Enquanto o Sol Brilhar
#Depressão
Enquanto outros estão sorrindo
Cá estou estou eu chorando
Sem motivos para sorrir
Muito dizem que isso é uma fase
Que fase é essa que do passado ainda perdura no presente
Além da matemática hoje Tantos problemas estão sem solução
Acho que a depressão está me deixando deprimido
Doença incurável nem com uma carteira de comprimidos
A maior parte sempre repreendem
Mas eles repreendem porque não entendem
Tanto sofrimento sofrido por alguém
Dizem que todos morrem
Acho que esse é o meu fim
Adeus para mim
#PrimeiroMcPoeta!
Enquanto existir preconceituosos haverá preconceito.
Ele poderá mudar de tema, razão motivo ou circunstância, mas enquanto o dono do sentimento não melhorar como pessoa... os motivos de suas aversões só serão substituídos, não anulados.
Fui criança...
Sou criança...
Serei criança...
Enquanto eu estiver vida...
Criança serei...
Brincar é preciso....
Afinal...
Eu nescessito brincar...
Pois sem essa alma de criança...
Em amarguras vou estar...
Fui a criança que brincou...
Fui a criança que sorriu....
Fui a criança que apanhou...
Fui a criança que chorou...
Fui a criança que sonhou...
Fui a criança que estudou...
Fui a criança que errou...
Fui a criança que Deus amou...
Fui a criança que perdoou
Hoje...
Mudei...
Mas Sou tudo isso ainda...
Porém...
Mais robusto...
Mais lapidado...
Mais ousado...
Mais atrevido....
Mais vigiado...
Mais surrado....
Amanhã...
Serei tudo novamente....
Porém...
Envelhecido pelo tempo...
Rejuvenescido pelo Amor...
Rejuvenecido pela dor...
Rejuvenecido por tudo que passou...
E mesmo errando...
Cabe eu....
Continuar sendo tudo que fui...
Posso até me sentir trincado...
Mais evaporado não...
E no reciclado do tempo...
Amanhã...
Uma nova criança...
Nascerá com mais esperança....
Que errará sim....
Mas também....
Amará e perdoará mais....
Autor:José Ricardo
enquanto uns fazem guerras
Eu faço poesias
Enquanto eles matam com armas
Eu restauro corações com as escritas
Uns imploram pela vida
E outros por amor
O ser humano se tornou o ser mais insensível
E sem amor pelo próximo
O poeta tem o mundo na cabeça, enquanto que o filosofo tem a cabeça no mundo, no mundo lógico, racional e existencial, mas ambos tem em comum o espanto, como subjetividade humana.
Ninguém acredita no trabalho artístico do escritor enquanto ele está compondo o livro. O seu primeiro livro. E quando ele talvez mais precisa de apoio; muitas vezes apoio de quem ele mais precisa. Ninguém! Julgam-no. Tratam-no mal. Ridicularizam. Impacientes, zombam dele por achar que o livro está demorando de sair, que a história não sai. Que não é logo publicada. Impacientando o escritor. As pessoas querem ver logo o resultado do trabalho dele. Só que no mundo da escrita as coisas não são tão rápidas assim. Levam tempo. Muito tempo às vezes.
Um escritor precisa de muita força para não desistir. Ele precisa acreditar em si mesmo e continuar acreditando quando ninguém mais acredita em seu trabalho.
Enquanto eu choro por dentro o meu corpo está sorrindo, é complicado caminhar fora da estrada
Principalmente se a estrada de você for arrancada, Sou mais um livro fechado que ninguém saberá ler,
Nem mesmo eu sou arriscada ao ponto de tentar compreender!
Enquanto a sua maturidade não falar mais alto que as suas emoções, você será sempre escravo das suas asneiras.
A vida é como uma prancha de surf. Enquanto não soubermos nos equilibrar nela, os tombos serão naturais.
Onde vai parar a ignorância humana ?
Enquanto houver ignorantes, haverá ignorância.
Como mudar o pensamento deles ?
Tudo começa com a questão da vontade própria, em buscar mudar-se, construur-se seu pensamento, a partir de então novos modelos de pensamentos humanos serão criados .
Muitas vezes o mais importante é calar enquanto a soberba fala, apenas observe, tenho certeza que a conclusão será bem objetiva.
Se eu sei que nada sei, então saber é relativo
Enquanto estivermos sós, nada será conectivo
Nascemos e morremos, a questão de um instante
Referências subjetivas que mudam vários semblantes
A idéia de um porém, mas que nunca palpável
Dá idiotice amarga de uma sobrevivência amável
Luz que não se apaga, escuro que não dissipa
De um Deus onipotente, quem o mal habilita
Em uma esfera que não cai, enxergue o ar no céu
Numa concepção bonsai, estrelas são de papel
A Poeira de carbono, que julga e também é réu
Faça o que queres e a de ser tudo da lei
Se usassem a singularidade, talvez não existissem reis
Romântico e surreal de uma existência tão concreta
Possível vibrar emoções, se no peito bate uma pedra
É só química a sensação, treino igual de um atleta
Que por fora se faz monções, por dentro o caos deserda
