Dor de Amor
Nossos dias...
Ontem eu te conheci,
Ontem provei seu amor
Ontem você me fez feliz
Ontem você me realizou
Hoje, eu te perdi
Hoje você me deixou
Hoje estou infeliz
Hoje não sei mais do amor.
Amanhã outro dia será
Amanhã não quero mais essa dor
Amanhã se você voltar
Não te darei o meu grande amor.
E depois se quiseres me amar
E depois quando falta sentir
E depois quando o dia raiar
Não sentirei mais nada por ti.
Já não sei se importa
Saber que você ainda me espera
Enquanto o meu amor se desespera
Sozinho, aqui trancado no meu coração
Sem encontrar... você!
Eu não consigo
Deixar de pensar em você
Eu não consigo
Sozinho viver
Está dificil acordar cada dia
E não encontrar o seu calor no meu cobertor
Não encontrar o seu cheiro no ar que respiro
Não encontrar o seu sabor nos meus lábios
Não sei o que esperar
Enquanto espero
Não sei o que querer
Enquanto quero... muito! Você!
Onde anda o amor?
Onde está você?
Quando vai aparecer?
Quando vou te conhecer?
Não aguento mais
Não para de doer
Que porra de amor é esse
Que só me fez sofrer
Que só me fez mudar
Que fez uma parte minha morrer
Real Amor da minha vida
Por onde anda você?
Me encontro despedaçado, sem chão, pois aquele que completou o meu coração, rejeitou o meu amor, e por fim de mim se afastou! Não saberei o que pensou, nesse momento de tanta dor, só saberei que o que restou foram momentos que vivemos de alegria, vestígios de algo que poderia ser um futuro completo de puro amor!
'AFOGO-ME...'
Afogo-me,
tal qual um louco falando de amor,
insano porque não há quem entenda-lhe os pergaminhos.
Desenho corações em linhas sinuosas,
mergulhado nas incertezas dos dias.
Sento-me sob à mesa.
Desonesto,
falando dos dias felizes...
O mar flamejante está à procura de marinheiros.
Soluto porque sou mar de desespero.
Não tenho amanhã,
nem cultivo.
Tampouco porto para ancorar-me nas ilhas incipientes criadas no manjedouro...
No dia a dia,
espero lentidão velada que sufoca-me.
Afoga-me nas substâncias de combinações não feitas,
rarefeitas no tempo sacrificando pulmões.
Sou expressões resultando incoerência,
dias sem sentidos.
Submergindo fracassos nas torturas,
acasos imperceptíveis,
procuras...
TEMPOS DE AMOR
Hoje o dia amanheceu cinzento e ardor no coração
Tudo para estar certo e o sentimento é de prisão
Prescindindo de mim na empatia de alguma dor
Tentando abrir as nuvens para o sol de um amor
Por onde quer que estejas que te aflore natural
Sem pressa se apresente para Seres imortal.
Não li o livro e nem vi o filme, acho que o amor é mais que tons, o amor é gosto, o amor é cheiro, o amor é riso e o amor é dor.
E muito mais que isso, o amor é amor.
Não sofro por amor, amo sem pensar em sofrimento, pois o amor é divinamente elevado a qualquer tipo de dor.
"Amor, não teve festa.
Não houve gingado, não houve seresta.
Não teve festa.
Houve mazela.
Saudade intrínseca, pensamento nela.
Mas, não teve festa.
Houve uma longínqua lembrança, de lágrimas nos olhos e um beijo na testa.
Teve tudo, menos festa.
Teve falsas juras de amor, ilusões de eternidade e de uma vida contigo, falsas promessas.
Sorrisos falsos, para mascarar a minha dor, um todo de infelicidade, de certo, houvera.
Mas, não houve festa.
Você ouviu os boatos, mas não lera a verdade em meus olhos, imperava em meu peito, o seu nome, mal sabia ela.
Vá, pode ir, amargarei em meu âmago, sua ida, a sua ausência.
Na tentativa de matar você em meu ser, me afogarei, aos prantos, faltará adega.
Logo amanhecerei, com um copo vazio, de coração ferido, entorpecido com uma boa bucela.
Mas, lhe garanto, meu amor; não houve, não há e nunca haverá, acerca do seu abandono, festa..."
Entre as sombras do adeus, o coração é um poço de melancolia,
Onde ecoam ecos de um amor que partiu, mas ainda se aninha.
No teatro da vida, a cortina caiu sobre o palco do afeto,
E a dor da separação se insinua como um frio inverno repleto.
Oh, homem de coração trespassado, teu peito é um relicário,
Guardando lembranças de um passado que se desfaz no calendário.
A mulher que partiu deixou rastros de saudade e desespero,
E o que resta são memórias que ardem, como brasas no fogueiro.
Ainda paira no ar o perfume da pele que um dia foi tua,
Mas agora, na solidão, a cama é um deserto que insinua
Que o calor humano se dissipou, deixando apenas o frio,
E o eco dos risos passados ressoa como um lamento sombrio.
As lágrimas, silenciosas testemunhas da tua dor,
Deslizam pela face, buscando alívio para a alma que chora.
A cada suspiro, ecoa a melodia triste da desilusão,
Enquanto o coração insiste em bater ao ritmo da solidão.
Mesmo assim, o amor persiste, como uma chama teimosa,
Que se recusa a extinguir-se, apesar da tempestade furiosa.
A mulher ainda vive nos recantos da tua mente,
Como uma sombra que te acompanha, constante e insistente.
Na escuridão da noite, o vazio se torna mais profundo,
E o eco do silêncio é a trilha sonora desse mundo.
Mas, oh homem que ainda ama e sofre na escuridão,
Lembre-se, o amanhã pode trazer consigo a luz da redenção.
Que o tempo cure as feridas e console tua alma aflita,
E que o amor renasça das cinzas, como a fênix bendita.
Pois, mesmo na dor da separação, há a promessa de um novo dia,
Onde o coração poderá encontrar a cura e a alegria.
Onde o amor vira um tipo de salvação torta, e o respirar depende de alguém que já não sabe mais ficar. É poesia em combustão lenta. Dor com delay. E esperança mesmo quando tudo parece irrecuperável.
"The true love"
O verdadeiro amor, espera dias, semanas, meses e até anos. O amor é inconsequente, com atitudes divergente da consciência. Ações muitas das vezes tolas que causa no fim choro estridentes que procede de corações descontentes.
O amor e o ópio da alma. inflamando os sentidos e matando a razão humana em total desfavor ao próprio ser.
Por muita sede de encontrar um dia em minha existência o verdadeiro amor, vivo semeando docilidades amorosas por onde caminho na certa esperança de que algum dia não mais estarei sozinho navegando nos mares solitários da dor.
A pior parte do amor e da compaixão é que nem todos amargurados estão preparados, para enfim, receber.
Quem sois vos para mau falar de nos, se trazes por medo a incerteza do amor, dentro de si mesmo. A obliqua sociedade condena sem remorso pela furtiva aparência sem julgar as medidas certas e as fatalidades das verdades.
“Deturpei meus sentidos.
Chamei de amor os meus exageros e de paz minha surdez. Tudo em mim era mentira...
Exceto pela dor, essa nunca me traiu.
Sofrer foi a única prova de que mesmo delirando eu estava existindo.”
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