Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Tentar vale a pena.
Como a pena vale viver.
E com medo ninguém pode, pode sofrer.
Mas se sofrendo você vai, vai aprender.
Que para tudo tem, tem sempre um porque.
Estrela de mistério! Em tua fronte
Os céus revela, e mostra-me na terra,
Como um anjo que dorme, a tua imagem.
O presente artigo tem como tema a metafísica do belo do filósofo Arthur
Schopenhauer. O artigo propõe uma análise da tese desse filósofo acerca do belo e do
sublime e as suas manifestações no mundo real. Para tanto, falaremos da idéia de sujeito, de
gênio e da hierarquia das artes, na qual se inclui a música. Como podemos entender, a arte e
a beleza da natureza são pontos discutidos no texto de Schopenhauer. A idéia do belo
enquanto metafísica, que se traduz em um modo de entender a realidade, marca a
importância dessa discussão para a História da filosofia.
Palavras-chave: Schopenhauer, metafísica, belo, sublime, gênio.
Eu acho que um dia vai acabar, como tudo que começa, tem a necessidade de chegar ao final, mas sempre dou o máximo de mim para que dure um pouco mais. Sempre.
O amor é como o vento, da mesma maneira que refrigera, em grande intensidade destrói. A razão do amor assim como qualquer coisa é o equilibrio.
Como és bela ó encantada
Untuosa, iluminada.
A beleza de tua alma
É pura, clara e anunciada
Dos meus olhos, fascinada
Deste fim a um dilema
Gostar, amar, ou este poema
Mas és linda e como nunca
Não me foi por desventura
Nem ensejos de lamuria
E nem na ponta de uma pluma
Explicar com tal lisura
Pra que tanta formosura.
"Quanto mais velha eu fico, mais tenho preguiça de me apaixonar.
Vai começar como sempre começa.
Vou descobrir coisas que nunca imaginei descobrir.
e vai acabar em uma rodada de Vodka como sempre acaba."
Dizem que todo vício, independente do que seja, tem como recompensa as dores do arrependimento. Aposto minha perna direita e mais um real inteiro que não vão conseguir me fazer arrepender de todo o açai que tomei.
Antigamente, eu queria voar. Antigamente, eu queria ter uma felicidade constante, parecida como naqueles filmes de principes e princesas. Antigamente, tudo era mais fácil. Eu não precisava me preocupar em acordar cedo, ou em pensar no futuro o tempo todo. Antigamente, as pessoas pareciam melhores, ou talvez eu que queria ver o mundo de um jeito contrário do que ele realmente era. Antigamente, o sol era rosa, e o blush eu colocava pelo rosto todo. Eu não sei como é, mas de repente as coisas mudam, a vida passa, e nós crescemos. Eu não sei como acontece, que fenômeno é esse de fazer com que o tempo não pare, de fazer com que as pessoas continuem a caminhar todos os dias, nos feriados ou até mesmo em finais de semanas. Eu costumava desenhar as florestas cheias de vida e árvores, é uma pena que parte do verde que eu desenhava já não existe mais. Eu não gostaria de desenhar apenas troncos, ou apenas as fumaças na chaminé das casas. Quando eu era menor, a vida parecia menos dura, e as pessoas menos frias. Pode até existir a bondade em alguns corações, mas são raros os que conseguem encontrar bondade até mesmo, perto de algum lugar humilde, ou perto de uma casa grande e rica. Eu já não sei quem é quem. Quem luta pela verdade, ou quem esconde a mentira. As pessoas usam máscaras hoje em dia; máscaras que antigamente só usavam nos bailes. Se você souber me responder essa pergunta, eu agradeço. Porque o tempo passa, e as pessoas mudam? Ou porque tudo parece diferente quando você se torna um adulto?
A verdade, querido, é que buscamos a felicidade como quem procura pelo próprio nariz- na cara, mas sem um espelho não podemos vê-lo bem.
Você diz que mudou e age como se fosse um anjo durante um tempo. Você volta a ser o que era, e em seguida haje como se nunca tivesse sido o que eu realmente queria que fosse. Você canta, e eu me encanto. Você comete um erro, e eu me engano novamente. Você pede perdão, e eu perdoo. Você chega tarde, e ainda acha que está com a razão; muda de endereço e apesar de tudo consegue levar meu coração junto. Eu não sei de que forma, e de quantas formas você é composto. Não conheço seus lados, qual é o direito e qual é o esquerdo. Você muda constantemente, é pior do que a própria e definida bipolaridade. Você volta a dizer que mudou, eu volto a acreditar em você. Sem saber, que daqui a algumas semanas eu vou estar neste mesmo lugar, escrevendo nesse pedaço de papel o quanto me machuquei com tudo isso. Sem saber que daqui algumas semanas, eu vou estar chorando sobre essas mesmas palavras, e dizendo que nunca mais vou me deixar levar.
E a vida é como um rio de agúas que correm as margens do medo e da confiaça. O equilibrio da perfeita sintonia de tudo que existe.
As palavras dele acertaram-na como mil facas, sabia bem o que ele queria dizer com " da última vez que você não escutou". Ela continuou de costas e , como no dia anterior, sentiu os olhos arderem, mas dessa vez conseguiu segurar as lágrimas.
Quando Nobu disse que precisava ir, ela nada disse, permaneceu como estava até ele sumir.
Myv levou as duas mãos até sua cabeça e olhou para cima, fechando os olhos e sentindo as lágrimas quentes descer por seu rosto. Sentia-se a vontade para chorar apenas quando estava sozinha.
Enquanto voltava para casa, mais uma vez as palavras de Nobu a faziam pensar. Sentia medo, medo de Dean não ter acreditado no que lhe dissera por telefone, medo de encará-lo, mas preferia não demonstrar. Demorou mais que o normal para chegar na mansão, e o fez de propósito, e só quando teve certeza de que nenhuma lágrima iria descer novamente, entrou. Foi direto para o quarto, seus olhos provavelmente ainda estavam vermelhos e ela não queria ter que explicar aquilo, não queria ter que dizer que havia chorado. Preferia guardar tudo apenas para sí, era melhor assim.
É extremamente aborrecedor quanto tento ser certo e alguém erra e num tá nem aí. Como se desdenhasse de meu esforço.
Palavras são como a violência
Quebram o silêncio
Vem colidindo
Dentro do meu pequeno mundo
Doloroso para mim
Me perfurando por dentro
Você não pode entender
Minha Garotinha
Tudo que eu sempre quis
Tudo que eu sempre precisei
Está aqui em meus braços
As palavras são muito desnecessárias
Elas só podem prejudicar
Promessas são ditas
Para serem quebradas
Os sentimentos são intensos
As palavras são insignificantes
Da satisfação sobra
então, a dor
As palavras são inexpressivas
E esquecíveis
Tudo que eu sempre quis
Tudo que eu sempre precisei
Está aqui nos meus braços.
As palavras são muito desnecessárias
Elas só podem prejudicar
Olhares desbotados e sempre nenhuma palavra como resposta. Sequer gemidos baixos ou o barulho quase inaudível das mãos se esfregando. Só o som do vento, e o resto silêncio. Um silêncio morto.
Todos aqueles sorrisos indiferentes incentivaram a desistência.
Desarraigar-se foi doloroso, tão quanto confuso. Perder-me de você foi como tentar fugir de mim mesmo em um quarto escuro e sem saída. Todas as paredes riscadas são cicatrizes fechadas. Mas ainda posso sentir os restos entre minhas unhas, e o vazio de estar incompleto.
Pedi loucura como guia, nem isso consegui. Só uma consciência confinada a observar detalhes inúteis e memórias que também não servem pra nada.
Se antes amor inocente, agora desilusão constante, receio descomedido e nenhum brilho nos olhos. Nenhuma pele corada, nenhum coração batendo mais rápido nem mãos suadas. A melhor parte de mim te dei, mas tu condenou-a a vagar em eterna procura por qualquer coisa.
Nada mais me prende, mas pouco me interesso pela liberdade. Todas as outras tentativas acabaram ao chão... Como passarinho livre da gaiola que desaprendeu a voar.
