Educação dos Filhos
Penso que não dá mais para imaginarmos o ser humano como um predador, lutando sozinho, olhando apenas para si mesmo, com uma certa dose de egoísmo; temos a necessidade de repensarmos nossas atitudes.
Não,não é acaso. Não é descaso. Somente o cumprimento da palavra do SENHOR.
Vivemos dias de opróbrio. Total desrespeito e desonra para com a humanidade. O conceito de educação, totalmente distorcido.
A família, para muitos, deixou de ser o alicerce; tornou-se um fardo. Até quando estaremos surdos para o grito desesperado de almas sedentas pelo amor de CRISTO?
Declaramo-nos cristãos, mas somos na maioria das vezes, indiferentes às necessidades do próximo; independente de sua origem.
Está escrito: "e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará."(Mt 24:12 - JFA)
Que haja para nós, seres (des)humanos, tempo de arrependimento. Tempo de despertar para o verdadeiro Amor.
Aquele que salva, cura, liberta. O Amor que nos aproxima e nos faz capazes de verdadeiramente cuidar e respeitar.
Possamos refletir sobre o sacrifício de CRISTO em favor da humanidade. Sejamos dignos de ser chamados "filhos de DEUS".
A graça do SENHOR seja contigo.
Enquanto não buscarmos alternativas para, de fato, educar e formar crianças com habilidades para contribuírem com a construção de um mundo melhor, continuaremos normalizando a violência e disfarçando-a como educação.
O Professor é um dos poucos profissionais que sabe como sua aula começa, mas têm a obrigação de se ajustar durante a aula para terminar perto do que ele planejou!
CIRANDAR
Cirandar nos torna unis e ao mesmo tempo livres. A essência do cirandar com as crianças está na verdade e na alegria do perceber, em que juntos, nos fortalecemos em vínculos, aprendizados e desenvolvimentos. Somos Um.
A arte de ensinar demanda exercer uma influência de profunda compreensão, aceitação e respeito, consciente das oscilações entre livre arbitrio e as personalidades nesta relação.
A Professora e a Bailarina
A professora e a bailarina
São duas figuras importantes
Uma delicada com as palavras
Outra com movimentos elegantes
Durante a pandemia
Nasce um sentimento conturbado
A professora é que mantém vivo
O mundo do qual estamos isolados
A distância e o pé da bailarina
Neste isolamento como doem
Mas a esperança é como o fim de um espetáculo
Onde os aplausos espantam qualquer dodói
A professora com fervor
Todos os seus alunos ela ama
Agora isolada com sua câmera
Seu coração de saudade emana
A professora e a bailarina
É uma combinação feliz
Levantando os braços e apontando
Tudo o que sabem com gestos gentis
As LIVES e os trabalhos da professora
São importantes para nossa educação
Pois juntas constroem nosso futuro
Com cultura, amor e dedicação.
(Autores: Membros da Família Vinho)
Em um país tão desigual como o nosso, onde a grande maioria dos adultos é analfabeta funcional, não podemos esperar que as famílias sejam responsáveis por ampliar o horizonte das nossas crianças. Se a escola não apresentar os mundos que existem para além dos muros das periferias, se não apresentar as diferentes profissões que existem, se não motivar o aluno, com exemplos e encorajamento, a acreditar no poder do estudo e a sonhar, é muito pouco provável que isso aconteça.
“Ver ou ouvir um aluno utilizando um termo que fora ensinado por mim não é outra senão uma catarse que funciona como uma panaceia às minhas agruras diárias. Fico com a nítida sensação de que, às vezes, só há que se apontar o caminho.”
Ser estudante...
É um dia, quando criança, pegar no lápis
sem saber o que fazer e traçar as primeiras linhas.
É dizer que está com dor de cabeça em dia de avaliação ou
deixar a brincadeira de lado para estudar.
É alcançar nota com o esforço dos colegas ou
se mostrar interessado em aprender.
É obter dez na prova de Matemática e
exibir pra turma inteira ou ficar feliz porque
as noites de estudo foram recompensadas.
É esconder dos pais os dias de reunião ou
fazê-los lembrar que todo encontro é importante.
É torcer para que o ano letivo chegue ao fim ou
aproveitar cada dia de aula.
É ser aprovado no vestibular sem um objetivo ou
ter certeza do caminho que quer seguir.
É concluir a faculdade e acreditar que aprendeu tudo ou
admitir que ainda tem muito que aprender.
Ser estudante é atingir o ápice do ensino e
descobrir que a melhor escola é a vida.
"Fazer as coisas certas do jeito errado, é errado. Fazer as coisas erradas do jeito certo, é também errado!"
Grande parte das pessoas se relaciona por conveniência, e não por compatibilidade. Muitas delas preferem estar com aqueles que possuem melhores condições financeiras, ou que possam ser mais úteis.
Não é sobre quem você é (seu caráter, sua educação, seu modo de ser), mas sim sobre o que você tem e pode oferecer.
A boa notícia é que essas pessoas geralmente deixam transparecer suas prioridades através de suas próprias atitudes, tornando fácil identificá-las.
É inquietante reservarmos a etiqueta social para estranhos, enquanto nossos entes queridos suportam nossa grosseria, irritação ou desdém.
Estabelecer um padrão mínimo de civilidade, mesmo nos dias mais desafiadores, é importantíssimo para evitar causar danos e preservar laços valiosos.
Se permitirmos que nossos impulsos dominem nossas ações, nos rebaixaremos à condição animal, agredindo verbalmente em vez de nutrir conexões.
Ao despertar, encontrar uma disposição jovial não é fácil, exigindo um esforço concentrado para descobrir um sorriso matinal.
A docilidade é uma complexa construção de nossa psicologia e temperamento, moldando nosso caráter para uma convivência pacífica.
A generosidade se revela na atenção cuidadosa, na vigilância constante e na renúncia ao egoísmo que nos leva a esperar servidão e compreensão automáticas dos outros.
Afigura-se que a etiqueta e a cortesia são reservadas para as interações com indivíduos desconhecidos, enquanto aqueles que compartilham intimidade conosco são frequentemente submetidos à indelicadeza, à irritabilidade, ao amargor e aos maus-tratos.
Que livros importantes estavam aparecendo? Algumas reedições, como a da Contribuição à História das Ideias no Brasil, de Cruz Costa; o Itinerário de Silvio Romero, de Sílvio Rabelo; a Educação como Prática de Liberdade, de Paulo Freire...
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 206
