Ensinar a Pescar

Cerca de 3261 frases e pensamentos: Ensinar a Pescar

Pra pescar tem que ter a isca certa .
Nem todo peixe se pega com minhoca.

Inserida por SolanoSantos

Muitos querem pescar robalos gigantes, mas a vara não aguenta nem sardinha!

Inserida por netomontana

Angustiar a alma com preocupações desnecessárias, é deixar de pescar por imaginar uma tempestade...

Inserida por Poesiasgold

O rico correndo igual um louco, e o pobre indo pescar. Nada contra, só uma reflexão.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠"Miserável será o filho a quem os pais derem o peixe, mas não ensinarem a pescar."

Inserida por Fabianery

⁠Pescador paciente
a pescar…
Gaivota na esperança
De um peixe a fisgar…
Voa livre com liberdade,
Em qualquer lugar…
O que a prende
É o alimento que vai capturar…

Inserida por RosiclerCeschin

⁠Pedaço de cipó atirado
no rio para pescar,
Vapor, exalação ou fumaça,
o seu significado indígena
não há quem desfaça.

Falo é do Rio Timbó
nascido na Serra do Espigão,
Para tocar o seu coração
para que cuide com devoção.

Porque do somos e só
dele sobreviveremos,
Todos sem exceção
sem o rio sucumbiremos,
exaltar de pequenas ações
em pequenas ações; nós devemos..

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Junho é tempo de lanço
para pescar Tainha
no mar de Santa Catarina,
Todo o dia faço algo
parecido só que é poesia.

De lanço em lanço fisgar
no seu coração o oceano
é a assumida ambição,
Só para a gente fazer
arraial com fogo e paixão.

É contigo que desejo unir
os nossos oceanos,
E facilmente revelo planos
de fazer o melhor
para pertence aos seus dias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Deixe uma herança de caráter e ética.
Ensine a pescar, não apenas a dar o peixe, prática única.
Não se afogue no excesso;
saboreie com moderação.
O verdadeiro tesouro está na família
e nos valores em união.

Livro: O respiro da inspiração

Inserida por carlos_aguiar

“Para pescar outras oportunidades com a mesma isca, tenha fé, mude de lugar, acredite na lua e pare de vibrar coisas negativas.”

Inserida por DAmico

"Antes de pescar, alimente seus peixes. O mesmo acontece com as plantas, se quiser colhê-las, regue-as."

Inserida por DAmico

⁠"Pescar deixa o tempo estressado."

Inserida por DAmico

⁠"Tudo é óbvio, ou dá para pescar tubarão em uma poça d'água?"

Inserida por DAmico

*O meu pão e vício de cada dia

Não sei nadar
sem pescar folhas perfumadas de menta fresca
nas ondas saborosas da minha Via Láctea...
Não sei pular ondas
sem pintar faíscas coloridas como os vagalumes
na húmida penumbra dos campos floridos no meu Verão...
Não sei cantar sem pronunciar o doce eco da cantiga serena da alma nas alturas silenciosas do meu Himalaya...
Não sei escrever
sem manchar as brancas folhas mortas
com o batom vermelho da minha espada/caneta sanguinante...
Não sei existir na veia da palavra
sem ser o sangue da poesia...
Não sei me escrever Poesia sem me ler Alma.

Inserida por MiriamDaCosta

Quer saber qual a diferença entre a isca para matar e isca para alimentar? Primeiro procure os anzóis...

Vou lhes contar uma pequena historia que acontece em vários locais, e que nos faz escravos de algo, um passado, uma mentira, um acaso, pois bem: Haviam dois irmãos Breno e Bruna, e foram passar uns dias na casa no sitio do avós, Breno ganhou do seu avô um estilingue e Bruna ficava mais tempo com a avó. Certo dia, Breno ja estava craque no seu brinquedo, e resolveu mirar no pato que passeava no jardim, pimba bem na cabeça do bicho e o matou, assustado, Breno escondeu o pato, mas a sua irmã tinha visto tudo. No outro dia após almoçarem, a vó disse, Bruna vem me ajudar com a louça, e Bruna prontamente disse, "Vó, o Breno disse que esta com vontade de lavar toda a louça", e sussurrou no ouvido dele "eu sei sobre o pato" e Breno lavou a louça. No outro dia pela manhã, o Vô disse vamos pescar crianças? E a vó disse: preciso que a Bruna fique pra me ajudar aqui, e Bruna disse logo que o Breno não gosta de pescar e ele ficaria, e novamente sussurrou sobre o pato. Então ao saírem, Breno incomodado, falou: Vó eu sem querer matei o pato e me arrependo do que fiz, e a vó calmamente olhando para ele disse, eu Vi tudo da janela, Breno e esperei que você admitisse seu erro. e o abraçou e o libertou daquela culpa e escravidão que sua irmã estava lhe impondo. Então, isso é só uma historinha, mas DEUS esta sempre na "janela" nos observando tudo o que fazemos, Ele sabe tudo sobre a sua vida, passado, presente e lhe da caminhos para seu futuro. Não se deixe escravizar por coisas que não lhe fazem bem, não fique escravo de pessoas, modas, vaidades, orgulho, solte as correntes, tenha uma vida leve, Aprenda a perdoar e a pedir perdão, Aprenda a esquecer o que foi perdoado, já ouviu falar do mar do esquecimento, então é pra lá que vão as coisas perdoadas. Lembre-se que é pela graça e misericórdia de Deus que somos livres e poderemos ser salvos. Não seja como a Bruna da história e nem se escravize como o Breno. Deus te ama, use sempre da verdade, da sabedoria, tenha objetivos claros, seja manso, e com um coração cheio de amor ao próximo. Vale a pena.

⁠Dentro da minha humanidade ingrata, sinto que o "peixe" que tenho recebido nada me acrescenta. Penso que com a "vara", eu teria crescimento, conhecimento , oportunidades, experiências, fracassos e resiliência, conquistas que só eu saberia o valor. Nada disso o "peixe" dado me oferece.
Desculpe a ingratidão, mas sou daquelas que precisa "pescar", aí sim o "peixe" tem sabor.

Inserida por Biana-Souza

⁠RECORDAÇÃO DO MEU TEMPO NO SERTÃO
Versão Urbana ou Pardal
Eu já fui Curió,
Que só vive no mato,
Não vive na cidade.
Hoje sou Pardal,
Que não vive no mato,
Só vive na cidade,
Por circunstâncias,
Ou por necessidade.
Acho que sou um Curial,
Mistura de Curió com Pardal.
Acho que sou um Pardió,
Mistura de Pardal com Curió.
Como não consigo definir,
Deixa assim que é melhor.
Vez em quando dói o coração,
Na cabeça vem recordação,
Do meu tempo no Sertão.
Quando não aguento a saudade,
Junto vara de pesca e carabina,
Deixo a cidade e vou pro sertão,
Pescá recordação e matá saudade.

Minhas filhas me dão tanta alegria,
Enviando fotos e vídeos de pescaria,
Ver os nétos aprendendo a usar vara,
Prá pesca lambari, bagre, lobó, piapara...
Não importa tipo e modelo de vara.
Nem espécie e tamanho de peixe,
Mas só a alegria de pescar,
Escutando seus pais falar:
Sobre catar e chupar guavira,
Guabiróba, guapeva, jaracatiá,
Coquinho pindó, macaúba, bocajá,
Comer marolo, goiabinha do campo,

Comer ariticum cagão,
Pouco prá não dar diarréia,
Comer jabuticaba do mato,
Pouca prá não entupir,
Tirar palmito, mel de európa e jatei...
Essas e muitas coisas que eu vivi...
Por isso é tanta recordação...
Quanta saudade do sertão...
Saudades dos parentes,
Povo bom e boa gente,
A grande maioria vivia,
Em sítios e fazendas,
Dentro dos sertões.
Longe das cidades.
Tantas recordações,
Quantas saudades...
Marsciano

Inserida por MaNantes

⁠O Estado não deve ser mais poderoso que o cidadão; a vara não pode comandar o pescador.

Inserida por fabioi

⁠Um tal lugar

A noite caiu, mas nem tudo escureceu,

Minha mente, por exemplo, não emudeceu,

Insiste em me manter ligado e em mil coisas que já me aconteceu,

Mas preciso descansar, preciso dormir. O que fazer?

Entre as lembranças de criança, vou para beira de um riacho, com meu pai a pescar,

Lembro-me do som das águas, doce melodia naquele dia,

Lembro dos primeiros ensinamentos de meu pai, sobre como um peixe fisgar,

Mesmo embora depois de tantas tentativas, para casa voltar sem nenhum peixe levar,

Mas daquele dia não esqueci, ficar sentado à beira daquele riacho, com meu pai a conversar,

Doce lembrança desse dia de minha infância,

E assim, daquela paisagem a recordar, o sono chega de mansinho, só por lembrar-me da paz daquele lugar.

A. Cardoso

Inserida por ACardosoescritor1956

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