Durma bem meu Anjo
Quando quero sei ser nada simpática.
Poucos, bem poucos, já perceberam isso.
Não sei explicar direito, mas tenho um apito interno que dispara feito louco quando não vou com a cara de alguém.
E às vezes, inexplicavelmente, não topo com a cara de alguma pessoa. Mesmo que ela nunca tenha me feito nada. Mesmo que eu nunca tenha trocado duas ou três palavras com ela. É gratuito.
Não costumo guardar mágoa, pois sou da tribo da conversa. Tá ruim? Então senta aqui e vamos resolver as coisas.
Muitas vezes peco por falar demais.
E quando não sei falar, escrevo. Quantas e quantas vezes as palavras ficaram trancadas dentro de mim e só saíram quando viram um papel e caneta na frente? Tantas e tantas vezes tudo fico preso e só se soltou na frente de um computador. Já me comuniquei com amigos, pais e namorado desse jeito: papel. É lá que eu me resolvo, me absolvo, me culpo, me julgo e faço as pazes.
Por favor, não chegue metendo o pé na porta da minha vida.
Não gosto.
Acho uma falta de respeito sem tamanho.
Muita gente pensa que me conhece. Ilusão, mera ilusão. Quanto mais o tempo passa mais eu percebo que pouquíssimas pessoas me conhecem de verdade.
Me analiso uma vez por semana e a cada dia que passa descubro mais e mais disfarces que uso.
A gente usa escudos para afastar os males. E o que faz bem também (burros?).
Amizade nasce com o tempo.
Não dá pra forçar, tentar criar uma intimidade inexistente.
Antigamente, contava a minha vida para quem quisesse ouvir.
Hoje em dia me preservo.
Fica sabendo de mim quem eu quero que saiba.
E daí alguém vem e diz: mas você tem um blog, escreve de relacionamento, de acontecimento, de sentimento. Então eu digo: as histórias que conto aqui não são completamente reais. Aumento um pouco aqui e ali. O que existe de verdadeiro é a paixão, é o sentimento que tenho pelo que faço.
É claro que vida e arte se misturam (e vão sempre se misturar).
Mas nada do que escrevo aqui é (e nem será) 100% fiel ao que vivo.
Minha vida é muito bem guardada.
Entra na minha casa quem eu quero (e são poucas pessoas, pois acredito muito nesse lance de energia).
Antes eu achava que todo mundo era meu amigo. Um dia, depois de muito sentir um gosto amargo e horrível na boca, descobri que muita gente queria me ferrar. Sim, as pessoas querem (e vão, me desculpa, mas vão) te ferrar.
Tem amigo que não suporta te ver feliz. Tem conhecido que não aguenta ver o teu sucesso.
Tem amigo que não gosta de ver que o teu relacionamento está dando certo.
Tem parente que sente um ciúme trouxa. Tem gente que não sabe o que é gostar.
Tem gente que não respeita nada.
Acredito no seguinte: o olho das pessoas que gostam de você sempre vai brilhar quando alguma coisa boa te acontece. Se ele não brilhar, meu amigo... "há algo errado no paraíso".
Educação a gente não compra.
Não existe um personal educator.
Boas maneiras a gente aprende com a vida (ou não).
A elegância e o estilo a gente adquire com o tempo (ou não).
Mas os limites (ah, os limites!) a gente que estabelece.
Eu quero que você vá até aqui.
Eu não quero que você passe desse ponto.
E assim vamos vivendo (deixando bem claro pra todo mundo que não dá pra confundir as coisas).
Sobre os relacionamentos, costumo dizer que as qualidades são sempre bem vindas, porém são nos defeitos do outro que nos farão permanecer ou não.
Não se apega!
De verdade, você não é do tipo de pessoa que fica bem ao se decepcionar...e "pouca coisa" r capaz de deixar teu coração em pedaços. Os teus pensamentos, tuas neuras buscam, acham o que, sabe não gostar ver e já começa o sofrer. E sofre ...sofre...mas não é por falta de aviso!
As pessoas sempre irão envolver-se com outras..entenda: isso faz parte, é o ciclo da vida... E não é porque a pessoa é maravilhosamente legal que vc irá prenden-la e achar que ela não terá olhos para outra pessoa. Pois terá sim, então vamos nos preparar?! Prepara_te oh meu coração. Eu prefiro não amar. Porque sou muito intensa do amor ao sofrimento. Sofro por não amar, por amar e ao deixar de amar.
O vento que sopra esqueceu de parar
Sentiu bem forte e não sentiu o ar
Há quem diga que passa
Há quem passe que diga
Que estou aqui na brisa
Esperando o sentir
Sentindo o momento
Em que breve estarei ai
Sentado ao seu lado
Criando e soprando
A arte do encanto
No canto do vento.
Lembro-me bem de uma parte da música do saudoso Tim Maia que diz: "Que na vida a gente tem que entender, que um nasce pra sofrer enquanto o outro ri", sim, o seu sofrimento pode despertar alegria em alguém, muitos se sentem bem em ver teus momentos de tristeza, de solidão. Não se deixe abater por pequenas coisas, por assuntos irrelevantes ou por pessoas que não querem, ou melhor, não são dignas, de terem sua companhia. Não fique mendigando atenção e nem amor, quem quer corre atrás e faz o impossível virar possível para estar perto e quem não quer arranja motivos onde não tem para ir embora.
Aprenda que tentar enlouquecidamente fazer alguém feliz é sacrificar sua própria felicidade e que a reciprocidade deve ser instantânea e não fingida, forçada. Dizer que ama muitos dizem, demonstrar o amor nos pequenos detalhes poucos conseguem. Não deixe passar as oportunidades em sua vida, abrace todas... a gente não sabe o dia de amanhã e quando nos damos conta já é tarde demais. O segundo que passou já era, faça o futuro valer a pena. Existe coisas, momentos, pessoas esperando apenas o teu sim para mudar tua vida. Então seja forte para não deixar as pessoas serem felizes vendo suas tristezas e se mantenha humilde, para que o sofrimento de alguém um dia não te faça sorrir.
Quando um caipora saúda as pessoas com um “boa noite a todos e todas” bem enjoado
E emenda essa patacoada citando Paulo Freire com seus dizeres pra lá de ordinários
Pode ter certeza que tudo o que vier após esse preâmbulo ideológico e salafrário
Serão lorotas pra iludir os cidadãos críticos que, no fundo, são apenas alienados.
Nunca aconteceu um beijo sequer
para que cada encontro fosse
perfeito. Sempre senti bem ao
teu lado.
Cheguei a sentir reciprocidade de
sintonia em alguns momentos porem
sempre o caminho de ida, que ia,
batia e esperava e nada acontecia.
...Mas aprendi que a vida não é um grande conto de fadas, pelo contrário, ela se parece bem mais com uma daquelas histórias de terror ambientadas numa floresta isolada da civilização. "
Não sei o porque me sinto assim, tão bem quando te olho.
Mal te conheço; tudo que sei sobre ti é pelas redes sociais, aliás, foi assim que nossa amizade começou.
Em seus olhos vejo um brilho diferente, teu sorriso me demostra uma agradavel energia.
Mesmo assim, pouco te conhecendo, sinto que a sua verdadeira beleza, não é o seu rosto, que sinceramente, é um dos mais belos que já vi, muito menos nas formas do seu corpo; vejo em seu interior, compaixão, garra, uma grande determinação, sinto também, que já sofreu bastante, mesmo assim, não se rendeu a dor e a tristeza; deu a volta por cima, e hoje não tem medo de ser feliz...
Não sei porque, mas quando olho pra ti, sindo que tudo se clareia, como se você iluminasse esse lugar; sem palavras, sem sons, apenas com a sua presença
O amor planta sementes do bem. Semeia alegria e amabilidade; semeia bondade e beleza; semeia calma e cortesia. É extremamente gentil e cheio de ternura.
Não há limites,
Não temos fronteiras!
Nós chegaremos onde bem quisermos!
Essa consciência te trouxe até aqui.
E ela será testemunha da glória,
No domínio do tempo!
A vontade governará por longos anos,
Até a vontade decida que não tem mais prazer
Em ter prazer.
A mente será governada pelo desejo!
E nada, além do desejo, terão vez.
A vontade será ditadora.
Ela pode te levar até onde você quiser,
Pois quando você vai até onde quer,
A vontade já governa seus atos!
E que a terra seja leve,
Para que sua vontade não tema a exposição!
Se mostre e se monte com quiser,
O desejo pede o poder dos seu atos!
Quando não tiver palavras suficientes
Para dizer alguém que se ama!
Apenas abrace bem forte e ele dirá tudo que você
Está sentindo naquele momento de saudade.
E se porventura as palavras chegarem aos seus lábios
Apenas abrace mais [...]
Bem o libertarianismo o qual esse grupo se refere é o moderno libertarianismo originado no seio da Escola Austríaca (EA) de economia e cujo recente desenvolvimento resultou em outra ramificação da EA: a Teoria Legal austríaca. Fundado no racionalismo e na praxeologia, o libertarianismo é uma teoria legal que visa resolver conflitos oriundos da nossa realidade de escassez. Não fosse pela escassez de bens, conflitos não existiriam e toda teoria legal seria desnecessária. Inevitavelmente, a maneira de resolver conflitos é delineando direitos de propriedades e é disso que se trata toda Filosofia Política, das comunistas até as liberais. A Libertária defende uma teoria estritamente racional de direitos de propriedades, baseada em dois princípios: (i) autopropriedade e (ii) homesteading (apropriação natural), ambos deduzidos logicamente de pressupostos praxeológicos. Assim, segundo o libertarianismo, cada pessoa possui seu próprio corpo, bem como todos os bens escassos que ele coloca em uso com a ajuda de seu corpo antes que qualquer outra pessoa o faça. Esta posse implica o direito de empregar esses bens escassos de qualquer maneira que se considere adequada, conquanto que ao fazê-lo não se agrida a propriedade de outrem, i.e., conquanto que não se altere, sem ser convidado, a integridade física da propriedade de terceiros ou se delimite o controle de terceiros sobre ela sem o seu consentimento. Para os libertários, essas normas são necessárias e suficientes para resolver os conflitos em sociedade e qualquer norma adicional seria ilógica, pois apenas ampliaria conflitos em vez de resolvê-los. Tais normas, contudo, são também comumente defendidas fora do contexto legal, de um posto de vista estritamente econômico, logo consequencialista, argumentando de forma contrafactual e mostrando como as intervenções estatais são maléficas e contraproducentes para os objetivos de paz e prosperidade econômica. Partindo da metodologia praxeológica, sistematizada por Ludwig von Mises em seu magnum opus Ação Humana, pode-se garantir que as liberdades tanto individuais quanto as de livre comércio levam inevitavelmente a um cenário de paz e prosperidade. As intervenções estatais – necessariamente coercitivas – implicam que haverá relativamente menos apropriação original de recursos cuja escassez seja percebida, menos produção de novos bens, menos manutenção de bens existentes e menos contratos mutuamente benéficos e comércio. Isto naturalmente resulta em um padrão de vida
