com o desdobramento da joalheria no design vem paulatinamente se transformado e cada vez mais é utilizado novas técnicas e novos materiais, tais como: o aço cirúrgico, o titânio, o nióbio, as fibras de carbono, os cristais, a madeira, a borracha, o couro, as fibras e minerais naturais assim como as resinas e uma grande variedade de polímeros.
As artes atraem a menina que continuo sendo. Desde sempre gostei das artes em sentido figurado e principalmente no seu sentido literal. Sou uma criança grande que se deslumbra, se encanta e se comove diante de qualquer expressão artística que me bagunce as emoções.
O melhor é que apesar da obrigação de maturidade ainda apronto e muito das minhas. Só sei viver assim.
Alguns nascem com habilidades voltadas a medicina, as artes, ao lecionar, ao negocia, enfim... São inúmeras as habilidades!
E todas são necessárias no contexto da subsistência humana!
Por isso nunca desmereça ou descarte as habilidades de outro alguém, tão pouco seus desejos de realização!
No fim você ainda pode descobrir o quando isso será uma boa contribuição na sua vida!
O mar, o céu, a natureza em todo o seu esplendor...
A melodia, a poesia e as artes de uma forma geral.
Onde estou? Morri? Se morri então morrer é bom, é muito bom!
Matar e um das mais belas artes filosóficas .....E nessa arte eu sou melhor que Platão e Aristóteles.
A vida é a primeira arte do homem...é através dela que iniciamos o aprendizado das demais artes.Vivamos plenamente o dia de hoje
Um lutador de artes marciais, nunca deve se acomodar e pensar que é o melhor do mundo, deve sempre estar treinando e se auto-aperfeiçoando.
O 'SABER’ PRECISA SER REPASSADO
CRÔNICA
As artes, as tradições, os bons costumes, a circulação das informações,os saberes; devem ser perpetuados de geração em geração. Para que a cultura de um povo não morra.
Não devemos ser egoístas, a ponto de reter só para nós, o conhecimento, e a capacidade de reałizarar algo proveitoso,que um dia nos foi dada.
O compartilhamento com o próximo, daquilo de bom que chegou a nossas mãos e nos faz bem, é sempre muito bem vindo para a alegria e o bem-estar do nosso irmão menos favorecido.
Geraldo, foi meu colega num curso de Eletricista Bobinador, numa unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) do Rio Branco, e nos tornamos bons amigos.
Ele morava no bairro Saudade, região Leste de Belo Horizonte. Num trabalho escolar, em dupla, estive em sua residência para providenciar a elaboração mesmo.
Num ‘bate papo’ ligado ao mundo do trabalho ele me relatou um fato interessante quanto ao ‘repassar o saber’.
Este meu amigo trabalhou por muitos anos, numa conceituada empresa gráfica, na capital mineira.
Dentre os muitos equipamentos para a execução dos serviços, estava uma impressora Off -set de fabricação alemã.
-Outro dia o mestre Afonso me fez conhecer uma relíquia dessa, na sede do Ministério da Fazenda de Minas Gerais, ainda em atividade.-
Aquela 'raridade' era o ‘xodó’ da referida empresar.
Abaixo de Deus, ela era a responsável pela manutenção daquela instituição prestadora de serviços.
Com mais de quarenta pessoas que dependiam dela, para se manterem empregados.
Infelizmente não houve a preocupação por parte da administração,em qualificar pelo menos mais um colaborador, para trabalhar com aquele maquinário.
Somente o Celestino sabia como ninguém, operá-la. Desde que a firma se estabeleceu por volta de 1960.
O Celestino não ensinava a nenhum dos colegas aquele seu trabalho e não permitia ninguém passar por perto do tal equipamento.
Havia aprendido aquele ofício noutro Estado;
"quem quiser aprender essa profissão, que vá a São Paulo como eu fui." Chegou dizer isso, certa vez, à alguém.
Qualquer folguinha, o Celestino estava com a flanela na mão; tentando tirar uma sujidade real ou imaginária do seu instrumento de trabalho.
Até que num certo dia, como de costume, às sete horas da manhã, Geraldo estava batendo o seu cartão de pontos e assumindo o seu posto de conferente no setor de recebimento.
E não demorou muito a ouvir um ‘zum...zum.. zum...’ no interior da firma.
Procurando saber do que se tratava, logo soube:
Celestino “havia partido desta para uma melhor” sofrera um infarte fulminante, não resistiu, e entrou em óbito.
Aí foi um ‘Deus nos acuda’: para se fazer o traabalho fluir como antes;
travou-se todo o processo produtivo de uma vez. Ninguém sabia trabalhar com aquela ferramenta.
A demanda, por aquele tipo de serviço,se acumulou muito rapidamente!
Então, a diretoria tentou de tudo quanto foi jeito sanar aquele problema, mas, não teve sucesso.
Postou inúmeros anúncios em todos os classificados e mídias existentes - até em outros Estados da Federação -,procurando um profissional habilitado para ocupar aquela vaga. Foi tudo em vão.
Não apareceu ‘um filho de Deus’ sequer para operar a Off-set.
Estava decretado então, a falência:
não demorou muito e todos os funcionários estavam no ‘olho da rua’ engrossando as filas do desemprego que assolava os anos de 1980.
“Quem não têm não pode dar.” Mas se Deus nos confiou uma condição melhor ou uma habilidade a mais, não custa muito, dividir um pouco do que temos com quem não têm.
Porque se for para o bem de todos, o saber, precisa ser repassado.Para quê, não haja falta.
19.09.16
Música, "maior de todas as artes”. Mãe das artes,arte maior.Inspiração de todos os artistas...som que inspira os compositores,os pintores,bailarinos,os atores...dona da poesia.Música,oh!Arte mãe.
A Palavra
De todas as artes a mais bela, a mais expressiva, a mais difícil, é sem dúvida a arte da palavra. De todas as mais se entretece e se compõe. são as outras como ancilas e ministras; ela, soberana universal.
Da estatuária toma as formas; da arquitectura imita a regrada estrutura de suas edificações; da pintura copia a cor e o debuxo de seus quadros; da música aprende a variada sucessão de seus compassos e melodias; e sobre todos estes predicados tem mais do que as outras artes, a vida, que anima os seus painéis; a paixão, que dá novo esplendor às suas tintas; o movimento, que intima aos que a escutam e admiram, o entusiasmo e a persuasão.
A estátua fala, mas fala como uma interjeição, que apenas expressa um sentimento vago, indefinido, momentâneo.
A pintura fala, mas fala como uma frase breve, em que a elipse houvera suprimido boa parte dos elementos essenciais.
O edifício fala, mas fala como uma inscrição abreviada, que desperta memória do passado sem particularizar os acontecimentos a que alude.
A música fala, mas fala apenas à sensibilidade, sem que o entendimento a possa claramente discernir. Só a palavra, nas artes a que é matéria prima, fala ao mesmo tempo à fantasia e à razão, ao sentimento e às paixões; só ela, Pigmalião prodigioso, esculpe estátuas que vão saindo vivas e animadas da pedra ou do madeiro, onde as delineia e arredonda o seu buril
Só a palavra, mais inventiva do que Zeuxis, sabe desenhar e colorir figuras
e países, como se ilude e engana a vista intelectual.
Só a palavra, mais audaz do que os Ictinos e os Calícrates traça, dispõe, exorta e arremessa aos ares monumentos mais nobres e
ideais que o Partenon de Atenas.
Só a palavra, mais comovedora e persuasiva do que o plectro dos Orfeus, encadeia à sua lira mágica estas feras humanas ou desumanas, que se chama homens, arrebatados e enfurecidos nas mais truculentas alucinações.
Latino Coelho (1825 - 1891)
As Artes contentes eu canto o canto da terra
Brilhante de longe ela vem com traços predefinidos
Que encanta ao conto é arte feliz ,pois ela cedeu
Com brilhos e brilhos nos pinceis procuro o encanto.
