Do nada

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O universo não desperdiça nada tudo é reutilizado formando outra peça, dessa imensa ⁠engrenagem.

⁠Família
Se nada nesse mundo é por acaso
Imagina se então seria
A união do amor e a felicidade
Juntos numa só família
Mesmo que não fora de sangue
É unidade na tristeza e na alegria
Família é o sonho mais lindo
Que a gente pode sonhar
É o sorriso que já vai se abrindo
Antes mesmo de chegar
É aquele brilho espargindo
Na porta, ao te ver entrar
Dois anjos e um amor
Só pode ser obra divina
O amor que eu sempre sonhei
E as minhas duas meninas
Que preencheram perfeitamente o espaço
Vazio que no meu peito tinha
Família é presente de Deus
É cuidado, proteção é vigília
É oferecer todo o amor guardado
Para a tão sonhada família
É gratidão por hoje ter o amor da vida
um cachorro e lindas filhas

Depois de passar cerca de três meses parado, gastando muito e sem ganhar nada, surgiu uma oportunidade de voltar a trabalhar na área energética.

Tudo começou numa conversa com um amigo que trabalhava em uma empresa de equipamentos de segurança. Como seus clientes eram empresas do setor elétrico, ele comentou sobre uma fábrica em São Bernardo do Campo que produzia escadas para concessionárias de energia e tinha a intenção de entrar no mercado de linha viva, justamente a minha especialidade.

Ainda decepcionado com a experiência da empresa anterior, ouvi a proposta com certa desconfiança. Porém, como precisava urgentemente voltar ao mercado de trabalho, resolvi conhecer a empresa e conversar com seu proprietário.

O dono era o Sr. João, um homem de aproximadamente sessenta anos, cheio de ideias e entusiasmo, embora com poucos recursos financeiros para investir. Os equipamentos utilizados na fabricação de ferramentas para linha viva eram caríssimos e, pior, não eram produzidos no Brasil.

Passamos algumas horas conversando. Ele me mostrou a fábrica de escadas para o setor energético e, ao lado dela, um enorme galpão onde eram fabricadas escadas domésticas, bancos-escada e tábuas de passar roupa, produtos destinados ao mercado residencial.

Como eu já estava há algum tempo sem trabalhar, acertamos uma experiência voltada aos setores elétrico e telefônico. O salário era bem inferior ao que eu recebia na empresa anterior, mas minha situação não permitia muitas exigências.

Comecei realizando um trabalho de divulgação das escadas junto às companhias elétricas. Como eu já conhecia muitos clientes daquele segmento, o desenvolvimento do trabalho foi relativamente fácil. Em seguida, passei a atuar também no setor telefônico.

Atendendo a solicitações das concessionárias de energia, desenvolvemos algumas escadas especiais montadas sobre veículos. Com esses equipamentos voltei a viajar, embora em uma frequência muito menor do que nos tempos anteriores.

Com o passar do tempo, após a saída do gerente da área doméstica, acabei assumindo a parte comercial das duas fábricas.

Foi nessa época que vivi um episódio que jamais esqueci.

Certo dia, eu conversava em minha sala com minha esposa sobre a situação da minha sogra. Ela estava muito doente e internada em um hospital de Osasco. Seu estado de saúde se agravava a cada dia, e o atendimento que recebia nos preocupava muito.

O Sr. João entrou na sala e ouviu parte da conversa. Ao entender o que estava acontecendo, pegou o telefone e ligou para um amigo que era diretor do Hospital de São Caetano.

— Qual é o nome da sua sogra? Em qual hospital ela está internada?

Passei as informações.

Ele falou com o amigo, explicou a situação e, ao desligar, disse apenas:

— Vamos tirar ela de lá.

E foi exatamente o que aconteceu.

Minha sogra foi transferida para o Hospital de São Caetano, onde permaneceu internada por cerca de trinta dias. Recebeu um atendimento excelente e saiu de lá recuperada.

Naturalmente, minha preocupação seguinte foi com os custos.

— E a conta, Sr. João? Como vamos pagar?

Ele respondeu com a maior tranquilidade:

— Não se preocupe. Quando ela chegar, a gente dá um jeito.

Algum tempo depois a conta chegou. Eu nunca soube o valor. O Sr. João não deixou que eu a visse.

Mais tarde fiquei sabendo que ele ligou para o diretor do hospital e fez um acordo. Em seguida, carregou um caminhão com uma grande quantidade de tábuas de passar roupa, bancos-escada, escadas metálicas e escadas de alumínio, enviando tudo para o bazar beneficente do hospital.

O assunto morreu ali. Ele nunca mais comentou sobre isso.

Os anos seguiram seu curso. Continuávamos trabalhando e, de vez em quando, viajávamos juntos para visitar clientes, principalmente no Rio Grande do Sul, estado pelo qual ele tinha uma admiração especial. Adorava ir a Caxias do Sul.

Até que um dia a telefonista transferiu uma ligação para minha sala.

Do outro lado da linha estava o diretor de uma empreiteira que prestava serviços para a CESP — Centrais Elétricas de São Paulo. Chamava-se Dr. Rubens.

Ele disse que precisava tratar de um assunto confidencial e perguntou se eu poderia encontrá-lo no dia seguinte.

Conversei com o Sr. João e expliquei que uma empresa havia me procurado, mas que eu não fazia ideia do motivo.

Na manhã seguinte fui ao endereço combinado.

Ao chegar à portaria da empreiteira, me identifiquei e pedi para falar com o Dr. Rubens.

O porteiro respondeu:

— Aqui não tem nenhum Dr. Rubens.

Estranhei.

— Claro que tem. Ele marcou uma reunião comigo.

Nesse momento o telefone interno tocou. Após atender, o porteiro mudou imediatamente de atitude.

— Desculpe, eu me enganei. Ele vai recebê-lo.

A conversa foi cordial, mas algo me chamou a atenção. De cada dez palavras que o Dr. Rubens dizia, oito eram sobre a Munck.

A Munck era, naquela época, a maior fabricante de guindastes da América do Sul. Tinha sua principal fábrica em São Paulo, filiais no México e na Argentina, distribuidores espalhados por toda a América do Sul e uma operação em Londres que atendia o Oriente Médio.

Era uma gigante do setor.

Ao final da reunião ficou evidente para mim que alguém queria me contratar, mas não era aquela empreiteira.

Apesar da insistência, deixei claro que não tinha interesse imediato na proposta. Mesmo assim, prometi pensar e dar uma resposta no dia seguinte.

Saí dali e segui para o trabalho.

Durante o caminho, uma conclusão se formou naturalmente na minha cabeça: quem realmente estava tentando me contratar era a Munck.

Assim que cheguei à empresa, peguei o telefone e liguei diretamente para a fábrica da Munck.

— Gostaria de falar com o Dr. Rubens.

A telefonista perguntou quem estava ligando. Eu me identifiquei.

Poucos segundos depois ele atendeu.

Não fez apresentações nem rodeios.

Perguntou apenas:

— Quando você pode vir conversar aqui na Munck?

Foi naquele momento que percebi que minha vida estava prestes a mudar mais uma vez.

E mudou.

Nada acontece do dia para a noite. Compreendi que o tempo exige paciência, e hoje o dia amanheceu com rosto de conquista e vitória. Sinto apenas fé, coragem e determinação. Obrigada, meu Deus.
​A regra é pegar o que você tem hoje nas mãos e fazer acontecer; o melhor momento sempre será o agora. Sigo evoluindo a cada dia para melhor. Como eu me amo e como amo ser a minha melhor versão!
​— Amanda Tamiris da Maia
Poeta de Literatura

Hoje eu acordei cantando.
Do nada, eu tô rimando.
Eu não estou falando de amor.
Acordei com uma paixão antiga.
Por mim, por você e principalmente pela vida.
Só estou no clima da canção.
Rimando essa cantiga
🎷🎹 C7+ 🎤🔛
E não explana pra não estragar.
É que amanhã eu tô em outro lugar
Mas se quiser de novo, é só chamar
Só não exagera pra não enjoar

Às vezes eu penso em me mudar para Marte 🪐
E me lembro de que estou sem dinheiro para nada!
Então, eu me pergunto se lá teria chá. ☕🤗

* Retrospectiva 2025*


"Tem gente que chega do nada na nossa vida e faz um burburinho de bondade no coração que, em um segundo, todas as tristezas passadas viram realmente passado. A gente compreende o porquê de ter passado por tantas provações. Acho que é o significado de validação: saber filtrar o que realmente vale a pena manter distância e, principalmente, o que devemos cultivar com amor.


2025 foi pesado, tenso, corrido e, ao mesmo tempo, um ano de grandes revelações. E o que pesou mesmo foram todos os bons momentos. Esses, eu vou continuar regando para que em 2026 cresçam e floresçam. Os livramentos já até deixei para trás.


A vida é muito boa para se perder tempo remoendo o que não nos acrescenta nada. Seja muito bem-vindo, 2026! 😉"

Éramos sete.
Agora somos seis.
Dividindo: Ego + orgulho.
Não somos nada!

Eu não quero que ninguém me dê nada, não, só de não atrapalhar a minha vida já é um grande presente!!!☿⛧✠❎

Hoje eu não vou pedir nada ✋ só vou agradecer 💕


Agradecer sempre, cultivar a gratidão pelas pequenas coisas, como o fôlego de vida e a família, agradecer os pequenos detalhes aumenta o bem-estar, melhora a saúde física e fortalece o corpo e a alma. Bom dia! 🌻☕🌸

A única coisa que eu sei. Nada.
Diante da realidade que se passa no mundo atual.
Tudo é muito anormal, porém a doida sou eu por buscar o certo.

⫘⫘⫘⫘⫘⫘ꗃ


Eu sei que não é nada fácil.
Amadurecer é dolorido, ter responsabilidade é cansativo e impor respeito é uma luta muito grande.
Apesar de tudo isso, o sol sempre nasce, pode ter vários dias nublados e a gente se acostumar com o céu acinzentado.
Pode ter um exército inteiro contra você!
Mas se você tiver Fé em Deus.
Você estará blindado!
Confie em Deus e o mais ele fará 💪🙌 (ง'̀-'́)ง⚛♎

Ninguém me disse nada, eu também não quero saber.
Se não for para ajudar, eu não vou atrapalhar.
São esses os meus ditados favoritos.
🙈🙉🙊

Allan
Filho de Jéssica e Darlan.
Não foi premeditado e sim planejado
Um fruto nada proibido
Crescendo com muito amor.
Allan,allanzinho
Bebê, tinenem
Que tudo te seja simples
Na grandeza deste mundo
Nem raso nem profundo
Na medida certa, seja o amor.
Tanto dado quanto o retribuído
₍ᐢ._.ᐢ₎♡ ༘𓊆ྀི❤︎𓊇ྀི

Me guieꫂ ၴႅၴ
ㅤ𔒝
Me guie.Daqui a um certo tempo.Nada mais sobrará.
Do rio que escorria ao mar.Por incontáveis dias.Num tempo que não tem volta.
E nem faz sentido lembrar...
Águas passadas.
Já se é quase verão outra vezChegando ao fim, o cansaço das palavras que não foram ditas.Das letras que foram escritasDas músicas que não foram ouvidasOlhares distantes.Lágrimas contidas no silêncio.Da dorDa cicatriz que ficou...O rio não continuará passando.Pelos mesmos lugares.Seguindo novos caminhos.Me faz andar.Sobre as águas decifrandoMinha canção que é minha força, minha confiança.A salvação queMe guie.Pelos olhos do meu coração...ꫂ❁°❀.ೃ࿔*

Nada acontece por acaso. Com o tempo, a clareza chega e as feridas cicatrizam!

Escrevo no Nada

Ah… escrevo no nada.
Talvez porque o nada seja o único lugar onde minhas palavras ainda encontram espaço para existir. Escrevo sem saber se alguém se importa com aquilo que deixo no papel, se alguém algum dia vai parar diante destas linhas e perceber que, entre uma palavra e outra, existe um homem tentando contar aquilo que durante muito tempo não conseguiu dizer.
Apoio em linhas retas todos os meus sentimentos tortos.
E talvez seja isso que chamamos de escrever: tentar organizar no papel aquilo que dentro de nós jamais conheceu ordem. Dar nome ao que doeu. Dar voz ao que ficou calado. Dar um lugar para aquilo que carregamos durante anos sem saber onde colocar.
Falo de palavras que escondem sofrimentos.
Porque nem toda palavra revela. Algumas protegem. Algumas disfarçam. Algumas são apenas cortinas colocadas diante de feridas que ainda não aprendemos a mostrar.
Falo da morte que não tive.
E essa talvez seja uma das frases mais difíceis que já escrevi.
Porque existem mortes que não levam o corpo. Existem despedidas que nos deixam vivos. Existem momentos em que continuamos respirando, caminhando, trabalhando, sorrindo, conversando com as pessoas, enquanto alguma coisa dentro de nós ficou para trás.
Eu não morri.
Mas talvez algumas partes de mim tenham conhecido a morte.
Falo da dor da ausência.
Da cadeira que continua no mesmo lugar quando alguém já não está. Da voz que a memória insiste em repetir. Do abraço que os braços ainda sabem dar, embora já não exista ninguém diante deles para recebê-lo.
Falo…
E paro.
Porque há sentimentos que chegam até a garganta e se recusam a virar palavras.
Há histórias que desejam desesperadamente ser contadas, mas passaram tanto tempo escondidas que aprenderam a ter medo da própria voz.
A minha é uma delas.
Uma história que precisa ser ouvida.
Precisa ser lida.
Não porque seja maior do que a história de ninguém, mas porque foi vivida. E tudo aquilo que verdadeiramente foi vivido merece, pelo menos uma vez, não morrer em silêncio.
Talvez eu tenha passado uma vida inteira querendo ser ouvido, quando também precisava aprender a ouvir.
Ouvir os meus próprios silêncios.
Ouvir aquilo que minhas lágrimas tentaram dizer.
Ouvir o homem que ficou escondido atrás das obrigações, dos sorrisos, das despedidas, das perdas e dos anos.
Talvez eu escreva porque finalmente comecei a escutar aquele que durante tanto tempo deixei sozinho dentro de mim.
Por isso escrevo.
Mesmo quando ninguém lê.
Mesmo quando ninguém pergunta.
Mesmo quando parece que minhas palavras estão sendo lançadas contra uma imensidão indiferente.
Eu escrevo porque algumas histórias não nascem para fazer barulho.
Nascem simplesmente porque não querem morrer.
E então volto para o papel.
Olho novamente para essas linhas retas.
Coloco nelas meus sentimentos tortos, minhas ausências, minhas perguntas, minhas lembranças, meus mortos, meus vivos, aquilo que perdi e aquilo que ainda procuro.
Falo de tudo.
Falo de mim.
Falo daquilo que deveria ter ouvido quando ainda havia tempo.
E, depois de tantas palavras, olho para a página e tenho a estranha sensação de que continuo sem ter dito aquilo que realmente queria dizer.
Então penso:
escrevi tanto…
e talvez ainda não tenha escrito nada.

"Bons" são os que contemplam a natureza, o firmamento e sabendo que nada são perante o abismo da vida, conseguem ter no rosto um sorriso de gratidão.


Sublime é a voz que cresce entre as papoilas.

O que é o amor?


Não sabe o que é o amor,
só conhece a dor.
A vida, nada generosa,
esqueceu-se de lhe mandar rosas.
Só lhe mostrou espinhos,
e segue ele seu solitário caminho,
deserto... nunca ninguém por perto.
Todas lágrimas derramadas,
todas as lágrimas choradas...
com a chuva misturadas
e ninguém notou nada.
A esperança... só por um átimo...
e sumiu, entre seus dedos...
desapareceu...
e no lugar deixou puro medo.
Vida sem amor, um silêncio profundo,
Um céu sem estrelas, vazio no mundo.
Caminhos desertas, corações sem cor,
Ecoa no peito o frio da dor.
Sem o toque suave que aquece a alma,
Falta o brilho terno, falta a calma.
Mas mesmo na sombra, uma luz a brilhar:
Esperança que um dia o amor vai chegar.
E ele é forte,
embora a dor quase não suporte,
segue... sabe que, no fim,
há um amor que a ele importe...
e, com ela, o doce fim de sua triste sorte.

Nada a perder


Não, você não tem nada a perder,
nem nada a ganhar...
a vida é só pra se viver,
dela nenhum troféu ninguém vai levar.
Na lida diária da vida, nada a perder, nem a ganhar,
somente o sopro do instante você tem pra lhe guiar.
Entre sombras e luzes, um navegar sereno, às vezes, puro veneno...
O tempo se desfaz em um instante dorido, sofrido ou deleitável, ameno.
Passos que não pesam, olhos que só veem a essência do agora que a alma consigo carrega... é tudo o que a vida pra você entrega
No silêncio do peito, um doce despertar, ou de um pesadelo com o amanhecer se livrar...
Na vida, nada a perder, nada a ganhar... apenas um eterno caminhar pra no nada um dia chegar.
Um dia de cada vez,
não importa o que você fez
ou o que deixou de fazer...
viva da vida o que dá pra viver,
viver de verdade não é pra valer...
até porque...
não fim todo mundo vai mesmo é morrer.