Eis a Razao da minha Vida
Amar as pessoas como elas são não é fácil, nem obrigação, talvez nem aceitação.
Amar ao próximo é para mim, o tempo da minha alma, com calma e com verdade. Amar ao próximo sempre que for possível, sem interesse ou falsidade, apenas Amar.
"Por vezes é como se as escotilhas da minha mente estivessem enferrujadas e gastas pelo uso. As portas abrem-se e fecham-se à vontade. Uma espreitadela aqui. Um espaço vazio ali. Um local escuro para o interior do qual receio espreitar. Nunca sei o que vou encontrar. Não é possível predizer quando uma barreira se levanta e porquê. Gatilhos."
Seja notório o raiar do dia, assim como é notório a cada rosto refletido no espelho o seu reflexo.
Seja a alegria espontânea, como é espontâneo é o sorriso de uma criança;
Que as colinas nos cerquem, como as paredes de nosso lar a nos proteger do que fora está.
Que não nos falte lágrimas em cada emoção forte sentida, seja de felicidade...seja de tristeza.
Que o Sol que nos ilumina, não nos falte nos dias turbulentos.
Seja merecido o descanso àquele que labutou, deixando nesta labuta, a sua semente do dia.
Que consigamos enxergar a beleza de um dia, bem-vindo, através de todo esplendor da natureza.
Que seja notório aos olhos e adentre a mente, sem bater à porta, o universo das cores que abrilhanta tantas façanhas no dia - a - dia, deixando-nos boquiabertos perante uma selva - de - pedra.
Ah! se as flores falassem! Com certeza nos diriam que estamos estupefados. Pois elas têm, desde sua raiz, pré - determinado, o mais natural de cada cor em seu crescimento. Ora, juntássemos então todas as flores e teríamos não apenas um
arco-íris, mas sim vários. Quão notório seria nossa empolgação a tamanha beleza.
Eu poderia dominar o mundo se, assim, o quisesse, mas a amo e a quero feliz do jeito que quiser viver.
“Pelas lembranças de minha mãe e pelas mães que não tiveram tempo de conviver com seus filhos “desaparecidos” nas sombras de um tempo de medo”...
( Glaucio Teixeira Brandão)
Outubro de 2018
Há muito tempo de pouco tempo sem assistir à tantos gritos de intolerância, ódio e indiferenças banhando o oceano de nossas existências ...
Com a alma assustada pelas lembranças congeladas trazidas pela maré que se abate sobre nós ...
Ressurgiu em mim seus doces temerosos olhos azuis marejados de lágrimas incontidas, ao descrever as cenas daquele 31 de março de 64, quando você professora primária viera de Ourânia para tomar posse no Caio Martins .
Hoje eu entendo sem compreender mãe! Não
Era uma lembrança colorida ..O filme passa em preto e branco na velocidade das teclas que insistem velozmente em noticiar o caos e a espalhar o vírus da diferença entre iguais.
Que frio de alma! Me dá sua mão...Que bom que o apagador que outrora usaste lhe poupa hoje de ter consciência dessa irracionalidade insana.
Agora estou eu aqui em tempos de tristezas e incertezas embebidas em décadas de lágrimas, sombras e resistência.
Sinto o seu medo agora!
Mas em pouco tempo de segundos recorro à arma mais importante que herdei de você e de meu pai ....
Uma educação libertadora que me faz ter uma coragem inabalável para lutar por um país livre.. E não nos deixar calar a voz!!
Minha paz
Observar o horizonte no fim de tarde, do alto de uma montanha. Olhar para a Lua e as estrelas na calada da noite silenciosa e calma. Caminhar descalço, bem cedinho, olhando para o mar. Tudo isso me traz paz. Essa mesma sensação eu sinto quando estou com você.
Sobre dor
Em alguns dias dói.
Noutros dói mais do que doía.
A dor do presente é mais profunda do que a dor antiga.
Ó vento, cala-te um pouco.
Me deixas louco.
Preciso ficar aqui solitário.
O mar está se tornando cada vez mais cinza.
A felicidade é um bem retardatário.
E eu não sei mais o que fazer.
Pra daquele amor esquecer.
Ó mar salgado... minhas lágrimas te salgam mais...
Meu choro talvez fizesse minha amada voltar atrás.
É só daquele abraço que preciso.
A razão de meu amor...
Por que tardas em voltar?
Não voltarás.
Essa é a verdade.
Eu... eu que fique pura saudades.
Dor ingrata dor...
Segues comigo aonde eu for.
Escancaras tua crueza, tua dureza...
Tua indelével sutileza.
Não me deixas nem ao menos me enganar.
Minha amada não vai voltar.
Ó vento, acabe com esse tormento... pare de ventar.
Ó mar... pare de marear.
Dor, ó dor... pare!
Eu só desejo me enganar.
Tentar entender o quanto eu te amo e o quão é importante pra mim,
Seria como tentar visualizar o tamanho do Universo em uma única vida;
Tornando impossível de mensurar a imensidão do meu amor por você,
Por isso vamos até as estrelas viver, já que esta vida é apenas um segundo das nossas almas.
Cada janela uma vista do céu e da sua divina imensidão,
Cada janela vidas partilhadas em sinergia, comunhão,
Cada janela existem sonhos desejados ou já alcançados,
Cada janela existe amores novos, velhos ou simplesmente amados,
Cada janela com suas perspectivas únicas
Cada janela com suas melodias e suas músicas,
Assim é minha cidade, assim é minha São Paulo.
-Eu quase nunca vou,tipo,posso estar longe,mas sempre por perto.Se eu me afastar,é porque grito por socorro!
-Ai tu tem que vir me
Deixei minha amargura e meu rancor para trás
Alguém quis que eu terminasse com ele, eu não queria. Sei que existe muita gente sincera e ele era um desses. Pensando nos amores que tive, ele me parecia uma pessoa incrível.
Minha raiva não afetava o meu amor por ele, apesar dele ter me traído, revelou o amor que estava adormecido. Ele alterou o comportamento por minha causa, posso sentir o esforço que ele fez depois que se arrependeu.
O novo sempre me assusta, então o perdão foi uma possibilidade, um mecanismo social e não foi à toa, estava satisfeita por estarmos nos unindo ainda mais, grilaram mil coisas na minha cabeça, mas a qualidade do relacionamento saltou aos olhos.
Segurei a onda das crianças, elas ficaram muito tristes com nossas crises familiares, mas erámos uma família que brincava e nos fazíamos rir. O difícil é acreditar em mim depois de tantas decepções. A autoestima elevada vai lá pra baixo.
Mesmo e nas pessoas ao meu redor julgando e criticando eu ainda tinha a confiança que vem do meu interior. Eu não falei nada, não fiz exigências, não gritei, não impus posições. Os tempos mudaram e eu percebi seu arrependimento. É claro que não terá terceira chance.
Várias vezes ele disse uma coisa e fez outra, então não é por esse caminho. Sei o poder que eu tenho, sei que alguém parceira como eu ele jamais encontrará, alguém que lute por ele e com ele.
O que de melhor os miolos pensaram eu tentei internalizar, usufruir a beleza que estava todo dia ao meu alcance, a beleza interior. Precisávamos transformar juntos o nosso relacionamento chinfrim.
A primeira opção era terminar um relacionamento e a segunda era modifica-lo, optei pela segunda por ser a mais trabalhosa para mim, percebi que se fosse jogar fora qualquer relacionamento por deslizes, ficaria sozinha para sempre.
Dá para sentir a tempestade se formando por dentro, eu não era assim, nunca fui de perdoar fácil, às vezes eu acho que sempre me preocupei um pouco demais com a opinião alheia.
Era um relacionamento bom, intenso, alegre, feliz. Temos uma filha de seis anos, não sei porque eu me abri a possibilidade do perdão e acredite, acho que fiz a melhor escolha.
Sei que as pessoas estão pulando na jugular umas das outras. Sei que viver está cada vez mais dificultoso.
Mas talvez por isto mesmo ou, talvez, devido a esse maio azulzinho, a esse outono fora e dentro de mim, o fato é que o tema da delicadeza começou a se infiltrar, digamos, delicadamente nessa crônica, varando os tiroteios, os sequestros, as palavras ásperas e os gestos grosseiros que ocorreram nas esquinas da televisão e do cinema com a vida.
Sei o que vão dizer: a burocracia, o trânsito, os salários, a polícia, as injustiças, a corrupção e o governo não nos deixam ser delicados.
– E eu não sei?
Mas de novo vos digo: sejamos delicados. E, se necessário for, cruelmente delicados.
Às vezes é tudo muito mais do que consigo aguentar. Muito mais caótico. Muito mais difícil e muito mais exigente. Parece que o nível sobe sempre. Parece que o desafio é sempre maior. E parece que nunca vou ser capaz. E depois paro e olho bem para dentro. Olho para o que sou e dou o meu melhor. E acima de tudo entrego-me à vida com intensidade e esperança. Sabendo que lá na frente tudo fará sentido. Nos momentos em que doí, nem sempre consigo agradecer a experiência, mas depois respiro fundo e avanço com uma coisa de cada vez.
E sei, que sempre, tudo se refaz.
"Mundo, mundo, vasto mundo!
Sociedade tão injusta!
Tem gente nadando em riqueza
Tem gente se afogando em pobreza.
Minha gente, até quando?
Até quando, minha gente?
Está na hora de mudar:
É urgente!"
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