É hoje
Hoje tirei férias de mim,
das pressas que me puxam pelos braços,
dos dias que não cabem no peito
e das noites cheias de cansaço.
Desliguei o peso do mundo,
silenciei as cobranças do ser,
e por um instante raro
me permiti apenas viver.
Helaine Machado
E hoje bateu aquela saudade com nome e sobrenome...
Daquelas que apertam o peito sem pedir licença.
E eu fiquei pensando que no último encontro,
eu deveria ter conversado mais um pouco,
deveria ter abraçado mais um monte de vezes,
como se cada abraço fosse eternidade.
Dói saber que pode ter sido a última vez.
Mas fica a lembrança — viva, quente, bonita,de tudo que foi e de tudo que poderia ter sido.
Corte Cirúrgico:
Hoje eu deitei para dormir mais cedo
O meu colchão me abraçou bem apertado.
Sufocado, eu senti bastante medo,
E neste enredo eu fiquei desacordado.
Quando despertei naquele lugar trancado,
Senti os meus braços amarrados
E logo isto me apavorou por inteiro.
As luzes piscavam descontroladas
E o suor com gotas geladas
Afirmava que não seria o primeiro.
Vozes me agitavam e risos me cercavam.
Estava em transe sem reação.
Os braços que me tocavam,
Tiravam de mim qualquer ação.
Nessa noção eu avistei o meu pavor,
Reluzindo com as luzes o brilho mortal.
E nesta hora não sabia como me recompor,
E então a dor seria mais do que fatal.
Engoli em seco, pois não havia
Na garganta uma só gota
De saliva que ali possuísse e nem poderia
Me salvar do meu destino com forma marota.
Aquele avental verde lodoso,
Castigava minhas pupilas com ardor
Sentia o meu suor se tornando poroso.
A carne queimando deixava no ar o fedor.
O bisturi cortando, preciso e cauteloso
A dormência na pele me impedia
Que eu sentisse aquele rubro lustroso
Cobrir o meu corpo o quanto podia.
Minha consciência lutava até o fim,
Para eu não cair fácil assim
No golpe de sorte que a vida possui.
No entanto, já exausto eu sei
Que tentei mas não aguentei
Àquele ato a vida logo me exclui.
Tsharllez Foucallt.
Sei que está cada vez mais difícil acreditar nas pessoas de hoje em dia, então te darei á opção de confiar em min ou não.
Hoje já não sei quem sou, sem você sinto sua falta, com você não me reconheço...me perdoe pela loucura que é algo tão pequeno precisando de amor e ao mesmo tempo algo tão grande que expulsa o amor, o tempo todo...eu sou uma sanfona de esperança...eu tenho estria na alma...em algum lugar tem um hospício me esperando.
Dengue
Sabe hoje? Eu tô me sentindo doente.
Mas não é de hoje. Já faz uns dias.
Um mundo mais pálido, a vista fechada,
A vontade de viver secando em mim.
Tipo... eu tô doente. Doente de verdade.
Eu não tenho fome e nem coragem de sair da cama.
Na verdade, tenho uma bola na garganta.
Não, não é uma bola. É um bicho vivo.
É um gato arranhando a carne por dentro,
Rasgando pra fora, num desespero contínuo.
Eu tento cuspir, eu tento expulsar,
Mas ele crava a unha e não sai.
E o pior? O pior é estar sozinha.
Eu não sou fraca. Mas hoje me encontro frágil.
Odeio a fragilidade me arrastando pro chão,
Nesse poço sensível onde me afundei.
Eu não consigo pensar. Eu não consigo agir.
Eu só consigo ficar deitada. E chorar.
Qualquer som lá de fora me faz desmoronar.
Como se a doença vazasse pelos meus olhos.
Como se eu precisasse rachar de uma vez,
Com um choro contido e engasgado,
Pra engolir a verdade que eu sempre recolho:
Eu não tenho ninguém. Ninguém pra chamar.
Ninguém que me chame sem segundas intenções, sem transações sociais.
Alguém que só queira saber como estou e venha ao meu socorro.
Isso me lembra algo.
Eu tive dengue quando era criança.
Família grande. Casa cheia e vazia ao mesmo tempo.
Tudo acontecendo, mas nada era dito.
Eu ficava doente, encolhida no canto...
Pequena. Insignificante. Engolindo o grito.
Ninguém cuidava de mim. Ninguém me via.
E isso bate na ferida que nunca fechou.
A carne viva rasgada que não cicatriza.
É a minha maior ferida.
Talvez seja o abandono me fazendo doente.
Ou talvez seja dengue, que me paralisa.
Eu não sei. Eu só quero chorar.
Esperar que alguém me salve. Que alguém venha.
Mas ninguém nunca vem. Ninguém liga. Ninguém.
E eu choro mais forte, engasgada na dor
Desse gato maldito arranhando a garganta.
A vergonha sufoca. O vazio me esmaga.
Eu olho pro lado. O silêncio decreta.
Não tem ninguém.
Nunca teve ninguém além de mim mesma.
Na Judeia, na época de Cristo, o “sobrenome” não era como hoje.
Geralmente, indicava de quem a pessoa era filho ou onde vivia.
Jesus era “Yeshua bar Yoseph” (Jesus, filho de José), “Yeshua Natzara” (Jesus de Nazaré).
Algo curioso é que Barrabás vem de “Bar Abba”... ou “filho do pai”, e alguns historiadores dizem que ele era “xará” de Jesus (“Yeshua bar Abba”).
A Divindade está até mesmo nos detalhes... o povo escolheu libertar uma pessoa que, literalmente, se chamava “jesus, filho de um homem”, para condenar “Jesus, filho de Deus”.
Eu jamais imaginei que o silêncio de uma casa pudesse ser tão ensurdecedor. Hoje, os corredores parecem mais estreitos e cada centímetro deste vazio insiste em sussurrar a sua ausência. Às vezes, me pego perdido em um olhar fixo no nada, tentando decifrar como o tempo conseguia voar quando eu tinha o seu sorriso por perto e por que, agora, ele parece ter esquecido de avançar.
Sigo a rotina como um náufrago. Vou ao trabalho, encontro os amigos e até ensaio alguns risos, mas a verdade é que estou operando em modo automático. Por trás de cada gesto meu, minha mente viaja para longe — reside em algum lugar entre as canções que cantávamos juntos e a vida que ainda temos para construir.
Faço do meu pensamento uma prece diária para que o tempo acelere. Fecho os olhos e, num suspiro, tento me transportar para onde você está, sob um céu infinito, onde os campos sejam verdes e a distância se torne uma palavra sem significado. Não importa quantos oceanos eu precise cruzar ou quantas milhas tentem nos separar; o meu coração já traçou o caminho de volta para o seu.
Minha maior urgência é o momento de te envolver em meus braços novamente, sentir seu perfume e dizer, com toda a calma do mundo, que você nunca deixou de ser o centro de tudo o que eu sou. O amor que sinto por você é a única luz capaz de preencher esse vazio e transformar minha espera em esperança.
Espere por mim, com a mesma intensidade com que eu guardo você aqui dentro.
Com todo o meu amor e uma saudade que não cabe no peito.
Antes eu era magia,
hoje, sou silêncio.
Antes eu era riso fácil,
hoje, eco por dentro.
Antes eu era chama acesa,
hoje, cinza ao vento.
Antes eu era presença,
inteiro em cada momento,
hoje sou ausência que pesa
no vazio do pensamento.
Antes eu era caminho,
passo firme, sem medo,
hoje me perco em mim mesmo,
guardando tudo em segredo.
Antes eu era mundo,
imenso, vivo, intenso…
hoje, sou só silêncio.
Raridade é encontrar quem queira namorar e construir algo sólido. Hoje em dia, a regra é 'ficar' e a exceção é assumir.🤦♂️
Somos, hoje, o mapa que guiará a sociedade de amanhã.
Realmente, o que mais importa na vida é tão simples.
A gente perde tanto tempo balanceando as culpas que esquece de pesar nossos próprios erros!
A verdade é essa.
E na hora do nosso juízo final, Deus não vai ficar perguntando para a gente sobre os pecados de ninguém!
Quando a gente faz nossas orações, a gente até pode dizer: 'me perdoa pelos meus pecados e pelos pecados do mundo inteiro.
Mas, no fim das contas, é só você e Deus
É sobre você que ele quer saber!
Então, não fique tentando mudar o mundo.
Não adianta você se chatear com a atitude errada de ninguém, o máximo que você pode fazer é mudar a sua.
Não desista de querer o bem e, principalmente, de pedir isso em oração.
Mas deu-se a cada um a missão de corrigir os próprios erros.
O mundo está tão pesado e caótico, as coisas poderiam ter sido diferentes no passado.
Para que talvez hoje fosse um pouco mais leve.
A minha infância teve memórias boas e ruins também.
Minha família poderia ser mais unida, eu falo tanto da parte materna quanto paterna, tenho primos e primas por esse Brasil inteiro que muitos eu nem sequer conheço.
Por um orgulho besta, uma disputa sem noção por algo que eu não sei nem o que é.
Que afasta famílias e cria abismos é um dos maiores causadores de arrependimentos. O tempo é implacável e passar por cima dessas barreiras é um ato de amor próprio e de cura.
Poderíamos ter amado mais!
Assim como o tempo passou ontem, também irá passar amanhã!
E continuamente.
As crianças têm salvação, a gente talvez não.
Então, o que podemos fazer hoje é tentar mudar a nós mesmos.
Para salvar uma sociedade inteira amanhã.
Porque cada dia que passa, crescem um bocadinho mais os olhos de quem nos observa e segue nossos exemplos!
No final, a vida se resume ao amor, ao perdão e a tentar ser alguém melhor do que fomos ontem e dar mais valor ao que:
REALMENTE IMPORTA!
Nos dias de hoje,é mais fácil as pessoas que fazem o certo estarem erradas, do que o lado errado estar errado.''
Ele: meu, para com isso.
Ela: hum, então ta (...) hoje não te
mandarei mais sms, ok?!
- 5 minutos depois (...)
Ela: vem cá, não vai responder
mesmo?
.. Hoje acordei meio assim sei lá,
com vontade de não sei o que. No fundo eu sabia sim de todos os meus desejos, pois na noite passada sonhei com você. Essa é realidade perfeita, nos meus sonhos é só eu e você. Eu, você e mais ninguém entendeu?!?..
No palco da vida
cada um seu papel
O que você vai representar hoje?
Você não sabe...
pode até ter pensado, planejado
e pode dar tudo errado.
Por água abaixo
pelo ralo
ao vento do deserto
e pode dar tudo certo.
Há um papel confiado a você
foco nele.
concentração.
Confie no diretor
tudo o que Ele a você confiou
é o que desde sempre planejou.
Certo ou errado, aos olhos seus
certo, aos olhos de Deus.
Então, concentre-se e confie!
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