Enfrentar o Medo
A zona de conforto pode ser um trabalho, um relacionamento, um comportamento. É o medo de enfrentar o novo, se acomodar no que não lhe faz bem, mas, no que vc diz: "- Ah, estou acostumado". O medo de sair do costumeiro e buscar dar um passo à frente. A gente não sabe o que vai encontrar, mas, permanecer com mais do mesmo não vai lhe levar a nada né? Aliás, vai...a uma futura frustração, ou mesmo uma já presente que você insiste em não reconhecer.
-Você precisa antes de mais nada, enfrentar seu próprio medo. só assim então estará a altura de liderar aqueles que ainda tem medo da morte.
As cartas mostraram o futuro
A Justiça
O Diabo
E a Morte
Tive medo, enfrentei
Quem diria? Não é?
Tava mesmo contando com a sorte
As cartas lembraram o passado
Pensei
Vou mesmo mesmo entrar nessa barca?
No caminho gritei
Peraí, mãe Dináh!
Não faltou eu virar uma carta?
As cartas velaram o presente
Ou não!
Uma delas não foi revelada
Fui torcendo
Era o Louco?
Ás de copas? Tomara!
Só não quero outro sete de espadas
As cartas me guiam de novo
Socorro!
Quem mesmo uma nova mudança?
Estou triste
Arrasada
Segura e certa
Não lhe devo a menor confiança
Sumi
Resisti
Desisti
Decidi! Meu futuro sou eu quem sabe
Vou embora
Pra sempre!
Tranca a porta
Adeus!
Mas deixa eu ficar com uma chave?
A vida é como a chuva, ou ela nos faz parar para esperar, oou nos faz enfrenta-lá sem medo de ser molhado!
A preguiça está ligada ao conforto. O primeiro passo é sair do comodismo e enfrentar o mundo. O medo é uma prisão.
Venho de tantas tempestades que desconheço o medo da chuva. Não é preciso vencer sempre, mas é ideal nunca desistir depois de um fracasso.
O maior medo que existe é o de saber que você pode vencer; mas você só vai conseguir vencer se primeiro enfrentar este medo.
Dos lábios meus
Eu peguei o meu bodoque
Eu ensaiei um roque,
Enfrentei, do medo, as sanções
Atirando-me aos canhões.
Um quase suicídio, uma loucura,
Que todo caos, formou-me em cura,
Pois toda poesia, que se destrua,
No final, ela se forma, ah luz da Lua.
Pois reflete toda castidade
Castidade, não tem idade,
E o faz de conta, terminou assim,
Pra lá de ser mar sem fim.
Eu, virei um bedel e um juiz,
No final, da guerra -eu sempre quis,
Pois pela minha lei
Somos obrigados a sermos feliz.
Vida, oh vida!
Sábias, teu nome, gorjeiam,
O tempo da maldade, era sabida,
Mas a poesia, em prosa, liam.
Daí eu te vi, a admirar,
E aí eu te fiz coroar,
Eu virei o teu brinquedo,
Eu queria ser teu preferido.
Tente apagar, todo meu pranto,
Tente me amar, pois estou te amando,
Baby! Te amo, meu coração apaixonando,
Já até me esqueci, que ano estamos.
Já não vejo mais nada de ruim,
Meus olhos estão sorrindo,
E eu não era tão feliz assim,
Pelas ruas eu vou te seguindo.
Ah! Se tu soubesses como sou carinhoso,
Eu te quero muito. Amor sonhoso.
Vem matar essa minha paixão,
Longe de ti, ele devoras meu coração.
O medo nos faz ser o que nao somos pelo simples fato de não termos coragem de vencer o que está alem do possivél para nós mesmos.
(...) mas distância é detalhe para o louco que enfrentou mar turbulento a nado. Que engoliu o medo dos olhos pra proteger certezas pequenas do coração - as únicas. Não lamenta, ela também não, pois sabem que só morre de saudade aquele que a sente sozinho.
