Efêmera
Quando a vida insistir em afirmar que o sofrimento é para sempre, não recue, pois a vida é efêmera e o tempo voa.
"Uma dose de Realismo Existencial, desperta qualquer um para a verdade sobre essa efêmera vida a qual temos que contemplar, dessa forma, se você investiga e aceitar os fatos como são, pode ser curado das insanidades a qual é ensinado a acreditar, sabendo a verdade como ela é, vendo que não é como dizem ser."
É indubitável que a efêmera existência humana é vã, tola e muitas vezes ignorante quando a realidade complexa e paradoxal que está a seu redor. As crenças mitológicas são um esforço da humanidade para explicar aspectos e características da realidade a qual os próprios não possuem certeza verídica alguma, não passam de insanidades mentais e esperanças ridículas sem coerência ou lógica."
Queissoirmão? Inda não se deu conta de que a vida é mera bolha de sabão?
Efêmera, passageira, passa rápido, passa ligeira... No ar a flutuar, ao sabor do vento... flutua pra onde ele soprar... engana-se quem pensa que escolhe o lugar em que quer ficar...
E muito tempo uma vida pode por aqui passar, mas nada é ao tempo da eternidade se a gente comparar...
Frágil... qual porcelana... a força que você tenta me mostrar... não, não me engana...
Indefesa... a nada está presa... o fim dela dela sempre chega... e não, não causa nenhuma surpresa...
e quando o fim de um algum amado vem... nem todo o choro do mundo consegue trazer de volta o se sentir bem.
Bolha de sabão... leve, livre, solta, colorida, divertida... assim também é a vida
E aí, irmão, será que Shakespeare tem razão? "Choramos ao nascer porque chegamos a este imenso cenário de dementes." ... e assim tem sido desde sempre...
A felicidade é efêmera e frágil como as bolhas de sabão.
Vai-se muito rápido, mas sempre se pode assoprar outras...
O homem que se atém ao fato de que sua vida será efêmera como o dia. Nunca perceberá que sua história poderia ser eterna como a natureza.
Cada segundo é um presente único, uma oportunidade efêmera. Celebre, dance, grite e brilhe intensamente, pois este dia é exclusivamente seu, uma página em branco para escrever uma história inesquecível.
Oh, efêmera existência humana!
Tão breve é a vida tão plena de dor
Ela é frágil como uma rosa que murcha
Que fenece antes do seu esplendor
Nós somos como a areia da praia
Que vai e vem com as ondas do mar
Pois a nossa existência é passageira
E o tempo é o nosso algoz a ceifar
Mas, ainda assim, seguimos adiante
Construímos nossos sonhos com afinco
Regamos com suor cada planta, cada cante
E vamos em frente, sem desanimar
Porque sabemos que somos uma centelha
Na Vida maior, que nunca vai cessar.
A vida humana é mais breve que um sonho
Um sopro, uma brisa tão efêmera
É breve, como um caminhar medonho
Mundo cheio de escuridão e estranho
Do nada, crescemos no tempo veloz
Aprendemos a amar, grandeza e fama
A glória é curta, uma brisa estanque do oz
Alma voa, deixando para trás a montanha
Somos como móveis na roda do tempo
Enganando-nos com riqueza, poder e brilho
A verdadeira riqueza está no amor, lamento
Tolo é não vê que a vida é um trem curto
Efêmera existência humana, um mito
Ah, quem dera podesse ter mais tempo
A vida é efêmera e não deve ser desperdiçada à espera. É fundamental agir e concretizar seus objetivos. O verdadeiro segredo da vida reside não em possuir tudo o que desejamos, mas em valorizar e amar tudo o que já temos. Não permita que outras pessoas o desmotivem ou o façam desistir das suas aspirações mais profundas.
A vida é tão efêmera para todos, mas a riqueza e o egoísmo cegam alguns que acham que o agora é para sempre.
Vida efêmera
Vivida longe de tudo
e sem acesso a um escudo
Que pudesse me afastar
Das passagens frívolas
Que gostaria de não ter vivido
Vida hilária
Na qual não passei de pária
Observando à distância
e descobrindo
Que sendo este mundo uma esfera
O menor caminho
Quase nunca é reto
Porém a trajetória
É muitas vezes temerária
Poucas vezes concreta
e quase sempre
Na direção contrária
Em uma estrada muito fria
Em companhia
De mim mesmo
Ensimesmado
E muita coisa ainda falta
Pouca coisa resta
Na parte que ainda
Não foi vivida
A estrada que percorri
Foi simplesmente
Sinuosa e descabida
Eu vejo gente arvorada
Em impérios imaginários
Apoiando os pés no nada
Quando este rio houver
Finalmente desaguado
No inexorável Oceano de verdades
Infinitamente capaz
De apagar a pira
do todas as vaidades
Pouca coisa emergirá
Além da ira
Incapaz de qualquer vingança
À luz da alva verdade
Que há de tornar toda gente muda
de forma aguda e incisiva
A finalmente perceber
Que a vida era passageira
Na dança efêmera da vida a findar,
Cada alma encontra seu término a vibrar.
Não são os anos que moldam a jornada,
Mas sim o viver, na estrada iluminada.
Em cada passo, um conto a tecer,
O tempo, efêmero, a desaparecer.
Importa mais a essência, a intensidade,
Do que a contagem fria da saudade.
A vida é um poema breve a declamar,
Cada instante, uma chance de amar.
Na fugacidade, a lição se revela,
O valor da existência, joia singela.
Assim, em despedidas que ecoam,
Encontramos sentido no que ficou.
Pois no palco efêmero da mortalidade,
A arte é viver com autenticidade.
Eu acho que a vida é efêmera demais para chorarmos por coisas e pessoas que não valem a pena e devemos fazer tudo o que sentimos vontade sem se preocupar com os outros.E não se arrepender de nada porque arrependimento gera stress e stress gera rugas e espinhas.E que devemos amar as pessoas.Sempre.A cada dia mais.E pelo menos uma vez por semana olhar o por do sol.
A vida pode ser comparada a uma fumaça que perfuma a felicidade efêmera, desprovida de substância eterna, e que é repentinamente dissipada pelo vento do esquecimento, conduzida pelo sopro do julgamento divino.
A permanência da existência por vida e por voz nesta dimensão é efêmera. Logo é imperativo que antigas palavras e questões existenciais, amorosas, familiares e amistosas estejam sempre bem resolvidas. Uma das maiores frustrações, é ter que posteriormente falar no vazio e viver na cruel incerteza da duvida do perdão.
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