Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Eles dizem "Como você quer que eu te entenda se você não diz nada?"
Mas é aí que está o ponto, nem mesmo eu sei o que se passa em minha mente, não sei nem explicar minhas dores e muito menos entende-las. Sinto muito, eu quero que vocês entendam ela, mas primeiro eu devo entender ela.
E para isso, preciso de tempo, de espaço, de calma, de compreensão e apoio...
"Entenda-se coragem não como a ausência de medo, mas como a capacidade de agir apesar do medo, e de reconhecer a lacuna entre onde se está e para aonde se quer ir."
Por mais que se possa pedir que se entenda o acontecido, como teria sido o não entendido ou dito?
Alguém consegue apenas se calar por apenas não sentir ou apenas por ferir sem ter que encarar nos olhos à verdade enxergar?
Filosofia não é modo de vida!!!
Vida é a Balança do dia à dia, donde se equilibra as coisas boas e ruins para apenas ser VIDA.
A vida é cheia de surpresas intensas, umas não agradáveis e outras muito agradáveis, entenda como no momento cada uma lhe descreve seus sentimentos e tente ver como aquilo lhe tornará melhor .
Não tenho culpa se me foi tirado o direito de agir como deveria, mas entenda, quando o problema for maior não me chame para limpar sua cagada.
O que quero que você entenda é que não interessa como você chegou aqui. O que interessa é o que vai fazer depois de sair daqui.
A busca do saber não pode ser apenas por um ponto de verdade que se entenda como doutrina religiosa, imutável das verdades, mas para todo o saber um contínuo de discussões.
Como é tão bom ter um alguém que te escuta e não lhe julga
Que te entenda com todos os seus erros e ainda te compreenda...
É impagável ter um anjo amigo
Seja lá a situação que estejamos envolvidos;
Não me entenda como qual quer opção
Pois posso te surpreender te apresentando o meu chão
Tenha-me como uma escolha e verás o quanto sou capaz de te satisfazer;
Não entenda a vida simples como uma dificuldade negativa
Aprenda e entenda que conviver com lutas é enfrentar
Certas dificuldades e conservar a sua autopreservação;
Entenda a vida como uma simplicidade única
Situa-se por uma razão suave e não absurda
Se entrelace por entre o amor e a paixão
Que no final não serás amparado pela solidão;
Não adianta achar que está difícil demais, entenda que tudo está exatamente como está e que tudo é. Independentemente dessas horas paradas que tua alma em letargia se encontra, olhe para o relógio da parede pois é nesse teu suspirar de agora que os ponteiros da vida começam a andar. Então, levanta e anda!
Entenda a sua vida como uma vivência única, não que seja perfeita e sim que sem ela para quem a ama não perca o sentido;
NÃO FALTA ninguém no jardim. Não há ninguém:
somente o inverno verde e negro, o dia
desvelado como uma aparição,
fantasma branco, de fria vestimenta,
pelas escadas dum castelo. É hora
de não chegar ninguém, apenas caem
as gotas que vão espalhando o rocio
nestes ramos desnudos pelo inverno
e eu e tu nesta zona solitária,
invencíveis, sozinhos, esperando
que ninguém chegue, não, que ninguém venha
com sorriso ou medalha ou predisposto
a propor-nos nada.
Esta é a hora
das folhas caídas, trituradas
sobre a terra, quando
de ser e de não ser voltam ao fundo
despojando-se de ouro e de verdura
até que são raízes outra vez
e outra vez mais, destruindo-se e nascendo,
sobem para saber a primavera.
Ó coração perdido
em mim, em minha própria investidura,
generosa transição te povoa!
Eu não sou o culpado
de ter fugido ou de ter acudido:
não me pôde gastar a desventura!
A própria sorte pode ser amarga
à força de beijá-la cada dia
e não tem caminho para livrar-se
do sol senão a morte.
Que posso fazer se me escolheu a estrela
para ser um relâmpago, e se o espinho
me conduziu à dor de alguns que são muitos?
O que fazer se cada movimento
de minha mão me aproximou da rosa?
Devo pedir perdão por este inverno,
o mais distante, o mais inalcançável
para aquele homem que buscava o frio
sem que ninguém sofresse por sua sorte?
E se entre estes caminhos
– França distante, números de névoa –
volto ao recinto da minha própria vida
– um jardim só, uma comuna pobre –
e de repente um dia igual a todos
descendo as escadas que não existem
vestido de pureza irresistível,
e existe o olor de solidão aguda,
de umidade, de água, de nascer de novo:
que faço se respiro sem ninguém,
por que devo sentir-me malferido?
Não sejais como o homem que morria de sede no deserto,
que ao deparar-se com uma rosa e com um cacto,
preferiu o perfume da rosa
e desprezou o cacto
que poderia salvar-lhe a vida ao saciar a sua sede.
Baixou a cabeça como quem vai chorar. Mas não choraria mais um gota sequer, decidiu brava. E contemplou os próprios pés.
Como é triste a tua beleza
Que é beleza em mim também
Vem do teu sol que é noturno
Não machuca e nem faz bem.
