Do nada
Sei que não sou, nenhum gênio da literatura e que pouco ou quase nada contribuo para sua inovação, mas isso não me preocupa, considero-me, antes de mais nada uma tradutora de sentimentos, não só dos meus, mas também dos sentimentos das pessoas que se identificam com o que escrevo.
Toda magia passa pelo mental.
De nada adianta acender velas, tomar banho de ervas, e não trabalhar os próprios pensamentos, cuidar dos sentimentos que alimenta e das palavras que profere.
Somos o que vibramos. Se você tem pensamentos e sentimentos ruins, esse mal irá se manifestar no seu corpo e no seu mundo, inevitavelmente.
O que alguém é não significa nada sobre o tipo de pessoa que ela é. A verdade está nas ações.
Gosto de pensar que, se você tivesse o meu coração, não deixaria que nada ruim acontecesse com ele.
Ame por cada segundo, ame da sua forma. Nada me faria mais feliz do que te ver amando. No fim, ser feliz também é um ato de amor. O maior deles, talvez.
Algumas críticas são elogios de quem não tem nada para dar. Se você sente-se em segurança, observe apenas.
Nós, bananas, sentimos tudo, mas algumas bananas não querem sentir nada, não querem nem existir. Outras querem logo sair de suas casas e viverem sem suas cascas, mas, no final, elas têm o mesmo propósito, morrer. Apesar de algumas irem cedo, todas nós vamos, não há pra onde correr...
Eu portanto penso que sei, quando na verdade nada sei, pois tudo aquilo que sei, venho dos meus antecessores, eles pensavam que sabiam, ou achavam que sabiam, e mesmo assim hoje sei q nada sei. Pois sempre avera algo para saber.
A morte pode um não ser um tona-se um nada, Não tem sentido um ser humano, com sua consciência, sua racionalidade, suas emoções, alma, tudo o que é, nascer e começar existir pra ser tornar um nada, se era pra não existir, nem teria nascido.
Essa poeira que arranha a face,
somos pó, somos nada.
Hoje estamos aqui, fazemos questão de muitas realizações, mas somos poeira ao vento.
Todo dinheiro não prorroga o tempo,
somos pó em algum momento.
Ontem foi você, amanhã serei eu
Não há como fugir do tempo
Há tempo de chegar e fazer acontecer
Há tempo de partir.
Somos poeira
Somos vento
Ele não perdoa
É justo juiz
Não há melhor hora
Ele chega no seu tempo
Poesia de Islene Souza
Me sinto num limbo, sem céu nem chão num centro infinito onde nada me alcança, me sinto flutuar dentro da minha própria mente sem brisa do vento nem frio nem calor, como se estivesse num completo vácuo onde existe apenas a mim e dentro de mim recomeço esse texto.
Nem se compara
Nenhuma letra, palavra, verso, rima ou poesia,
nada absolutamente, nada se compara:
ao seu real cheiro, doce temperado,
seu beijo, quente e molhado,
de sabor agridoce, entumecido,
verdadeiro toque suave, aveludado,
corpo único, suado, esculpido, emoldurado,
adorável sorriso, meigo, lindo e florido.
Pois são só imaginações, ligeiras zombarias,
leves escárnios, finos linho tecidos,
as mais toscas imitações, da mais pura perfeição,
de eucê minha perdição.
Nada perde o seu valor por ser simples. Muito pelo contrário, a simplicidade é a essência de tudo que realmente é grande.
O poder, simplesmente poder, nada além de poder. Esse é o agente revelador do caráter humano.
Os verdadeiros laços de amizade são forjados em momentos de vulnerabilidade. E os inimigos surgem aos montes quando estamos fracos. Mas, para quem está no poder ou detém o poder é fácil comprar os inimigos e barganhar com os vassalos. Difícil é manter a lealdade e influenciar pessoas para seguirem o seu legado.
#th_historiador
