Encontro entre Amigos
INCIPIT ∴
A vida é uma celebração, entre renascimentos e reencontros, idas e vindas, arranjos e desarranjos, algumas vezes rostos bonitos atravessam nosso caminho de forma rápida e intensa, e vão embora com a mesma pressa e intensidade, porem a experiência é uma marca contínua, que se grava na essência de cada um, e quase sempre cicatrizes são a melhor forma de saber o tipo de pessoa que não merece estar por perto.
As pessoas somente te afetam quando você passa a dar esse poder elas; olhe pra si mesma e note que você merece mais que um amor de fim de semana, note o quanto seu sorriso brilha e irradia, pelos gestos mais simples e quanto sua alma se faz luz em meio às sombras de um dia nublado; Empodere-se, seja dona do seu destino, de suas escolhas e seus sonhos , sempre é tempo de recomeçar , de se renovar de dar uma nova chance.
Afinal você mesma sabe que não é fácil destruir o amor de uma mulher, e que quando se ama perdoa várias vezes antes de ir embora e quando se vai... é para não mais voltar ∴
@gutogiacoobe
“ Na dúvida entre viver um grande amor ou não viver,pare, respire fundo, faça um bom e demorado exame de consciência e ouça a voz do seu coração.Acredite nele e daí então tome essa árdua decisão.Mas lembre-se, o coração nunca se engana,mesmo sua mente dizendo sim ou não.”
"Jamais deixe de acreditar no amor existente entre você e uma pessoa, principalmente se for puro e verdadeiro. Mesmo com as dificuldades e problemas impostas no caminho, acredite, seja paciente e não fuja, que ele irá se sobrepor perante os mesmos trazendo aquilo que tanto almeja, a felicidade."
Eu fico perdida
entre o ontem, o agora e o depois
Conto as horas para receber um oi
quem sabe um boa tarde
hoje ou amanhã
Não sei o que fazer
deixo minhas tarefas pela metade
nem sequer um chocolate
consigo fazer.
Nas horas mais tranquilas
é com você que desejo estar
deitar em seu peito, sentir teu cheiro
Dormir abraçadinho a Você.
Sei como continuar...
Entre cores que se misturam
E sensações que afloram
O outono tece o meu caminho.
Sigo-o ciente do retorno.
Não era uma distância longa entre um olhar e outro. Mas longe o bastante para que os olhares se deturbassem, uma distância suficiente para que fosse agregado ao olhar certa subjetividade e interpretação um tanto ousadas. E foi isso que aconteceu.
Dia após dia os olhares se encontravam, abraçavam-se, mas nada diziam. Talvez porque não achassem que ali estaria se criando visões de algo, de alguma coisa. E em linha reta, a conversa continuava. Não em palavras, mas na subjetividade dos olhares. Não é preciso dizer nada para que fosse percebido que ali por meio dos olhos a comunicação se fazia. E seus interlocutores sempre certos de que estavam sendo compreendidos. Será?
Talvez sim, talvez não. Os olhos não são muito claros, vejam o trocadilho, quando se trata de sentimentos. Alerta de espolie. Sim, um sentimento nascia por meio daqueles olhares. Pelo menos da parte do dono de um dos pares de olhos. De uma pequena semente por trás daqueles olhos nascia um sentimento. E alimentado pelo imenso terreno fértil da carência cresceu tanto que já não cabia mais no corpo. Começou a transbordar.
Saia por todos os poros da pele. Fugia pela respiração. Os olhos, porém, pareciam não saber transmitir essa mensagem. O olhar não tinha a força de levar à compreensão desse sentimento a pessoa a quem estava endereçado. E a dona do outro par de olhos não recebeu essa informação. Não imediatamente, apesar dos olhares continuarem ininterruptos.
E eis que entra nessa história um terceiro par de olhos. Na verdade, um par de ouvidos. Ao escutar a confissão do amigo, não crer. Ele que acompanhou e ouviu todos os cochichos daqueles olhares, percebeu de imediato que os olhos daqueles dois jovens não estavam falando a mesma língua. E a dona do segundo par de olhos ouviu da boca do amigo o que o dono dos olhares interpretou.
Ela não acreditou. Mas ficou calada, pois nada a boca tem a ver com a conversa dos olhos. E deixou então que os olhares fugissem e que ficassem calados para que não fossem mal interpretados. Mesmo assim, vez por outra eles se encontram, pois estão sempre no mesmo caminho, desviam-se e vão embora. E o terreno fértil da carência continua suprindo o amor que o dono de um dos pares daqueles olhos pensa existir. Olhares são perigosos. Eles falam muito, no entanto, nada escutam.
Numa guerra interior, entre a nossa consciência e o nosso coração, cuja as perdas emocionais são inevitáveis, e as materias podem ser irrecuperáveis, porque perdas sempre comprometem o nosso equilíbrio, o inimigo somos nós mesmos, e quanto mais nos consideramos combatentes valentes e autossuficientes para enfrenta-la, desprezando a importância da humildade para pedirmos ajuda, a paz jamais ganhará território em nós. Uma bravura inútil que só nos derrota
" É estranho parar um minuto pra pensar na minha vida, isso me leva ao limbo entre a turbulência de uma existência graciosa e a lucidez de um espera tenebrosa, isso me apavora quanto mais eu me recordo de outro eu que fui mai me apavoro com tanta dor que causei, mas a causa não se faz justa, hoje ela se torna poética, na mais sublime transformação da alma, a poesia me fez relembrar do mesmo limbo sem poesia , a alma é a poesia que o poeta sente e descreve a cada novo dia,,,,"
O que vinha nascendo entre eles era muito mais poderoso e profundo que luxúria. O que ele ainda não sabia, no entanto, era se aquilo era destino, os primeiros sinais do amor ou uma daquelas paixões raras e ofuscantes com que a maioria dos homens sonhava e poucos experimentavam.
CANTAROLANDO
Falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais. —Efésios 5:19
Você sabe por que as abelhas zumbem? Porque não conseguem lembrar-se das letras das canções!
Ironicamente, esta velha brincadeira faz lembrar de uma história séria e grave que li a respeito de um homem que aguardava uma cirurgia para colocar um marca-passo. Ele estava ciente que pessoas podem morrer durante tais cirurgias. Ao pensar sobre tudo o que poderia dar errado, sentiu-se muito solitário.
Então um plantonista entrou em seu quarto para levá-lo para a cirurgia. Quando o jovem começou a empurrar a sua maca pelo corredor, o paciente ouviu ele cantarolar um antigo hino irlandês: “Sê minha vida, ó Deus de Poder”. Esta canção lhe trouxe lembranças de campos verdes exuberantes e das antigas ruínas de pedras da Irlanda, onde ele nasceu. O hino inundou a sua alma como um vento refrescante de seu antigo lar. Depois cantarolou o hino: “Sou feliz com Jesus! Sou feliz com Jesus, meu Senhor!” escrito por Horatio Spafford.
Quando pararam do lado de fora da sala de cirurgia, o homem agradeceu-lhe pelos hinos. Ele disse: “Deus usou você hoje para remover meus temores e restaurar a minha alma.” “Mas como?” perguntou surpreso o plantonista. “Seu cantarolar trouxe Deus até mim”, respondeu o homem.
“Grandes coisas fez o Senhor por nós” (Salmo 126:3). Ele encheu nossos corações com uma canção. Quem sabe usará nossos “cânticos” para restaurar a alma de alguém. —DHR
O louvor flui livremente do coral dos redimidos. David H. Roper
