Epicuro Felicidade
Tem-se amor.
Na vida a gente faz de tudo para viver bem, ser feliz, satisfazer as nossas vontades, por muitas vezes até mesmo nos tornamos um pouco individualistas, de tanto querer que acabamos pensando só em nós mesmos. Porém, passado o tempo a gente cresce, começa a absorver que o bom da vida é ser feliz e fazer os outros felizes, já tem um ditado que diz: “Ver-te feliz é a minha felicidade”, e, para quem é de verdade, isso não é da boca pra fora.
Vivemos em um ciclo, vivemos expostos a essa humanidade e de bilhões de seres vivos, queremos construir nossa vida ao lado de alguém que amamos, sim, o amor, que muitas vezes mascaro por um desejo, por vontades passageiras e por paixões, sim só paixões. Mas o dia chega para todos nós, se desconheces o amor, acabas conhecendo, se encantas por ele, se fazes por ele e vives por ele. O desejo de fazer o outro feliz se faz presente, e o desejo de ser feliz, é um presente. Não basta ter amor, seja o amor na vida do outro e juntos a construção do bem maior se faz, e mais, se faz eterno. Acredito em quem ama, acredito em quem sabe amar.
Sou um pedaço de mistério
Uma criatura comum
Me entrego a todos
Mas não sou de nenhum
Tenho sonhos como a maioria
Os meus segredos são da multidão
Nego que exista algo além de dor
Em meu apertado coração
Sou metade homem
Metade menino
Amo a imperfeição
O que é perfeito eu abomino
O sol me esfria
O frio me esquenta
Os inteligentes me detestam
Tolo é quem me aguenta
Sou um pouco de tudo
Mistura de ácido com base
Só falta uma coisa nessa vida:
Encontrar a felicidade!
Deus colocou a simplicidade como uma das faces da natureza para demonstrar ao homem o caminho da felicidade.
A vida é bela e em muitas ocasiões o ser humano consegue inexplicavelmente criar dificuldades diante de situações fáceis de serem resolvidas
O que queria era um pouco de silêncio,
de alma, de calma,
enquanto as flores faziam sentido,
enquanto buscava um abrigo.
Na pressa do tempo, a vida, a galope,
só sabe continuar...
O que queria era um pouco de espera para as esperas,
uma bagagem de sonho e uma de realidade,
e assim traçar um caminhar.
Encontrar um olhar que salva
e um abraço para descansar os cansaços...
O que queria era uma reserva de felicidade.
E só!"
Esqueçamos as guerras e lutemos por uma criança feliz, pois só assim, erradicaremos uma legião futura de adultos incapazes de praticar a paz.
Tempo. Tempo velho amigo. Tempo menino, dê-nos a chave do teu segredo. Diga-nos por que você sempre é criança
Negar-se a si mesmo, insistir na tentativa de moldar-se e seguir o anseio de transformação pessoal para satisfazer a vontade dos outros originam, de imediato, duas respostas na vida do ser humano: a possível satisfação de terceiros, e a total exterminação da própria felicidade.
Se o seu coração é capaz de sentir os seus sonhos, e se você os deseja realmente, não se desespere por nada; pois quando você olhar para o céu e ver as estrelas brilhando acredite: esse é o momento em que os seus sonhos poderão ser verdadeiros...
Não importa a circunstância Não importa a distância Vale sim a Sinceridade Daquilo que escrevemos E a Honestidade Daquilo que Sentimos. Tudo o que nasce dentro de nós surge do coração, tudo que surge do coração nos faz feliz. Sou feliz porque tenho... você no meu coração...
Fico intensamente feliz meu coração explode de alegria agradeço muito ao Eterno por ter lhe conhecido um dia.
Uma pessoa pode passar dez anos de sua vida pagando suas prestações corretamente, mas se em dois meses ficar sem poder pagar a conta, é perseguida pelos credores, que além de incluir seu nome no cadastro de devedores, tortura-a com ligações contínuas.
Suas atitudes são o respaldo necessário para a consolidação da reciprocidade de sentimentos que existe entre nós. Quando chegar ao crepúsculo, lembre-se que sempre terá um alguém que pode depositar suas aflições, eu. O amor verdadeiro não é comprado, emprestado ou maquiado, ele simplesmente se firma com a cumplicidade das partes, e isso é bem nítido em nossa relação. Te amo!
Se estou feliz servindo a Deus eu não preciso atrair a compaixão dos outros pelo o que eu sofro e nem preciso do elogio pelo que realizo, afinal faço porque me faz feliz.
Eu escrevo e, escrevo e, escrevo. Eu escrevo até doer os dedos e, queimar minha alma. A sensação de asfixia é grande, é exorbitante. A garganta pigarreia e o corpo desmorona. Eu tento, eu tento, mas eu não consigo libertar minhas dores. De escritora amadora, passei a ser o buda no caminho do nirvana. A minha cabeça pede trégua, meus músculos pedem trégua, meu coração pede trégua. Tudo em mim levanta a bandeira branca, mas só consigo ouvir o sopro do vento lá fora, não tem ninguém para responder. Não tem ninguém com vontade o bastante para fazer com que eu pare com isso. E, eu escrevo e, escrevo e, escrevo, mas o nó continua entalado em mim. Eu escuto músicas reflexivas que me ajudam, naquele dó escravo do piano, eu me sinto um pouco melhor, mas volto a escrever. Não me falta inspiração, me falta dedicação. Me falta ser viva assim fora do papel, fora dos meus textos. Todos os dias a caminho do trabalho, pegando o transporte público, eu me transporto dentro da bolha e, fico lá. Fico lá, observando as pessoas a minha volta, escuto suas conversas, eu rio em silêncio, tiro minhas conclusões e, as vejo partir. E, é assim que me sinto, uma espectadora observando a vida das pessoas, observando o resquício de vida que parte, sem eu me dar conta. A cada dia, um dos meus suspiros leva mais um sopro da minha vida. E, eu continuo a escrever e, escrever, para que assim me sobre alguma coisa. Eu não queria ser lembrada, não queria marcar a vida de ninguém, não queria me tornar passado ou futuro, sempre quis ser presente, quis ser vida, quis ser alegria, quis ser luz, mas acontece que escritores deixam sua marca no mundo. Escritores são lembrados depois de suas mortes, depois de terem vivido suas vidas mesquinhas. E, eles escrevem e, escrevem. E, eu não paro de escrever e; escrever, porque minha vida se tornou um labirinto cheio de caminhos que me carregam de volta para o ponto de partida. De todas as minhas escolhas, nada parecer mudar, nada parece dar certo, nada parece seguir o rumo do mundo. Me arde o peito correr e, perceber que corri em círculos, apenas. Minha cabeça me arrebenta os neurônios. E, eu quero chorar para isso acabar, mas o sofrimento é insistente. Se ao menos alguém lesse meus textos, a dor seria menor, mas não é. E, os meus temores começam a se tornar realidade, porque as coisas nunca mudam. O meu relógio biológico estagnou no tempo e, agora eu me sinto presa. Eu estou presa. E, eu continuo a escrever; eu continuo, porque isso é a única coisa que não acaba, porque é a única coisa em mim que é capaz de mudar o curso natural das coisas.
