Dizem
Os contos dizem que ele foi abençoado pelos Deuses com um poder sobrenatural que lhe permitiu manter o Elo do tempo em seu domínio. Vivendo em um estado meditativo ininterrupto por séculos, o divino do universo se revela em seu poder, emitindo vibrações que se entrelaçam pela força do destino em grande escala, harmonizando os ambientes entre os três reinos em sua proteção.
Dizem que quando partimos, uma nova estrela ilumina o céu ao som de um silêncio profundo em todo o universo.
Plágio
Dizem que Deus criou o Universo e tudo o que nele existe, inclusive o homem e a mulher, então, Deus é um grande cientista, mesmo estando Ele acima da ciência, logo, Ele é mais que a ciência, Ele é soberano na arte de criar.
Os humanos apenas tentam fazer cópias do que Ele criou, logo, eu sou uma imitação, os meus pais se apropriaram da criação de Deus, assim como todos os demais homens e mulheres do mundo, sem deixar de incluir toda fauna e flora, que Ele também criou. Tudo isso numa cadeia desde a criação do Universo.
Desta maneira, posso então, afirmar, que tudo que existe e foi produzido depois Dele é puro plágio, eu sou plágio, o Planeta Terra se transformou em plágio, não existe nada no mundo conhecido pelo ser humano que seja original.
Sendo assim, como posso compreender o conceito de plágio criado pelos homens? É também plágio?
Partindo da premissa de que Deus é o criador de tudo, posso dizer que sim, tudo é plágio.
As transformações ocorridas no Universo continuam tendo a mão de Deus? Será Ele, quem continua a fazer as coisas acontecerem, será Ele quem se preocupa com o Planeta Terra, um grão de areia neste Universo. Ele tem tempo para se preocupar com coisas tão ínfimas da sua criação? Tenho certeza que não.
Mantenho a minha certeza, pensado que o homem, na sua imaginação mísera de criar, se apegou numa inominável parte da Sua obra, - que Ele não completou perfeitamente -, e vive aos sete cantos, cantando de galo, e na verdade, apresenta seus feitos sem mencioná-Lo? Isto é plágio.
Deus está pouco preocupado como esta parte da Sua obra, se contrário fosse, Ele não deixaria que acontecesse plágios tão inferiores, como os que acontecem aqui em nosso astro.
Posso agora citar algumas coisas que Deus não permitiria em Sua obra, criar pessoas defeituosas fisicamente, moralmente e sem almas. Não permitiria a criações de doutrinas /dogmas usando o seu nome na dominância dos menos favorecidos, o sofrimento, a falta de amor, as diferenças sociais e de etnias, não deixaria que destruíssem a natureza, não deixaria que mudassem a sexualidade dos homens da sua forma original, dentre infinitas outras coisas que não teria espaço neste texto sucinto.
Se o que digo não for verdade, então Deus não existe e o plágio, não existe. Posso afirmar que, foi o homem quem criou um Deus para proteger-se de si mesmo, do seu próprio medo, do receito de enfrentar-se, uma forma de desculpar-se das suas vergonhas, de justificar as suas criações fracas e oprimidas, não reconhecer a própria insignificância.
Mas, se Ele existe, Ele por muito abandou essa parte da Sua obra, e a deixou para os reles se preocuparem com ela, e a plagiarem da forma mais inferior que existe no Universo.
O peso do medo
Dizem que há sombras na esquina,
sussurros frios na neblina,
olhos que espreitam na escuridão,
mãos que apertam sem compaixão.
Tranque as portas, feche o peito,
dobrem-se ao fardo do preceito.
Há sempre um monstro à espreita,
um castigo para a alma imperfeita.
No deserto, a voz bradou:
“O mar se abre a quem rezou!”
E os que duvidam, sem piedade,
são tragados pela tempestade.
Na fogueira, a chama dança,
queima o corpo, apaga a esperança.
A fé impõe o seu decreto:
“Negue-me e prove do inferno certo.”
Coroas brilham, aço brande,
o medo cresce e nunca expande.
Pois só se vê o que convém,
quem dita a lei nos faz refém.
Um novo rosto, um novo nome,
sempre há um lobo em meio ao homem.
Ora justiça, ora nação,
ora inimigo, ora oração.
E assim seguimos, sem acerto,
livres no corpo, presos por dentro.
Grades que o tempo não desmancha,
o medo pesa... e nos amansa.
Alguns dizem que quem ama não muda o outro mas o completa. Particularmente, discordo dessa frase... Quem ama não apenas completa, mas o AMOR que ele sente transforma o outro em uma pessoa melhor mesmo que isso requeira mudanças.
Tantas pessoas dizem que amam.
Pensam que amam.
Mas o que é o amor, senão a renuncia, senão o cuidado e o bem querer.
Como disse um homem sábio: "Se não ama ao irmão que está vendo, como pode amar a Deus que não ver".
O amor é nascido na dor e mora no coração de quem quer o bem do outro, que quer ser o bem, que ser o merecedor do bom retorno. O amor é amar a se mesmo estando no outro.
Dizem que os olhos são as janelas da alma,
Concordo. Como a gente ver a vida é o reflexo de nós mesmo, o que vemos na vida? Como anda sua esperança? Será que as dores do passado tem afetado nosso jeito de olhar? Será que nossa alma ainda não se curou? Será?
O Peso Invisível
✍ Por Diane Leite
Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…
Mas ninguém diz a verdade.
Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.
O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.
Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."
Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.
E a mãe?
A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.
E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.
A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.
Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.
Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.
Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.
Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.
Mas ninguém ensina como.
E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.
Mas há um peso invisível sobre seus ombros.
O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.
Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.
E não pedirá mais desculpas por isso.
Diane Leite
"Existem pessoas que ao verem outras no fundo do poço dizem - "Essa aí não tem nada a perder" - te coloco a pensar: E quem tem? Se nada daqui levamos e Jesus nos disse para renunciar tudo que temos, pegar nossa cruz e segui-lo. Todos nós não temos nada a perder quando seguimos a Jesus, mas se não o seguimos perdemos a Vida eterna."
Muitas pessoas dizem: "Não preciso ir na igreja para falar com Deus. Faço isso em qualquer lugar." E estes não estão errados! Eu não vou a igreja para falar com Deus, faço isso a todo momento e em todo lugar. Eu vou a igreja para estar na PRESENÇA de Deus e formar comunhão com Ele.
Se o que dizem sobre você não é verdade, perdoe!
Se o que dizem sobre você é verdade e não te agrada, se converte!
Como alguns filósofos atuais dizem: "a felicidade é inútil" e como descobri, em vida, que toda frase é contextual. Penso que é verdade, em termos. A felicidade é ótima para o indivíduo, mas exacerbada, socialmente, viraria um caos. Eu acredito que tenha sua importância? Sim. É muito importante ela existir. Mas penso que se todos decidissem serem felizes, alguém ia sofrer e não por ser intenção de alguém, mas porque não conhecemos um mundo em que todos se beneficiam igualmente de uma mesma proeza. Muito embora, eu ainda gostaria muito que esse dia chegasse a existir: em que todos fossem felizes sem prejuízo de ninguém, como na música "Imagine" de John Lennon, morto por causas desconhecidas por um fã. Em minha cabeça, todo anarquista é um sonhador e não um político comunista. O mundo não aguenta mais a polaridade que causa guerra e é isso que John Lennon queria dizer (minha interpretação livre e que pode estar errada)
"Eu Queria"
Eu queria escutar o que dizem as plantas,
os animais e todos os seres viventes.
Eu queria ter o poder de semear as mais belas sementes.
Eu queria sentir o voo das aves no infinito imerso.
Eu queria nadar com os peixes em mar aberto.
Eu queria sentir a brisa das manhãs em evidência.
Eu queria ter a força de um elefante com a sua paciência.
Eu queria falar as línguas de todas as tribos,
ouvir seus problemas, sentir seus desafios,
poder entender e acalmar seus gemidos.
Eu queria que não houvessem entre os terrestres,
diferenças nem de raça, nem de cores, nem de crenças.
Eu queria que existisse uma só luz
e que todos louvassem a um só Deus.
Eu queria que no outono, inverno, verão ou primavera,
os homens vivessem da mesma maneira,
não mudassem suas atitudes uns com os outros,
esquecendo-se do amor e acumulando tesouros.
Eu queria,Allah,esse mundo um pouco mais feliz.
Como não posso fazer tudo o que aqui revelei,
sei que tu não o fazes, pois nos deste a vontade livre
e nos incumbistes,confiando-nos
de tomarmos conta de seu paraíso.
Muitos dizem que se pudesse voltar atrás, faria tudo diferente. Eu também faria se tivesse a consciência que tenho hoje. Mas penso...não é possível voltar atrás.
“Eu não acredito que eles acreditem. Dizem que todas as doenças se devem aos demônios. Então, sai daí, demônio maligno, mesmo que seja o bacilo de Koch, contagioso. Sobre isso eu digo: jamais encontrei um pastor expulsador de demônios que quando está doente procurasse um outro (pastor). Ele sempre procura os médicos. Está reconhecendo, na hora da verdade, que mente. O mesmo no espiritismo. Dizem que se deve a encosto de espíritos maus. Chico Xavier passou a vida inteira doente e procurou os médicos. Nunca procurou um médium-curandeiro ou um exorcista.”
A minha biografia são minhas palavras, meus lábios dizem exatamente o que está registrado em meu livro de visita. Quer me conhecer? Observe tudo aquilo que eu digo. O meu sim é sim, o meu não é não...
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