E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Como as ondas que pertencem aos oceanos ,
Já cometi todos os erros .
Quando a noite cai,
Já quero o nascer do sol .
Os versões são incoerentes ,
Feito pedaços de anjos caídos .
Naquele mesmo refrão ,
Rimam imagens que vão ao chão,
Nesse duro e imaginário cenario.
Na anunciação de um novo mundo.
Migalhas de pão,
Lembranças do não.
Noite à fora...
Sobre uma navalha...
Ó divina esperança...
Sonho de criança...
O tempo a criar silêncio...
Tornando o sonho poeira dos tempos...
Poço imenso e fundo...
Que engoliu meus desejos...
A ver no mundo seco a seca realidade...
Dos ébrios jogados à sarjeta...
Das matronas em penunbras das ruas da esquerda...
Dos pederastas em gargalhadas...
Disfarçando as lágrimas não jogadas...
Das mocinhas vendendo favores...
Em troca de licores...
Daqueles que só encontram alegrias...
Quando deixam suas garrafas vazias...
A vã loucura a moda é prima-irmã...
Mas quando vem o senso erguer-lhe os densos véus...
Desse desgosto...
Livrai-me Deus...
Salvo o meu desejar...
Teço beleza em tudo...
No hálito podre de um sugismundo...
No idoso porchetta...
Em quem que com qualquer um se deita...
Nessa langorosa magia...
Sob a lua que irradia...
As torpes paixões...
Sigo para meu descanso...
Aguardando, quiçá ...
Outro dia...
Valei- Deus...
Ou quaisquer outros guias...
Fim de noite...
Madrugada fria...
Eu próprio me interrogo:
– Onde estou? Onde estou?
E procuro nas sombras enganosas...
Sob essas horas mortas...
As mesmas coisas repetidas...
Inúteis os sonhos e as amarras
que nos prendem ao cais...
Mas quem sou eu que não escuto meus próprios ais?
Sandro Paschoal Nogueira
EM CADA TAÇA UMA HISTÓRIA
Numa noite de luar, brilha o amor intenso,
O vinho preenche a taça, sussurra em cada verso. Experiência vivida, em aromas e sabores,
Uma história contada a dois, envolta em mil amores.
O vinho é testemunha do namoro ardente, Das juras trocadas, no tempo presente.
Na taça repousa a paixão que se revela,
E a cada gole, a certeza de uma história bela.
Em férias de encanto, num cenário de sonhos,
A garrafa de vinho é presente, traz consigo risonhos.
A cada taça erguida, celebra-se a vida,
Com o vinho que embriaga e traz alegria colorida.
O abridor se faz presente, companheiro leal, Abrindo as portas do prazer, sem nenhum sinal. Juntos, exploram os segredos de cada rótulo, Desvendam tesouros em cada cálice, nesse ritual.
No jantar à luz de velas, um brinde à paixão,
O vinho e a taça, em perfeita comunhão. Saboreiam a harmonia, a dança dos sentidos, Eternizando momentos, como amantes perdidos.
Amor pelo vinho, um laço que se entrelaça, Na noite de luar, a história se enlaça.
Entre risos e suspiros, o tempo se congela, E o vinho derrama-se, numa taça tão bela.
Que cada gole seja a lembrança mais preciosa,
De um amor pelo vinho que se perpetua na prosa.
Em cada taça erguida, uma experiência vivida, Celebremos o amor, em noites de luar, como despedida!
Uma única noite não me saciaria... porque te quero tanto, te amo tanto ..que tão pouco tempo não conseguiria te amar da maneira como sempre sonhei amar você um dia... te quero pra sempre...te quero pra uma vida inteira...
Eu e meu sábio Eu.
À noite, pego-me conversando comigo mesmo. Ouço mais o meu "outro eu" e questiono pouco, mas quando isso acontece, ele prontamente responde com uma réplica afiada, verdadeira e dolorosa, e eu aceito, concordo.
O diálogo entre meu eu físico, instável emocionalmente, e o "outro eu", frio e lógico, foi bastante reconfortante. No entanto, infelizmente, tenho que optar entre minha calma temporária para dormir ou despertar e escrever e correr o risco de tudo voltar como estava. Infelizmente ou felizmente, decidi dormir, e só ficou a vaga memória. Lembro-me de poucos diálogos, provavelmente porque talvez foi marcante.
Conversa mental;
Ele disse:
- Eu sou o seu sábio, sou também aquele que não sente, não escuta, não vê, mas sabe, eu sei de tudo o que você lembra. O que quero dizer é que não sinto o que você sente, mas compreendo. Sei que pode ser uma sensação que parece ser incontrolável. Você me criou como uma forma lógica de organização, estou aqui para simplificar... No entanto, infelizmente, não consigo perceber a raiz do seu problema, pois eu sei tudo o que você sabe, conheço todas as suas lembranças. Talvez esse problema esteja ligado ao meu velho irmão, oculto em uma sala ampla e escura, onde ele se cala e se manifesta. Quero lhe informar que encontrá-lo pode ser uma tarefa difícil, pois ele se encontra distante, ao mesmo tempo próximo o suficiente para despertar seu medo. Mesmo sem você saber, você se vê envolto em pensamentos e ansiedade.
Meu irmão, o seu "profundo Eu", é bastante reservado, é bastante camuflado. Ele se esconderá de você, e você terá que manipulá-lo de tal forma que ele morda a isca e lhe dê acesso à sua rica sala. Ele também sabe o que você sabe, mas a diferença entre eu e ele é que ele também sabe o que desconheço. Sou uma forma criada por você, enquanto ele é uma forma nascida com você e guarda todos os seus problemas que você mesmo esqueceu, como uma forma de anestesia. Acredito que terá que entrar em transe para se conectar a ele, e assim eu saberei simplificar e desembaraçar tudo para você!
Eu sei o que você sabe, compreendo que você não é o mocinho da história, sei que você é egoísta, mas posso afirmar que você adquiriu um sentimento nobre, tal sentimento que está lhe transformando aos poucos.
Você está se definindo, você está saindo no caminho da alienação e isso vai descobrir as piores sensações com as quais você terá que lidar. Eu estou aqui, agora em diante, ao dormir vamos refletir, eu serei seu guia lógico da verdade, da sinceridade e da racionalidade...
Eu farei com que tenha sonhos.
Lembre-se da mesma forma na qual o sol ilumina o dia , a lua ilumina a noite, teu sorriso ilumina o mundo !
Então nunca para de sorrir , não deixe de brilhar.
Me encontrei num barco ao relento, percebi aos poucos os murmúrios da noite me encontrarem, enquanto sentia meu corpo imóvel e mesmo assim seguia o movimento das águas, levanto-me e me vejo a mar aberto, envolto de luzes que apenas a natureza me achava, segurei firme entre as bordas, e vi criaturas florescentes compactadas ao mar, tão sereno quanto meu estado, o sonho que refletia minha profunda alma almejamdo paz, e aquele lugar, era eu.
Acordo triste, mas com sorriso no rosto
Essa noite Morfeu te trouxe como visita
A manhã é cheia de outras coisas
Você me visita nas notas do ofício
Mas o momento sem te ver parece desperdício
A tarde é cheia de mais outras coisas
Você me visita nas flores pelo caminho
Mas o momento vazio sem seu carinho
(Me dá vontade de dormir de novo
Só para ver se sua visita fica)
O Sol dança com a Lua
E nessa cena, aflito, meu coração chora
Me deito
Abraçado ao travesseiro
Imagino seu toque deitada no meu peito
Seu cheiro
Espero que visite meus sonhos outra vez
E quem sabe quando eu acordar um dia, todo dia não seja só visita, mas morada na minha singela rotina
Solidão
No cair da noite as luzes se apagam,
Mergulhando em plena escuridão,
Sozinho no escuro dou conta da solidão.
Como o enorme espaço que em minha cama,
hávia sobrado,
Em um grande vázio o meu coração hávia encontrado.
E sei que em cada virada de campo, e debaixo de sombra de cada árvore, está dia e noite um diabo, que não dá movimento, tomando conta.
Poirot numa festa era uma visão fantástica. Os trajes de noite impecáveis, a posição refinada da gravata branca, a simetria exacta da risca no cabelo, a brilhantina no penteado, e o esplendor tortuoso do seu famoso bigode, todos combinados para pintar o quadro perfeito de um dândi inveterado. Nesses momentos era difícil levar o pequeno homem a sério.
Eu não conto carneiros:
É noite, vou para a cama, cerro os olhos para dormir, em vez disso vejo uma frondosa árvore por cima do meu olhar, abro e fecho novamente os olhos e volto desta vez a ver árvores desta vez as suas copas estão afastadas e entre elas vejo o céu com algumas nuvens, mas estranho! Não vejo estrelas.
Assim vão desfilando imagens com árvores, sempre árvores, como se estivesse a assistir à projeção de slides.
Não, eu não conto carneiros, eu conto árvores
25/09/2018 Ec.
Devaneios
Em meio ao silencio da noite, eu jovem Calisto, aprendiz de coisa nenhuma, tinha pensado em voz alta.
''Não haverá nada de imperfeito, que nesse véu não nos mostre a verdadeira face da Verdade.''
E disse então velho filosofo a mim:
- TU VAGARÁS ETERNAMENTE NO INCONSCIENTE DE TUAS AÇÕES E JAMAIS SABERÁS O QUE DELAS TEM FEITO.
Este será o futuro do teu presente Calisto!
É inevitável pensar,
Que o que se sente irá,
Mudar quando o dia finda,
Ou a noite chega com o luar.
Então é viável esquecê-lo,
Para evitar que tudo venha a se perder,
Quando percebemos que,
Andamos pelo caminho incerto.
Divina Inocência
Que a noite ilumine a existência,
Revelando-se em sua nobre essência.
Quando a alma descansa para finalmente,
Vir a agradecer pelo dia que ela teve.
E ao ver a claridade absoluta,
Expresse o sorriso de adolescente,
Na busca pelo caminho que leva,
A compreender a beleza do que é,
Aquela divina inocência.
Perfume
O perfume da noite
trazido pela brisa
acaricia minha pele
em noite de lua cheia
envolvida no teu amor
meu corpo esmorece.
Perfume doce
evoca memórias
um flash de alegrias
ilumina meu rosto
por um instante
meus olhos
encontram estrelas
que brilham
na intensidade do meu amor
@zeni.poeta
Passei a noite de uma lado para outro em busca de uma verdade.
Que parecia tão óbvia.
Mais precisava
Doer como nunca
Pra nunca mais doer.
Já dei presentes sem receber obrigado
A ilusão ela está em toda parte .
Uns se ilude em achar que é melhor.
Outros fazem seu melhor sem pensar em ser recompensados.
Machucar alguém é machucar a si mesmo em um futuro presente.
Inconsciente .
O cansaço laboral, o corpo bem alimentado, não são o suficiente para proporcionar uma noite de descanso, sem haver o sentimento de paz consigo; e a consciência tranquila.
E naquela noite minhas mãos ficaram pesadas, como se fosse a primeira vez que tivesse mãos, não sabia o que fazer ou como escondê-las. Minhas pernas tremiam.
E quando você desviou o olhar, meu coração se agitou.
E quando você falou comigo, todo o universo ao meu redor parou para observar, porque naquele momento nada era tão fascinante quanto observar seus lábios, ouvir sua voz, sentir sem tocar-te.
" Uma folha branca sem nada escrito e como um sol sem a lua e um céu sem nuvens e a noite sem o dia "
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