Doce Mulher
Doce descoberta
No toque dos teus lábios, senti tuas verdades,
Indiscreto e eufórico o meu coração soltou o alarme,
Mãos em movimento, fornalha aberta derretendo os sentimentos,
E no soprar do tempo, fomos descobrindo que éramos almas carimbadas com o símbolo do infinito.
O amor é de todos
Aquela voz doce e cativante,
aquelas músicas secretas que não saem da cabeça,
os cuidados na presença, a riqueza emocional presente mesmo na ausência,
este é o lugar aonde os sorrisos e a respiração se acostumaram a caminham juntos,
Mas a perigos,
Se deixarmos o uivo dos lobos e os corvos atentos, então vamos rapidamente encontrar as noites geladas no Alasca sem lanterna e sem armas para se defender,
A sombra das grandes árvores guardam os seus segredos, tem barulhos e olhares ocultos, tem arrepios e vozes dos ventos contrários,
Tudo pode mudar a todo momento, basta uma soneca e a correnteza do rio gelado das lágrimas para carregá-lo,
Sendo assim, a única química que funciona para se afastar do frio mesmo estando vivendo no inverno é deixar a fogueira sempre acesa e abastecida,
O amor é para todos, mas a sua continuidade é para poucos.
Doce momento
O teu primeiro olhar me abraçou como um laço,
O teu primeiro sorriso falou tudo que eu queria ouvir naquela tarde fria e chuvosa na biblioteca,
Os medos e os receios vem juntos no pacote do primeiro encontro, mas logo foram sendo vencidos pelo teu jeito único de conduzir o momento,
Abracei teu perfume no ar sem perceber que tinha essência de paixão repentina,
Nem o café quente sobre a mesa foi capaz de impedir a nossa ida para outro lugar.
Rio Doce das Terras gerais...
Os rios Piranga e Carmo se unem ...
Fazem o seu encontrodessa maneira !
Pelas águas cristalinas e com pureza
Junto as bençãos na sua correnteza
Recebe no batismo o novo Nome,...
Doce,Filho da Serra da Mantiqueira
..
“Não julgue a minha bondade pela minha aparência. Eu posso ser doce e gentil, mas também posso ser firme e corajosa. Eu sei o que quero e como conseguir. Não sou ingênua, sou inteligente. Não sou submissa, sou independente. Não sou boa com quem me faz mal, sou assertiva. Bondade e inteligência caminham juntas, e eu tenho as duas.”
Moro no emaranhado dos pensamentos vãos,
que vão e voltam,
numa valsa doce e melodiosa.
Flanando entre o passado
e o futuro,
marco o compasso do sapateado
presente nas horas.
No abraço dela encontro lar,
Em seus olhos, o mar a navegar.
Amar é poesia, é doce melodia,
Nos versos da vida, nossa sinfonia.
Seu toque, um verso suave,
Em cada palavra, um laço que grave.
No coração, um turbilhão de emoção,
Em seu amor, minha eterna canção.
No calor do seu abraço, meu desejo favorito,
No seu sorriso, meu lugar predileto.
Em cada beijo, a poesia se faz presente,
Em cada gesto, o amor reluzente.
Amar é assim, poeticamente intenso,
Um encontro de almas, um doce consentimento.
Em cada verso deste poema, eu te celebro,
Pois contigo, meu amor, sou completo.
Uma casa para morar,um doce lar para eu viver
Um lençol para eu me embrulhar, teu sangue para me aquecer
Teu coração para me bombear, tua mente para me entender.
A vida é igual cachaça,
tem gole doce e agonia;
tem cabra rindo de tarde
e chorando ao fim do dia.
Quem pensa que manda no mundo
não manda nem na azia.
O tempo não pede licença,
nem avisa quando vai;
hoje o cabra está por cima,
amanhã tropeça e cai.
A vida dá muita volta,
e a conta sempre sai.
Tem rico juntando dinheiro
com medo do último dia,
tem pobre gastando o pouco
pra comprar uma alegria.
No fim, debaixo da terra,
ninguém leva garantia.
A vida é uma viagem
sem passagem de cortesia;
tem atraso, tem aperreio,
tem amor e teimosia.
Quem leva tudo a sério
envelhece antes do dia.
Deus Se revelou em Cristo, tornando a Verdade acessível. Essa revelação nos concede o doce privilégio de conhecê-Lo e repousar na Sua verdade. Contudo, estar perto dEle nunca nos dá o direito de usar a verdade como uma arma. Em vez de nos tornarmos arrogantes, somos chamados a transbordar graça e a caminhar com o coração de Jesus, falando a verdade sempre envolvida em amor.
Nostálgico
Nesta manhã, eu encontrei uma bergamota bem doce e sumarenta
Arauto do outono, filha de uma árvore perdida na planície
Quem me dera voltar, e depois acordar no que já era
Fazendo disso a atualização da saudade
Uno
Deus nos espanta com o passado,
doce e cruel a mim foi arremessado.
A vida guia a minha pena vibrante
para aqui ficar,
sem ir adiante.
Como mil centopéias,
tenho braços que te abraçam,
e tu, minha velha,
meu coração trespassa.
O ouro me tenta.
A carne me suberge.
A vida que é lenta,
da corrida me perde.
Ao não dizer, não digo.
Minh’alma fere quem pouco entende.
Para falar, um perigo,
ao proferir mudo, à toda gente.
Doce meia noite doce madrugada...
Sendo sensatez a garoa derrama suas lágrimas...
Gotas de orvalho sao sementes dos deuses místicos
No refúgio da terra o enigma da vida se alastra numa cachoeira.
Doce querer se existimos por existimos?
Qual seria a finalidade de tal processo apenas a reprodução?
Se for?
Qual seria direção a seguir?
Uma vida sem seguimentos e realizações?
Para o final ser apenas algoz na escuridão da existência!
Sua voz estaria num fonema desfocado no espaço e no tempo...
Faria alguma diferença do caos que predomina o mundo.
Ou seria apenas um percentual casal?
No linear do horizonte vemos por do sol...
Esta visão mudaria sua vida pois pode ser a borda do mundo ou somente uma novo amanhecer no obscuro sentido da vida.
