Doce Mulher

Cerca de 30634 frases e pensamentos: Doce Mulher

Ser quem somos é ser o doce ou o amargo na taça de quem decide o que quer beber.

O maracujá por fora é calmaria enrugada,
mas por dentro guarda tempestade doce…
igual gente que aprendeu a sorrir depois das trovoadas.

Minha mãe tem cabelo de algodão-doce cansado,
daquele que o tempo foi soprando devagar…
e mesmo assim ainda adoça o dia de quem chega perto.


O rosto dela é estrada de barro batido,
listrado pelas chuvas que já enfrentou…
mas firme, como quem nunca saiu do lugar que ama.




O café dela nunca é só café,
é colher batendo na xícara marcando o tempo…
como relógio simples ensinando a vida a não parar.


Minha mãe mexe o açúcar devagar,
como quem tenta adoçar o mundo…
sem fazer barulho pra não assustar a dor.


Ela é dessas que conversa com planta,
e jura que o sabiá responde…
porque quem tem fé entende até o silêncio cantar.


Minha mãe é livro que não pode empoeirar,
porque cada página esquecida…
é um pedaço da gente que deixa de existir.


Saudade dela não é ausência,
é presença que não cabe no abraço…
e por isso transborda pelos olhos.


Tem dia que ela é rede na varanda,
balançando entre o cansaço e a fé…
sem nunca deixar ninguém cair.


Se um dia ela for embora,
vai ficar espalhada nas pequenas coisas…
no barulho da colher, no canto do sabiá, no balanço de uma rede.

Doce atrai amigo e inimigo. Amargo seleciona.

⁠É na minha loucura, esta doce e louca sensibilidade que falei verdades e escondi sentimentos...
Brinquei de não querer amar, por medo de sofrer e perder o que nunca tive.
Infinito breve é meu tempo que corre num constante desatino de querer viver...
Talvez estas linhas ainda estejam em um estado crisálido...
Quero apenas deixar claro que minha loucura tem um nome, tem um motivo real e sigiloso. Guardado em um passado cruel que me rasgou a alma.
Um dia não muito distante tu saberás que minhas palavras sem nexo foram minhas mais profundas doses de querer viver e amar de viver para todo sempre contigo... Um anjo, o meu anjo.


Texto: Re Pinheiro (Copyright©) - Texto protegido pela Lei do Direito Autoral nº 9.610/98 - Por favor, reposte com o crédito! Imensamente grata!

Quando não houver mais nada a dizer, eu ofereço o meu doce silêncio.

⁠Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.


Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.


O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.


Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.


A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.


Ela não exige reflexão; basta paixão.


Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.


E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.


O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.


E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.


Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.


Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.


E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.


Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.


Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.

Minha doce lua, encontrei sua luz mais forte, que se expande do Sul ao Norte.Sempre ao seu lado, sou apernas um pequeno astro, cuja luz forte você tem compartilhado.

PREMÍCIAS DE UMA DOCE- AMARGA VIDA EM POESIA






Na espreita a luz se acende


Alma pura em impura transcende


E viva-morta ninguém sente


A dor e o prazer de ser gente




Nesses caminhos que a inspiração leva-nos


Os poetas dormem acordados


Fogem da ilusão real


E mergulham na ireal ilusão


Dos pobres apaixonados




A história conta por si so


O eterno conto das palavras


E amargas emoções doces sabores


Deixam na garganta um nó




Que se abre em flor de meio-dia


Doce amarga poesia


Que o sol nascente some


E em versos , sentimentos se consome




Doce amarga poesia


Persistir é imoral


Quando a falta nos e fatal


Aos olhos alheios


Poetar é coisa pra imortal


E nessas primicias que les


Ves um sonho real


Miha singela


Doce amarga poesia


Brotando a cada dia




Flor mais bela do jardim da fantazia


Te sigo e te vejo sorrir


As lágrimas que choro


MINHA DOCE


MINHA AMARGA


POESIA

O sol doce lambe os meus cabelos, tão leve. Um carinho dourado.

Nostálgico


Nesta manhã, eu encontrei uma bergamota bem doce e sumarenta
Arauto do outono, filha de uma árvore perdida na planície
Quem me dera voltar, e depois acordar no que já era
Fazendo disso a atualização da saudade

Uno


Deus nos espanta com o passado,
doce e cruel a mim foi arremessado.
A vida guia a minha pena vibrante
para aqui ficar,
sem ir adiante.
Como mil centopéias,
tenho braços que te abraçam,
e tu, minha velha,
meu coração trespassa.
O ouro me tenta.
A carne me suberge.
A vida que é lenta,
da corrida me perde.
Ao não dizer, não digo.
Minh’alma fere quem pouco entende.
Para falar, um perigo,
ao proferir mudo, à toda gente.

A vida é uma combinação de "sabores", às vezes a vida é doce, outras vezes azeda e por vezes amarga ou salgada.
Por que não, umami ?
Uma sensação de sabor "saboroso" ou "gosto delicioso" que persiste na boca. Aquela de dar "água na boca" e na vida.

Sei lá, será que você me faz tão bem assim? talvez seja por esse doce sorriso, por esse olhar fascinante, esse teu jeito meigo, que vai me conquistando aos poucos.

Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.

Quando a descuidada Vale do Rio Doce conseguiu tornar imbebível as águas de um rio, do qual quem bebeu jamais esqueceu, eu já suspeitei que ela era muito mal seletiva.


Mas quando ela fingiu indenizar uma parte da população valadarense, fingindo não ter aniquilado o Doce do Rio que também era da outra parte, ela aniquilou também a suspeição.


Há indignações que não nascem apenas do que vemos, mas daquilo que sentimos ser arrancado de todos nós.


Quando a lama tornou imbebível as águas de um rio cuja doçura acompanhou gerações, não foi só o sabor que se perdeu — foi a memória líquida de um povo, sua identidade, sua história escrita em correnteza.


Naquele instante, já não era preciso grande esforço para desconfiar da seletividade de quem, por dever, deveria zelar e reparar.


Mas o espanto maior veio depois, quando o teatro das indenizações começou a escolher rostos e CPFs, a dividir dores, a parcelar perdas como se um rio pudesse ser fatiado em zonas de sofrimento e leiloado por migalhas.


E ali, naquele gesto que soou mais como cálculo do que como cuidado, não foi apenas o Rio Doce que se viu diminuído — foi a própria confiança que secou…


Que foi para a lama.


Porque quando uma parte é acolhida apenas para que a outra seja silenciada, deixa de existir dúvida: o que se aniquila não é só o rio, mas o respeito que deveria correr com e como ele.


No fim, a indignação que sobra é também a que educa.


Ela nos obriga a olhar para além da superfície barrenta e perguntar: que tipo de sociedade permitimos construir?


E que tipo de humanidade ainda queremos salvar do fundo dessa lama contaminada que insiste em não decantar?⁠

A verdade não é doce.O que se quer ouvir sim. Conduzo você a meu benefício, quero "ajudá-los", "meus companheiros".

*Grito da Liberdade*

Eu mudei sim, eu era doce, mais leve, cheia de esperança.

Mas fui testada até o meu limite.

Confundiram minha calma com fraqueza.

Pisaram, cobraram, machucaram.

Quando reagi, me chamaram de louca e exagerada.

Quando cansei, disseram que mudei, me tornando egoísta.

Mas ninguém viu o que fizeram comigo, ninguém sentiu e nem se redimiu.

Esperaram eu partir para sentir algo sobre mim.

Eu peguei o pouco e construí o meu muito.

Ergui-me do nada e sem ninguém.

Você pode mais do que imagina,

E, quando se ergue, é uma força da natureza.

Às vezes, se defender é o único jeito de continuar de pé,

E a sua voz é um grito de liberdade.

Não se omita quando se sentir sufocada.

Grita!!!

Sonho doce só na padaria....ᥫ᭡.

Eu sou um tipo de pessoa que sonha muito
Mas não corro atrás do sonho.
Aprendi a ser realista, gosto da minha simplicidade e cultivo aquilo que me faz bem.
Não vou para muito longe, já fui e voltei correndo, não por medo, mas por ter me deparado com a realidade.
Sonhar é muito bom.
Doce só na padaria
Idealista é quem faz as coisas consciente de que as consequências são às vezes o contrário daquilo que você pensava.
Tenha paciência para entender aquilo que realmente vale a pena e principalmente o que é melhor para você.𐙚⋆

Café bueno.


Talvez seja o doce amargo dos acasos;
talvez você saiba bem o que falo.
O desencontro dos nossos lábios
deveria ser uma traição pintada por Picasso.


Pintura esta que, mesmo triste, enalteceria os teus olhos.
Olhos que habitam os reflexos dos sonhos
que tanto sinto falta nas noites de insônia
reforçadas com xícaras de café bueno.