Entao me diz Alguma coisa
Diga-me,
Se alguma vez você desejou que o tempo parasse naquele abraço,
Para que não fosse o relógio que tivesse marcado,
Quando devíamos separar,
Diga-me,
Se alguma vez desejaste que se confundissem,
A ordem do agora e do sempre,
Diga-me se deixou ausência na alma,
Que eu chamo de saudade.
O meu entendimento tem alguma dificuldade em compreender o motivo de existirem atualmente tantas recriações históricas referentes à Idade Média no Alentejo e um pouco por todo o país. Provavelmente muitos dos seus figurantes e intervenientes não sabem que foi um dos períodos mais negros da nossa história, pois além dos trajes característicos da época e de alguns brandos costumes que nos são apresentados nos eventos, queimava-se gente viva e o povo fazia disso uma festa. Milhares de inocentes foram condenados à morte por tudo e por nada, por invejas, por supostas bruxarias, por maldade ou por perseguições políticas. Os doentes e os loucos eram enjaulados e muitos outros ainda foram vendidos como escravos para África, para a Índia e para o Brasil. Foi esta a nossa idade das trevas onde o medo e a ignorância condenaram muitos portugueses desse tempo a uma escravidão permanente sob a égide de tiranias religiosas e de macabras ostentações senhoriais. Hoje evocam-se esses tempos com orgulho um pouco por todo o lado em feiras, em festas e em tudo o que faça parecer bonito o que de bonito tem muito pouco. Será que não houve um período da nossa história que pudemos evocar os avanços das ideias que nos tornaram mais livres e mais conscientes do nosso papel como agentes transformadores de um mundo melhor? Que legado queremos deixar aos nossos filhos e às novas gerações?
Olhei pra cima
e lá estava uma
ave de rapina
por certo,
se aninharia
por perto
ou iria
para alguma ilha
isolada,
esquecida
deserta
assim
eu nunca
mais a veria
e a despedida
é sempre
uma agonia.
Às vezes,
nada digo.
Aposso-me de alguma solidão
para acompanhar a minha.
Perco-me
em labirintos.
Sinto.
Gosto de absinto.
E espalho versos,
pintados de ilusão.
Ainda que o tempo passe , que você me esqueça que voce sequer lembre que um dia estive em sua vida, ainda assim estará em meus sonhos, em meu coração, e se esse sentimento que chamam de amor tiver mesmo alguma magica, de alguma forma sempre estarei com você cuidando, ajudando, porque simplesmente TE AMO.
Depois de tanto tempo ..
Nosso amor começou cedo
E a chama não se apagou
Quem não ama porque tem medo
Quem disse que o amor não dura, se enganou.
Dizem que com o tempo o amor esfria
Que é impossível durar pra sempre, não sei...
Eu olho no fundo dos seus olhos todo dia
E vejo o menino por quem me apaixonei
Cada dia que passa eu sinto que te amo mais do que amava
Com o tempo, amar se torna mais que entender
Às vezes, não preciso dizer uma palavra
Para que você saiba exatamente o que eu quero dizer.
Me perguntam como saber se é seguro
Se não estou me iludindo e vou me machucar
Não há sequer um dia em que eu não pense em você no meu futuro
Amor não duvida, amor só quer amar.
Se o Carnaval é coisa do Diabo, como insistem os fanáticos, com certeza é também coisa de Deus, pois Este permite, abençoa e faz milhões de pessoas felizes em todo o mundo, foliões ou não.
00824 | 04/01/2014
Uma das maiores frustrações da vida é o fato de a melhor coisa do mundo estar bem no meio da pior coisa do mundo.
-Coisa mais linda,
'Homem que age como Homem'.
-Coisa mais feia,
'Homem com efeitos infantis'.
☆Haredita Angel
"Somente pela Lei da Reencarnação é que a justiça divina se faz presente, afinal, como nos ensinou o mestre da Galileia, a cada um segundo suas obras".
A saudade que eu escrevo hoje não é a mesma saudade que escrevi ontem ou que escreverei amanhã. A palavra é atemporal, mas a carga sentimental que o poeta coloca nela é sempre contemporânea ao que ele sente.
Ele se desespera em meu oceano
Mas as coisas estão calmas para mim
Pois logo será o fim, eu posso ver o final disto
Ele está com medo, para ele as ondas estão fortes de mais
Mas para mim, nunca esteve tão suave
Isso tudo logo acabará, não tenha medo
Eu esperei tanto por este momento
Quantas tempestades já ocorreram
Quantas vezes me afoguei, não conseguia respirar
Mas agora eu não preciso mais de ar
Tudo se acalmará, o céu está se abrindo
Eu posso sentir o frio dos céus chegando
Há tempos que em que tudo ficava agitado demais
Ondas demais, falta de ar
Eu não conseguia, não podia gritar
Não podia fugir, pois este mar sou eu
Está em minha pele as vezes quais tentei escapar
O meu querido oceano vermelho
Quase todos aqueles que já navegaram
Se perderam em tempestades
Quase todos voltam feridos para a casa
Nenhum pode aguentar as grandes pancadas
Não tente mais uma vez, já foi o suficiente
As ondas não diminuíram
Ele é o quase de tudo isso, navegando bravamente
Conhecendo cada canto do oceano
Mas ele não esperava mudanças, o mar está mudando
Ele ainda age no antigo mar, logo morrerá se continuar
Pobre marujo, abandone suas técnicas
Apenas não faça nada, abandone o navio, volte para casa
É, as ondas estão parando
Estou dando meu adeus, está tudo bem
Apenas acene de volta, isso tudo foi um sonho
As riquezas que encontrou, apodrecerão com o tempo
Respire fundo, tudo isso acaba agora
Volte para casa, o oceano está morto
