Do nada
As vezes penso que não faço nada
E de repente vejo o dizer de coisas
Que não sei se causo, se mostro, se devoro..
Porque é de repente.E de repente eu sou tudo.
Sou aquele beijo meio sem querer
As distrações de um dia comum
Aquela cerveja gelada bebida pelo corpo quente
As imaginações do morder dos lábios.
A fixação dos olhos em forma de chamas
Você se queimou não foi?
Eu vi o quanto ardeu você me disse isso.
Você tem medo dos meus olhos
Das minhas mãos.Das minhas unhas.
Você tem medo de mim.
Porque quando eu digo uma coisa
Eu quero dizer outra.
E tudo sai em ambíguo.
E você me entende em cada palavra.
E você gosta desse duplo sentindo.
Eu não precisava de muita coisa na quela noite, apenas dele! Ele e nada mais. Ele já era o suficiente. Ter ele ali, já me fazia satisfeita .. Já me mantia viva o meu vicio de ter ele. Minha rotina era, não tocar mais no seu nome, e quem sabe pode dizer ”Ele não me tem mais”. Mas ele me conhece, eu faço tudo errado. Ele, o meu erro mais bonito. Eu continuo errando, na espera de me acertar com ele.Eu sempre soube que ele era um erro, mas erro maior que esse, só o meu amor que esta aumentando. — Ah meu bem. Se tem algo mais bonito que você, eu diria que esse algo somos nós. Sem cerimonias, sem planos sem nada, agente se encontrou de novo. Eu estive ali entrelaçada entre seus braços fortes, toda envolvida no seu cheiro, nos seus beijos com aquele profundo gosto amargo do cigarro. Esquecemos de tudo aquela noite, exceto o amor. Ah o amor! Como eu poderia me esquecer do amor, se eu estava vivendo um? Eu sou fraca pra amar por nós ”dois”. Então por favor, me ame de volta. Eu sei que estou me repetindo, causando o mesmo erro varias vezes. Mas oque eu posso fazer? Cara! Olhe pra mim quando ele está por perto, me fala, eu sou fraca em relação a ele. Desculpa. Desculpa.. Eu desejei ele tanto aquela noite, eu tive ele em meus braços frágeis, eu me lembro! Eu estava lucida, eu o abracei forte, como se fosse o nosso primeiro abraço, e então eu encostei vagarosamente a minha cabeça no seu peitoral, e olha, foi um dos momentos mais lindo da minha vida. Eu pude ouvir silenciosamente as batidas do seu coração, e o vento assoprando lá longe, as folhas sendo levadas para outros caminhos com o sopro do vento. Foi um dos sons mais lindos que eu já ouvi. Eu o quis por muitas noites, e tive ele em poucas, e no outro dia eu sabia que teria um castigo por ter tido ele em meus braços. Eu sentiria a falta dele no outro dia. Esse é o meu pior castigo. Sentir a falta dele no dia seguinte. Desce a bebida mais forte, que o dinheiro dá pra comprar. Uma doze dele aqui, outra doze dele ali. Foi assim por horas, eu e ele, ali. Mas que droga, ele é o meu vicio. Olhei pra ele e foi como se eu nunca tivesse gostado de alguém antes. Foi como se eu gostasse de alguém pela primeira vez. Eu não me mantive em pé, e então, uma lagrima rolou, do meu olho ao perceber que puderia ser a última vez em que eu pudesse ter ele ali, todo pra mim bem na minha frente, outra lágrima rolou dentro do meu coração ao ver a velocidade das suas mãos sobre meu rosto. Quando eu menos esperei, havia desaparecido a lágrima que eu chorei. Tá chovendo dentro de mim, quase que um temporal. — Como vai fazer agora sem ele? — O tempo, vou ter que ter o tempo pra lidar com o que passou. Me disseram que isso é como num filme, e que todos já sabem o final, eu também sei! Então eu vou fazer esse filme não ter um final.
O Berger foi o cara que mais me impressionou na F-1.
Nunca fez nada para estar na F-1 e ainda está na F-1.
A pouca experiência de vida me ensinou que ninguem é dono de nada, tudo é ilusão - e isso vai dos bens materiais aos bens espirituais. Quem já perdeu alguma coisa que tinha como garantia (algo que já me aconteceu tantas vezes) termina por aprender que nada lhe pertence.
E se nada me pertence, tampouco preciso gastar meu tempo cuidando das coisas que não são minhas; melhor viver como hoje fosse o primeiro (ou o último) dia da minha vida.
Pra muitos um degrau são dois e pra outros um degrau é um nada, e pra outros, meio degrau é uma escada inteira!
Se você está se sentindo mal, não maltrate com seus sentimentos esdrúxulos a outros que nada tem a ver com seu mal estar
Te procuro
Por onde quer que eu ande
Aonde quer que eu olhe
Nada afasta essa lembrança de você
Tem vezes que eu canto
Pra ver se você volta
É impossível, eu não consigo esquecer!
O nativo sempre soube que não podia esperar nada do outro lado. O trabalho do colono é tornar impossíveis quaisquer sonhos de liberdade do colonizado. O trabalho do colonizado é
imaginar todas as combinações eventuais para aniquilar o colono. No plano do raciocínio, o maniqueísmo do colono produz o maniqueísmo do colonizado. À teoria do "nativo como mal absoluto" corresponde a teoria do "colono como mal absoluto".
O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol.
Nada ficou no lugar
Eu quero quebrar essas xícaras (...)
Queria falar sua língua
Eu gostaria de pedir “Perdão” a todo o momento, mesmo sem errar com ninguém e com nada. Eu gostaria de pedir “Perdão” por você, por todos, sim pela nação de forma demasiada. Eu gostaria de pedir “Perdão” até pelos erros que foram cometidos perto de mim. Eu gostaria de pedir “Perdão” pelo ódio de um irmão. Eu gostaria de pedir “Perdão” pelas flores que não nasceram simplesmente pelas sementes que não foram entregues a terra. Eu gostaria de pedir “Perdão” quando eu e quando qualquer outro erra. Eu gostaria de pedir “Perdão”.
Eu gostaria de errar um pouquinho só pela noção de poder pedir “Perdão”.
Me perdoe.
Ah! Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco praia, carro, jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco
Enquanto não aprendermos agradecer a Deus pelo ano novo que tivemos, nunca teremos nada novo, e sim de novo.
Que nada atrapalhe meu passo, faça perder meu riso, nem abale a minha fé. Que os caminhos sejam iluminados, os obstáculos superados e as lutas vencidas. Que os sonhos sejam degraus para as vitórias.
