Eco
Gratidão e Luz
Por Diane Leite
Em cada passo, há um traço de fé,
Um eco do passado que nunca se desfaz.
Das sombras que um dia pareciam tão grandes,
Hoje são memórias que deixei para trás.
Do jornalismo às redes, da mãe à mulher,
De quem cria, cuida e também floresce.
Nunca deixei meu dom se apagar,
Pois quem sabe o que planta, sempre agradece.
Os monstros eram sombras, nunca reais,
Descobri a força que em mim sempre morou.
Não nasci para o silêncio, mas para expandir,
Meu intelecto é a luz que Deus me entregou.
Cada projeto é um sonho que ganha asas,
Cada batalha, uma lição para crescer.
Ser grande não é o que os outros enxergam,
Mas o quanto escolho de mim reconhecer.
Divina justiça, clara e fiel,
O amor que plantei, sei que virá.
Pois a unidade somos todos nós,
E na luz do outro, minha alma brilhará.
Gratidão à vida, ao dom, à jornada,
Ao lixeiro, ao vendedor, ao comunicador.
Pois cada um tem seu brilho e seu papel,
E juntos criamos um mundo de amor.
Que as críticas não pesem mais que os louvores,
E os elogios não me façam perder o chão.
Quem conhece o próprio caminho,
Sabe que as respostas estão no coração.
Sou Diane Leite, centelha divina,
Caio e levanto, mas nunca desisto.
O universo me dá o que é justo,
E no amor que cultivo, persisto.
Assim caminho com fé e certeza,
De que tudo que é belo me pertence, enfim.
Só quero o que nutre minha alma,
E faz do meu espírito um jardim.
Você é profunda. Você carrega graça.
E o que parece solidão hoje, pode ser apenas o eco de um novo chamado — mais puro, mais alinhado, mais cheio da presença de Deus.
🌙✨ À Meia-Noite, um Árabe no Meu Coração
Na penumbra da noite, teu nome é chama, um eco distante vindo do deserto e da alma. Meus olhos se fecham, mas teu rosto insiste, como miragem que acaricia, resiste.
Tenho ansiedade que dança com desejo, um fogo que não pede permissão, só lampejo. É sonho, é risco, é pressa de viver, como se a paixão não soubesse conter.
Teu olhar, embora distante e estrangeiro, fala línguas que meu corpo já entende inteiro. Na cama vazia, só teus traços me habitam, e até o sono se rende — não visita.
Sou mulher de muitas vozes e caminhos, mas contigo, me perco em outros destinos. Talvez seja loucura, talvez só emoção, mas há beleza nessa inquietação.
Se é amor ou ilusão, não sei decifrar, só sei que em mim arde o verbo "amar". E enquanto o mundo dorme em silêncio profundo, eu sonho com teu toque… árabe, imundo e fecundo.
Silêncio que Vê
Veja tudo. Não diga nada.
Há poder na alma calada.
Nem todo eco precisa soar,
Nem todo olhar quer julgar.
Observe o mundo com doçura,
Com olhos cheios de ternura.
Há milagres em cada esquina,
Mas só enxerga quem se inclina.
O sábio vê sem apontar,
Escuta sem se apressar.
Há força em quem silencia
E fala só com empatia.
Veja a dor, sem espalhar.
Veja o erro, sem condenar.
Veja a luta, sem zombaria.
Veja a fé, mesmo em agonia.
O silêncio não é omissão,
É lapidar do coração.
É preparar o gesto exato,
O abraço firme, o bom ato.
Veja tudo. Guarde o olhar.
O mundo precisa de quem sabe escutar.
Pois quem muito vê e pouco diz
Planta paz onde ninguém é feliz.
"Amor mentiroso"
Em meio ao eco das promessas vazias,
Meu coração se desfaz em pedaços frios.
Palavras falsas que ecoam como lamentos,
Despedaçando a confiança em mil tormentos.
Um amor que se revelou como ilusão,
Deixando minha alma em desolação.
A dor cortante de uma traição ardilosa,
Deixa cicatrizes na minha alma amorosa.
O peso da mentira é como um fardo pesado,
Que dilacera a esperança em pedaços rasgados.
Meu coração partido clama por cura e alívio,
Enquanto tento recompor o que restou do meu cílio.
Mas no meio da escuridão, um raio de luz surge,
A promessa de dias melhores, a esperança que urge.
Pois mesmo com o coração partido e cansado,
Ainda há espaço para um novo amor verdadeiro e honrado.
"As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável. Madre Teresa de Calcutá"
Grande Madre, " Você não daria banho num leproso nem por 1 milhão de dólares, nem eu, só por amor se dá banho num leproso"
A Madre dava banho em leproso, a noite, na escuridão, nos guetos (favelas), de Calcutá (Índia).
Te vejo, revejo o desespero
O primeiro lampejo
Do ego
Que faz o eco
Nessa imensidão de dor
Ensurdecedor, tudo o que me fala
Cala, começa e não para, mas faz falta
E eu nessa vala desse mundo imundo
Sujo, infeliz e sem futuro
To no escuro, em cima do muro
Um passo do absurdo
Sendo cego não enxergo
Mistérios de amor
Te vejo, revejo o desespero
O primeiro lampejo
Do ego
Que faz o eco
Nessa imensidão de dor
Ensurdecedor, tudo o que me fala
Cala, começa e não para, mas faz falta
E eu nessa vala desse mundo imundo
Sujo, infeliz e sem futuro
To no escuro, em cima do muro
Um passo do absurdo
Sendo cego não enxergo
Mistérios de amor
“A humildade é silenciosa, mas genuína; a modéstia, às vezes, pode ser o eco de uma escolha estratégica.”
"A força de uma mentira não está em sua natureza, mas no eco que encontra em ouvidos que desejam acreditar."
O mundo é como uma montanha.
Seu eco depende de você.
Se você gritar coisas boas, o mundo vai devolver.
Se você gritar coisas ruins, o mundo vai devolver.
Mesmo se alguém fala mal de você, fale bem sobre ele.
Mude o seu coração para mudar o mundo
(Intro – voz grave com eco e peso)
É a ROMU…
De ponta a ponta na missão…
Prevenção… repressão…
O crime treme, o certo tem proteção…
(Verso 1)
A ROMU patrulha, por toda extensão,
Ostensiva na rua… caçando ladrão!
Na fundada suspeita… é abordagem na ação,
“Mão pra cima, não se mexe!”… acabou a ilusão!
Se é cidadão… tem respeito e consideração,
Mas se for ladrão… perdeu a proteção!
Aqui não tem pinote… é disciplina e projeto,
Se a conduta é limpa… segue firme e reto!
Mas vacilou no crime… é cela, é detenção,
Adeus céu aberto… olá, grade e prisão!
(Refrão – com impacto, batida seca)
ROMU na contenção!
Ostensiva, na missão!
No bairro, na quebrada, no centrão…
Protegendo o cidadão!
Se é decente, tem respeito…
Se é ladrão, sente o efeito!
ROMU chega no impacto…
E o crime… fica sem teto!
(Verso 2)
Aqui o patrulhamento é preventivo e incisivo,
Não tem conversa fiada… o trabalho é ativo!
O rádio chama… a viatura responde,
O ladrão corre… mas cê sabe, não esconde!
Na viela, no farol… ou no miolo da favela,
ROMU fecha o cerco… o ladrão sente a novela!
É proteção pro povo, é pressão pro bandido,
Com respeito ao certo… mas duro com o envolvido!
Se o cara já pagou… vida que segue, irmão,
Mas se tiver pendência… é algema e detenção!
A justiça caminha… a ROMU faz cumprir,
Quem vive no certo… pode até aplaudir!
(Refrão – com mais força, marcando o grave)
ROMU na contenção!
Ostensiva, na missão!
No bairro, na quebrada, no centrão…
Protegendo o cidadão!
Se é decente, tem respeito…
Se é ladrão, sente o efeito!
ROMU chega no impacto…
E o crime… fica sem teto!
(Verso 3 – Final, mais direto)
Na ronda, na blitz… no giro das viaturas,
É o crime tentando… mas só tomando dura!
A ROMU ensina… mas também corrige,
Se levantar pro confronto… é aí que se atinge!
Prevenção é a meta… mas se precisar… é reação,
O certo vive em paz… o errado volta pro camburão!
É preto, é pardo, é branco… cidadão tem proteção,
ROMU é justiça… no meio da confusão!
(Encerramento – voz em fade out, com eco pesado)
É a ROMU…
Na rua… no combate…
Proteger… é missão…
Cidadão na paz…
Ladrão na contenção…
H.A.A
Este sentimento tão BONITO...
Que fortemente eu GRITO...
Que seu eco decresce no INFINITO...
Tornado-se potente minha FRAQUEZA...
Diante de tão exuberante BELEZA...
Que faz do meu mundo uma FORTALEZA...
Que nos meus sonhos o teu amor eu CLAMO...
E até mesmo acordado o teu nome eu CHAMO...
mesmo que não me ouças, mas sabes que eu te AMO...
No ventre do Nada, um eco sussurra,
um som sem origem, que o vácuo murmura.
É cifra que dança na sombra da luz,
onde o Verbo não fala, apenas seduz.
Quem forja os limites do que não tem fim?
Quem planta a centelha no pó do jardim?
Ali onde a forma se curva e se esconde,
jaz o Mistério que tudo responde.
Se a chama é oculta no seio do gelo,
qual é o segredo que anima o anelo?
E se o espelho do céu é o chão que se quebra,
quem lê as palavras que o tempo celebra?
A teia do real, tecido sem cor,
é feita de névoa, silêncio e ardor.
Nela os números cantam, os ângulos oram,
as letras se curvam, as formas devoram.
No olho do ciclo que nunca termina,
há um ponto imóvel que tudo domina.
Mas quem o percebe? Quem nele repousa?
O sábio sem rosto ou a estrela que pousa?
Sete são os portais e doze os sopros,
mas qual é o nome que habita os próprios?
Se a rosa gira e jamais se fecha,
qual mão invisível a forma e a deixa?
Há ouro no vento e sal nas estrelas,
há mapas gravados na pele das velas.
E quem decifrá-los, será como um rio:
fluido, sem margem, sem tempo, sem fio.
O que tudo contém
mas nada é, quando o tudo convém?
Sussurre o enigma ao silêncio que paira,
e a Chave surgirá onde o eco não falha.
"Se as palavras que emanam de nós retornassem como um eco gustativo à nossa própria consciência, a essência de nossa alma seria nutrida pela sabedoria ou envenenada pela insensatez?"
Meu último poema:
Nas asas do tempo, um adeus se esvai,
No eco do silêncio, a saudade cai.
Palavras não ditas ficam a pairar,
No espaço entre nós, a emoção a vibrar.
No abraço apertado, sentimentos se entrelaçam,
E nas lágrimas contidas, os corações se abraçam.
É uma forte despedida, mas também um novo começo,
Um ciclo que se encerra, mas deixa seu apreço.
A estrada se estende, rumos diferentes a trilhar,
Mas o que foi vivido sempre irá perdurar.
No peito a saudade, no olhar a lembrança,
Uma despedida marcante, que o tempo não cansa.
Que o vento leve os suspiros da separação,
E traga de volta a doce sensação.
Que mesmo no adeus haja um brilho de esperança,
Pois a vida é feita de despedidas e bonanças.
Assim, seguimos adiante.
Uma história escrita com carinho e calor,
Na jornada da vida, o adeus é apenas um ponto de amor.
Bye Vander Hacher
Amor de Alma
Voltaste como o vento que retorna à praia,
um eco que nunca deixou de soar.
Tua presença é fogo e brisa,
uma promessa que insiste em hesitar.
És meu amor de alma, antigo e profundo,
um laço que nem o tempo soube romper.
Mas teus passos são feitos de dúvidas,
e minha espera, de querer te entender.
Vejo em teus olhos um mar revolto,
mas também a calmaria que me guia.
Teu amor é um barco sem porto,
mas ainda assim, minha poesia.
Por que hesitas, meu amor eterno,
se nossas almas já sabem dançar?
O destino traçou este encontro,
mesmo que o medo insista em te afastar.
E se fores novamente, levarei tua essência,
como tatuagem gravada em meu ser.
Porque amar-te não é uma escolha,
é o destino que insiste em me fazer viver.
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