Doce Mulher

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Acorda, amor só vale se for doce, azedou, deixe ir.

Tem gente de um olhar tão doce que um piscar basta.

Não importa a maldade do mundo, continue sendo o açúcar do doce.

Minha Cachinhos Dourados.


Minha cachinhos dourados...
Você é tão doce quanto um pedaço de algodão-doce, daquelas doçuras que encantam sem fazer esforço.


Sua alegria contagia, sua imaginação não conhece limites e seu jeito de enxergar o mundo colore até os dias mais comuns.


Ver você brilhando nos palcos do balé ou nas apresentações da escola faz meu coração acreditar que os anjos realmente caminham entre nós.


Você é tão pequena, mas carrega uma presença imensa, capaz de iluminar qualquer lugar por onde passa.


Amo sua sinceridade, sua leveza, seu sorriso e a pureza que existe em cada gesto seu. Amo tudo aquilo que faz de você a menina tão especial que é, minha princesa.


O destino uniu vocês a nós, e nós a vocês. Desde então, construímos um laço que o tempo apenas fortaleceu: uma ligação de almas, de carinho, de anos compartilhados e de um amor que escolheu permanecer.


E se um dia o tempo tentar levar as lembranças, que ele saiba que algumas delas foram feitas para permanecer.


Porque existem pessoas que passam pela nossa vida, e existem aquelas que se tornam parte da nossa própria história.


Você é uma delas, minha cachinhos dourados.


Que seus passos continuem leves, que seus sonhos nunca deixem de dançar e que a luz que existe em você jamais se apague.


Enquanto houver amor, sempre haverá um lugar onde o seu sorriso será lembrado com a mesma doçura com que um dia iluminou o meu coração.

Claramente, ⁠tua companhia
é bastante saborosa
semelhante a uma fruta doce,
madura na medida certa,
ter-te por perto é muito salutar,
tens uma aparência formosa
e delicada, mas consistente,
és capaz de revigorar
quem reconhece o teu valor
e consegue te amar verdadeiramente.

O Doce Mistério da Sua Intensidade - Ternura e Atrevimento

Fica em evidência que a sua aparência passa ternura e delicadeza, e demonstra uma postura que muitas vezes é silenciosa — partes notáveis da sua essência, que dão um ar elegante de romantismo, sem nenhum conflito aparente com a própria consciência; uma mulher naturalmente incrível — algumas das suas qualidades inegáveis que são revestidas pelo seu físico, pela sua beleza e pelo seu espírito.

Mas também existe nela uma intensidade grandiosa, que não está adormecida, apenas é seletiva nas suas reações — uma chama ardente que se espalha por toda sua estrutura; o fogo que pertence à sua versão provocante, quente e atrevida; desprovida de ingenuidade; bem ciente daquilo de que precisa, do foco do seu desejo, de tudo que faz a sua pele arrepiar como o calor imponente que provém de um beijo.

Nem tudo dela é evidente: um doce mistério, daqueles que carecem ser desvendados aos poucos e nunca serão por completo; entretanto, havendo devido empenho atencioso, os seus principais trechos poderão ser percebidos, envolvendo o visível das suas linhas e as emoções abundantes de algumas das suas entrelinhas. Então, ela é uma poesia que tem várias versões e camadas que a tornam sempre interessante, inclusive a sua alma que é intensa em demasia.

O Equilíbrio Perfeito entre o Atrevimento e a Doçura

O fascínio de um doce atrevimento de um físico delicado; beleza sublime; essência certamente admirável; a veemência da sua jovialidade e dos seus sentimentos — as chamas de um renascimento contínuo. A presença provocante que faz parar o tempo.

Esse seu lado atrevido e a sua doçura estão em um perfeito equilíbrio, como se fosse uma linda costura — uma peculiaridade entusiasmante do seu íntimo, que aquece as suas curvas e traz um tom elegante de romantismo. Uma dose moderada de loucura.

A força da sua sensibilidade é bastante oportuna para saborear o deleite de certas oportunidades, daquelas profundas que marcam um canto especial da mente e viram boas lembranças, desde que tenham sido de experiências aproveitadas intensamente.

O seu lado doce não pode ser negado assim como a sua personalidade excêntrica, sendo um tipo de doçura intensa da noite, cuja companhia aparenta ser muito agradável, mas é evidente que não são qualidades que compartilha intimamente com todos, muitos não estão prontos para lidar com sua singularidade, além de outros que só sabem julgar

Considera muito pouco aquilo que não tem profundidade, não sente nenhuma vontade de agradar a todos, já chegou a sentir, porém, percebeu finalmente que não compensa, o seu coração é caloroso demais e a sua integridade é muito valiosa para querer a presença dispensável daqueles que não se importam e não fazem o mínimo necessário

Continua encantadora e agora mais esperta do que antes, uma arte admirável que segue com sua venustidade atraente, desfruta da sua metamorfose, demonstrando um atrevimento aprazível que brilha dos seus olhos, certamente, bem mais do que um rosto bonito, o seu íntimo é como a noite apaixonante de um rico universo, corpo belo, sensatez e um espírito intenso.

O Timbre Afinado da Emoção

No seu lindo canto, ouço a pureza de uma doce criança; na sua aparência delicada, vejo a delicadeza de uma rosa. Entretanto, isso não quer dizer que ela seja fraca, pois, mesmo entre as rochas, floresce — tipo uma mulher quando canta rock.

Assim, a sua intensidade se revela a cada nota — aquelas presentes na sonoridade forte de uma música intensa — que consomem a sua mente e se vestem das suas emoções, então, as expressa na sua voz de uma maneira profunda e sincera.

Interpretação simples, de fato, inspiradora: a bela mostra de um timbre afinado e emotivo. Muito mais do que uma beleza sonora, uma entrega satisfatória entre cordas vocais e espírito, numa ocasião transformadora regrada à emoção e ao ritmo.

No Teu Charme, um Doce Incêndio
Sabor excêntrico: doce e apimentado, contido no teu charme. O mesmo gosto de beijos correspondidos, onde a fogosidade é compartilhada.

Um fogo ardente que envolve o corpo e o espírito numa interação veemente, que não usa a fala, mas que intensifica os outros sentidos,

Criando um diálogo mais profundo e aprazível — um que precisa ser sentido por dois mundos. Então, o teu jeito charmoso revela-se bastante expressivo.

Proteja-se com poliéster
Você tem algum doce restando?
Dançando ao som distorcido elétrico
Estourando minha própria cabeça

Moisés
Rio, doce manancial de água purificadas.
Berço de suave esperança.
Entoando cantos de niná, tráz a criança.
Num lindo e açucarado cestinho.
À tua margem se teceu um ninho.
Onde, ansiosamente aguarda,
dois braços abertos que mais parecem asas.
Berço guardião terra...desembocadouro Mar!

☆ Haredita Angel

A verdade não é doce.O que se quer ouvir sim. Conduzo você a meu benefício, quero "ajudá-los", "meus companheiros".

Rosa
guerreira,
maluca,
é doce,
faceira
e goza...

faz pose,
é rainha
dum mundo
de fada;
descrente,
mas luta,
sozinha,
a troco
de nada.

Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Quando a descuidada Vale do Rio Doce conseguiu tornar imbebível as águas de um rio, do qual quem bebeu jamais esqueceu, eu já suspeitei que ela era muito mal seletiva.


Mas quando ela fingiu indenizar uma parte da população valadarense, fingindo não ter aniquilado o Doce do Rio que também era da outra parte, ela aniquilou também a suspeição.


Há indignações que não nascem apenas do que vemos, mas daquilo que sentimos ser arrancado de todos nós.


Quando a lama tornou imbebível as águas de um rio cuja doçura acompanhou gerações, não foi só o sabor que se perdeu — foi a memória líquida de um povo, sua identidade, sua história escrita em correnteza.


Naquele instante, já não era preciso grande esforço para desconfiar da seletividade de quem, por dever, deveria zelar e reparar.


Mas o espanto maior veio depois, quando o teatro das indenizações começou a escolher rostos e CPFs, a dividir dores, a parcelar perdas como se um rio pudesse ser fatiado em zonas de sofrimento e leiloado por migalhas.


E ali, naquele gesto que soou mais como cálculo do que como cuidado, não foi apenas o Rio Doce que se viu diminuído — foi a própria confiança que secou…


Que foi para a lama.


Porque quando uma parte é acolhida apenas para que a outra seja silenciada, deixa de existir dúvida: o que se aniquila não é só o rio, mas o respeito que deveria correr com e como ele.


No fim, a indignação que sobra é também a que educa.


Ela nos obriga a olhar para além da superfície barrenta e perguntar: que tipo de sociedade permitimos construir?


E que tipo de humanidade ainda queremos salvar do fundo dessa lama contaminada que insiste em não decantar?⁠

⁠Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.


Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.


O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.


Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.


A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.


Ela não exige reflexão; basta paixão.


Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.


E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.


O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.


E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.


Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.


Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.


E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.


Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.


Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.

*Menina Vieira,*

Você não deixa ser amada.

É como fruta madura, pronta, doce, na hora certa de ser colhida.
Mas se esconde entre as folhas.
Com medo da mão, com medo da queda, com medo de não ser guardada direito depois.

Menina, não precisa se esconder mais.

Eu não quero te arrancar do pé com pressa.
Quero te colher com cuidado. Te esperar amadurecer no meu tempo, no meu peito.
Quero ser cesto, não faca. Quero ser casa, não fome.

Se entregue.
Deixa eu te amar do jeito que você merece: sem susto, sem pressa, sem ter que se esconder entre as folhas pra se proteger.

Você já tá pronta. E eu já tô aqui.
Só falta você acreditar que pode ser colhida sem ser machucada.

Deixa eu te amar, Menina Vieira.
Só isso.
(Saul Beleza)

Noite Primaveril


É noite.
O vento traz consigo o perfume
Da doce e encantadora primavera.
É tempo de buscas
E de lutas por entender —
Entender esta luta,
Estes momentos de encantamento.
Momentos que não entendemos,
Mas que sentimos profundamente.


Do Livro: Nas Asas da Poesia

Insaciável,
olha a fera!
O teu cupido
lhe fertou;
Foi preciso
um copo d'água doce,
deve ser nostalgia
ou ouro de tolo,
a minha vez
com menos por quês
mantendo-se sóbrio
mas se teu coração dilata
tenho gigantesca certeza:
Tô morto
de novo!