E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Numa Esquina da Rua Bresser
Numa esquina da rua Bresser, em uma noite congelante de sexta feira, com semelhantes temperaturas do Alasca, o clima dentro do barzinho segue favorável. A reunião entre amigos é aquecida entre uma bebida quente e um bom papo que da o clima de verão ao ambiente.
Numa esquina da rua Bresser, a resenha marca a batida das risadas, as ideias são compartilhadas e os celulares vão enchendo suas caixas de mensagens com chamadas perdidas das patroas que não entendem que esses momentos são particulares.
Numa esquina da rua Bresser, os pensamentos sufocantes em relação ao trabalho e as dívidas ficaram de fora, não foram convidados para participar da festa.
Numa esquina da rua Bresser, esta rolando a tal "vida Bohemia", a noitada fria vai ganhar um clima tropical, bem caliente e não tem hora para acabar, afinal de contas, "hoje é hoje, vamos bailar"!
Numa esquina da rua Bresser, hoje vive a diversão, o respeito e a amizade, no amanhã viverão as lembranças e as saudades.
Um Jantar Incrível
Esta noite foi mágica...
Nós jantávamos em um belo restaurante a beira mar, o clima estava muito agradável, a minha conexão com dois mundos estava a mil. De olhos bem abertos e apaixonados eu não conseguia desvia-los de você, no momento em que fechei os olhos por alguns segundos quebrei a corrente do tempo e revivi por meio de fleches relâmpagos, a noite anterior enquanto deitados no sofá pude sentir as batidas do teu coração debruçado sobre o meu rosto, o teu corpo estava tão quente e vibrante, naquele momento eu reconheci a força presente e verdadeira do teu amor e ele se chocou com a energia pura do meu, uma sensação de felicidade e gratidão tomaram conta de mim.
Abri os olhos novamente, e ai esta você a minha frente, linda e impactante! Agora é o meu coração que grita mais alto, agora são os meus olhos que brilham mais fortes do que as estrelas, sinto a privilegiada sensação de sermos um só, vejo através dos teus olhos o nosso amor se unificando, se tornando precioso.
No ato!
Na calada da noite o silêncio toma conta; no Céu tudo está normal e bonito, a Lua e as estrelas brilham como sempre; o clima de mais uma noite de inverno predomina e mantém a vizinhança nas suas casas em absoluto repouso; na minha casa uma confusão de pensamentos acaba de acontecer e é devidamente descrita em forma de versos...
Noites densas
No fechar dos olhos a calada da noite fria da o tom da festa; sim o show vai começar!
Muitas vezes eu não sei se é real ou imaginário o que estou vivenciando ao cair no sono. A momentos que meu coração pulsa descontroladamente, me pego muitas vezes ouvindo a sua voz sussurrando no meu ouvido dizendo o que eu desejo ouvir naquele momento de prazer; sinceramente já senti o toque das suas mãos pelo meu corpo e vice-versa; quantas vezes acordei no meio da madrugada todo suado e sem fôlego?
Não sei se tudo isso é loucura ou uma enorme paixão que sinto por ti?
Só posso confirmar olhando nos teus olhos; que te amo! Te amo demais!
Deixa os meus segredos guardados comigo em meus sonhos!
AMOR OU LOUCURA?
EU TO VIVENDO UM SONHO DE AMOR, COM A ALEGRIA DE UMA NOITE NO CIRCO, AS HORAS PASSAM TÃO RÁPIDO QUANTO AS LUZES DE UM FOGUETE, NÃO DEIXE A PORTA SE ABRIR, VAMOS VIVER ESSE MOMENTO LOUCAMENTE, NÃO SE PREOCUPE COM O AMANHÃ, MATA NOSSA VONTADE NOS ABRAÇOS, BEIJOS E APERTOS, DEIXA NOSSOS INSTINTOS SE ACABAREM NESTA NOITE QUENTE, QUERO TE DIZER, COMO É BOM ESTÁ COM VOCÊ, SUA VONTADE DESENFREADA DE ME POSSUIR ME TRANSFORMA EM UM ANIMAL INSACIÁVEL, O SEU CALOR ALIMENTA CADA VEZ MAIS OS MEUS DESEJOS, TUA BOCA ESTIMULA MEUS SENTIMENTOS, TUA BELEZA ME FAZ PERDER OS SENTIDOS, TOCAR SEU CORPO ME FAZ COMETER PECADOS QUE LEVAREI VIDAS PARA PAGAR; SOU PERDIDAMENTE APAIXONADO POR VOCÊ, VEM, POR FAVOR, FAZER PARTE DE TODOS OS MEUS DIAS, QUERO TE CHAMAR DE MINHA!
Na minha noite mais escura,
esconderam-se a lua e as estrelas.
No fim da caminhada, no abismo profundo, vi uma luz; seu nome é Jesus.
Venham á noite, melhor durante a madrugada
quando as crianças já estão dormindo,
venham devagar , usem armas com silenciadores ,
para que elas não acordem aterrorizadas.
Não atirem por atirar!
Deixem as crianças vivamente abraçadas ao sonho,
não façam delas estatística de morte
durante vossas operações.
Durante o dia, façam silêncio!
Non atirem por atirar!
As crianças estão nas creches e nas escolas,
deixem-as tranquilas estudando.
Não atirem por atirar!
As crianças gostam de balas,
mas não essas que vocês usam.
"Noite de amor"
A lareira está acesa, esperando por voce
A mesa está arrumada,para hora do jantar
Na varanda um vento frio,mais a lua dá pra ver
Hoje minha dama,iremos festejar.
Esta noite eu te juro,será top meu amor
Uma música suave,dançaremos ao luar
Sem sons mecanizadas,serei o seu cantor
De carícias e malicias,no seu íntimo entrar.
Quero aquercer-te ao deitar,tornar-me cobertor
Ser a primeira imagem dos seus olhos ao amanhecer
Chamar-te de rainha,ser teu escravo ou senhor
Te levar café na cama,e amor voltar fazer.
Essa noite tive um sonho que eu tinha saídas durante um tempo, mas me pegava em um lugar em que estava acompanhada de outra pessoa que me ajudava. Num determinado momento nos víamos sem saída. Aí andávamos e encontramos duas pessoas conhecidas. Uma foi receptiva. A outra só não foi comigo. Assim mesmo eu dei um beijo em meus dedos e coloquei na sua cabeça e disse-lhe que se sentisse beijada. Isso me mostrou que sou gentil até quando estou em situação difícil. Não havia saída da, até que uma delas disse que tinha a chave. Ficamos felizes. Era só girar a chave. Porém tinha outro obstáculo. Devíamos subir num parapeito e se pendurar para conseguir concluir a saída dali. Eu recolhi minhas coisas e me preparei para ir. O sonho acabou. Acordei pensativa.
Ela o viu na calada da noite refugiado em um canto na frente daquela casa. Algo aconteceu. Numa fração de segundos o seu mundo não era mais o mesmo. Ele sentado solitário no escuro da rua, pareceu um cão abandonado. Naquele dia (noite), ela meio que o adotou e o amou.
Por causa do sono dessa noite, lembrei que há uns dois anos atrás sonhei que André tinha recebido uma nova chance de viver. Ele estava adulto como quando partiu. Lembro que virei para ele e aconselhei que ele tomasse conta com carinho dessa nova vida e não fizesse com essa o que fez com a outra.
Livro:
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo X
RÉQUIEM AO SOL, PROMESSA À NOITE.
Vultos dançam nas bordas das sombras, evocando os espectros de reminiscências sepultadas sob o lodo da ausência.
São murmúrios de passos nunca dados —
rastros de uma presença que, mesmo morta, ainda transborda ruína no porão da consciência.
Eis que o sol, alquebrado em seu estertor, entoa um réquiem à lua —
Não com voz, mas com luz exangue,
como se os próprios astros sepultassem o dia em silêncio.
Talvez seja nos delírios oníricos que a existência se insinua,
ou, quem sabe, nos pesadelos que anunciam dilúvios e ruínas.
O vazio que habita estas paredes não é silêncio,
é gestação de mundos que jamais nascerão.
E mesmo assim, o oco permanece grávido.
As sementes são escassas,
mas algumas ainda dormitam sob o limo do esquecimento.
Foi então que a aparição retornou —
Camille Monfort.
Não atravessou o espaço como os vivos o fazem.
Não caminhava.
Movia-se com a gravidade de uma lembrança que nunca soube morrer.
Deslizava como as brumas que sangram das frestas de um túmulo mal selado.
A atmosfera, diante dela, contraía-se em silêncio espectral.
Era presença e lamento.
Era epitáfio em forma de mulher.
Ela se postou diante do espelho esquecido — aquele onde os reflexos recusam habitar.
Ali, não havia imagem, apenas a insinuação de uma ausência.
O espelho a temia.
E a noite, também.
— Chamaste-me do subterrâneo da memória?
A interrogação ecoou como um sussurro no interior de uma cripta.
Não foi voz — foi sintoma.
Tentou-se responder, mas as palavras, apodrecidas no palato, desmancharam-se antes de nascer.
Falar diante dela era transgredir o sagrado do silêncio.
Camille aproximou-se da madeira corrompida que geme sob os pés dos esquecidos.
— O receio ainda te habita?, murmurou ela,
como quem não pergunta, mas sentencia.
Negar foi instintivo.
Mas naquele instante, não se sabia o que era instinto ou delírio.
— Talvez a noite seja apenas o útero de realidades não encarnadas, continuou.
— E o pranto, uma liturgia mal compreendida pelos vivos.
Mas há aqueles que compreendem… os que redigem livros com a pena embebida em saudade e treva.
Ela então se inclinou sobre a alma que não ousava respirar e, com voz de sopro ancestral, murmurou:
"Os vivos sonham. Mas as sombras se lembram."
Um toque — e a razão sucumbiu.
Desconhece-se o que sucedeu.
Se foi sono ou êxtase.
Morte breve ou vida suspensa.
Apenas silêncio… e a certeza de que algo se foi,
ou veio para ficar.
Sobre o assoalho enegrecido, repousava uma rosa — não vermelha, não branca — mas negra como a ausência de retorno.
Ao lado, uma página molhada pela umidade de um mundo interior que nunca secou.
Em tinta densa, o nome que jamais deveria ser esquecido:
Camille Monfort.
A Lótus que Veio da Noite de Paris.
O século XIV envolvia Paris em névoas frias e sinos distantes. Naquele cenário de becos estreitos, enfermidades que ceifavam esperanças e uma cidade dividida por crenças e paixões, dois jovens encontraram um ao outro como quem encontra uma estrela caída em plena terra. Éloise, com olhos de alvorada cansada, e Mathieu, aprendiz de iluminador de manuscritos, descobriram-se destinados desde o primeiro toque das mãos.
Amavam-se com o ardor silencioso dos que sabem que cada instante é ouro. Lutaram contra a miséria, contra as dores físicas que o tempo lhes impunha, contra a indiferença dos que zombavam de sonhos simples: casar-se, formar uma família, colher o pão que o próprio trabalho oferecesse. Foram ternos um com o outro até nas febres, na fome, nos invernos impiedosos da alma.
Quando a Noite de São Bartolomeu cobriu Paris com o sangue dos inocentes, eles fugiram por ruelas que pareciam gritar, protegendo um ao outro como se fossem muralhas vivas. Mas o destino, numa dessas esquinas onde a história decide seu rumo, tomou-lhes a carne. Caíram abraçados, misturando as últimas palavras numa promessa: “Se eu partir, te buscarei. Se te perder, te encontrarei.”
No mundo das almas, despertaram separados pela espessa névoa que antecede o esquecimento. Procuraram-se, chamaram-se, vagaram por décadas que pareciam séculos. Enfrentaram regiões sombrias onde o eco da dor faz tremer até os espíritos valentes. Passaram pelos domínios de Hades, atravessaram o torpor quase fatal do Lete, onde memórias se desmancham como tinta na água. Viram, com os próprios olhos do espírito, os abismos semelhantes aos descritos por Dante Alighieri, onde almas perdidas repetem dores que não compreendem.
Eloise e Mathieu resistiram.
Chamaram um ao outro com a força de um amor que se lembrava mesmo quando a memória tentava se desfazer. Desafiaram os ventos que queriam dispersá-los. Até que, numa região de luz tênue, avistaram-se. Não correram: flutuaram um para o outro, como se a eternidade inteira os puxasse para o reencontro. Tocaram-se e o toque incendiou universos.
Naquele instante, compreenderam que jamais suportariam outra separação. O amor que possuíam não desejava apenas viver; desejava ser.
Decidiram, então, um gesto extremo e sublime: renascer não como dois, mas como um só ser, impossível de ser fragmentado pelas sombras, pelos séculos, pelos mundos.
E reencarnaram.
Transformaram-se numa única flor de lótus de luz, pulsante e pura, flutuando eternamente nas mãos seguras de Buda, como símbolo do amor que atravessou mundos, mortes, infernos e esquecimentos e venceu.
Ficaram assim, unidos para sempre, não como corpos, mas como essência; não como promessa, mas como eternidade. Porque um amor que desafia tantos véus não precisa mais temer o tempo, a morte ou o destino.
O amor de Éloise e Mathieu não apenas sobreviveu ao aço e ao fogo das mortes da Noite de São Bartolomeu; elevou-se acima de todas as geografias da dor e se tornou luz permanente. No gesto de reencarnar como uma única flor, compreenderam que a verdadeira vitória sobre o sofrimento é transformar-se no que nenhuma força pode destruir. Tornaram-se imortais não por fugirem da morte, mas por transmutarem o próprio sentido de existir.
E hoje, na lótus de luz que repousa nas mãos de Buda, vivem o triunfo silencioso que só o amor absoluto conhece.
Marcelo Caetano Monteiro.
O Céu da tarde vestido
de Topázio Imperial
para receber a noite
parece comigo buscando
escrever um poema
que se pareça conosco,
E por ambição profunda
de abrir os teus
sentidos e colocar todos
nos meus sentidos
dançando os mesmos
passos do destino,
Não é mais segredo
que você se parece
comigo e eu pareço contigo,
a a cada dia a gente se merece.
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