Encontro entre Amigos
A diferença entre mover e locomover é que mover você se move, e se locomover você se move em movimento
Mulher gosta de equilíbrio entre o carinho e a malícia. Entre o espaço e saber estar junto. Entre o segurar de mão e o apertar de cintura.
" Queria Que Você Soubesse a Falta Que Você Me Faz..
Entre As Voltas Que o Mundo Dar , Um Dia Irei Te Encontrar, Pq Sei Que o Amor Ultrapassa Barreiras , Que o Tempo Jamais Apagam .. "
Ai então minha vida começou quando te conheci, foi onde teve aquela divisão entre o antes e o depois de você como se antes fosse a noite e a escuridão e agora to vivendo o dia, com você tornando tudo sempre mais lindo.
“ Entre os motivos para parar de vê-la ?
- Risco físico iminente.
- Ela parece gostar da minha dor.
- Ela é totalmente louca.
E os motivos para continuar com ela ?
- Eu a amo. ”
Antes da Cruz, tinha um abismo entre nós e o Eterno. Mas quando Jesus Cristo fala: Tetelestai Ele é a ponte.
Antes da Cruz, tinha uma divida entre nós e o Eterno. Mas quando Jesus fala: Tetelestai Ele é o Advogado.
Se diante de uma crise deixarmos de viver a experiencia da reconciliação, em breve, surgirá entre os casais a separação silenciosa.
Escolhas
I
Como escolher entre
O doce e o eterno?
O doce que embriaga
Como vinho e aperta
O coração no momento
Mágico da paixão;
O eterno que transcende
A vida e a morte,
Como maná que
Aplaca a sede de amar;
Como escolher entre
O cheiro e o paladar
O útil e o agradável
O beijo e o inefável?
II
Como escolher entre
O medo e o desejo?
O medo que rasga rente
Com suas garras e punhais;
O mesmo medo que
Jamais intimida os casais;
O desejo que é dor e
Prazer a um só tempo;
Apetite ardente mesmo
Quando em passatempo;
Como escolher entre
O riso e o meio-tom
O toma-lá e o dá-cá
O áspero e o vulgar?
Estamos juntos ainda mas presos a ilusão, de que o que houve entre nós ficou no passado! Porém quando tu te libertas do teu corpo pela magia do sono, é comigo que vens encontrar e viver os mais maravilhosos momentos da tua vida!
Buscou o mundo; admirou todas as obras feitas pelo homem; sempre esteva "o correto" entre seu grupo, nunca surportou estar errado; a ganancia de tudo que se pode dar valor foi conquistada rodeado de pessoas ocas e sentimentos efemeros, tão pobre que só possuia dinheiro. Queria o mundo, mas em casa ao toque de sua cabeça no travesseiro, não possuia nada e nem ninguém.
Rima pobre
Das veleidades da vida
Debaixo do telhado de sempre
Entre paredes que prendem
E portas que abrem
E portas que fecham.
Acima do chão que segura
Quando corpo que pende
Quando a alma se perde
Quando o copo se enche.
Quisera que tanto harmonioso
Fosse o ciclo que decreta a cada coisa
Viva e morta, uma função;
Se assim funcionasse como o esboço
A realização.
Acima do telhado as gentes
A consertar a antena da tv que chhia.
Entre as paredes que prendem
Se abrira mil buracos de tempos em tempos.
As portas que abrem, abriam.
E fechavam meticulosamente.
O chão que pendia o corpo
Pertence agora a uma parcela de gente
Ou deita nas ruas irregularmente.
A alma derrama do copo que não suporta
As torrentes, dos tempos, das vidas, dos homens.
Se tudo é bem programado que homem haveria
que desse tudo e todos por boa intenção?
Se entre a humanidade caminha cada um
Cosendo com a própria linha sua trama de antemão...
As portas que abrem, quiçá, é uma armadilha
De entrar e ficar até então.
E quando por acaso se abrir uma oportunidade vã
Quebrar em nossa cara cristã, pedaços de um sonho bom.
Cada pedaço de tudo que deveria libertar
Mais limita e delimita no homem o seu lugar.
Mas continua e continuamos construindo castelos no ar (que bom!)
De imensas paredes, telhados e portas de se admirar
E taças pra beber e exaltar um tempo e um sonho.
Ladrilho e música, muita música, pra alma das gentes dançar
E esquecer que dançam pra esquecer que vivem e morrem.
Aos castelos todos dos homens vem o dia de desabar
Alguns desabam no chão, muitos desabam no ar.
