Entenda como Quiser So Nao me Julgue

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E como as coisas que podem ser imaginadas facilmente são mais agradáveis do que as outras, os homens preferem a ordenação à confusão, como se a ordenação fosse algo que, independentemente da nossa imaginação, existisse na natureza;

Os clamores de algumas pessoas contra o pecado são como os de uma mãe contra o filho a quem repreende, mas que logo beija e acaricia.

John Bunyan
Livro O Peregrino

Que o meu louvor seja como um louvor suave aos ouvidos de Deus.

A PACIÊNCIA...

A paciência para os ultrajes é como a roupa para os que sentem frio: à medida que o frio aumenta, cobre-te com mais roupas, e não sentirás frio.

Assim também, no momento dos grandes ultrajes, aumenta a tua paciência, e a ofensa não chegará a tua alma.

Autoria:"Leonardo da Vinci"

Cozinhar é como tecer um delicado manto de aromas, cores, sabores, texturas. Um manto divino que se deitará sobre o paladar de alguém sempre especial.

A era moderna testemunhou a ascensão de uma série de religiões baseadas em leis naturais, como o liberalismo, o comunismo, o capitalismo, o nacionalismo e o nazismo. Esses credos não gostam de ser chamados de religiões e se referem a si mesmos como ideologias. Mas esse é apenas um exercício semântico. Se uma religião é um sistema de normas e valores humanos que se baseia na crença de uma ordem sobre-humana, então o comunismo soviético é uma religião tanto quanto o islamismo.

Ressurreição Silenciosa


Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.


Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.


E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.


No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.


E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.


Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.


Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.


Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.


Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.


Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.


Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.


Mas eu…
eu ainda quero renascer.




10 de Dezembro 2024

Desculpas são como um reflexo condicionado para evitar confrontos.

E se alguém salvar uma vida, será como se tivesse salvo toda a humanidade.

Trato os subordinados como iguais. É uma piedosa mentira que lhes prego a fim de torná-los úteis, até certo ponto.

Se saudade fosse descrista, jamais poderia ser sentida,porque descrever uma emoção seria como cego ver um clarão,o surdo ouvir uma canção, o coxo andar pelo chão, e eu descrever a saudade que sinto no coração,daqueles amigos que iriam sem ao menos voltar, e da aqueles que estão perto e posso conversar... reencontra os amigos

Um amigo é como se fosse um segundo eu.

Já reparou que tem receita para tudo?
Já reparou que tem receita para tudo?
Como ser feliz no casamento...
Como ter uma trajetória de sucesso...
Como manter-se jovem...
Parece que meia dúzia de conselhos resolvem tudo!
Para ser feliz no casamento, todo mundo deve reinventar a relação diariamente.
Para ter uma trajetória de sucesso, todo mundo deve ser comunicativo e saber inglês, para se manter jovem, todo mundo deve parar de fumar e beber de comer. Todo mundo quem, cara pálida?
Todo mundo é um conceito abstrato, uma generalização.
Ninguém pode saber o que é melhor para cada um.
Fórmulas e tendências servem apenas como sinalizadores de comportamento, mas para conquistar satisfação pessoal para valer, só vivendo do jeito que a gente acha que deve, enquadrados ou não no que se convencionou chamar normal.
O casamento é a instituição com que todos convivem desde a infância.
Por isso, acreditamos saber, na prática, o que funciona e o que não funciona. Só que a prática dos nossos pais era deles, não nossa. A gente apenas testemunhou, e bem caladinhos.
Ainda assim, a maioria dos noivos diz ¿sim¿ diante do padre já com um roteiro esquematizado na cabeça, sabendo exatamente os exemplos que pretende reproduzir de seus pais e os exemplos a evitar
Porém, não tiveram os mesmos pais, e nada é mais diferente do que a família do vizinho.
É mais fácil imitar, seguir a onda, fazer de um jeito já testado por muitos e, se não der certo, tudo bem...
Nossas dores e nossos medos muitas vezes são herdados e a gente nem percebe.
Agir como todo mundo é moleza. Bendito descanso pra cabeça: é uma facilidade terem roteirizado a vida.
Mas, cedo ou tarde, a conta vem, e geralmente é salgada.
Fazer do seu jeito (amores, moda, horários, viagens, trabalho, ócio) é uma maneira de ficar em paz consigo mesmo e, de lambuja, firmar sua personalidade, destacar-se da paisagem.
Claro que não se deve lutar insanamente contra as convenções só por serem convenções (muitas delas nos servem e, se nos servem, nada há de errado com elas).
Mas, se não facilitam, outro jeito há de ter. Um jeito próprio de ser alguém, em vez de simplesmente reproduzir os diversos jeitos coletivos de ser mais um.
Por isso, que eu gosto da música do Frank Sinatra que diz: I did it my way (que significa fiz do meu jeito).

Autoria de Martha Medeiros

Se cada jota e til da Escritura é mais precioso do que ouro, como podemos calcular o valor ou a importância do Evangelho?

O fato é que ela possuía uma graça especial, talvez o modo como se debruçava à janela, ou mesmo o jeito oblíquo de sorrir apertando os lábios, como se temesse revelar no sorriso todo o seu mundo interior.

"O seu sorriso, as suas besteiras, o seu olhar, o jeito como você me trata, a forma que você me abraça, o seu beijo, o seu carinho, a sua atenção, o seu toque .. TUDO isso e muito mais, me fizeram perceber que você é pra sempre, mesmo que ele não exista."

Como precisamos de uma outra alma para nos agarrarmos.

Um rápido lanchinho no meio do trabalho. Igrejas sempre me deixam com fome. Sabe como é, aquela coisa do sangue de Cristo.

A falsa imaginação te ensina que coisas tais como a luz e a sombra, o comprimento e a altura, o branco e o preto são diferentes e têm que ser discriminadas; mas elas não são independentes uma da outra; elas são aspectos diferentes da mesma coisa, elas são conceitos de relação, não a realidade.

Sou um alguém, como qualquer outro...
Sobretudo diferente dos que me odeiam, e que me amam.
Mas alguém igualmente parecido com o que quero ser, e serei...
Igualmente humano aos que erram e aos que sofrem,
Mas diferentemente dos que não aprendem e não tem escolhas...
Sou um alguém que corre riscos, igual a você, que não tem certeza das conseqüências...
Mas diferente, por que sei que vale a pena, e que isso me torna vivo.
Não desisto diante das adversidades, estas formam meu caráter e personalidade.
Sobretudo sinto raiva dos que me odeiam, e invejo os que me perdoam...
Aos que me odeiam peço desculpas, aos que invejo peço conselhos.
Sou um alguém que tem escolhas iguais a você, e também acredito que elas serão o espelho do nosso futuro.
Mas diferente, por que acredito que cada escolha é uma estrada de mão única, mas que vale a pena andar na contra mão e recomeçar todo o caminho novamente, ou tomar outro, ate que chegue onde desejo.
Sobretudo sou igual a você que é feliz,
Mas diferente porque tenho certeza que sou...
Depois de tudo que escrevi só posso te dizer, finalmente, uma coisa...
“Ser” humano é o mais próximo do que sou agora...