Entrega
Deus não precisa de perfeição para te usar. Ele precisa de entrega. Mesmo que quebrado, se você estiver nas mãos dEle, haverá restauração e propósito.
A humilhação será palco de honra. A perda será portal de propósito. E o que parecia fim, será um novo começo. Porque o que te faz chorar hoje, amanhã será o motivo da tua pregação.
Não se trata de merecimento, mas de acesso pela fé. O que o mundo não pode te dar, o Pai te entrega em amor. O Santo dos Santos não é um lugar distante… é o lugar da intimidade. Vá, se derrame, e receba.
Ele (Paul Whasher) não fala de trabalho. Fala da entrega de sua vida, de todo seu ser, mesmo que continue no seu trabalho, com sua família, É algo além disso tudo. É compromisso com Deus onde você estiver.
O amor não se expressa em meros sentimentos ou sensações, mas sim em uma entrega na direção do outro
Quem se entrega à devoção verdadeira encontra na Eucaristia o alimento da alma e na cruz de Cristo a força para superar qualquer provação.
O evangelho não é uma religião, mas um chamado à verdade, à entrega e à comunhão com Deus, sem intermediários, apenas pela fé em Jesus Cristo.
A verdadeira riqueza não está no que acumulamos, mas na entrega total a Deus, pois só os que se esvaziam de si mesmos podem ser preenchidos pela graça divina.
O desapego do mundo e a entrega a Deus não nos empobrecem, mas nos elevam, pois só os que dependem d'Ele conhecem a verdadeira plenitude.
Degraus da Vaidade
A vida é feita em degraus,
e cada degrau, uma entrega.
Subimos com esperança,
mas a escada é feita de brumas.
O primeiro degrau brilha com sabedoria,
mas logo aprendemos que saber não salva.
O tolo e o sábio partilham o mesmo pó,
e o tempo apaga ambos os nomes.
No segundo degrau, plantamos com suor,
mas a colheita, por vezes, vai às mãos de estranhos.
O herdeiro não labutou,
mas ceifa o que não semeou.
O terceiro é o do propósito —
mas há planos que não nos pertencem.
O Altíssimo ri dos acúmulos dos ímpios,
que servem, sem saber, aos justos.
O quarto degrau é o sucesso,
espelho dos olhos alheios.
Corremos por glórias vazias,
esquecendo que pó não segura troféus.
O quinto degrau é o da solidão dourada:
o homem que junta, mas não se alegra,
sem mãos que lhe toquem o ombro,
sem olhos que o chamem de irmão.
O sexto é a coroa da fama,
que brilha até o trono se esvaziar.
O povo esquece o nome do rei,
e suas obras morrem com seu eco.
O sétimo é o ouro que nunca basta.
Quem ama a moeda,
nunca ama o bastante.
A alma faminta não se farta com cifrões.
O oitavo é a cobiça —
o desejo de sempre mais.
Mas o que se contenta com pouco
já possui o que o mundo inteiro busca.
O nono é o riso sem alma,
o som dos espinhos queimando em vão.
O tolo se diverte com fumaça,
e não percebe a cinza que resta.
O décimo é o louvor aos perversos:
morrem os maus,
e recebem flores da mesma cidade
que sofreram por seus feitos.
E assim subimos os degraus,
cada um ensinando o peso da vaidade.
Mas mesmo em meio ao vazio,
há sabedoria para quem escuta.
Pois o homem sábio
não nega os degraus,
mas sobe por eles
com olhos no alto —
onde não há vaidade,
só eternidade.
Nobre é este coração, que mesmo em suas inconsistências, se rende à sua inspiração, e se entrega às mais belas frases de sua poesia "...
Aprendi com os relacionamentos passados, que se não houver uma entrega totalmente mútua, nada flui.
Só vai ser mais 1, mais 1 e mais 1
Como eu te falei;
Os corpos em sintonia, o amor em vibração e a entrega total mesmo em imaginação, que tanto nossos corpos desejam🍷
Vou começar pelos pés, eu vou tirar o roupão... Tá Deusa?
No quarto onde o amor e a entrega era intensamente verdadeira, de corpo inteiro até o mais íntimo da alma.
“É melhor ter trabalho para fazer do que ficar entediado sem fazer nada. Quando se entrega totalmente ao ócio, o prazer se torna raro.”
O mercado cripto tira dinheiro da pessoa gananciosa, e entrega para quem sabe o que está fazendo. A pessoa que está no mercado cripto só para ficar rico em pouco tempo, vai perder dinheiro!!! 💸
Hoje decidi:
vou deixar de te amar.
Pensei em jogar meu sentimento pela janela,
entregá-lo ao vento,
afundá-lo nas águas do mar...
Pensei até
no coração
fazer um corte radical
dar um golpe mortal.
Mas não é assim que se muda um hábito
não é assim que se mata um amor.
É preciso ir passo a passo,
descer degrau por degrau,
partir devagarinho,
cortar pedacinho por pedacinho,
acordar, dormir,
dormir, acordar
chorar de mansinho
chorar até não ter mais lágrimas pra derramar...
Aí você deixa de amar.
Crianças brincando numa gangorra, na prática, demonstram o que é a entrega equivalente de energia e sentimentos.
Quando um dos lados não aplica a Energia Equivalente para que o outro também desfrute, a brincadeira tende a parar.
E se não parar, deixou de ser brincadeira e passou a ser abuso.
