Entre Tantas Pessoas
A verdade é que a gente nunca sabe quando realmente é o fim. Eu ainda tinha tantas coisas pra te falar, tantos beijos pra te dar. Ah...se eu soubesse que aquela manhã seria a última, teria reparada o quanto você fica linda com o cabelo bagunçado, quanto o bafinho é insignificante comparado ao doce do teu beijo. Se soubesse, não teria deixado você sair da cama aquele dia.
“Tantas Palavras”
No meio do nada, ou o meio de tudo, você apareceu ou eu? Eu te olhei, você sorriu, e eu fiquei mudo. Por um momento. Você e o seu sorriso lindo. Eu e minhas tantas palavras. Eu te olhava e você comia, dançava, lia um livro. E quando percebia meu olhar sorria. Nesses momentos falta de assunto, falta de frases, falta de ar. “Deus, permita-me na sua vontade viver com esse sorriso”. E por esse sorriso descobri tantas outras coisas boas nela. Como ela é cativante. Meu carinho por ela já é ululante.
Tantas foram as partidas sem bagagem
Pelas estradas da vida sem rumo,
De reflexos de mim mesmo ausentes,
Meu teto era um céu despedaçado
Meu amanhã desconhecido;
Apesar das dores de um ontem,
Sei que hoje enfim eu respiro,
Graças a alguém que está sempre presente,
Mesmo sem eu falar nada, me entende;
Mesmo sem me queixar de certa forma;
Consegue apaziguar minha dor,
E perante ele eu me curvo, não de obediência,
Mas em forma de respeito.
Em forma de agradecimento:
Gratidão sempre!
São tantas as marcas que a totalidade da alma está mapeada e tatuada.
Aceitá-las, caberá espaço para te abrigar.
Dentro de um silêncio cabem tantas palavras, tantos abraços, tantos sorrisos, tantos olhares e tantos amores.
Meu coração já foi pisotiado esmagado e ignorado tantas vezes, que agora só é usado para me manter viva
Sinto-me sem direção, meus pensamentos estão em ebulição.
São tantas as perguntas, são inúmeras as respostas.
Meu coração só queria entender, o que meus olhos não desistem de ver.
Minha mente justifica, o coração mente a dor da gente.
Que atrás de um sorriso, engana quem o vê.
A fuga é a melhor saída.
A dor a resposta.
da gratidão
tantas vezes...
nos pomos de pé com a força que vem de fora
quando a de dentro no impossibilita a vertical
somos gratos a vida e as oportunidades que nos oferece
somos gratos aos amigos que encurtam distâncias
somos gratos aos que nos afagam de todas as maneiras
somos gratos àqueles que nos confessam AMOR
somos gratos aos que nos conduzem na leveza do gesto
e nos acolhe no aconchego do abraço e nos diz: "tô aqui"
somos gratos aos que NÃO classificam o tempo em "memórias"
mas em lembranças que levamos para além de nós
e gratos somos àqueles que deixam seu aroma guardado no nosso peito
e deixam a saudade em forma de brisa que nos acaricia a alma.
tantas vezes me esvazio
e por um longo período me desfaço
perco a identidade
é como tatear no escuro
agonizo...
mas passa...
ai vem a necessidade de ser feliz outra vez
e escrevo
e penso em "aia"
vislumbro o corpo dele
estremece a pele
no peito de "aia"
e a felicidade é momento
é ausência onde estou e aonde vou.
Lembrança de criança
Isto é uma grande nostalgia
me traz tantas lembranças
era um tempo bom, mas eu nem sabia
como era tão bom ser criança
Quando a única preocupação
era esperar mamãe chegar
cantava-me uma canção
dizendo que já era hora de nanar
Enfim adormeci
e em apenas um piscar
percebi que já cresci
vejo como o tempo rápido pode passar
O amor não começa com amor, nasce do impulso da paixão, suporta o calejar das tantas fases, do zelo faz proteção.
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A sutileza de um instante, muda toda direção, entre tantos deslizes, não ser um em meio a multidão.
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Companhia de uma vida inteira, calorosa emoção, amar a quem se ama, faz pulsar o coração.
1 de novembro de 2015
Cai no álbum de retratos. Quem diria, vó!
Foram tantas as vezes que você ficara que a gente principiou a te acreditar sublime, a te pensar eterna, a te desejar inefável. Fico com as minhas palavras cosméticas, sem ter como te fixar no escuro. Mas não seria justo, avó, não seria certo. Porque você sabia de cor o nome de tantas ruas por onde já não pisava, a receita de tantos bolos que já não fazia. E aquela fraqueza de sempre. Não faz mal, avó.
O universo continuará sem ti. Com você, extingue-se um mundo de coisinhas. Terá importância? Aquela casa, sua, será alvo de imobiliárias predadoras. O número 48, tão simples, da rua Colonização. Ao redor da casa, despontam prédios. Arranha céus imensos ganham terreno. É tanta modernidade, vó! A nossa rua vai ficando encolhida e, com ela, a casa, o jardim, a soleira da porta.
A vizinhança parece dormir, as visitas rareiam. As vizinhas do seu tempo já não aparecem com frequência. Um ou outro nome desaparece. Você continua. Faz setenta, oitenta, quase-noventa anos. Sente saudade, mas não deixa transparecer que nossa pouca idade não alcança suas lembranças, suas memórias. Conta histórias de menina que a gente escuta com cuidado. Diz lembrar fatos que lhe aconteceram com três anos – e eu acredito. Tem memória boa. Sabe de cabeça o aniversário de muita gente. Guarda tanta, tanta vida.
Como você, eu não encontrei ninguém. Sentada na cama, seus olhos marejam, sua expressão vagueia – quase chora.
“Eu só tenho pena de deixar minhas coisinhas” – não faz mal, vó.
Suas coisinhas vão com você. Boa noite.
Dorme com os anjos.
Gi.
...que sejam tantas,tantas e tantas as estrelas,que voce não às consiga contar!
_____________________Andre Alexandre
Já pensei tantas coisa sobre mim,
por isso sou essa mistura louca.
Sou um pouco de tudo,
e minha maior contradição é ser
os dois lados da moeda.
Jufazjus...sou tantas e não sou nenhuma. Não me prendo a detalhes, mas sou perfeccionista com os outros. Sou furacão e calmaria. Sou anjo e monstro. Posso ser sua, mas só se eu quiser. Não sou minha, nunca fui. Ainda não me encontrei. Estou em construção. Se quiser, pode vir. Será bem vindo. Venha. Pode colocar uns tijolos em meu castelo. Tenta a sorte. Quem sabe são os tijolos que faltam para eu terminar o que falta?! Fica. Fica mais um pouco. Está bom assim. Estou gostando dos detalhes e o toque que você está dando ao acabamento...
