Do nada
Atirador sem Elite
Qualquer
Um
É capaz
De tudo
Idealizar
Crer
Caminho
Sem volta
Nada
É longe
Muito
Longe
Jornadas
Não começam
Nem terminam
O interior
Transcende
O exterior
Uma jornada
Para toda
A vida
Cada um
A seu
Modo
Por que?
Por que não!?...
Puro Pensar
Donos do enredo e da dimensão de absolutamente nada.
Absolutamente tudo é o que pensamos ser.
Puro pensar.
Saudosismo
Pode
Até sê
Mas
Nada como
A delícia
De aguardar
A sessão
De cinema
Das tardes
De domingo
A expectativa
De possíveis
Emoções
Nada comum
Motivador
Cotidiano
De nossas
Crenças
Adrenalina
De quem
Crê
Transcende
A
Razão
Uma
Esperança
Sempre
O que
Creio
Existe
Migalhas
Quando mais
Não seja
Ainda
Que pouco
Se
A mais
Aspirar
Não possa
Melhor
Que nada
Quando
Mais
Não resta
A migalha
Da presença
Um pouco
Execraveis Andrajos
Racionais do mundo, uni-vos, nós não temos nada a perder exceto os grilhões da nossa liberdade e da sabedoria, porque o que te preocupa, te escraviza.
Pertencentes a execraveis grupelhos de indivíduos pedantes, fomentado pelo comum desejo de sermos iguais em mediocridade.
Sócrates: "Só sei que nada sei"
Tese, antítese e síntese. Faz-se necessário questionar para surgir novas reflexões e respostas, acerca de uma mesma situação. Platão? Valorização das ideias, da razão. Verdades questionáveis.
Aperto de Mão
Pois é, nada como morar na roça e ter liberdade e tudo para comer.
Quem está em casa na quarentena vive para comer de tudo, já preparado sem saber a origem e qualidade, por quantas mãos sujas passou e se está contaminado.
O pior na comida dúbia é a cara de nojo ou suspeita de vírus que pode vir de qualquer fonte.
Aqui se pode comer para viver bem sem veneno dos agrotóxicos, congelados, enlatados e embutidos.
Levanta com o canto do galo antes do sol nascer e trabalha até ele se esconder.
Foi cedo campear o gado e ordenar as vacas e logo preparar o leite do queijo, com coalho do pingo anterior.
Correu a cerca à cavalo, pois na Fazenda nada está pronto, é tudo dia fazendo ou refazendo; e, depois com o trator deu um roçado no pasto, nos piquetes de rotação.
Lavei o que deve e coloquei na água, para matar vermes, uma colher de hipoclorito de sódio
Cortei umas fatias do lagarto mal assado, de uma novilha que quebrou o pescoço no brete na hora de vacinar contra aftose, brucelose e carbunculo, e só não aproveitamos o berro da coitada.
Agora que almocei bem e tomei um expresso, já que aqui não se planta café, pois que um ano dá a si e outro ao patrão, de vez que aqui no campo, ainda, se ferra o gado e com o martelo se dá uma pancada no cravo e outra na ferradura.
O almoço é simples mas de bom paladar, ainda que sem sal, que deve ser abolido para evitar elevar mais a pressão.
Bom apetite e o café sem açúcar, com um pingo de rapadura, para adoçar a boca e esquecer do amargor da vida de quem está preso na cidade, na própria casa e não se pode dar o luxo de um bom dia, uma boa prosa e um aperto de mão.
Pontuação na Extrema Idade
“Não há nada mais espantoso que a raiva, nada mais curvado sobre a própria força. Se bem-sucedida, nada mais arrogante; se frustrada, nada mais insano, como ela não é forçada a recuar pelo cansaço mesmo na derrota, quando a sorte elimina seu adversário ela crava os dentes em si mesma”
O filósofo ensina que a raiva é uma derrota sempre, conseguindo ou não o que deseja. Um bom exercício: examinar a própria raiva e perceber que ela é o ato de se envenenar para punir o mundo. A grande vítima da raiva é você.
Nada produz tanto sentimento da alma, quanto ser capaz de distinguir com método e verdade cada objeto que se mostra na vida, a solitude, a salvaguarda da mediocridade, é para o gênio o amigo secreto, o abrigo escuro e frio onde renovará as asas que levarão mais longes, do que sois e estrelas, será sempre nosso próprio ócio. Muitos viram o que é e perguntaram o por quê, eu vi o que poderia ser feito e perguntei; por que não ? O importante é não parar de questionar, a curiosidade tem sua própria razão de existir. Muito da insensibilidade da dureza do mundo se deve à falta de imaginação, que impede a percepção das experiências de outras pessoas.
Meu fado
É o de não saber
quase tudo
Sobre o nada
Tenho profundidades.
Não tenho conexões
Com arealidade
Poderoso para mim
Não é aquele que descobre ouro
Primavera Acanhada
Rumores
Chegariam a mim
Deixarei que morra em mim
Pois nada te poderei dar
Senão
A mágoa de ver
Eternamente cansado
Distintos
Como passos
Na madrugada
Sol
De entardecer
Jardim
De estrelas
Chuvinha
Nos olhos
Marcas
Em lajedos lisos
Estruturas
Acanaladas
De
Um velho rio
acanhado
Na beira
Um dique
Um marginal rompido
Sem
Contestação estelar
Tropeçando em bico
Embicando à frente
Explosões
Primavera
A pleno
Sem eira
Nem beira
Balancear
De corpo
No entortar
De galhos firmes
Famigerados
São os insetos
Se mais
Houver
Nem preciso
É
A persistência é fundamental, pois a vida ensina-nos que nada vem sem esforço. Acredita no seu potencial e luta para alcançar o sucesso.
apanha calado.
Caluniado sem nem ser ouvido.
Amar mas perdeu.
Aceitar acreditar, nada valeu.
Chorar, demonstra ser eu.
Fraquejar sem lutar perdeu.
O fim chegou, adeus.
Hoje me pago sozinho.
Sinto falta da minha esposa, não tenho ânimo para nada por mais que eu entenda que as coisas no tomaram rumo diferentes eu só queria poder estar perto de quem eu amo.
Saudades do meu amor, só queria poder acordar amanhã sem lembrar de nada.
Talvez a dor poderia ser menor.
Todo dia é uma luta. Do nada, bate aquela saudade… e o pior é saber que nem um ‘oi’ posso dar. No fim, viramos isso: estranhos que já se conheceram demais.
