Doce Mulher

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"Enjoou de mim, não foi? É porque eu sou doce, não sou?"
Frase Minha 0234, Criada no Ano 2008

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thudocomh.blogspot.com

"Meus amigos e 'Os Outros' costumam dizer, respectivamente, que eu sou doce feito mel e inesquecível feito picada de abelha. Não sou eu que vou contrariar a voz do povo!"
Frase Minha 0589, Criada no Ano 2012

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"Estou a fim de comer um doce. Sabem quem tem um?
0823 | Criado por Mim | Em 2015

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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Ó meu ex-amor, o eco doce de um adeus.
Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,
Um véu de fumaça que paira entre os meus
Pensamentos, tecendo as velhas melancolias.
​Tu foste a forja cruel que me moldou, é certo.
Em cada cicatriz, levo um pouco do que fui.
Transformaste-me em alguém que hoje me é incerto,
Um novo ser nascido da dor que me construiu.
​Agradeço, sim, a pessoa que agora sou,
Mais forte, mais ciente, mas também mais calada.
Em cada passo novo, a ausência que restou,
Uma canção de ninar que a alma tem guardada.
​Obrigado por ter me transformado, mas a que custo?
Nesta jornada fria, onde o brilho se apagou.
Sou a estrela que renasceu, porém, com certo susto,
Pois a chama que tu foste jamais me abandonou.
​Eu sou o paradoxo do teu partir e do meu vir,
Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.
Eu sou agora o silêncio que aprendi a seguir,
Um jardim de lembranças sob chuvas e sob céus.

⁠É que, a poesia às vezes, é um doce lamento da alma... Uma suave canção, tocada por arpas angelicais. Um misterioso encanto, que se esvai da imaginação do poeta.

A poesia, por vezes, é um doce lamento da alma, uma suave melodia que ecoa ao som de harpas angelicais.
É um misterioso encanto, que floresce no silêncio dos sentimentos e se desprende da imaginação do poeta...
Transformando emoções em versos e sonhos em eternidade.


Joana Rodrigues

“Uma reserva de sonho contra tudo o que não é doce, sutil ou sereno. É o mais próximo da felicidade que podemos experimentar, sustenta Schianberg. Não sei que nome você daria a isso. Bem, não importa muito, chame do que quiser. Eu chamo de amor.”

“Ser doce, feminina e educada virou artigo de luxo. Raridade em extinção.”

Mariazinha da Praia das Conchinhas 🐚
é a doce menininha,
Erê protetora da linha das águas de Iemanjá,
que traz na pureza do sorriso
o encanto do mar
e a leveza de brincar na areia.


Ode a Mariazinha da Praia das Conchinhas🐚


Óh, pequena dona da praia
e da espuma,
menina-flor
que brinca na beira da maré!


Seus pezinhos descalços
desenham na bruma
o rastro de estrelinhas
que ilumina o meu viver.


Na Praia das Conchinhas,
teu manto é azul
e o teu colar é de nácar
e de pérolas raras.


O vento te embala
num doce lençol,
enquanto as gaivotas
te acenam num ritual de paz.


O tempo suspende a pressa
e o choro,
quando ouve o teu canto
de brisa e mar,
se desfaz.


O que o quebra-mar traz
é o tesouro no teu amor de criança
que vem me acalentar e alegrar.


Guardiã das conchinhas,
estrela pequenina,
doçura que alivia qualquer dor
ou pesar, faz dengo manhoso
e tira o penar
trazendo a benção de Iemanjá.


Salve a tua meiguice,
salve a tua pureza,
que enche de encanto
a minha caminhada!


Mariazinha, doçura e beleza,
eterna companheira
da minha caminhada.


Gratidão por ser a minha menina Guardiã! ❤
✍@MiriamDaCosta

Déjà Vu


"Vem doce, meu bem
Vem doce que o tempo é nosso".


Seu colo, nêga, me coube.
Dos seus braços, recebi dengo.
Descansei debaixo de tuas sombras, baobá.
Degustei dos teus frutos.
Oh, bá!
Me enrolei na tua juba, leãozinho.
Fui me esconder na barra de tua saia,
Fiquei preso entre tuas pernas.
Se eu tivesse o dom da vida,
Te daria a eternidade de sempre
no mesmo corpo ressuscitar.
Sou cético ao espiritismo,
Mas parece que já te peguei
em outro lugar.
Melhor, vários lugares! (Que ritmo!)
A poesia pra nós, passa pano.
Seria um déjà vu?
An!? Já visto!
É como noutro plano
ouvir Djavan=Caetano.
Mar é tu,
provoco tua ressaca (pompoarismo)
E te aguardo na beira da praia de manhã.
Nas profundezas da tua carne negra, nêga,
Eu me joguei de corpo e alma.
Lábios de jabuticaba,
Não há caba que resista-os.
Provca meu nervo vago.
É o id freudiano.
Você não pode ter cabimento,
Porque derrama pelos lados.
Na maré masna,
atraquei meu barco em ti, Mar.
Minha vela foi guiada pelo teu vento.
Quem vem lá sou eu
À cancela bateu,
Madrugada rompeu
Marinheiro sou eu!
Vem desaguar em mim porque sei mergulhar,
Sou profundo.
"E esqueço que amar é quase uma dor"
A posteriori, tu:
..."é o som,
é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta".
Maria (Aguenta!)


A vida lhe fez assim:
Doce ou atroz
Mansa ou feroz
Eu, caçador de ti,
Mata Doce (Matar-doce).
Em tu não há curvas,
(mas tem linhas de poesia)
Me escondo na moita.
Cheirosa, Mata Doce, Maria.
Em vossa pessoa tem encanto.
Compõe o cenário, o texto que és:
Minha voz eu-lírica, alegria.
Nós temos um vocabulário próprio,
Um acontecimento veio descrever:
Só cabe a nós conjugar, viver o lexema
Num olhar, no argumentar com os lábios, num abraço, num poema.
Sob a poética de Milton Nascimento:
"Quem sabe isso quer dizer amor
Estrada de fazer o sonho acontecer".


Se tu me permitir:
Quem dera ser um peixe
Para em teu límpido mar mergulhar
Fazer borbulhas de amor pra te encantar
Passar a noite em claro
Dentro de ti.


"Quando acordei estava só
Sem ter ninguém do meu lado,
Era muito mais melhor
Que eu não tivesse sonhado.
Quem já vai no fim da estrada
Levando a carga pesada
De sofrimento sem fim,
Doente, cansado e fraco
Vem um sonho enchendo o saco
Piorar quem já está ruim".

... Espiritualidade ...
Home Doce Home ...
Tudo ... Tudo ... Tudo ...
Amado ... Estruturado ... Ofertado ...
Li ... 3 prótons ... 3 elétrons
6 ... A Mente é meu Lar ...

`Chamei-me de Amarga. Morri doce. - Noemi`

Nem toda palavra doce vem de um coração sincero. Há homens cujas palavras são doces como uma manga madura, mas por trás delas existe um campo de urtigas pronto para ferir.


@wellingtoncleitonsantos "Instagram

*Menina Vieira,*

Você não deixa ser amada.

É como fruta madura, pronta, doce, na hora certa de ser colhida.
Mas se esconde entre as folhas.
Com medo da mão, com medo da queda, com medo de não ser guardada direito depois.

Menina, não precisa se esconder mais.

Eu não quero te arrancar do pé com pressa.
Quero te colher com cuidado. Te esperar amadurecer no meu tempo, no meu peito.
Quero ser cesto, não faca. Quero ser casa, não fome.

Se entregue.
Deixa eu te amar do jeito que você merece: sem susto, sem pressa, sem ter que se esconder entre as folhas pra se proteger.

Você já tá pronta. E eu já tô aqui.
Só falta você acreditar que pode ser colhida sem ser machucada.

Deixa eu te amar, Menina Vieira.
Só isso.
(Saul Beleza)

Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Quando a descuidada Vale do Rio Doce conseguiu tornar imbebível as águas de um rio, do qual quem bebeu jamais esqueceu, eu já suspeitei que ela era muito mal seletiva.


Mas quando ela fingiu indenizar uma parte da população valadarense, fingindo não ter aniquilado o Doce do Rio que também era da outra parte, ela aniquilou também a suspeição.


Há indignações que não nascem apenas do que vemos, mas daquilo que sentimos ser arrancado de todos nós.


Quando a lama tornou imbebível as águas de um rio cuja doçura acompanhou gerações, não foi só o sabor que se perdeu — foi a memória líquida de um povo, sua identidade, sua história escrita em correnteza.


Naquele instante, já não era preciso grande esforço para desconfiar da seletividade de quem, por dever, deveria zelar e reparar.


Mas o espanto maior veio depois, quando o teatro das indenizações começou a escolher rostos e CPFs, a dividir dores, a parcelar perdas como se um rio pudesse ser fatiado em zonas de sofrimento e leiloado por migalhas.


E ali, naquele gesto que soou mais como cálculo do que como cuidado, não foi apenas o Rio Doce que se viu diminuído — foi a própria confiança que secou…


Que foi para a lama.


Porque quando uma parte é acolhida apenas para que a outra seja silenciada, deixa de existir dúvida: o que se aniquila não é só o rio, mas o respeito que deveria correr com e como ele.


No fim, a indignação que sobra é também a que educa.


Ela nos obriga a olhar para além da superfície barrenta e perguntar: que tipo de sociedade permitimos construir?


E que tipo de humanidade ainda queremos salvar do fundo dessa lama contaminada que insiste em não decantar?⁠

⁠Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.


Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.


O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.


Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.


A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.


Ela não exige reflexão; basta paixão.


Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.


E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.


O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.


E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.


Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.


Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.


E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.


Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.


Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.

⁠Cheiro de Maçã



Do paladar da tua boca
minh'alma abocanha o
cheiro suave e doce
das manhãs.
Para deixá-la pronta
afago meu vício na tua arte,
pra te deixar só minha.


Do livro, O Rio e a Criança.

Louca o suficiente para mudar o mundo


Uma menina sonhadora como ela não há;
O seu doce jeito de lidar com a vida a encantar.
Todos sabem que a “Garota de Ipanema” é ela;
Risadas e as mais amorosas palavras, ela é a mais bela.


Nas letras e os números ela se encontra;
Fica ainda mais encantadora em meio aos livros e sobremesa.
As obras de arte esplêndidas se ofuscam em seu brilho;
A sua inocência é tudo que falta neste mundo.


Praia, filmes, música, dias e noites, chuva e sol.
Todas as flores, mas em meio as rosas ela é um girassol.


Nostalgia,
Uma magia.
Pensamentos em excesso,
Imaginação ao extremo.


Fotografias e aquarela;
A pessoa certa para conversas profundas.
Amizade verdadeira;
Uma pessoa leal em meio a falsidades excessivas.


Uma pausa para dormir;
A mente enfim pode descansar.
O tempo sem parar, está a agir;
Mas ela continua a sonhar.


Viajar, mas vai te proteger;
Sem te julgar, ela não liga se você tem uma religião diferente.
Ela mesma ela vai ser;
Fazer o bem vem em sua mente.


Ela não liga em ser uma exceção;
O que realmente importa está em seu coração.


“Ela é só uma leitora”;
“Ela só está a escrever”;
“Ela só gosta das equações resolver”;
“Ela só gosta de estudar”;
Ela só gosta… mas olha onde ela chegou.
Fazendo jus ao que tanto amou.
Ignorando todos que a negou.
Ela é uma jovem poeta que ainda irá conquistar e mudar o mundo.
Sim, ela é louca o suficiente para ir mais a fundo.

Na Ilha da Magia aguardamos
os figos amadurecerem,
e com figos verdes fazemos
doce em calda para comerem.


​Mesmo sabendo que a figueira
é casa das bruxas nesta terra brasileira,
depois da meia-noite tu haverás
de ser meu — queira ou não queira.