Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Trair quem te recebeu como família, abriu a porta e dividiu o pão contigo, não é só ingratidão, é o ato covarde de quem merece o desprezo até do próprio espelho.
Sejas como o vento e a água. Sempre se renovam, jamais são iguais, não persiste em um só lugar e o mesmo não passas mais ali. Renove-se, mova-se, mude o jeito de agir e de pensar, transforme-se, evolua, progrida, sejas você mesmo. Sigas a direção do vento, deixe a correnteza vos levar. As vezes sejas calmo, mas sem deixar a turbulência ou a maré descontrolar-te. Sejas como a junção do vento com a água, sejas a "tempestade"... forte e destrutiva. Acredite, você é invencível.
Como num transe que não tem explicação,
Eu caminhei até a praia,
Só para ver se eu ganharia
o teu sorriso,
Como uma divina moção,
Mas você lá não estava,
Lembrei-me do tempo,
que eu era a tua amada.
Graciosamente o mar marulhava,
- todo formoso ele cantava
Uma linda canção que me tocava,
Dos pés ao último fio de cabelo,
Lembrei-me da época que não tínhamos
- nenhum segredo -
E o medo do escuro
era uma doce desculpa,
Para pular no teu colo
- o meu grande enredo.-
No ápice do inexplicável transe,
Que só reforçou a lembrança,
- do nosso lance
Vi um jovem casal de namorados,
Os dois atravessando a duna,
Recordaram que nunca deixei de ser completamente tua.
Como se não houvesse o amanhã,
Pedi um pouco da tua atenção.
Vem, vem, vem, meu amor,
Só um pouco da tua atenção,
Para abandonar a ideia vã
de que não me tens no coração.
O teu carinho é como o solzinho
de verão se despedindo da tarde,
do canal de Barra do Sul
O teu jeito de ser faz iluminar,
e torna sempre o mundo ainda
mais azul...
A tua atenção sempre chega
em boa hora,
- tens a ternura de quem te
namora
E o amor de quem escreve
sobre o poente e a aurora.
Portanto, meu amor, não
vá embora, daqui a pouco
já será de noitinha...
Farei-te insinuações e as
melhores carícias até de
manhãzinha...
Por ser quem eu sou,
de ti só pedi segurança;
Para não ficar como estou.
Por amor eu te esperei,
e também fui atrás,
Nunca nos desperdicei.
Por amor quis te proteger
da maldade do mundo,
Mas você não quis entender.
Por amor eu me distanciei,
e corri para nos salvar,
Mas você não quis explicar.
Por ser esse o meu dom,
se eu tiver de elevar tom
de voz sempre será poético.
Por ser feita de amor,
se eu tiver de ser bravura,
Não vou perder a doçura.
Por ter alma e pele,
só preciso despir-me,
O desejo ainda verte.
Na vida não te esqueças:
que a poesia não precisa
de voz para elevar o tom,
(Ela conta com as letras).
Tenho coisas, para fazer.
Não sei, como faço.
A solução: É só fazer.
Evite distrações.
Se concentre mais.
Não engula o sapo de viver uma vida medíocre ficando só na vontade das coisas. Use a vontade como base para alimentar sua motivação.
Meu amor, quando o amor não for teu;
e só o teu amor...
como se a dor do mundo nos teus ombros,
como se os escombros da paixão
farpassem teu coração na dor imensa da desilusão;
o amor não caminha com ansiedade;
amor é uma cidade tão tranquila;
gente bonita na janela,
um milharal, um cajueiro
e a poesia a se banhar num lago cristalino;
o amor é um menino com todo tempo do mundo,
o amor é dono dos horizontes
e do tempo e se não for assim,
é qualquer sentimento, menos amor
Não tente saber daquilo que você não vê em mim. Se já é difícil detectar minha ênfase de ser como sou; imagine o que penso? Sofro de hermafroditismo cerebral. Porque penso como um homem, mas, sinto como uma mulher!
—By Coelhinha
“Já tropecei tantas vezes na vida que se caio não so levanto, como quase perigosamente posso voar .”
—By Coelhinha
O jejum como “aflição da alma” não é, por si só, o arrependimento, mas sim um meio que o expressa e o aprofunda, envolvendo o coração e a mudança de conduta. A Torá ordena “afligir a alma” no Yom Kipur (Levítico 23:27), o Dia da Expiação, quando o povo busca sinceramente o perdão de Deus.
A piedade é como o espírito: sem forma, não se vê nem se pode tocar — só se sente e se ouve; é vida, não sistema.
Não há mais como
disfarçar o espírito
hostil que possuis,
pois a sua ideologia
serve só a vontade
de roubar o sorriso
de quem lhe cerca.
O seu radicalismo
na verdade é para
mascarar a sua
índole perseguidora
que serve a um plano
que não lhe pertence.
Na nossa terra ser
dessa sua maneira
já se convencionou
como grave rotina,
é gente como você
que agride no meio
da rua a Maria Corina.
Colocaram as armas
em plena campanha,
e não estão respeitando
nem mais as crianças
bem nas nossas caras,
derreteram a moral.
Cada cabeça a
sua santa sentença,
aprenda a respeitar
a minha presença
que segue em greve
em tempo fome,
e não estou na
situação do Jorge.
O meu continente
é farto de tudo:
de sanções, tramas,
conspirações,
e de perseguições;
mantém um General
inocente na cadeia
em nome de gente
cheia de alucinações.
Todo o meu respeito
devoto às mulinhas
do nosso Brasil,
Só não quero que você
seja como o vaqueiro
da Mulinha de Ouro;
Eu sou feita de poesia,
cuide do meu coração
como o teu tesouro,
Se o teu amor não
for impoluto como
o quê eu tenho para te dar,
Continuo a escrever
poemas e ver o cortejo passar.
O bem não só vale a pena para quem recebe, como também para quem transmite sua perpétua misericórdia
Quero dizer que te amo só de amor. Sem idéias, palavras, pensamentos. Quero fazer que te amo só de amor. Com sentimentos, sentidos, emoções. Quero curtir que te amo só de amor. Olho no olho, cara a cara, corpo a corpo. Quero querer que te amo só de amor.
São sombras as palavras no papel. Claro-escuros projetados pelo amor, dos delírios e dos mistérios do prazer. Apenas sombras as palavras no papel.
Ser-não-ser refratados pelo amor no sexo e nos sonhos dos amantes. Fátuas sombras as palavras no papel.
Meu amor te escrevo feito um poema de carne, sangue, nervos e sêmen. São versos que pulsam, gemem e fecundam. Meu poema se encanta feito o amor dos bichos livres às urgências dos cios e que jogam, brincam, cantam e dançam fazendo o amor como faço o poema.
Quero da vida as claras superfícies onde terminam e começam meus amores. Eu te sinto na pele, não no coração. Quero do amor as tenras superfícies onde a vida é lírica porque telúrica, onde sou épico porque ébrio e lúbrico. Quero genitais todas as nossas superfícies.
Não há limites para o prazer, meu grande amor, mas virá sempre antes, não depois da excitação. Meu grande amor, o infinito é um recomeço. Não há limites para se viver um grande amor. Mas só te amo porque me dás o gozo e não gozo mais porque eu te amo. Não há limites para o fim de um grande amor.
Nossa nudez, juntos, não se completa nunca, mesmo quando se tornam quentes e congestionadas, úmidas e latejantes todas as nossas mucosas. A nudez a dois não acontece nunca, porque nos vestimos um com o corpo do outro, para inventar deuses na solidão do nós. Por isso, a nudez, no amor, não satisfaz nunca.
Porque eu te amo, tu não precisas de mim. Porque tu me amas, eu não preciso de ti. No amor, jamais nos deixamos completar. Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessários.
O amor é tanto, não quanto. Amar é enquanto, portanto. Ponto.
