E o Tempo da Travessia e se Nao Ousamos Faze-La
E depois de muito tempo, por fim percebia-se que dentro daquelas circunstâncias, uma força maior regia. Eu, sendo apenas eu e, você, roxo de tentar, não se atentou e junto a mim escreveu tua história. Ainda ali pensei comigo nas razões de ter chegado naquele lugar e foi quando uma voz me veio à mente: almas mortais, apresento-lhes um novo ciclo de vida.
O que é o perdão como podemos nos perdoar pois a todo tempo criamos para nos e para outros situações : odiosas , sabe , sempre ouvi dizer q ah o perdão sincero pois remorso não é perdão e que Deus perdoa o arrependimento sincero , que a verdade vos lhe bertará , sabe somos um povo aflito e sempre precisando de um conforto na busca da fé e do aprendizado da alma e por vezes saímos bem machucado e desistimos aos poucos sem perceber e traçamos curcos , círculos no nosso próprio caminho , depositamos algo q acreditamos q nos fará bem pois todos diz q cada um com sua crença mas o respeito? muitos d nos nem sabe q fazer o curso da vida e apenas passar , não esta colhendo uma boa passagem...
Se puder reflita
EM TEMPO DE NUVENS ARTIFICIAIS, BREVE PASSEIO
PELO PLANO EXISTENCIAL FÍSICO
Cá, os pés despidos atritam nas areias lavadas das praias ribeirinhas.
A pele se entrega à brisa e harmonia dos rios, lagos, lagoas, cachoeiras.
Os ouvidos estão na frequência sonora de bichos, aves, folhas e ventania.
Nas manhãs e tardes, o sol triunfa; à noite, lua e estrelas expõem fulgor.
Noutro plano, google meet, zoom, youtube, falas digitais, nuvens virtuais.
Telas de notebook, celulares, vídeos, imagens, incursões cibernéticas.
Inteligências artificiais, internet, skype, teams, conexões informáticas.
Senhas, hiperlinks, sinais, e-mails, canais, sites, redes sociais.
Breve pausa na incursão internauta e em suas Comunidades e Grupos.
O interagir presencial rende-se aos notívagos e a sinfonia da fauna e flora.
Há um céu, com suas diversas moradas, e o olhar se esvai no infinito.
Um corpo se recompõe e o cérebro vai se despindo de conteúdos clichês.
No pacote da era da comunicação não disponibilizaram o antídoto,
Para vigiar e desopilar o acúmulo de referenciais desnudos de essência.
Não acautelaram sobre o ópio viciante na busca do tudo e do nada.
Há raros médicos e auxiliares no plantão, eles também estão conectados.
Derrogaram a minha intimidade sob a evasiva do moderno inadiável.
Acondicionaram, sem vênia, todos os meus dados pessoais na nuvem.
Ela não é passageira, mas virtual, invisível e com atuação à espreita.
Os downloads trarão de volta crimes, mas também os sigilos da profissão.
Penitencio, não deter a velocidade de softwares e práticas informáticas.
Urge descer, antes de se perder o fôlego e do eixo da terra se alinhar.
Renuncio às tsunamis de fake news, nudes, escritos inoportunos.
O que se busca é o afeto de pessoas antes de cumprimentos robotizados.
Situo na retaguarda constante dos humanos no estandarte da automação.
Confidencio, que o chip na pele, resguardando a segurança por satélites,
É o mesmo que suprime a minha garantia de liberdade ou de privacidade.
Todavia, ainda é menos invasivo que o celular nosso de cada dia,
Com bons dias autômatos no Instagram ou WhatsApp no afã de feedback.
Aversão, sim, à neofobia, amiúde contra o avanço científico, ético e moral.
A internet é a maior biblioteca, não tão fiel quanto aquela da Alexandria.
Aqui, segue o mesmo navegante vanguardista das conexões presenciais.
Incauto inclusionista da espécie humana antes dos computadores,
Cônscio, de que as máquinas vieram para servir antes de dominar ou excluir.
Na vida os momentos mais importantes nem sempre são reconhecidos à tempo, é comum que só se perceba seu real valor ao se tornarem parte do passado.
Sou uma fortaleza me protegendo das batalhas da vida.
O tempo passa, e por mais difícil que sejam essas batalhas, continuo me mantendo firme, por que sei que um dia vou vencer!
Ilusão pra mim nada mais é do que o tempo e a distancia pra transformar o que eu quero em realidade!
VIAGENS PELO INTERIOR DO CONGO – Parte 4
Marcial Salaverry
Durante o tempo em estive no Congo, efetuei diversas viagens por essa região. As estradas continuavam sempre a mesma “maravilha”, ou piores ainda, dependendo da quantidade de chuva que caísse. Todavia, em outras viagens passei por outras situações, no mínimo curiosas. Contá-las-ei aleatoriamente, sem especificar em tal ou qual viagem.
Em certa ocasião, estávamos chegando a um dos inúmeros “bacs” necessários para a travessia dos diversos rios que cortavam a região, fui surpreendido pela atitude do barqueiro que se limitou a dar de ombros diante de meu pedido para atravessar. Certo de que estava esperando o “matabisi” (gorjeta) , preparei-me para enfiar a mão no bolso, quando Alexander cutucou meu braço, apontando para o meio do rio. Lá estava, nada mais nada menos, do que um alegre grupo de hipopótamos brincando, justamente no caminho da balsa. Com aqueles alegres animaizinhos que, possivelmente deveriam estar ensaiando para o coral de Domingo, tal a farra e a cantoria, não havia a mínima condição de travessia, pois se eles resolvessem nos convidar para a festa, não sobraria nem um só pedacinho da balsa, ou do jipe e, lógico de nós mesmos, pois o hipopótamo tem aquela expressão simpática do gordo bonachão, mas é uma fera quando incomodado.
Só nos restou ficar aguardando que terminasse a “festinha”, e os simpáticos bichinhos fossem para outro lugar, para descansar, pois se eles resolvessem dormir por ali mesmo, teríamos que esperar muito tempo. Felizmente os “hipos” são muito metódicos, e tem seus lugares próprios para repouso. Assim sendo, após quase 4 horas de espera, pudemos finalmente atravessar o rio.
Em outra ocasião, tivemos um problema muito mais complicado do que encontros com elefantes, leões ou hipopótamos. Foi uma espécie de entrevero com o pior dos animais que poderíamos ter encontrado : uma patrulha de soldados bêbados. Por falta do que fazer, um pequeno pelotão de 14 soldados do “glorioso” exército congolês, resolveu “patrulhar” aquela estrada. A meio de caminho, resolveram “encher a cara” com o famoso “vin de palm”. Para melhorar tudo, cruzaram conosco. Quando perceberam a aproximação do jipe, armaram uma espécie de tocaia na estrada, para surpreender-nos. Conseguiram. Calculem nosso susto, ao ver aquela turba, brandindo metralhadoras e revólveres, ordenando nossa parada.
Obviamente, paramos. Pelas divisas, calculei que a turba estava chefiada por um sargento, justamente o mais bêbado de todos. Maravilha. Comecei a ver o tamanho do pepino que nos esperava. Respirei fundo, procurando disfarçar o que estava sentindo, dirigi um amável sorriso ao dito cujo, chamando-o da “mon capitain” .
Primeiro ponto. O sargentinho adorou ser chamado de “capitão”. Quis ver tudo. Documentos, que quase examinou de cabeça para baixo (o documento, não ele). Quando começou a abrir as malas e viu as peças do mostruário seus olhos brilharam com as diversas camisas e calças lá existentes. Não preciso dizer que meu mostruário ficou seriamente desfalcado... Ainda bem que já estava terminando a viagem. Coisas do Congo... Agora, que posso estar contando, posso assegurar que não é nem pouquinho agradável a sensação de estar diante do cano de uma metralhadora, principalmente levando-se em conta que estava nas mãos de um soldado bêbado. Bastava um soluço qualquer, e eu não estaria aqui escrevendo estas reminiscências. Depois que tudo passou, Alexander e eu nos entreolhamos aliviados. O único prejuízo foram as camisas e calças “presenteadas” aos soldados. Seguimos viagem em paz.
Havia outra particularidade interessante nessas viagens. A maioria dos comerciantes não gostava muito de usar cheques, por falta de confiança no sistema bancário do País. Seus compromissos eram sempre pagos em dinheiro. Então, no último dia de visita em cada praça, era feita a “coleta”. Passávamos em todos os clientes, efetuando os recebimentos, e o dinheiro todo era colocado em um daqueles baús. Era o próprio “Baú da Felicidade”... Agora, calculem o que poderia ter acontecido se “aquele” baú, não estivesse estrategicamente colocado no fundo do jipe, e os soldados o tivessem aberto...
Felizmente as calças e as camisas encontradas interromperam a busca.
Essas viagens rodoviárias pelo interior do Congo, sempre mostravam ainda um outro lado, que merece um destaque especial. Era o trabalho das Missões Católicas. Geralmente instaladas em rincões bem afastados dos principais centros, os missionários procuravam fazer um trabalho humanitário e social digno de nota. Quase sem recursos, somente com doações de particulares, procuravam melhorar a vida das crianças da região, ensinando-as a ler e escrever. Esbarravam em um problema sério, que era o poder das crenças locais, que sempre eram um entrave para o trabalho dos missionários.
Além desse serviço humanitário junto aos locais, também davam abrigo a viajantes com problemas, como ocorreu comigo. Enfim um trabalho nem sempre reconhecido, razão pela qual quero prestar minha homenagem a esses heróis dedicados, os missionários e missionárias, que prestavam um serviço humanitário de extraordinário alcance. Realmente a dedicação com que esses abnegados se dedicavam ao trabalho era impressionante. A qualquer hora do dia ou da noite, em caso de qualquer necessidade, não hesitavam em ir às aldeias para socorrer quem precisasse de seus serviços. Eram professores, enfermeiros, médicos, parteiros, mecânicos, enfim tudo que fosse necessário. A remuneração que recebiam à guisa de salário era ridícula, algo como o salário de nossos professores, que sequer lhes permitia morrer de fome, pois não poderiam ser enterrados, por falta de recursos, e mesmo assim, com todas essas condições adversas, cumpriam sua missão. Tenho que registrar essa fato como reconhecimento à sua ação. Ainda há que se levar em conta que as Missões sempre estavam em locais isolados e, por isso, sofreram com as barbaridades cometidas durante as lutas pela independência... Triste demais...
A história continua, e como sobrevivi a tudo, posso sempre estar desejando a quem o desejar, UM LINDO DIA...
Com o tempo aprendi uma coisa muito interessante.
Sempre que um palavra por mais que seja importante é gostosa de se pronunciar, repetitivamente.
Ela se tornará obsoleta até mesmo desprezada.
Mas por consciência quando decidimos deixa lá de lado, acontece bela surpresa da falta, e da ausência de ouvi-la, criar a nassecidade de fazê-la presente novamente , assim fazendo que seja apreciada cada sílaba desta palavra.
"Te Amo".
Por muito tempo procurai o significado de servir a Deus e só agora consegui chegar em uma conclusão, servir a Deus e deixar de viver uma vida de quase certeza pra viver de FÉ
O tempo pode até desbotar as recordações, porém jamais esmaecerá o carinho daqueles que se amam verdadeiramente!
Eclesiastes 3.1: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Tempos de prosperidade geram felicidade; Tempos difíceis geram maturidade; Tempos de transição geram evolução; Tempos de decepções geram sabedoria; E no tempo de Deus se estabelece o destino.
Seu olhar...
N sei ao certo o que sinto quando nossos olhos se
encontram... Ao mesmo tempo que vc parece ser engraçado e
vive num mundo de sorrisos....
Em seu olhar eu sinto maturidade...segurança....como se formasse um barreira entre nós...e o tempo parasse por milésimos de segundos...
Mais n posso me prender a fantasia de me apaixonar dnv....apenas por um olhar...
Às vezes sinto que vc tà me lendo....que chega até arrepiar...meio desconfortável...mais ao mesmo tempo é bom chamar sua atenção....
Não...e não..
Não posso eu....uma iludida...se apaixonar pelo seu olhar....belo garoto que eu mal conheço...
O tempo do nosso amor está guardado com carinho dentro de mim. Cada sorriso em um dia de sol, cada tempestade que enfrentamos juntos, cada sonho conquistado e até mesmo todos os que nunca se realizaram. Aquele era o nosso momento, mas atualmente tudo é diferente. E se eu ainda te amo, ao menos estou aprendendo a te deixar para trás. Eu me lembro de como o meu coração ficava em paz quando eu estava com você. Agora, ao ouvir o seu nome e pensar em você como a ex, ele se parte mais uma vez. Você era o meu lar, era o meu grande amor, era a namorada que eu queria um dia chamar de esposa. Agora, o meu mundo caiu, pois você escolheu ir embora, mas o amor que eu sentia continua bem aqui. Mas nada disso importa eu apenas quero vc feliz pq sempre foi isso que eu quis, mesmo de longe estarei feliz por te ver feliz mesmo que sua felicidade seja estar longe de mim.
Queria que algumas pessoas soubessem que... a pouco tempo criei um coração gelado e uma mente blindada para novas amizades,romance, e etc.. pois as pessoas que eu amo durante um tempo parecem ser boas para mim, assim como eu tento ser para elas também, mais nunca é o suficiente pois elas falam que somos incríveis, demonstra: carinho,aféto e depois some.. vai embora sem se despedir ou dar explicação cansei coração não aguenta não. (Paz)
A cada dia, se passa mais tempo, e quanto mais tempo passa, mais eu fico apaixonado por você. Você tem o controle sobre mim, e nunca se deu conta disso...
- Relacionados
- Frases de Amor Não Correspondido
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
- Amor não correspondido
- Frases de raiva que dizem o que você não consegue falar
- 37 poemas sobre o tempo para pensar na passagem dos dias
- Não Vivo Sem Você
- 63 frases sobre o tempo para aproveitar cada momento
