Eis a Razao da minha Vida

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Nosso senhor, um pastor, com muito amor, eis que chama a sua ovelha sem cessar.

O hipócrita opta por usar máscaras, enquanto o cínico por vendar os olhos. Eis a diferença.

O aroma do Cipreste-patagônico
continua intacto na memória,
eis-me como teu observatório
principal, terreno e astronômico -
presente em todos os cenários
preservada no íntimo caleidoscópio.


Não estou ao alcance das mãos,
mas o suficientemente enraizada
nos teus sentidos e vãos afetivos -
não há mais como ser arrancada,
pelo fato de reinar nos teus territórios.


Os teus impulsos e silêncios
todos de banquete têm servido,
por me colocarem no mesmo
passo na dança do mesmo destino.

... fazer o que é correto
ou esbaldar-se pelo fácil - eis o
verdadeiro paradoxo subvertendo
nossa percepção comoseres íntegros,
capazes - porquanto, somente
o primeiro,o correto, exige
sacrifícios!

Eis que um novo tempo se aproxima, e no passado o vento ainda varre as folhas de outono num chão onde deixei marcas das pisadas de meus pés e que ainda estão cicatrizando dos ferimentos de espinhos em tempos de outrora onde observava no recôndito de minha existência Aquele que em silêncio de seu sofrimento percorria aos sons estridentes de risadas e chibatadas o caminho da Luz e da Salvação.

CARTA I: A Condenação


Eis que a multidão estava tão agitada como as ondas do mar, e exclamavam — homens e mulheres, jovens e idosos — com tom azedo:


— Heeee! Heeee! Matem-no! Matem-no!
— Deem-no de comida aos cães!
— Rebelde! Rebelde! Rebelde! Rebelde!


Então condenaram-me por agir indiferente à multidão. Apedrejavam-me antes mesmo que eu lhes revelasse os seus pecados. Queriam silenciar-me antes que o karma e a justiça testemunhassem por mim.


Houve alguns que se ofereciam como escravos às mãos que tiranizavam a nação; outros reduziam-se a servos daqueles que dissipavam os poucos fragmentos de dignidade ainda existentes entre nós. Por recusar servi-los e por negar-me a participar das suas práticas imundas, sentiram-se confrontados pela minha posição.


Antes que me lançassem à masmorra, arrastaram-me com cordas diante de nomes pomposos. E, no cemitério da minha esperança, apenas tumbas se formavam.
As crianças riam; os velhos zombavam de mim. E os meus próximos… esqueceram que eu existia. Diante deles fui visto como vento: invisível, intangível. Aliás, o vento ainda é perceptível; infelizmente, para mim, ninguém me percebia. A minha presença, para eles, reduzia-se a números, diminuindo pouco a pouco, até que não restasse unidade alguma.


Fui abandonado e entregue pelos meus próprios amigos, vizinhos e parentes, que também vociferavam pela minha sentença ao lado da multidão:


— Condenai-o! Condenai-o!
— Enforquem-no! Enforquem-no!
— Joguem-no ao calabouço! Joguem-no ao calabouço!


Uns até debochavam, dizendo:


— Não és tu o herói? Então por que não ages contra nós? Onde está a tua coragem?


E soltavam gargalhadas em tom agudo:


Hahahahaha! Hahahahaha! Hahahahaha!


Outros cuspiam-me no rosto, enquanto os opressores falavam:


— Não sabes tu que não deves ir contra as leis da sociedade?


Então respondi-lhes:


— De que servem as leis se não visam proteger os fracos dos poderosos? De qualquer maneira, este julgamento não busca a verdade; apenas ratifica a culpa de quem é vítima.


Eles insistiram:


— Todos estamos subordinados às normas da sociedade. O que te dá o direito de desobedecê-las?


E eu respondi:


— Seja qual for a resposta — satisfatória ou não — o resultado será o mesmo: condenação. A lei está ao vosso serviço, não vós ao serviço dela.


Novamente perguntaram:


— Quem pode estar acima das normas? Por acaso não são elas que nos orientam?


Então respondi-lhes:


— As normas não podem estar acima da vida. Somos nós que as criamos; nunca elas que nos criam. Somos nós que as instituímos para que nos orientem.


Furiosos com a minha resposta, disseram:


— Desgraçado! Como te atreves a desrespeitar-nos? Já que não queres submeter-te, far-te-emos arrepender deste dia.


A multidão, cega e incauta de esclarecimento, apoiava veementemente os opressores. Não conseguiam distinguir o certo do errado; o puro do impuro; o joio do trigo; a tartaruga do cágado; o leopardo do guepardo.


E eu olhava para eles como um bando de jumentos sem direção. Então perguntei-lhes:


— Se a lei não condenasse os mais vulneráveis,
vós temeríeis as tropas que vos deviam proteger?
Não ousaríeis confrontar o que vos oprime?
Não teríeis o direito de exigir que vos tratassem com justiça?
Não protestaríeis contra aqueles que vos governam?


Os lordes, temendo que tais perguntas despertassem o povo e que, conscientes da verdade, pudessem rebelar-se, imediatamente ordenaram que me conduzissem à prisão de Kakanda, para que, dentro de dois dias, se realizasse o meu julgamento.


Durante esse intervalo, não comi nem bebi.
Dois dias depois daquela agitação diante dos lordes, organizaram um banquete para celebrar o meu julgamento e rir-se do meu atrevimento. Estavam presentes homens de todas as classes — nobres e plebeus — reunidos para assistir ao meu juízo.


"E, enquanto brindavam à minha sentença, eu era conduzido às trevas do calabouço."


In Cartas de Um Condenado. ✍️

Reencarnação espiritualista ou sintonia mental de uma freqüência ancestral, eis a questão entre os princípios religiosos e a física quântica cientifica, querendo conceituar a mesma coisa.

Eis aqui o último bar,
o último gole da última dose,
a última saideira.
Eis aqui o último bar
onde todos nós iremos terminar.
Cedo ou tarde
em meio a uma floresta silenciosa,
embriagados com flores e terra úmida.
Embalsamados com cera de velas
e águas salobras,
que insistem em correr como os rios,
e transbordarem pelas margens das triste esferas.
Pelas janelas da alma.

(Poema: Drink com os vermes)

Inserida por MagaiverW

E eis que ela surge,
A Dúvida...
Emaranha-se na tua cabeça
qual teia de aranha.
Com seus pequeninos fios
fininhos e transparentes,
quase imperceptíveis.
Agarrando-se aos teus pensamentos,
dificultando tuas decisões,
minando a tua vontade.
Sim...
Porque junto á dúvida, colado á ela,
como se fossem um só,
vem o medo.
Medo que impede, que desanima
que aprisiona, que sufoca...
Imobilizando, impedindo,
cerceando a tua capacidade
de agir, reagir...
Gerando infinitas perguntas
e nenhuma resposta.
Devo seguir ou retornar?
Lembrar ou esquecer?
Insistir ou abandonar?
Falar ou conter?
Óh dúvida,
porque me vieste agora?
Logo quando menos preciso de ti...

By Ivacelia
10/2012

Inserida por Ivacelia

"Meu amor eis tao linda.
Tens a cor do pecado,
seria eu a maior pecadora,
pois quero me perder entre seus braços."

Inserida por Ramona-avril

Eis a lua!...que os apaixonados tanto procuram...deitam -se na relva...e confessam...os seus mais profundos desejos...e num forte suspiro chamam por aquelas que...um dia se foram...levando as chaves de seus corações.

Inserida por beladonilo

Eis que a voz de Deus está chamando você; Por todo o céu um chamado ecoa.

Inserida por Portolive

Realmente eis o fim do mundo, levaram a esperança para longe das pessoas

Inserida por FagnerAdalgiso

Eis que te mostro a serpente do pecado, aquela que nunca venceu nenhuma batalha. Eis que agora te mostro o Rei da Glória aquele que trás consigo todas as vitórias infinitas… e você tem em suas mãos a escolha óbvia entre vida e morte.

Inserida por Samukajr

Esmeraldas Inefáveis

Indizível, encantador, inebriante, inexplicável.
Eis que vossos olhos são esmeraldas inefáveis.
Pequenas íris grandiosas, incomensuráveis.
Que entrelaçam-me violentamente tranquilos e suavizados.
Aurora cálida esverdeada...
Pequena parte de tudo excelente, precioso.
Marcante magnetizado, insentido e indecifrável.
Sinto-me acorrentado nesse mirante descortinado.
Que encaram-me com timidez ousada, suavidade tumultuada, uma delicadeza indelicada.
Mescla amarela e azul desnudo misturado.
Magico, magnifico, poético, pitoresco, sedutor, avido e colossal.

Inserida por David-Eliom

Tornar-se forte em meio àquilo que lhe enfraquece, superar-se, eis a prova.

Inserida por G15

Que Deus nos dê líderes apaixonados para guiar os famintos nesta geração. Que digam "Eis-me aqui Senhor"!

Inserida por PraCynthiaFerreira

Apenas palavras

Palavras frias, vazias,
Eis que as escuto,
E por fim, em um minuto,
Se tornam minhas guias.

Palavras sem som,
Sem importância para mim.
Pronunciadas em alto e bom tom,
Ecoam ao longe, sem fim.

Apenas palavras

Palavras, as quais não dou atenção.
Pra mim, não dizem nada,
Mas dizem tudo pra quem tem bom coração.

Palavras, apenas palavras.
O que são elas?
São tão belas,
Vazias palavras....

Inserida por Henry34

Eis que nasce um novo dia! Novas expectativas, novos sonhos... Muitas pessoas hj irão sorrir, tantas outras chorar, algumas partirão e outras desembarcarão nessa estacão da vida cheia de imprevistos... Alguns se apaixonarão pela primeira vez e outros de novo, e os mais sábios vão fazer o exercicio de se apaixonar continuamente por si mesmo.

Inserida por deianeves

Respostas impossíveis para porquês inexplicáveis - Eis a maior questão filosófica

Inserida por andreeg