Do nada
Nada melhor que um beijo quente
Em que eu perceba o gosto de seus lábios
E a dor de suas mordidas
Saboreando-me
Com salivas
Indecentes, porém
Doces...
Nossas bocas juntas
Se formando quase em uma
Em um entrelaçar de línguas
Fortalecendo a nossa união
Entre um beijo e outro
O intenso momento de um querer selvagem
E indecência divina que tanto
Satisfaz os nossos desejos...
Em meia turbulência de nossas carnes
Entendo a sacanagem de nossas bocas
E do por que o consumismo
De sua boca para com o beijo;
Minha personalidade é tão forte que tive que aceitar a opinião alheia para pôr equilíbrio, pois nada que é exagerado é bom;
Não me preocupo com o veneno alheio,
Pois a minha força e minha resistência
Não depende de nada nem de ninguém
Um leão não sente medo, não sente remorsos;
Suas determinações e coragem falam por si...
Ser gentil não nos custa nada, ser sensato não nos diminuí, ter caráter é questão de honra é um pensamento que nos evoluí...
Toda vez que me deparo com sua imagem eu me apaixono diferentemente dia após dia;
E nada esconde esse desejo de te ter aos meus braços pensando em te oferecer um poema no qual eu recite com o eco os meus sentimentos a você;
Deixe-me te encontrar para descobrir o seu eu com requinte de um romantismo suave, mas verdadeiro para iniciarmos uma linda história;
Nasci sem nada
Morrerei sem nada
Mas no intervalo
Luto por aquilo que gostaria
De eternizar... Amor!
Não me faço alheio a nada nessa vida
Nunca precisei demostrar sentimentos no qual, me emotiva
Nem preciso explicar o do porquê das minhas lágrimas
Só não transmito em exagero a minha lástima
O que eu escrevo só faz sentido ao meu Dom
Resulta no entendimento que envolve uma fagulha do meu coração;
Vivemos em um mundo coletivo.
Ninguém consegue nada sozinho. Uma nítida prova disso é a felicidade, ninguém consegue ser feliz sozinho… Como vai explicar , mostrar que está feliz ,né! Embora não podemos contar para todos que estamos felizes, porém podemos contar para quem nos faz feliz!
Iza Lira
O Banquete do Vazio - Vinicius Monteiro Tito
Garras de breu rasgam o tecido do nada,
Onde o éter sangra um silêncio corrosivo;
Não são aves que circundam a mente estraçalhada,
Mas o próprio tempo, esse verme faminto e vivo.
O céu não escarnece — ele é um olho cego e oco,
Refletindo o vácuo que a alma insiste em parir.
A alegria morta é um espectro que quebra o pescoço,
Forçando o olhar para o horror que está por vir.
Demônios não esperam; eles já habitam a medula,
Costurando o luto no que ainda nem nasceu.
A loucura não é nuvem, é o oceano que anula,
Onde o "eu" se afoga no que Deus esqueceu.
Lá embaixo, onde a luz é um mito sepultado,
O espírito é o banquete, a fome e o altar.
Condenado a ser, em um eterno agora gelado,
A própria ruína que não cansa de desabar.
Como dói no meu coração escrever algo tão verdadeiro... Sua vida não vale nada.
Um curto espaço de tempo, em milhões qual o valor de um centavo?
Talvez em sociedade... União?
