Dom
A sua pele me deslumbra,
Ela tem a cor que tanto faz
Falta na minha pele,
A sua luz me 'domina'...,
Ela tem o tom que fascina
E me convida à luxúria...
Eu escolhi por ela me render
Sob sua 'guarda protetora';
Quero contar as estrelas
Na tua companhia sedutora.
A sua luz sublime na penumbra,
Ela vem da tua alma (capaz)
Intensa de manter-me nua...,
Ao modo de me tirar as letras,
No meu eu te declarar em poemas,
E assim desenhar mil esquemas,
No teu corpo com todas estrelas...
Eu escolhi por ela me prender,
Sob a tua égide me suspender,
Quero as tuas alegrias realizar,
E ser a tua cantiga de sonhar.
Eu escolhi acima de tudo:
Ser o teu forte sentimento
E devastador como mar...,
Que sabe ser oceano de amar.
Você me disse
que tenho o dom
de escrever,
Eu por antecipação
me vi tocando
as estrelas contigo,
Assim admito
que no teu
universo
vou me perder.
Só me aproximo
se você deixar
Os teus olhos
lindos e cansados
são tão claros
quanto um riacho
para mim,
Que mesmo sem
ouvir a sua voz
Neles não canso
de me banhar.
Queria ter o poder de adivinhar...
Nascemos com cabeça
para pensar e o dom
de se expressar
para não se confrontar
por qualquer diferença.
Ninguém precisa deixar
de existir para o outro
continuar existindo,
O Planeta Terra é grande,
lindo e colorido:
Não existe obrigação
de perpétuo convívio.
Ninguém é obrigado a ser
igual a ninguém,
Na Natureza não existe
nada repetido,
e sim semelhante
seja ele perto ou distante.
Fazer você pensar igual
a mim é um absurdo,
Cada um é um indivíduo,
e isso para mim é tudo
porque entendo o dever
do pacífico convívio.
Diversos, semelhantes,
iguais, diferentes, nem
tão iguais e nem tão diferentes,
Ninguém é obrigado
a gostar de ninguém e nem
concordar sem ver a quem.
Só sei que é dever
a gente se respeitar,
e se não der para ajudar:
melhor não atrapalhar,
e não cair na tentação de julgar.
Para que se perpetuem
o Bem e a felicidade de todos:
cada um no seu lugar,
sem os direitos de todos negar
e os deveres naturais da vida
sempre naturalmente compartilhar.
Esse Natal é o Natal
do resgate civilizatório
e gratidão máximo ao dom da vida,
cuidando de nós mesmos, dos nossos
e daqueles que cuidam da gente.
Todos os que honram o Menino Deus
devem devotar as suas ações
para aplainar o caminho das pessoas
que mesmo na função mais simples
estão dando a própria vida
para que todos tenham vida.
“Dizem que tenho um dom de escrever coisas belas, mas são apenas rascunhos de um pobre sonhador, que procura amenizar as marcas de suas cicatrizes, ao expressar, por escrito, a visão de um mero poeta, nas estrofes de sua alma.”
A santidade é um dom de Deus, mas exige nossa cooperação.
(ver Levítico 11:44; Romanos 8:13; 12:6-7; 2 Pedro 3:14 e Lucas 13:23-24)
Dizem que
a paciência é dom dos sábios!
Desses sábios que - respeitado o tempo
e entendimento de cada um - seremos
todos, ora revestidos de certa parcimônia;
da mais propositiva
acuidade!
"Eu detesto me decepcionar com o ser humano, pois nada além dele, tem o dom de me deslumbrar"
Eu me deslumbro com a beleza de um olhar sincero, com o sorriso ou a lágrima sentida. Eu me deslumbro com quem me dê o verdadeiro significado da vida. Seres reais.
